sexta-feira, 26 de maio de 2006

Bom final de semana

Bom final de semana para todos, são os votos de Wagner.,.,.,
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Bom final de semana

Bom final de semana para todos, são os votos de Wagner.,.,.,
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p.s: rssss

segunda-feira, 22 de maio de 2006

sexta-feira, 19 de maio de 2006

Bom final de semana

Bom final de semana para todos, são os votos de Wagner.,.,.,
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quarta-feira, 17 de maio de 2006

Duas delas de mais de danadas (dois)

Resolvi copiar duas postagens muito boas, das melhores que eu já li nos blogs que estão nos meus favoritos. Esse título eu já coloquei em outra postagem, por isso é que esse título tem o 2 no fim: o retorno das duas delas de mais de danadas. A que está em vermelho é do blog da Gisele e a que está em azul é uma postagem antiga do blog abandonado do Gláucio. Tenho certeza que irão gostar.
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Aproveitando que esta é a nonagésima postagem, vou falar um pouco sobre algumas coisas importantes e interessantes que eu aprendi na Pós-graduação. São frases soltas mas significativas:
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"Toda vez que vc age sem o questionamento pessoal, vc age com a informação do outro - aí é o preconceito."
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"Temos um material inconsciente, algo novo aparece, tenho uma escolha, a escolha exige preço, porque tudo nessa vida tem troca. É uma troca de respostas. Resposta vai, resposta vem."
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"A gente só sabe o que é, a partir do que não somos."
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"Só ensinamos a quem nos delega o direito e nos admira."
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"Afetividade=afeto- afecto=afetar=aquilo que afetou a pessoa."
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"Quanto mais eu me afasto da realidade, menos eu cresço."
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"Só transformo a minha inconsciência pessoal em consciência, quando eu enxergo. Não existe engano, existe o auto-engano."
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"No mundo atual os valores estão pluralizados e indefinidos; e as esperanças diminuídas".
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"O amor a si mesmo é o parâmetro para tratar o outro."
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"Tudo parte de nossa necessidade. A gente só busca o que nos falta, mas temos dificuldade em definir nossa necessidade."
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"Precisamos ter existência própria, seguir nossa necessidade como ponto de partida para tudo na vida."
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"Quanto maior a dependência do outro, menos o eu vai pra frente. Dependência é andar de marcha ré."
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"Necessidade= des - envolvimento."
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"É através da percepção que eu concluo o mundo. Ela é perigosa e destruidora qdo notada dentro de um grupo pq há muita percepçao distorcida. A percepção é a porta do mundo, pois através dela eu concluo o mundo."
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"Pais e mães erram na maneira de perceber, por isso estragam os filhos."
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"Temos que estabelecer objetivos e seguir nosso caminho, sem atalhos."
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"A independência de decidir, escolher, é o que modifica, difere o homem do animal."
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"A liberdade em excesso deixa a criança com medo. A liberdade não dá prazer, dá medo."
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"Preciso depender menos e conhecer as regras para eu ter autonomia."
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"Fuja da palavra fracasso e ocupe o lugar do resultado."
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"Temos que conquistar tudo na nossa vida, nos espelhando nas experiências da caminhada."
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Pequeno glossário das coisas que você nunca quis entender...

