quarta-feira, 30 de novembro de 2005

Sonho...........

Essa frase me veio num sonho e eu anotei no meu caderno:
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"Leve dos momentos apenas a memória da memória".
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Uma vez que eu tava loko eu quase entendi o significado dela, mas depois me fugiu completamente. Qualquer dia ele volta de novo. Falou e o Blog está diminuindo...

segunda-feira, 28 de novembro de 2005

Pensamento de Montanha....

"Há tanta coisa triste nesse mundo de Deus. E dizem os místicos que Êle se compra no sofrimento, pois as pérolas das lágrimas são o preço da passagem para o paraíso. Santa Tereza disse a Jesus que, se ele tratava assim seus amigos, ela não se admirava que os tivesse tão poucos"... Dilza Pinho Nilo (O vento virou a esquina)

segunda-feira, 21 de novembro de 2005

Baía dos Tigres... (2002 - 2005)

"O desespero é o reflexo mais fútil nos caminhos sem apelo". Pedro Rosa Mendes
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Descupem-me por eu estar escrevendo só frases que parecem sem nexo e jogadas, mas é que me deu vontade e achei que tinha a ver... Ê beleza...
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Mas "o que é de paz cresce por si". Guimarães Rosa
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Veredas gemano-tupiniquins... rsss, e isso me acalma.,.,.,.,.,

sexta-feira, 18 de novembro de 2005

É, né!!??...;;:://$$##%%**++--@@

"a eficiência e a moralidade costumam andar de mãos dadas”. Richard Posner

quinta-feira, 17 de novembro de 2005

Queda Livre........

