domingo, 30 de abril de 2017

Cada vez mais!!!

O feio é muito fácil de chegar.

O difícil é transformar, 

constantemente, 

a dura pedra da realidade física,

na beleza sublime 

da maravilha transcendente!


quarta-feira, 26 de abril de 2017

Flor das Pétalas de Luz


O São Paulo


Torres da República


Sob o Chá


Catedral da Fé


indo além...


Sombras da Humanidade


olhar-marginal


matriz-original


soslaio-lateral


pseudo-senoidal


abstrato-roseiral


Após a Tempestade!!!


MASP


...tar cantar cantar cantar can...

Um
dos
maiores
prazeres
da
vida!!!


quarta-feira, 19 de abril de 2017

O Quarto de Jack (Filme) – Resenhas 2016

Interessante história do garoto de 5 anos que nasce e cresce dentro de um quarto acreditando ser este toda realidade que existe.
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Este filme é baseado no romance “Room” da escritora Emma Donoghueque e foi considerado por diversos diretores como sendo uma obra impossível de ser adaptada já que o livro foi escrito pela ótica da criança.
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O diretor Lenny Abrahamson resolve então chamar a própria Emma para escrever o roteiro e o resultado fica bastante interessante!
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Jack, que é filho de uma relação estabelecida entre uma sequestrada e seu sequestrador, possui um universo próprio e maneiras muito criativas de explicar as coisas ele podia notar dentro daquele quarto em que ele passava todos os seus dias.
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É tocante a atuação da mãe de Jack, vivida pela atriz Brie Larson.
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Imaginar os conflitos internos pelos quais a personagem estaria passando sem poder expressar é bastante comovente.
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A atriz consegue dar vida a uma mulher sensível e magoada que vê seu filho crescendo cheio de falsas realidades dentro de um ambiente minúsculo, enquanto tantas outras crianças de sua idade já estariam tendo seus amigos, descobrindo novas possibilidades, vivendo novas experiências.
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A doação do personagem a um ser, fruto de uma relação sexual sem consentimento é também algo que chama a atenção.
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A saber, segundo pesquisas, esta estória foi baseada em uma passagem ocorrida no ano de 2008 e que acabou ganhando notoriedade nos jornais ao redor do mundo.
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A história verdadeira conta o caso de moça que permaneceu em cativeiro durante 24 anos na Áustria e foi abusada sexualmente pelo pai ao longo deste tempo.
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Este horripilante capítulo da barbárie humana recebeu o nome de Caso Fritzl.
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Ficha Técnica:
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Gênero: Drama
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Direção: Lenny Abrahamson
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Roteiro: Emma Donoghue
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Elenco: Amanda Brugel, Brie Larson, Cas Anvar, Jack Fulton, Jacob Tremblay, Jee-Yun Lee, Joan Allen, Joe Pingue, Justin Mader, Kate Drummond, Matt Gordon, Ola Sturik, Randal Edwards, Rodrigo Fernandez-Stoll, Rory O'Shea, Sandy McMaster, Sean Bridgers, Tom McCamus, Wendy Crewson, William H. Macy, Zarrin Darnell-Martin
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Produção: David Gross, Ed Guiney
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Fotografia: Danny Cohen
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Montador: Nathan Nugent
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Os Sertões (Livro) – Resenhas 2016

Extensíssimo relato, amplamente enriquecido de vasto e rebuscado vocabulário capaz de criar o corpo e a aura verbal dignos de uma obra de primeira grandeza na história da literatura Luso-brasileira.
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Para Ariano Suassuna, amante das formas artísticas clássicas, seria esta a maior obra da literatura brasileira, colocada mesmo acima dos elegidos clássicos para ocupar tal posição, caso de: “Memórias Póstumas de Brás Cubas” e “Grande Sertão: Veredas”.
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O início de todo o calhamaço de mais de 700 páginas é lento e ricamente detalhado por descrições sobre o relevo, o solo, a biodiversidade da região na qual o conflito foi travado, frases de exaltação ao homem da terra e um fôlego inicial incansável que já nos instaura a sensação de que estamos adentrando uma empreitada de labuta e respeito enormes.
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Há também uma cuidadosa construção histórico-verbal em torno da figura central da obra: Antônio Conselheiro. Antônio é figura à margem de seu espaço, de seu tempo e é colocado como sendo, desde de sempre, um ser introspectivo e diferenciado.
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Com certa idade, resolve iniciar uma série de longas peregrinações por dentro do sertão nordestino e, segundo Euclides da Cunha, é daí que vai nascendo o conhecimento do terreno onde viria a ser feita a revolução, bem como a cuidadosa escolha do local onde aconteceria a fundação de um novo povo.
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O autor também defende que são essas andanças que ajudam a construir a mitologia em torno do homem que caminhava pelas fazendas da região, dormindo onde desse, comendo o que lhe oferecessem e distribuindo palavras sábias àqueles que o procurassem no intuito de encontrar conforto.
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Eis os elementos necessários e suficientes para a formação do acontecimento político, religioso, místico, profético, bélico e extremamente profundo de significados que representou a Guerra de Canudos.
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Que belissíssima obra!
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Capítulo tão emblemático da história nacional não mereceria alguma menor grandeza de registro para a posteridade.
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Nós (Teatro) – Resenhas 2016