Amor
(1) é constatação direta e objetiva de que nada jamais esteve separado; a realidade.
(2) é apenas uma palavra bonita que se usa para aprisionar e controlar aqueles de quem nos sentimos dependentes.
(3) é o romantismo ao avesso.
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Beleza
é o sentimento que emerge do reconhecimento inequívoco da realidade.
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Bonito
é o mesmo que "bonzinho", um julgamento daquilo que nos chega aos sentidos e agrada o pensamento.
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Buda
é o budismo ao avesso.
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Caridade
originalmente o reconhecimento do valor dos outros; na prática a afirmação da sua própria condição de superioridade em relação aos outros. O mesmo que orgulho.
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Carma
é só uma teoria mirabolante, inventada para tentar fazer você acreditar que tem alguma chance de controlar a vida.
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Compaixão
é o que acontece quando você para de resistir ou de tentar mudar o que o seu coração sente.
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Cristo
é o cristianismo ao avesso.
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Desejo
sensação de falta ou ausência resultante da comparação entre a realidade e uma idealização; insatisfação.
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Deus
luminosidade; lucidez.
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Esperança
é um jeito de dar as costas para a felicidade presente.
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sentimento que nos impele a descartar toda e qualquer idealização da realidade e a querer apenas o que é autêntico.
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Gosto
aquilo que se aprende ou se é induzido a valorizar (apreciar).
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Graça
o mesmo que beleza.
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Gratidão
é o reconhecimento da beleza (ver "Beleza").
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Humildade
é o reconhecimento do seu real valor, nem mais e nem menos.
Julgamento
medida resultante do ato de comparar a realidade, tal como ela é, com aquilo que desejávamos que ela fosse (não há julgamento sem uma idealização "a priori" da realidade).
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Juízo
é comportar-se do modo que os outros idealizaram ou esperam.
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Orgulho
é qualquer tipo de exagero, para mais ou para menos, quanto ao valor de si mesmo.
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Paixão
(1) é o mesmo que "sofrimento" ou "doença".
(2) atributo do sujeito passivo de uma ação ou evento.
(3) dramatização elaborada para controlar aqueles de quem nos julgamos dependentes.
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Reencarnação
é só uma teoria inventada para fazer você acreditar na morte.
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Religião
(1) sistema de conceitos selecionados com a finalidade de manter a vontade, os sentimentos e os pensamentos das pessoas sob o controle de um determinado interesse pessoal, corporativo ou institucional.
(2) é Deus ao avesso.
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Sinceridade
é a expressão daquilo que se sente a despeito do que se pensa.
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(*) Se você se lembrar de um outro conceito que nunca quis entender, deixe aqui nos comentários. ;)
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Viram que doideira.,.,