Texto por encomenda pra um trabalho de português...
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O texto:
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Achamos que nada disso é necessário para satisfazer nossos sonhos de escárnio e desespero pelo novo. Cada miniatura novata de novidade medíocre, não é nada além de antiguidades renovadas pela novidade maior que é você, que somos cada um em cada pedaço de carne e ossos e ranhos e gosmas e mijo e bosta e crianças e mimos e papai e mamãe e sexo cotidiano e tantas em tantas coisas que nos arrebatam no ato de sair pra rua e ver um troço de homem-mulher caído em prantos de dó e de raiva e de fim de orgulho e de inveja legítima e talvez natural. Ahhhhhh (grito) meu deus ateu, cadê as explicações para minhas vontades de coisas novas, onde estão seus pseudópodes cristãos? Santo Daime me inebria de tontura de merda que não me faz um mínimo mais santo ou lapidado pedaço de santo daiamante. Bosta, esse povo aí andando e tentando se estabilizar nos passos de quasiadultos bens de vida e de amor e de futuras carreiras. Quais as vontades mais ocultas? Quais os medos que te levam mais além ou aquém de qualquer lenda sem querer quebrada e restaurada por vontade de ficar mais uns dias sem tropeçar nas coisas mais michurucas e incógnitas? Que merda é essa que tá na boca sua hein? Qual é o tamanho da confiança que você deposita nos seus sentidos? Será o frio, frio? Será que o seu frio é igual ao da pessoa que está do seu lado? Que nada. Nada disso é queda livre. Tudo isso é a queda livre de cada um em cada queda livre caduca em cartada final finalmente sem finalidade eterna. Finalmente? Só se for caído morto de sono ou de fome, desnutrição, ou assassinato, ou querência de suicídio. Alô, finalmente você vai me ouvir. Alô, não desliga eu quero morrer. Morre então merda. Vamos morrer nós todos e experimentar outras voltas, outras possibilidades, outros deuses, outras vontades, outros cadáveres e putrefações. Outros tantos outros seres e medos e sensações ou a falta da matéria e de suas falhas medíocres. Os universos estão finalizados e o sétimo, que estamos, ainda está em queda livre de extravagâncias individualistas. A queda livre tá aqui na minha voz, na sua cara, nas voltas de cada olhar que desencarna coisas milhares sem vez nem aceitação disponível no meio que seja. Queda livre é pecado original em estruturas facetadas de San Thiago de Compostela, subúrbio de São Paulo. Suicidas todos somos porque caminhamos com vontade de extravasar e botamos pra fuder em medíocres sensações falsas de maconhas, doces e balas do que for. Balinha de café e de hortelã ou nada de mais. Sabe, nós não sabemos de nada, a queda livre dura em média 70 anos para os homens e 75 para as mulheres, finalizando sem fim. O para quedas é constantemente tecido, rasgado e refeito até a hora da morte final no chão de terra. Corpo estatelado, estrelado de vontades feitas e muitas milhões de outras pensadas e frustradas. Coitado de nós, coitado de todos nós. Rárárá, eu quero rir eu não quero nada, eu quero surtar, eu quero me matar, eu quero pular de pára-quedas, tomar chazinho alucinógeno, ficar pelado em peça de teatro, andar de submarino, fazer suruba, falar com suicidas, peregrinar e escrever um livrinho no fim falando do desconhecido. Queda livre é uma ova. Queda livre é cada um de cada maneira. O incentivo ao desconhecido é uma merda. A gente não quer saber de nada novo, eu quero tudo de novo, tudo de bom, tudo de velho, nada de sério, sei lá, eu quero, nem quero, só queremos, não vemos, vemos todas as coisas do mundo em queda livre. Nossos mundos em queda livre, fim do poço, fim da linha, fim dos tempos segundo evangélicos, sei lá mais o que. Não saberia viver em rotina, não saberia viver sem você, não saberíamos subir degraus se fôssemos paralíticos e o desconhecido estaria numa simples escada em espiral. O desconhecido estaria na sensação de nadar crawl sem ajuda de apoios outrem. AAAAAA (grito), a loucura é um caminho esquecido e a lucidez é um destino feito de miragens. Ao cego a queda livre é andar sem varinhas, ou olhar e ver a flor bela e poética que poemas dizem em braile travado e ilusório dando asas à imaginação que irá longe sem caminhos possíveis à realização. A queda livre ao pássaro é mergulhar fundo, ao peixe é bailar em ventos. Ao sol é deitar na sombra, aos bichos de pelúcia é dançar, aos copos é sentir o gosto dos líquidos, às calculadoras é apertar botões e saber resultados sozinha. Nada disso é queda livre, tanta coisa é queda livre. Tudo pode ser ou vir a não ser. Ah, que me importa! O desconhecido está na voltas descompromissadas deste texto sem mistérios, variados nas medíocres limitações dos seres escritos. Eu sou queda livre agora, mas não quero mais falar nada, tchau...

quinta-feira, 10 de novembro de 2005

A História e seu Amor.,.,.,.,.,.,.,

Eu gostaria de avisar que as 5 pessoas que eu disse que lêem meu blog foram aquelas 4 que comentaram o post “Evangelho segundo Maria Madalena” mais uma outra colega que sempre comenta sobre meu blog comigo lá na faculdade. Valeu pelo comentário Gláucio, muito bom o que você disse e é isso mesmo que eu penso, vamo troca tudo toda vez. Eu fiz uma historinha pequena pra aula de português e resolvi portar ela aqui, ficou pequenininha, mas eu gostei. Dá até pra escrever mais coisas mais pra frente, mas por enquanto é só isso. Falou pra todos e segue a historinha:
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Era uma vez uma história de amor muito pequena e singela que morava em muitos corações espalhados pelo mundo afora. Essa história, que eram histórias, na verdade se pareciam mais com pequenos graozinhos de nada, quase uma areia branca feita de poeiras sem matéria que podiam transitar e se manifestar por muitas partes onde suas presenças fossem necessárias antes que a necessidade se desse conta da carência ou simplesmente da ausência de qualquer carência sentível.
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Pois então, essa essas histórias andaram perambulando por muitos olhares e sentimentos sublimes por vários anos até que um dia ela própria sentiu uma dor muito grande que nascia no peito. O que era mais estranho nessa dor, é que era uma dor sem explicação, uma dor intensa, dolorida, mas gostosa de se sentir. Era como um aperto no peito, borboletas na barriga, fisgadas múltiplas e tão singelas no seu massacre homeopático que acabaram convencendo nossa história de que ela era uma história masoquista. Seria o amor sadista e os peitos apaixonados masoquistas?
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Não me importa, o que me importa é que nossa história sofria do pior dos bens ou o melhor dos males, nossa história sofria de cólicas no ato da defecação aliviante ou de dores de cabeça intensa no passivo-ato de se entrar em sono profundo. Em resumo, era amor.
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Nossa simpática personagem sem características ou formas que gerem empatia, olhava o tempo e tudo que já se passara entre muitas possíveis moradas de sentimentos e enfim se sentia contagiada por todos os momentos que eram resultantes deles. Olhava os serezinhos de infinitas possibilidades e começava a entender suas próprias origens de história de amor, ou seja, aquilo que levava os sujeitos substantivos milhões a cometerem desvairamentos e montarem suas próprias loucuras bonitas pertencentes a nossa personagem.
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A história de amor sentiu amor. A história de amor amava o amor sujeito controlador de seus enredos. O amor das histórias conquistou nossa personagem. Mas seria o amor capaz de por si só, sem ajuda de corações e mentes desprevenidas, amar nossa história? Não sei, pois temo que o amor não saiba amar...