A experiência mais profunda que já vivi em teatro em toda a minha vida!
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Não que tenha sido a mais intensa, nem a mais alta expressão artística que já tomei contato dentro das artes cênicas, nem mesmo foi a peça mais bonita que já vi...
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Mas foi o encontro que mais me ensinou o que, profundamente, é o fazer/viver teatral!!! 
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Estar diante de um grupo de pessoas comuns que se tornaram, pelo trabalho em conjunto, uma referência em teatro de grupo em toda a América Latina, é fenomenal!
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Estar diante de um grupo de mineiros simples que juntos formam o único grupo de teatro brasileiro a ser chamado para representar Shakespeare no Globe Theatre, a casa do teatro shakesperiano no mundo, é algo transformador!
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Estar diante de um grupo de humildes artistas de ruas que, pela perseverança de seus trabalhos, foram um dos únicos grupos capazes de ganhar o patrocínio vitalício da Petrobrás, é de encher os olhos e corações!
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Estar diante de referências teatrais tão disponíveis, tão despida de suas vaidades, de suas famas, fazendo o teatro nu, cru, verdadeiro, ali, em palco aberto, diante de uma platéia respeitosa e amiga, foi algo que me marcou para o resto de minha vida!
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O Grupo Galpão, que eu, mesmo antes de trabalhar com teatro, já tinha ouvido falar, me proporcionou um dos momentos de encontro com a arte mais comoventes do ano de 2016. 
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A força do teatro de chão, feito de gente, de labuta diária, de perseverança, de pesquisa verdadeira, de periferia do mundo, de vitalidade vencendo as infinitas barreiras que impedem a arte de sobreviver num país como o nosso, foi inenarrável!
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A homeopática construção de um capítulo histórico no teatro de grupo mundial. 
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Construção feita ao longo de décadas e décadas de disponibilidade, de entrega, de comunhão pela luminescência, de abertura em prol de um bem maior, em prol de uma antiga esperança agora real, em prol de um ideal de vida que arrastou uma trupe de artistas além das inúmeras intempéries que os arredios mares da arte tupiniquim devem ter apresentado a este conjunto de bravos combatentes que lutaram e lutam pela beleza primeira, fruto da sublime arte humana!
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Por todos os ângulos que eu os posso pensar, eles são vencedores, gloriosos e fortes, mesmo sob a mira de minhas mais ácidas críticas e implacáveis implicâncias.
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Fiquei simplesmente apaixonado pelo GRUPO GALPÃO! 
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A prova maior, dentro do teatro brasileiro de que:
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um + um + um + um + um + um + um + um + um + um + um + um pode ser muito mais do que doze.
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Pode ser mesmo maior que o infinito sonho de um homem solitário!
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O Grupo Galpão tem a força dos homens comuns!!!
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Os Analectos (Livro) – Resenhas 2016

Pedra angular da filosofia confucionista, os Analectos são um conjunto de observações orais expressadas por Confúcio (o grande mestre Kong) ao longo de sua vida e que foram registradas e perpetuadas por seus discípulos ao longo dos séculos.
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A extrema valorização das tradições, a veneração dos antepassados, o cuidado com o aprendizado, o altruísmo nos trabalhos públicos e outros elementos tocantes são, a meu ver, os principais pontos balizadores deste grande conjunto literário, desta grande vida que profundamente influenciou a história da China milenar.
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Gostei também do cuidado demonstrado pelo tradutor que me pareceu um profundo conhecedor e venerador das sabedorias orientais, tanto é que, a despeito das diferenças profundas entre as línguas, dos afastamentos temporal e físico entre o Brasil e o gigante oriental, ele foi capaz de escrever observações profundas e pertinentes a cada um dos textos atribuídos ao grande mestre.
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Tornar-se um líder espiritual, respeitado por quase 2.500 anos sem, nem sequer, ter atribuído a si qualquer aspecto divino-mágico-mirabolante é algo extremamente tocante e intrigante dentro da história espiritualista de nossa raça!
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Arcabouços iluminados mais possíveis na infância da humanidade!
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João e Maria (Peça) – Resenhas 2016