sexta-feira, 12 de maio de 2006

Pra encerrar + um ciclo

Todo livro que eu leio eu escrevo alguma coisa sobre ele. Li o Grande Sertão: Veredas e nada me fazia sossegar ou escrever algo que realmente transmitisse a grandiosidade desse livro pra mim, daí eu me propus a escrever pro jornalzinho do Centro Acadêmico da ESPM e fiz uma pesquisa, parei um tempo numa noite pra escrever um texto que realmente transmitisse tudo que eu pudesse transmitir dentro daquele espaço reservado no jornal. O Sertão faz 50 anos em maio e eu enfim, em maio, escrevi sobre o sertão que o sertão criou dentro de mim pra poder libertar minhas veredas. O texto ainda nem saiu no jornal e eu já vou por ele aqui em primeira mão para os queridos leitores do meu blog.,., rssss que xik.,.,. rssss, espero que gostem.,.,
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GRANDE SERTÃO: VEREDAS
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A linguagem miniaturizada que já inicia no arraste primordial do parágrafo travessão - diálogo inaugura o des – envolvimento no englobo de gigantismos de quem pensou realmente sert – ÃO. Em começo desperta aridez de olhar desdém que paga pra ver o que intriga por ser caboclo - universal, mas logo logo vê-se a si mesmo pernoitando fogueiras ao pé de mistérios que avizinham o instantâneo – eterno. “Nonada”, não foi nada quis ele dizer e disse. É assim que João “Riobaldo” Guimarães “Tatarana” Rosa, porém “Urutu - branco” começa a maior travessia literária do modernismo brasileiro. 700 e lá vai cacetadas de páginas in - veredadas em verdades ex – verdejantes que se realizam por ins - piração trans – piração rex – piração - labuta - pura escaldante sob sol sertão que afoga de vida os mais universais CRITÉRIOS nossos, MISTÉRIOS paridos ao mundo pelas falas intermináveis de um jagunço sertanejo. GRANDE SERTÃO: VEREDAS é o que há de singular no plural e vice – versa.
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A “estória” é a narrativa de encruzilhadas fascinantes entre deus e o diabo, GIGANTESCO ABSOLUTO: RELATIVOS e um sertão de outros temas universais através de diálogos diretos, indiretos, monólogos, aforismos, trocas de verbos, palavras inventadas, reinventadas e reutilizadas, frases invertidas, divagações não lineares, casos soltos, ritmos e compassos em palavras de diferentes fluidez, aforismos, rupturas e etc ao quadrado. JOÃO GUIMARÃE: ROSAS se utilizou de muita coisa pra fazer brotar um livro escrito em sertanejo – esperanto. Por mais de 80 páginas, as primeiras, a “estória” se desenrola como um turbilhão de assuntos flutuantes que se apresentam no simples ato de falar. O livro é um inteiro - falado. Riobaldo, o personagem narrador, conta causos de sua vida a um homem que apenas há, dessa maneira o autor faz seu² - nosso próprio infinito ir caindo incessantemente como rajadas de lembranças e conseqüentes conclusões mutantes que nos tomam pouco a pouco de maneira sorrasteira. Armadilha literária, mas nem por isso inofensiva.
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O próprio autor foi vítima. Disse em carta a um amigo, que passou 2 anos escrevendo em transe, completamente dedicado à obra, “casado com o livro”, foi aprisionado pelo volume do sertão de dentro que impõe vontades e meninices de quimera ao pai que sabe da beleza de seu filho ainda por parir. Após o divórcio ou o afastamento por auto – piedade o autor dedicou as Veredas à sua mulher e só a ela. Bigamia (laços humanos reatados, literários em torpor capcioso).
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Maio de 1956 nasceu enfim. Maio de 2006, 50 anos de um universo aprisionado, mas nem por isso aprisionante ou limitável. GRANDE SERTÃO: 50 anos de VEREDAS. A maior obra do maior autor do modernismo brasileiro faz aniversário de existência e isso nonada. São 50 anos abduzindo pessoas para o cerrado do centro brasileiro como um portal que educadamente sem pedir licença nos desfaz pra nos refazer em mais.
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“O sertão é o mundo”, já disse Riobaldo Guimarães, e o mais impressionante é que esse mundo tão outro e tão nosso se constrói de maneira caoticamente organizada através de uma linguagem que soa simples, mas que consegue, talvez por isso, permear todas as variáveis caladas do desdobramento – homem sem nunca tropeçar, equivocar, ferir ou enganar. É a terceiridade do raciocínio lavrado em rosa que expressa secundidades onipresentes como se fossem primeiridades inocentes que fluem por osmose no dentro – fora que vai se tanto – fazendo – como - tanto - deveria – já - ter – feito (tanto faz como tanto fez) e, de repente, seu quarto já não tem mais barreiras, seus olhos não lêem mais o português, sua cabeça não atende mais pelo seu nome, e o deusdará toma conta do seu sertão encabulado que questionado multiplica – se em veredas.
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Digamos que seja uma vida inteira, ou talvez seja necessário dizer mais. Digamos então que seja uma língua nova, com amontoados de palavras imaginadas, inventadas de um repertório vasto, neologismos incessantes que se avolumam de forma impressionante chegando ao ponto de formar escarpas e rochedos enormes, pântanos e seus buritis, rios, córregos e o São Francisco senhor das águas e muito além. Mas ainda é pouco. Talvez dizendo que as frases erguem labirintos de cidades e vilarejos de imensa multidão solitária, planícies e suas guerras enrustidas na memória do chão avermelhado - sangue, fértil de sentimentos e conflitos internos de um jagunço do tamanho de cada um de nós, e que por isso é maior que sua própria história. Mas o sertão ainda é mais. Riobaldo Tatarana mergulha - mergulhamos dentro de cada um que fica - ficamos no lombo dos cavalos adentrando lugares que mais parecem templos de culto às coisas mais intensas e imperceptíveis que existem. Universos paralelos de existências sertanejas que abrigam filosofias enrustidas dentro de cada contorno minucioso e escondidamente secreto do sertão maior e infinito. O sertão é “Id”, “I de” indefinível. Triste ignorância deste já resignado texto em vão. Mas o sertão é Id e isso é válido.
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O sertão, novamente o sertão, se abre e abre cada vez mais dentro de cada leitor que expande suas perdições pelo prazer de se sentir pequeno em demasia pra entender o que está por detrás dos atos, dos sonhos e principalmente dos pensamentos/ “pesadelos”, pesados - elos consecutivos de corrente orgânica e viciante do jagunço de metrópoles ou de campos cheios de currais. Você. GRANDE SERTÃO: NÓS. Nós porque carregamos nossos laços em nós; cada um tem seu rifle e balas certeiras da mira razão(barra)sentimento para acertar em cheio os desacertos imutáveis e boiar leve pela aridez falsamente – refrescante – plenamente – alucinante desta obra que se apresenta em pendular.
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POR ÚLTIMO: DIADORIM. Segredo maior do grande. Diadorim é o conflito cíclico que vem da precariedade do amor de soslaio, e que como todo soslaio, tem suas secretas instabilidades machistas que atormentam a dureza de plasma vermelho do coração em fluídos de veniais. Enfim, Diadorim mostra-se anima em fim do fim que no derradeiro da vida vira flor, fazendo chorar jagunço em DOR DE MARAVILHA: RIOBALDO.
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GRANDE SERTÃO: somos VEREDAS se soarmos em sétima aumentada, porque “o que é de paz, cresce por si”.
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P.s: desculpem o repetitismo do texto, ele é fruto da insuficiência das palavras que tentam extinguir a admiração.
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P.s 2: leiam o livro, ele é demais da conta. Uma coisa eu garanto daquilo que eu acho que possa ser: ele é bem melhor que o Kotler.
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Wagner Passos