domingo, 6 de novembro de 2005

Carrossel de Wagner.......

Esse blog nasceu escondido e permaneceu anônimo por meses, agora ele é meu.
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É de manhã aqui no meu olhar
É cedo pra ir, mas já passou das eras do ficar
Sinto o calor da fornalha
A massa gigante absoluta está querendo apitar pelos cantos
Veredas de um interior pulsante
Que me vem a todo instante
Dizendo da beleza das voltas deste mundo de epicentro eu
E é assim que se vai
E foi.
Movimento de ferros enormidades
Todos olham aquele trem que está na ida
Vencendo o balbuciar de quem não convêm
Libertando os gritos de amor ao mundo
De raiva a tudo aquilo que se é natural sentir
Infindos e inumeráveis são os sentimentos desta vida
São malabarismos de pensamentos
Magias em sensações de pulmões aliviantes
Sorrisos e choros brilhantes de quem não sabe o que é saber
Sapiência é coisa de robô programado
Música é vida em formas visíveis
Somente à intuição de quem não se prende
Nem lança âncoras por meros desesperos de imensidão
Não meu amigo, nada disso
Imensidão é a mansidão de poder extravasar
Os espaços rodeados de horizontes.
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È de manhã aqui no meu olhar
É tanta coisa que nem saberia dizer
O que me resta a não dizer
Diversas curvas de rasgadas montanhas
Que em mim dançam agora
Mantiqueira e Itanhandu
É berço de tudo que me detêm
Muralha de liberdade incondicional
Sou apenas prisioneiro de meus pensamentos escorregadios
Arredios a tudo aquilo que me encara com moralismo
Dor de quem não tem noção
De que a melhor noção
É ter a noção de que não se tem noção
Maremoto de desejos
Cratera de segredos meus de mim
Pra mim pra eu me incrementar
Gramado de planície em terras altas
Do universo no Planeta Globo
O Vale dos lírios floresce das cinzas queimadas e surradas
Levadas longe, mas em retorno constante
Pra lugar incógnita
Vale dos lírios é brotamento de energia negra africana de batuque
Em lírio braquelo e meio corcunda
Olhai os lírios do campo meu amor
São apenas e estão na solitude
de quem detêm tribos em inconclusões de conclusão
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Mande notícias do mundo de lá
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O que me dizem no olho da tempestade
O que me faz rir na hora mais intimista
O teu sorriso é detentor da beleza
De me encantar na simplicidade
Do olhar mais desnudo de planos supérfluos
Pra hora mais sublime de se apenas ser
São tantas as belezas da estação das artes vitais
É coração de criança pulsando em peito marcado
Com vinte e dois anos de puro sei lá o que
A beleza das palavras está na fluidez do ritmo de Maria fumaça
Saudavelmente ansiosa quase sempre ou nunca
São vielas e quebradas de grandiosas esperanças
Imensidão que não se define
Se sente, se fala, em demasia, em fartura
Em insaciável gargalhada gutural expansiva
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Ah,
O brilho de todos vocês me inebria
Entontece a fascinação de viver os encontros e as despedidas
Felicidade em plenitude de pressão 11 por 7
Futuras carecas de cabeça amiga
Que me leva sem movimentar ou fazer força
Acho que a única coisa que eu nasci com a vocação é pensar
É tão fácil pensar naquilo que se pensa
Eu penso o tempo todo
Quando me vejo estamos nós
Noutro lugar que não seja aqui
Não gosto do viajantes do infinito
Mas nem tudo é fruto de escolhas
Acho que nada é relevante o bastante
Pra me impedir de abrir um sorriso do tamanho que quero
Já amei, já chorei, já viajei, já experimentei
Já cai, já machuquei, já feri, já me arrependi, já me tudo
Não tenho, não quero ter e faço questão
De destruir minha moral comigo mesmo
Pra que meu amigo, amor e ser humano em geral?
Moral é fruto de mentiras e teatralizações de carcaças
Que com dois dias sem banho
Federiam como bosta de gato
Eu fedo, vocês todos fedem
Nós temos medo, nós mentimos
Nós nos iludimos, nós não nos detemos
Nós julgamos, nós erramos
Nós nos apegamos, nós dependemos
Nós somos as coisas mais maravilhosas deste mundo
E as piores também
Nós seres humanos somos capazes de tudo
Mas somos pobres fantoches
O destino existe para ser questionado e só
O resto é especulação se sim ou se não
Existir ou não existir é a questão
E alguém muito mais esperto
Já disse isso antes de mim
Que bom...
