quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Só pra fechar!!!

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O dinheiro
te dá uma liberdade rasa.
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O conhecimento
te dá uma prisão profunda.
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segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Fiz uma poesia só pra mim

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Geralmente não escrevo pra mim mesmo. Sempre penso na possibilidade de um leitor fictício, mesmo quando o texto não será visto por ninguém. É raro eu escrever pensando em dizer coisas só pra mim.
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Mas no dia 18 chutei o balde e comecei a colocar no papel uma poesia que o único leitor seria eu.
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SOMENTEMENTE EU.
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E daí o negócio foi rolando loucamente. O assunto não acabava, eu fui me abrindo cada vez mais e a poesia ficou com um nível de sinceridade absurdo.
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E das 8 páginas, mais de 2000 palavras, 365 versos (a quantidade não é coincidência), tiro só esse pedacinho:
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Mas plutão não permitirá mudanças leves
Ele não está para brincadeiras
Ele nunca foi de brincadeiras
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O resto não poooooodee ser lido!!!
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NÃO
SER LIDO!!!

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Publicitário, eu!?

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Meu anúncio único

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QUINGENTÉSIMA POSTAGEM

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Auto-comiseração
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Não vejo nada além do visível
Não sinto nada além do sensível
Não crio mundos
Nem delibero de mim
Sou rente ao pífio
Utilizo-me da matéria com distância
Primeira e única possibilidade
Sou minhas curtas margens
Rio sem volume, sem paragens
Vastidão sem miragem
Não desfruto de poréns
Poucos portantos
Milhares de talvez
Vivo sem recanto
Encanto de nada
Pequenas são minhas saídas para o mar
Nunca naveguei senão por outros
Fico imaginando miudezas
Caçando novidades
Pensando-me raridade
Invento maus tratos
Na esperança de ser gente
Dotada de belezas
Mas é hostil a realeza
Escolhe seus semblantes
E se esquivou das sombras
Não gosta do vil
Não gosta do credo
Sorrateira esvaiu
Deixou-me senil
Abandono descrente
Terreno inválido
Nó instável
Provável suicídio por fracasso
Que esparso escasso
Desisto de ser
Putrefato poder
Multidão inoperante
Declinação do infante
Menino da perdição
Que antes ignorância
Agora resignação
Pungente vértice baixio
Do universo espiral minguante
Introspectivo suplício
Opaco sufocante
De sombra e vício
Degradado filho de Adão
Auto-comiseração
Serpente sem paraíso
Animado fictício
Cabisbaixo navegante
Sou eu meu pior amante
Sou eu meu derradeiro resquício
Aqui jazz-me em vida
Posto numa tentativa
De rima
Esquisita...
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terça-feira, 16 de dezembro de 2008

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I
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Durkheim (Objeto → Sujeito)
Para ele o mundo existe independente da gente percebê-lo.
Para observar o mundo como ele é, é necessário abandonar as pré-noções.
Durkheim diz que a sociedade é um corpo vivo. E pega emprestado o modelo da biologia, que diz que: se cada parte fizer seu papel, o todo será saudável.
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Weber (Sujeito → Objeto)
As coisas existem a partir do momento em que elas são pensadas. Porque para ele a realidade não faz sentido sozinha. A história possui infinitos pontos espalhados. Para estudar é necessário recortar um pedaço e estudá-lo, porque só ver o todo não é possível por ser muito complexo. Para ele não é possível se desfazer das pré-noções. Nós atribuímos, através de estudos de fragmentos, um sentido para tudo. Os valores é que vão nos deter, minar o que é importante a ser estudado nos objetos.
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Marx (Sujeito ↔ Objeto)
Para ele o mundo existe, não tem um sentido próprio, mas um sentido potencial, o mundo caminha por um caminho, mas podemos mudá-lo. Para Marx a existência determina a consciência. Totalidade existe, está partida em pólos opostos que se equilibram num desequilíbrio constante.
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Para Weber, não tem totalidade, mas sim fragmentos.
Para Durkheim tem totalidades e é equilibrado.
Para Marx tem e está em desequilíbrio.
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Os 3 se apóiam em paradigmas, que são verdades aceitas como tal devido a uma convenção na comunidade científica. Um ponto onde os questionamentos se estacionaram para poder criar uma ciência a partir daquela convenção.
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II
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A classe média é uma conseqüência da luta de classes. O desdobramento do Marxismo. As lutas entre proletariado e burguesia criou ferramentas de equalização social que levou à classe média.
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Em pleno 2008

