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Deito-me, as notas batem fundo na minha cabeça repleta de nuvens e clarões, coisas que se repetem, manhãs que não se concluem, pensares e seus opostos que tentam se resolver enovelando-se na fusão com o correto, mas jazem num fundo de desconstrução própria, desfazendo de si pela gravidade própria que descompassa o pulsar da matéria, são coisas vindas de lugares não localizáveis, chegando sem permissão, partindo partindo a saudade em metades que faço questão de jogar sem fixação, pois deixo estar aquilo que não posso julgar, é o poder sedutor do caos, é o desvario descrente diminuindo vagarosamente até não mais existir, deixando de lado cada pedaço, cada caco, cada propriedade, cada estado, numa aglomeração com o invisível, e assim vem a dormência das horas que adentram sem fim, vem o pausar sem permissão, vem o descampado, vem o desprotegido, vem o que nunca vem, mas vem despetalando a rosa do peito, frágil resistência que por anos permitiu seguir com brilho no olhar, mas que, agora, perdida pelos cantos, fazendo da rosa centro a rosa total, decai lentamente no esquecimento do apelo final de seu cheiro, degradando-se do total, consumindo-se totalmente no grito mudo do olor pungente, pungente pois resiste no implorar mesmo sabendo que seu desvirginar está próximo ao horizonte rente que se aproxima lentamente na transcendência do local esquecido, a rosa do caos, a última resistência que se desfez, sem voz, nem vez, e, ao toque do horizonte, sua voz esvaiu-se na fronteira do amanhã com o ontem, desintegrando o eterno presente da consciência da rosa, decaindo ao nunca, eliminando a esperança da rosa que habitava o peito, e assim, acordando, modificado irredimível para mais um dia, não compreende a falta inconclusa que algo indefinido te trás, a fatal dispersão, ele não se contem, não se refaz, não se detém, não se comporta, não cabe mais em si, por caber demasiadamente carente, quasimodo, aleijado, sem saber que tua rosa fora-lhe arrancada do peito, extinguiu suas forças em gritos mudos, entregou-se ao caos de mais um dia e, ele, solitário, chorará a incompletude daquilo que nunca mais, em si, compreenderá.
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Deito-me, as notas batem fundo na minha cabeça repleta de nuvens e clarões, coisas que se repetem, manhãs que não se concluem, pensares e seus opostos que tentam se resolver enovelando-se na fusão com o correto, mas jazem num fundo de desconstrução própria, desfazendo de si pela gravidade própria que descompassa o pulsar da matéria, são coisas vindas de lugares não localizáveis, chegando sem permissão, partindo partindo a saudade em metades que faço questão de jogar sem fixação, pois deixo estar aquilo que não posso julgar, é o poder sedutor do caos, é o desvario descrente diminuindo vagarosamente até não mais existir, deixando de lado cada pedaço, cada caco, cada propriedade, cada estado, numa aglomeração com o invisível, e assim vem a dormência das horas que adentram sem fim, vem o pausar sem permissão, vem o descampado, vem o desprotegido, vem o que nunca vem, mas vem despetalando a rosa do peito, frágil resistência que por anos permitiu seguir com brilho no olhar, mas que, agora, perdida pelos cantos, fazendo da rosa centro a rosa total, decai lentamente no esquecimento do apelo final de seu cheiro, degradando-se do total, consumindo-se totalmente no grito mudo do olor pungente, pungente pois resiste no implorar mesmo sabendo que seu desvirginar está próximo ao horizonte rente que se aproxima lentamente na transcendência do local esquecido, a rosa do caos, a última resistência que se desfez, sem voz, nem vez, e, ao toque do horizonte, sua voz esvaiu-se na fronteira do amanhã com o ontem, desintegrando o eterno presente da consciência da rosa, decaindo ao nunca, eliminando a esperança da rosa que habitava o peito, e assim, acordando, modificado irredimível para mais um dia, não compreende a falta inconclusa que algo indefinido te trás, a fatal dispersão, ele não se contem, não se refaz, não se detém, não se comporta, não cabe mais em si, por caber demasiadamente carente, quasimodo, aleijado, sem saber que tua rosa fora-lhe arrancada do peito, extinguiu suas forças em gritos mudos, entregou-se ao caos de mais um dia e, ele, solitário, chorará a incompletude daquilo que nunca mais, em si, compreenderá.
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