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É de manhã aqui no meu olhar de criança mimada
Filho único com muito orgulho
Filho de papai e mamãe, ainda bem né
Criança antiga que já acreditou em muita coisa
Que já duvidou e duvida de tudo
Mas que acredita no básico de toda a existência
E inexistência substantivada
Coisa é coisa e só por isso é uma coisa em alguma coisa
Meus pais são meu chão
Meus avós são meus ídolos
Música um hobbie
Poesia uma sina talvez
Blog uma prisão que faz ver além
Minha família meu contorno de aconchego bom
Meus amigos são minhas alegrias tristezas
E vitalidade de ascendente em libra
O piano é uma voz pra garganta que não é capaz de falar
Tudo que está no momento do ar
As viagens são as voltas do mundo
Que se revela exatamente o mesmo de sempre
Mas sempre outro
Na diversidade das geográficas paragens
Chorar não custa nada
Sorrir é uma dádiva
Sentir é pílula de persuasão digna de ser intensificada
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Vinte e dois anos
Só mais um e nada mais
Quem dera fossem doze a menos
Quem dera fossem noutras tantas infinitas possibilidades
Mas que bom que está sendo nessa
Quanto mais se pensa mais se absorve a incontestável pifialidade
De cada passo maravilhoso
Arrastando maravilhas em silêncio de calendário wagneriano
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É, hoje é o dia
Meu nome é Wagner Passos de Sousa Pinto
E este é o primeiro post que tem meu nome escrito
Eu garanto
Qualquer pessoa poderia estar escrevendo no meu lugar
Sem mentir a identidade do escritor
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Hoje é meu aniversário
É o retorno ao começo do ciclo dos 365 serezinhos
Que giram em carrossel gigantesco de tangentes existenciais
Escapamos nessas rodas de ciranda
Centrifugando ânsias de brotar esporos
Ejaculados em gozo do que é nascente
Filhos de matriz carrossel
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O bailado engraçado dos cavaleiros diários
Segue o ritmo da melodia
Me vem seus olhos na alma
Me vem a vida em quatro letras da incontabilidade
De moluscos marinheiros de placebo
Substância de bem e mal e tudo que é justo enfim
Tantos são os perigos
Tantas são as alegrias
Folias de reis, rainhas e bobos das cortes
Na festança da inocência cristalina nascida do interior
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Oh Minas Gerais e sua espiritualidade latente
És aquário de cosmos e possibilidades de interação
Modestas, extravagantes, mas sempre corretas
O todo é muito mais que tudo
Meu nome é Wagner Passos de Sousa Pinto
É vivo a descartabilidade dos 22 anos num dia qualquer
Vivo a felicidade de ser esse escrito
Em tempestade de momento eternizado no papel
Mais uma volta se inicia
O carrossel da vida completa às 4:30 da manhã
Ddo dia 6/11 o fim da vigésima segunda volta
Yesalel estará lá
Eu estarei seja onde for
O cosmos detêm a hora e a vez
Os acordes que ouço me dizem assim:
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“Mande notícias do mundo de lá
Diz quem fica
Me dê um abraço venha me apertar
Tô chegando
Coisa que gosto é poder partir sem ter planos
Melhor ainda é poder voltar quando quero
Todos os dias é um vai-e-vem
A vida se repete na estação
Tem gente que chega pra ficar
Tem gente que vai pra nunca mais
Tem gente que vem e quer voltar
Tem gente que vai querer ficar
Tem gente que veio só olhar
Tem gente a sorrir e a chorar
E assim chegar e partir
São só dois lados da mesma viagem
O trem que chega
É o mesmo trem da partida
A hora do encontro é também despedida
A plataforma dessa estação
É a vida desse meu lugar
É a vida desse meu lugar, é a vida”
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Encontros e despedidas nos giramundos
Dos carrosséis que se esbarram
A multicolorilidade das cavalgadas
Que embalsamam de luz a existência
E esse escrito poderia ser infinito
Tudo dependeria da condução da carruagem
A passagem dos anos se compra na chegada
É preciso andar e ir e enfim fechar os olhos de sono gostoso
É a missão cumprida da matéria renegada à gravidade
Espírito são outras possibilidades
Vejo muito
Enxergo demais
Choro o necessário
Sorrio por inércia
vivo
busco
interajo
penso
canto
escrevo
envelheço
(Veja
a
poesia
caindo
em
degraus)
conheço
conjugo
danço
grito
ouço
sinto
respiro
mijo
cago
amo
falo