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Conversa verídica
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- Então todas as pessoas orientais, milhões e milhões de pessoas justas e trabalhadoras que acreditam em Buda, em Krishna, irão para o inferno??? Nascem num sistema, acreditam de coração naquilo que sua cultura os passou, mas, mesmo assim, acabaram sua vida sem descobrir Jesus, vão pro inferno???
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- Sim, elas vão para o inferno.
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- E ele, Jesus, não está sendo injusto dando apenas um caminho para o céu??? Não seria mais justo pensar que há uma iluminação espiritual e que há varias maneiras de se atingi-la???
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- Como Jesus seria injusto agindo assim??? Ele é O único caminho. Sem ele nada podemos fazer e não iremos para o céu estando sem Ele. O próprio é o Criador do mundo juntamente com Deus Pai e Deus Espírito Santo e Ele foi o único sem pecado que Deus escolheu, que pôde vir pra salvar o homem do pecado. Veio ao mundo para morrer na cruz pela humanidade. Não há outro caminho, nem outra iluminação, mesmo porque iluminação até há, mas salvação nessas iluminações não existem!
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Ai, que tristeza!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Para o jornal...

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Provocações
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Jésus Martin-Barbero perguntou no seu livro “Dos Meios às Mediações” de 1997:
- “Por acaso a aura expulsa da obra de arte se refugiou obstinadamente na profissão”?
E eu respondo:
- Olha, acho que sim, viu!!! Mas, fazer o que, né?! :-/
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Não, eu não acredito no Socialismo, Comunismo e Anarquismo aplicados em nações. Suas tentativas não foram bem sucedidas, se tornaram fachadas, mentiras e, nos piores casos, ditaduras. Também não acredito na possibilidade deles se tornarem formas de governo reais nos próximos 100 ou até 200 anos. Acredito sim, na relativa anarquia do espírito que se experimenta ou simplesmente se permite, no comunismo de almas que se querem bem e no socialismo de ONG’s compostas por homens de boa vontade. Exemplos poéticos.
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E também práticos.
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- Mas como saber da boa vontade de cada? – alguém pode perguntar.
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- Não sei. Juro que não sei. Não posso ter certeza do que passa dentro de cada um, mas os olhos tendem a não mentir para um olhar. Experimente exercer o socialismo-possível dos dias atuais. Socialismo presente nos lugares onde nós deixamos que restassem para ele. Infelizmente...
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Aproveito e faço um convite.
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Faça parte do Movimento Humanista. Nós acreditamos nas nossas boas intenções. Nós acreditamos numa mudança possível, ainda que no mundo de hoje.
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Ahh, esses dias de hoje, viu!!!
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O mundo mudou e o capital se mostrou como a forma mais eficaz de controlar e seduzir o ser humano, colocá-lo na linha e lidar com o individualismo de muitos (não, não somos poucos) e a falta de educação básica de tantos outros, ambos prisioneiros de si. O capitalismo se mostrou mais forte pelo mesmo motivo que religiões se tornam falhas com o passar dos anos: a natureza do homem deste nosso tempo.
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Não é novidade alguma bradar contra políticos, empresários, homens ricos e dirigentes dizendo que eles são maus, mesquinhos, desonestos, egoístas, mas o problema não está só neles, está em todos nós. Essa frase pode parecer clichê. Mas então pergunto:
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- Por que frases se tornam clichês? Seria pela arrogância dos ouvidos frente à realidade latente?
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Ora, olhe-se e verá que também há momentos de desonestidade em cada um de nós, momentos de mesquinhez, razões e reações pequenas aqui e ali, ainda que muitas vezes sob a forma do simples comodismo. Assim somos... Por enquanto...
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Esse olhar nos mostra responsabilidades, mas também possibilidades.
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Jésus Martin-Barbero defende no seu livro que, no fim das contas, as conjunturas são reflexos das massas, o que entra em confluência com a célebre idéia de Rousseau que dizia que: a soberania é inalienável, ela está no povo. Ou seja, não está nos meios, mas sim nas mediações, como sugere o título da obra já citado no início deste artigo.
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Nós, sendo as mediações, somos os meios em si. Enfim, em nós!!!
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Claro que não vamos cair no exagero contrário de jogar tudo nas costas do povo, mas o que esses dois autores nos indicam é que: o topo é um reflexo da maioria, se sustenta por ela ou, de maneira mais leve, o topo tem muito em comum com a maioria-nós, a base da pirâmide.
