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Queria novamente achar uma frase que me resumisse.
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Queria encontrar no mundo uma imagem que me encerrasse num zero conclusivo e deliciosamente repetitivo.
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Sem sobrar nem faltar nada.
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Claro que não seria possível um elemento que representasse todos os meu eus. Pelo menos disso estou ciente. Digo apenas que eu queria encontrar uma imagem que fixasse a sensação ou que gerasse uma completa empatia momentânea em mim. Um achado de encaixe que calasse os desânimos a partir do momento que fosse postado em postas.
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Há uma contração entre minhas sobrancelhas, uma inconclusão que pesa nos meus olhos e me impede de os abrir. Sei da impressão negativa que assim passo, mas é desta maneira que passo aquilo que passo por passar o que passo, passo a passo, ou seja, Wagner Passos. Não tem outra conclusão. Eu Passos por caminhar sem foco.
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Gostaria de evitar as frases longas, mas não me permitem, sou apenas objeto dos criptográficos de outrem.
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Por que frases não resumem se é essa sua função? Frases são feitas para resumir facetas de mundos internos, assim creio. Mas se não encontramos a frase capaz do feito, isso significa que a frase não existe ou o mundo interno está tão quasímodo que modo frasal algum o redime de seu labirinto?
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Perguntas são imperativas e fazem todo olhar se curvar. Hiperatividade de questões. Roer de unhas. Quarto vazio. E um mantra vindo da ventoinha do computador. Nada tão expressivo assim. Vivo eu nessas paredes coloradas de adornos contemporâneos. Quanta insignificância, meu deus. Servem apenas para eu ganhar espaço na horizontal em extinção, enquanto perco tempo na vertical espiralada que se multiplica num bailar de dedos que assim dançam na esperança de abrir outras dimensões.
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Pobre dos meus. Não acredito na liberdade deles. Vou aprisioná-los até a morte da carne. Serão escravos do meu não-querer disfarçado de timidez. Aliás, o meu não-querer já é um disfarce que, pra variar, não quero saber do que. Só sei que assim é.
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Um sangue que se limpa por promessa pode revelar os escombros que restaram de outros tempos. Escombros cansados, mais ou menos mortos, mas necessário para a tradução literária re-avidante.
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Evito neologismos, mas há momentos em que simplesmente sou negativo de mim.
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Palavras de salvação.
Queria novamente achar uma frase que me resumisse.
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Queria encontrar no mundo uma imagem que me encerrasse num zero conclusivo e deliciosamente repetitivo.
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Sem sobrar nem faltar nada.
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Claro que não seria possível um elemento que representasse todos os meu eus. Pelo menos disso estou ciente. Digo apenas que eu queria encontrar uma imagem que fixasse a sensação ou que gerasse uma completa empatia momentânea em mim. Um achado de encaixe que calasse os desânimos a partir do momento que fosse postado em postas.
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Há uma contração entre minhas sobrancelhas, uma inconclusão que pesa nos meus olhos e me impede de os abrir. Sei da impressão negativa que assim passo, mas é desta maneira que passo aquilo que passo por passar o que passo, passo a passo, ou seja, Wagner Passos. Não tem outra conclusão. Eu Passos por caminhar sem foco.
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Gostaria de evitar as frases longas, mas não me permitem, sou apenas objeto dos criptográficos de outrem.
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Por que frases não resumem se é essa sua função? Frases são feitas para resumir facetas de mundos internos, assim creio. Mas se não encontramos a frase capaz do feito, isso significa que a frase não existe ou o mundo interno está tão quasímodo que modo frasal algum o redime de seu labirinto?
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Perguntas são imperativas e fazem todo olhar se curvar. Hiperatividade de questões. Roer de unhas. Quarto vazio. E um mantra vindo da ventoinha do computador. Nada tão expressivo assim. Vivo eu nessas paredes coloradas de adornos contemporâneos. Quanta insignificância, meu deus. Servem apenas para eu ganhar espaço na horizontal em extinção, enquanto perco tempo na vertical espiralada que se multiplica num bailar de dedos que assim dançam na esperança de abrir outras dimensões.
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Pobre dos meus. Não acredito na liberdade deles. Vou aprisioná-los até a morte da carne. Serão escravos do meu não-querer disfarçado de timidez. Aliás, o meu não-querer já é um disfarce que, pra variar, não quero saber do que. Só sei que assim é.
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Um sangue que se limpa por promessa pode revelar os escombros que restaram de outros tempos. Escombros cansados, mais ou menos mortos, mas necessário para a tradução literária re-avidante.
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Evito neologismos, mas há momentos em que simplesmente sou negativo de mim.
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Palavras de salvação.
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Glória a voz, sr.
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