Agora veja ela mesma se abrindo em planícies e planaltos imensos rodeados de possibilidades de sentidos e são nesses sentidos milhões que mora a independência da poesia que vira ser e vive só em cada olhar que há no ato feito por você agora.
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Não,
Nada além do padrão
O ser humano é simples
É só olhar e ver e só
O ser humano é complicado
É só olhar e ver e só
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Eu sou eu, mas nem isso sou
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Ai meu Deus
Dai-me luz
Dai-me inocência pra rezar
Dai-me vontades e realizações
Dai-me a tranqüilidade de vento luminoso
Dai-me aquilo que for básico
Dai-me a oportunidade de eu aceitar minhas preces sem desvios
Dai-me o que for pra ser dado
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Minha maior segurança é saber-me desprezível
Meu maior alento é ter consciência da dúvida eterna
A poesia do mundo é sem fim
Mas essa infelizmente vai chegar no final
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Meu nome é Wagner Passos de Sousa Pinto
Só pra não restar dúvida

É de manhã aqui no meu olhar
E o vale dos lírios que embarca em carrossel de trindade a beira do mar
Mar e montanha nas extremidades que me condenam ao infinito.
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Parabéns pra você
Nesta data querida
Muitas felicidades
Muitos anos de vida
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Muito Obrigado
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Um abraço pra todos
E salve a busca
Porque a chegada é conseqüência dos horizontes...
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Meu nome é Wagner Passos de Sousa Pinto.
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Em fim, fim enfim...
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quinta-feira, 3 de novembro de 2005