segunda-feira, 8 de maio de 2006

Um ex-post do presente...

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Esse post eu escrevi há um tempo. Foi em novembro do ano passado e daí eu fiquei de postar e acabei esperando um tempo pra fazer isso, e esse tempo não acabou até hoje, porque hoje eu posto ele só pra colocar uma coisa nova aqui, não que eu realmente ache que esse texto tenha alguma coisa a ver comigo agora.
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Fraternidade dos Simples
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Simplicidade na cabeça mermão. Na irreverência de falar sem querer dizer algo a mais. Vai cada um na sua, mas com alguma coisa em comum. Tem que se viver à vontade na liberdade de manobras a favor dos ventos libertados. Ei meu filho deixa a gente ir pra qualquer canto, deixa a felicidade chegar como um estado natural, uma tranqüilidade de espírito que sabe das limitações da vida, do tamanho que tem as voltas da Terra e que além do céu tem um outro troço qualquer que eu nem ouso dizer nomes porque cada um que dê o seu. Macabéia é um lema, meu e só, cada um faça o que quiser. Batuque batuca batucada boa de gingar o corpo, comer, dançar, sorrir, beijar e ficar de boa debaixo dos pensamentos que bailam nas revoluções naturais de ser quem se é. Cada um de nós não deve nada, não deve lutar com espadas, ter escudos e etc, deve apenas ir na ginga africana de canto espiritual e ir indo na ida. É nela que se constrói o caminho de ancestrais, que já andaram e que cavalgaram em rasantes quando deitaram nos rios e viraram barcos de fluidez deliciosa. O bem deve estar de bem com o que é bom de se sentir. Isso é o máximo. Eu acho que nem sei o que escrevi, mas assim foi e assim fica porque qualquer conserto é um erro. Foi. Agora a música que eu ouvia.
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Volte Para O Seu Lar
Marisa Monte
Composição: Arnaldo Antunes
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Aqui nesta casa
Ninguém quer a sua boa educação
Nos dias que tem comida
Comemos comida com a mão
E quando a polícia, doença, distância ou alguma discussão
Nos separam de um irmão
Sentimos que nunca acaba
De caber mais dor no coração
Mas não choramos à toa
Não choramos à toa
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Aqui nessa tribo
Ninguém quer a sua catequização
Falamos a sua língua
Mas não entendemos o seu sermão
Nós rimos alto, bebemos e falamos palavrão
Mas não sorrimos à toa
Não sorrimos à toa
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Aqui nesse barco
Ninguém quer a sua orientação
Não temos perspectivas
Mas o vento nos dá a direção
A vida é que vai à deriva
É a nossa condução
Mas não seguimos à toa
Não seguimos à toa
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Volte para o seu lar
Volte para lá
Volte para o seu lar
Volte para lá.
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Ao contrário de um outro post em segredo, qualquer semelhança, será sim, mera coincidência. Boa noite para todos, vou dormir, tô com sono, ensaiei com a minha banda hoje o dia inteiro...

sexta-feira, 5 de maio de 2006

Rsssss.,.,., (post pra postar um post)