Gostoso e singelo espetáculo dirigido e estrelado por amigos queridos. 
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Me diverti bastante com a reinvenção da estória de João e Maria passada, desta vez, num food-truck!
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Truman (Filme) – Resenhas 2016

Na minha opinião, definitivamente este não configura entre os melhores filmes já feitos por Ricardo Darín.
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Não achei ruim, mas também me senti pouco tocado pela trama, pelo protagonista, pelas situações propostas e assim por diante, ou não mais adiante.
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O primo Basílio (Livro) – Resenhas 2016

Interessante retrato da sociedade portuguesa do fim do século XIX.
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Eça de Queiroz dominava muito bem a arte das palavras, a construção dos tipos, as delicadezas da trama, as pulsões das mulheres de sua época, o perfil psicológico existente dentro das classes sociais e outros tantos elementos que circundam silenciosamente grandes obras realizadas dentro da arte literária.
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Não achei um livro de difícil leitura, pelo contrário, o linguajar possui determinados requintes que não atrapalham realmente o desenrolar da interpretação. 
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O ritmo imposto é um pouco ultrapassado, mas mesmo assim é uma obra aberta à leitura de nós, contemporâneos neste já quase não mais início de século!
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Adriana Lecouvreur (Ópera) – Resenhas 2016

Diversos elementos de uma boa ópera estão presentes em Adriana Lecouvreur: a protagonista intensa (vividamente interpretada pela brasileira Daniella Carvalho), a trama repleta de idas e vindas, traições, amores, ódios, conflitos comuns a um triângulo amoroso e um elenco de vozes extraordinárias!
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Achei uma versão muito bonita dessa obra em quatro atos composta pelo compositor Francesco Cilea, com libreto de Arturo Colautti.
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E mais uma vez menciono Daniella Carvalho como uma figura extremamente dramática, musical e expressiva. 
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Uma autêntica cantora de ópera!
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Ficha Técnica:
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Luiz Fernando Malheiro |  Direção Musical e Regência
Flávio Lago | Regência (08, 13 e 15/04)
André Heller-Lopes | Concepção e Direção Cênica
Renato Theobaldo | Cenografia
Fábio Namatame | Figurino
Fábio Retti | Desenho de Luz
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Elenco:
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Adriana Lecouvreur | soprano | Daniella Carvalho
Maurizio e Conde de Saxônia | tenor | Eric Herrero
Princesa de Bouillon | mezzo-soprano | Denise de Freitas
Príncipe de Bouillon | baixo | Gustavo Lassen**
Abade de Chazeuil | tenor | Daniel Umbelino**
Michonnet | barítono | Johnny França**
Mlle Jouvenot | soprano | Maria Sole Gallevi**
Mlle Dangeville | mezzo-soprano | Cecília Massa**
Poisson | tenor | Mar Oliveira**
Quinault | baixo | Gustavo Müller
Mordomo | tenor | Edilson Junior *
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Boa Noite, Mamãe (Filme) - Resenhas 2016

O famoso tipo de filme em que a tensão é crescente e o final guarda surpresas que fazem vários pontos fazerem sentido, colocando-nos num processo retroativo de remontagem de diversas cenas.
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Gostei bastante do roteiro, do cuidado na organização geral dos espaços e do silêncio calculado dos garotos.
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Um belo filme de suspense!
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Ficha Técnica:
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Gênero: Drama
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Direção: Severin Fiala, Veronika Franz
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Roteiro: Severin Fiala, Veronika Franz
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Elenco: Christian Schatz, Christian Steindl, Elfriede Schatz, Elias Schwarz, Erwin Schmalzbauer, Georg Deliovsky, Hans Escher, Karl Purker, Lukas Schwarz, Michael Ande, Ruth Leuwerik, Susanne Wuest
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Produção: Ulrich Seidl
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Fotografia: Martin Gschlacht
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Montador: Michael Palm
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Trilha Sonora: Ekkehart Baumung
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Aula de Violão