Evangelho segundo Maria Madalena

Agora é assim, não vou esperar um determinado número de comentários pra escrever um novo post. Eu sei de pelo menos 5 pessoas que lêem o blog e pra mim basta saber que elas tão aí. Tenho umas idéias de post aqui na cabeça esperando e tô a fim de botar aqui. Conforme eu for escrevendo eu posto. O texto é esse, e aproveitando o embalo das putas do escrito anterior eu resolvi publicar esse. Na verdade ele já tava pronto, era uma poesia, mas eu passei pra prosa e ta aí. Falou...
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Paixão pagável...
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Plana planície petrolífera de pastagens pestilentas pinicantes poluídas possuía pastores piedosos pronunciantes de palavras pacíficas por precisarem pilotar pitorescas pobrezas pessoais. Plantações de planos pseudo-platônicos principiados pelas petições pronunciadas pela parte primeira do poder. Proliferam pelos planos planificados perigosos petrechos petulantes picantes e principalmente pífios, pelos plan-altos passam pensamentos pagãos/puros por planilhas pluri-plastificadas praticamente possuídas e protegidas por pertencer parte para pagãos, parte para Papai piedoso. Pai poderoso principia paixões paternas por portar-se puro perante pessoas pequenas, pessoas pálidas prostradas por possuírem pedantes pasmaceiras pela perfeição. Pecados picados pirados pensados de pacíficas pessoas puras, puras porque pecados pairam paralíticos e pequenos perante piedade primordial. Pecados populares passíveis passionais e paralelos por prestarem pontos positivos para preces purificadoras. Pecados purificáveis praticamente praticados principalmente pelos próprios: Plantadores, pecadores, praticantes, pagãos, pirados, puros, pamonhas, pescadores, pedintes, putas, padrinhos, Padres, pastores, professores, possuídos, passivos, pifados, pensadores, pagantes, parlamentares, pedestres, pasmados, pessimistas, princesas, partidários, passageiros, patriotas, patroas, patrocinadores, patriarcas, pederastas, piedosos, pilotos, pais-de-santo, possíveis pensadores psicopatas passados por passagens porretas porque passaram pensando passivamente pelas primeiras-penúltimas passagens e perrengues paranóicos pessoais/públicos. Parte pescadores, parte pecadores porque parados por pétalas preciosas e painas pagãs proferidas pelas palavras polidoras palestradas pela paz. Pensaram pecaminosos da pocilga pamonha: Por que palpitamos por pessoas pecadoras/puras/putas? Podemos puní-las. Pai primogênito poderosamente pediu pela prostituta em popular parlamento promovendo petição por possíveis palpites protetores pensados. Perversos pariram piedade principalmente por partilharem pensamentos paspalhos. Pasmos por possuírem pilhas poluídas passadas pelas pseudo-purificações paroquiais, passaram a possuir pena pela protegida primeira por perceberem problemas pessoais de proletariados pífios. Protegida a puta, pronunciou permissão para partir para possíveis palácios de paragens pertencentes a passagens-paraíso. Paraíso por prensarem a própria pureza paradoxal possuída pelos paradigmas para-normais pós-primordiais para pessoas pífias. Passou para pátria de pavilhões pavorosamente piedosos, pastosos e parafínicos, plantou passarelas de pandarecos, passagens para próximas porradas pessoais provavelmente presentes, passadas por paixão por pessoas, personagens pagãos. Partiu para prisão perpétua por possuir piedade pomposa punidora própria. Punição por pecados passados por pobres pessoas pequenas possivelmente paridas Para paralisar perversas paixões por purezas particulares e protetoras. Pensou e passou passageiramente pelas passagens por possuir perigo. Pincelou a própria pintura. Puniu-se pedindo piedade por povos, pulsando pingentes perversos pregados pilantramente pelos pobres pensadores. Partiu para perto do Pai poderoso pressionado por possuir paixão proibida; pela puta.