Bom final de semana para todos.,.,., rsssss
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Espero que tenham paciência para ler esse post, ele realmente é extenso.,., rsssss
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Falou.,.,.,

terça-feira, 2 de maio de 2006

Enquête, loooonga enquête.,.,.,.,

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Já faz um tempo que eu tô com essa imagem aqui no meu computador e não pensava em nada que realmente me convencesse a postá-la, até que agora eu tive essa idéia e isso foi suficiente. Pensei em fazer uma enquête. É assim: Olhando a imagem acima, qual das músicas você acha que tem mais a ver com ela. Lembre-se, sua opinião dirá mais sobre você do que você pensa. Rssss. Tô brincando.
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Último Dia
Composição: Paulinho Moska e Billy Brandão
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Meu amor
O que você faria se só te restasse um dia?
Se o mundo fosse acabar
Me diz, o que você faria?
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Ia manter sua agenda
De almoço, hora, apatia?
Ou esperar os seus amigos
Na sua sala vazia?
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Meu amor
O que você faria se só te restasse um dia?
Se o mundo fosse acabar
Me diz, o que você faria?
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Corria pr'um shopping center
Ou para uma academia?
Pra se esquecer que não dá tempo
Pro tempo que já se perdia?
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Meu amor
O que você faria se só te restasse esse dia?
Se o mundo fosse acabar
Me diz, o que você faria?
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Andava pelado na chuva?
Corria no meio da rua?
Entrava de roupa no mar?
Trepava sem camisinha?
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Meu amor
O que você faria?
O que você faria?
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Abria a porta do hospício?
Trancava a da delegacia?
Dinamitava o meu carro?
Parava o tráfego e ria?
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Meu amor
O que você faria se só te restasse esse dia?
Se o mundo fosse acabar
Me diz, o que você faria?
.
Meu amor
O que você faria se só te restasse esse dia?
Se o mundo fosse acabar
Me diz o que você faria
Me diz o que você faria
Me diz o que você faria....
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Sou Seu Sabiá
Composição: Caetano Veloso
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Se o mundo for desabar sobre a sua cama
E o medo se aconchegarsob o seu lençol
E se você sem dormirtremer ao nascer do sol
Escute a voz de quem amaela chega aí
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Você pode estartristíssimo no seu quarto
Que eu sempre tereimeu jeito de consolar
É só ter alma de ouvir,e coração de escutar
E nunca me fartodo uníssono com a vida
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Eu sou, sou sua sabiá
Não importaonde for vou te catar
Te vou cantar te vou
te vou te vou te vou
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Eu sou, sou sua sabiá
O que eu tenho eu te dou
E tenho a dar
Só tenho a voz cantar, cantar, cantar, cantar.
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Sobradinho
(Sa e Guarabira)
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O homem chega já desfaz a natureza
Tira gente põe represa, diz que tudo vai mudar
O São Francisco lá pra cima da Bahia
Diz que dia menos dia, vai subir bem devagar
E passo a passo, vai cumprindo a profecia
Do beato que dizia que o sertão ia alagar
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O sertão vai virar mar
Dói no coração
O medo que algum dia
O mar também vire sertão
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O sertão vai virar mar
Dói no coração
O medo que algum dia
O mar também vire sertão
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Adeus Remanso, Casanova, Sentisé
Adeus Pilão Arcado veio o rio te engolir
Debaixo d'água lá se vai a vida inteira
Por cima da cachoeira, o Gaiola vai subir
Vai ter barragem no Satu do Sobradinho
O povo vai se embora com medo de se afogar
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O sertão vai virar mar
Dói no coração
O medo que algum dia
O mar também vire sertão
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Vai virar mar
Dói no coração
O medo que algum dia
O mar também vire sertão
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Remanso, Casanova, Sentisé
Pilão Arcado, Sobradinho, adeus, adeus
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Remanso, Casanova, Sentisé
Sobradinho, adeus, adeus
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Remanso, Casanova, Sentisé
Sobradinho, adeus, adeus
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E ae?
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Para votar na música "Útimo dia" ligue: 0800 - 6 mole 6 dura
Para votar na música "Sou seu sabiá" ligue: 0800 - 011 - 1406
Para votar na música "sobradinho" ligue: 0800 - já encheu o saco
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rssssss
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Se alguém chegou até aqui por favor deixe seu recado após o sinal.
B
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i
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i
i
i
i
i
p
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Nossa, acho que esse foi o post mais "sei lá o que" que eu já escrevi.
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Falou.
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p.s: deixem seus recados.