terça-feira, 1 de novembro de 2005

MANDRAKE

Esse texto eu escrevi pra Faculdade e ele é sobre o livro “A Grande Arte” de Rubem Fonseca. São quatro personagens que eram as quatro pessoas do grupo e gira em torno do personagem principal, o detetive Mandrake. São três ceninhas numa só. Três partes que se ligam. O cenário era uma sala escura, só um abajur ligado, cigarros, livros, um Mandrake sentado na mesa com 2 putas uma em cada lado, enquanto isso +ou- consciência do Mandrake perambulava pela platéia e intervinha de vez em quando. O texto ta aí em baixo:
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Parte I
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Mandrake (ele mesmo) - Mandrake, muito prazer. Eu. Eu sinceramente, não sou sincero, mas falo abertamente. Não falo de mais, falo. Não sou galã, sou homem. Sou eu. Não sou bom, não sou mau, mas nem por isso sou medíocre. Eu digo isso de mim como tentativa de me construir. Sou zero quando o número é zero, serei 10, 100 ou 1000 na gradação infinita que é normal a qualquer um de nós. Talvez eu seja um pouco arrogante, falo assim, mas não confesso, tenho também um pouco de idolatria própria, advinda da virilidade. Por enquanto isso deve bastar.
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Mandrake (algo como a consciência dele) - Nada que vale a pena contar pra qualquer um. Sou reservado, inconcluso nas entrelinhas. Minhas palavras são um misto de seriedade e filosofia barata. Eu sei de tudo que eu sou, mas não vou abrir a boca, nem meus pensamentos pra te contar. Nem em muitas das páginas seria possível pra você me decifrar como eu te decifraria. O olhar nos pormenores é que constrói o que é realmente grandioso. É por isso que faço poesia de testosterona sem ejacular uma palavra que seja um pouco mais sentimental. Não é de mim. Nem na onisciência do eu-narrador-constante você vai saber se eu te agrado. Mas você, no outro lado da possibilidade de existir, vai ter a certeza de que meu olho cruzaria o teu caminho e ainda iria mais além do que o seu já foi.
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Mandrake (ele mesmo) - Eu não te aconselho e se impressionar com o que digo. Ver de fora é fácil, eu por dentro sou inacessível, mas não confesso.
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Parte II
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Uma puta - Ah? Ele adora minhas cochas fartas, tenras, ahh, é tanta carne em abundância que sobe num volume perfeito, separado por alguma coisa que lhe enfeitiça. Ele ainda lembra daquela vez como se fosse agora. Eu me espreguiçando naquela cama, ele sentado fumando charuto enquanto olhava pra cada brilho anatômico das minhas curvas e eu me mirei costas. Virei e fui abaixando bem devagar enquanto ele observava meu ânus pontual e estreito, todo cercado de uma penugem dourada. Passava-lhe a impressão de ser uma porta ou uma boca rosa e úmida morta de vontade de ser arrombada, vagarosamente invadida, e eu não podia fazer nada contra. E eu gostava, eu sei. E ele?
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Outra puta - Ah, ele adorava estar cada vez mais e mais dentro de mim, sentindo a cada movimento toda a consistência fêmea de tudo aquilo que envolvia seu pênis fundo. Chega de falar sobre ele.
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Mandrake (ele mesmo) - É muito bom sentir o calor das tuas dobras, quebrar as barreiras do teu caminho e cada vez ir mais, sempre mais, enfrentando as resistências daquela cópula animal.
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Uma puta - Meus gemidos sempre mais gemidos.
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Mandrake (ele mesmo) - Teus seios são um pouco maiores que minhas mãos, perfeito pro ato de sentir essa parte tão especial pra mim. Tuas curvas, tua barriga sensível, macia. Teu corpo brilhava, suado, intenso de calor.
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Outra puta - Minhas dores se agarravam no lençol numa fuga sem movimento, numa liberdade frontal que lhe era muito bom observar.
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Mandrake (ele mesmo) - O que eu sinto é sub-entendível, mas não confesso. Teu corpo era desnudo, mas seus olhos não. Os meus não seriam, como não são. Seus olhos eram cada vez um, mas sempre profundos e muito mais fortes que os meus, mas eu não diria. Castanhos, dourados, verdes, azuis, não sei mais do passado desde que a sua cor mudou. Eu te amo e sempre vou te amar, quem quer que você seja. Qual é o seu nome?
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Outra puta - Mulher
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Uma puta - Somente tudo isso.
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Mandrake (ele mesmo) - Te amo, mas não me abro, eu minto, mas só se for pra se falar a verdade.
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Mandrake (algo como a consciência dele) - Ele mente, eu não. Ele não, mas eu... não confesso. Talvez a segurança do verbo na terceira pessoa me faça bem, mas nunca diria um pesadelo sequer.
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Mandrake (ele mesmo) - Esse não sou eu. Ele sou eu. Narrando. Minha segurança é fruto de olhar oblíquo, estatura mediana, esperteza vivida, silêncios oportunos, imaginação sexual digna de inteligência introspectiva. Mas ele não confessa
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Mandrake (algo como a consciência dele) - Muito menos eu.
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Parte III
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Mandrake (ele mesmo) virando-se cada hora para um da platéia, mas sem aportar nenhum em específico - É, eu sei que sua corcunda é timidez misturada com alguma coisa de pinto pequeno.
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Mandrake (ele mesmo) para outra pessoa - Já a sua é excesso de auto-estima mais alguma coisa de incompreensão alheia com falta de humildade sincera, é uma espécie de esforço físico em tentativa inútil de acalmar os egos.
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Mandrake (algo como a consciência dele) - Minhas palavras são mais fáceis quando o assunto não sou eu, nem ele ou qualquer jogada entre as relações que possam se sonorizar ou materializar na confissão sempre inoportuna, porque não confesso.
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Mandrake (ele mesmo) para outra pessoa - O seu lábio superior contraído é deficiência vinda da fase bucal. Sua mãe era e ainda é muito vaidosa e tinha medo dos peitos murcharem. Seu leite secou, teu lábio também.
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Mandrake (ele mesmo) para outra - Seus olhos são caídos por descaso, descompromisso, um pouco de arrogância, drogas, falta de resistência neuronial que no fundo é a sua genética que não resistiu aos anos de excessos.
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Mandrake (ele mesmo) para outra - Suas sobrancelhas são retratos da prisão de ventre, que vêem da sua repulsa pelas fezes e falta de liberação corporal.
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Mandrake (ele mesmo) outra - O seu intenso cuidado com o cabelo é a demonstração do excesso de auto-estima que não se sustenta nas suas habilidades sexuais.
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Mandrake (ele mesmo) outra - O sua utilização constante de drogas é a forma de acalmar seus medos de ser percebido e de perceber, o que acarreta necessariamente, no seu caso, a demonstração imediata daquilo que te passou pela cabeça. Não te agrada, nem agrada aos outros. Sua cabeça baixa é uma tentativa de aumentar sua socialização.
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Mandrake (ele mesmo) outra - Sua bunda grande é acúmulo de gordura que tenta suprir a carência de colo na infância que, na sua opinião, você teve.
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Mandrake (ele mesmo) outra - A sua mão na garganta é necessidade de ser ouvido e, mais do que isso, é dificuldade de ser ouvido e excesso de idéias.
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Mandrake (algo como a consciência dele) - Cada uma dessas observações, falam mais de mim que de cada um de vocês mesmos e minha aparente segurança reside no esconderijo do próximo. Sou viril, inteligente, macho, esperto e etc até certo ponto, mas no fundo sou personagem que permeia as medianas da ficção e da realidade habitando o externo interior que vem por osmose do subentendido. Mas de minha boca só saem a onisciência doada e a reserva incessante e cansativa de quem mantêm aparências e sustenta enganos durante centenas de páginas e encontros mentais. No fundo sou normal. Sou vocês. Mandrake (algo como a consciência dele) - Já esse texto é representação inútil de pseudo-habilidades na escrita, que no fundo talvez seja incompreensão, carência de ouvidos dispostos, auto-estima sustentável, mas um pouco volátil. Pode ser necessidade visceral, às vezes biológica, por outras pode ser excesso de teses na escassez de trocas e provas. Pode ser, mas se perguntarem não confesso, nunca.
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Mandrake (ele mesmo) saindo da sala com uma puta em cada braço - Nem eu, nem ele, nem qualquer um de nós.
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Fim... Hoje recebi elogios dos sobre meus textos de uma pessoa entendida do assunto. Fiquei feliz mesmo. Falou...