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Homens do topo detêm grandes poderes, sim, e jogam de acordo com interesses privados, sim. Mas é fato que as massas os emprestaram temporariamente essa força e eles, os de cima, só fazem como fazem porque nós não procuramos tomá-la de volta. Talvez por desânimo, por falta de informação, por negligência. Não importa. Fato é: os meios para realizar ações estão aí, no meio das mediações.
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O Movimento Humanista é um exemplo disso, assim como: partidos, sindicatos, associações de bairro ou uma simples conversa de boteco que gere um mínimo de transform-ação. Tomar a força de volta, não significa necessariamente depor o governo, mas sim, recuperar a atitude política, expandindo-a para além da urna.
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Pessoas podem discordar dessas frases anteriores, mas ainda sim gostaria de insistir na crença de que somos culpados e capazes, dessa vez de uma maneira mais sutil.
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Pensar-se parte do problema, por mais que não pareça verdade, tende a se tornar uma atitude muito válida por causar incômodo interno, movimentação, enfim, afetação. Colocar-se distante, pensar-se diferente da “escória” é colocar-se numa postura individualista e defensiva, que com certeza não trará resultados tão profundos quanto o incômodo de se sentir igual aos podres, porque, em verdade somos.
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Explico como...
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Temos muito mais em comum com eles do que desconfiamos. Omitir-se da instância política da vida é tão errado quanto manipulá-la em seu favor. Afinal, a omissão não pode ser considerada a forma que muitos usam para manipular sua própria não-vida pública em seu favor? É a omissão como manipulação.
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Podem replicar dizendo que os que omitem não fazem mal a milhões como os grandes ladrões e homens de muitas posses e poucos bens.
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Mas eu treplico. Os que omitem podem não fazer mal, mas deixam de fazer o bem para algumas dezenas e isso é extremamente ridículo. Ridículo igual, egoísta igual. Não importa o quão ridículo ou egoísta. Fato é que é. E como esse texto é meu, detenho-me na tréplica. rsssss
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Viajando um pouco, já entrando no início dos finalmentes, o Protocolo dos Sábios de Sião (não se enganem com esse bonito nome), sendo legítimo ou forjado, teve, pelo menos, o mérito de tratar cruamente da natureza humana colocando no papel uma lógica baseada não só na ação dos maquiavélicos como também na omissão dos mesquinhos, elementos que formam o pano de fundo deste artigo. Procurem saber desse texto e verão que, apesar de cruel, é genial, ainda que profundamente medíocre. Uma genial demonstração de mediocridade que pode nos despertar para lógicas que, infelizmente, às vezes preferimos ignorar.
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E com toda essa loucura de maquiavélicos, mesquinhos, protocolos, Martin-Barbero, Rousseau e a natureza humana, o que nos resta?
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Nos restam mudanças, sempre. E elas estão por vir. Os astros dizem, poucos interpretam, alguns não acreditam, mas muitos de nós viveremos pra ver. Por bem ou por mal. Pelo bem ou pelo mal. Mais provável que seja pelos dois.
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Não me importo de parecer rígido nas críticas e vago nas esperanças. Assim elas podem ser. Caso contrário, seriam estatísticas, o que deixaria o futuro muito menos poético e progressivamente mais insuportável. Já pensou se algum dia a matemática falar mais alto que os astros? Será uma pena!!!
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Posso parecer pessimista com todas essas frases, mas no fundo não acredito no fracasso. Ainda que a aura expulsa da obra de arte tenha ido se refugiar obstinadamente na profissão, mostrando o movimento de “endireitamento” do mundo, isso me parece pouca bobagem.
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Quem ama o passado é que não vê que “O NOVO SEMPRE VEM”.
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SEMPRE!!!
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Wagner Passos

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

E ainda dizem que os anos 80 foi a década perdida!!!

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Um mago dos teclados que produziu lindos arranjos pra lindas músicas dos anos 80 (não que essa seja dessa época- rssss)
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(1986)
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E uma bela composição com um belo arranjo (genuinamente anos 80)
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(1989)
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Não sei porque dizem que foi perdida (até desconfio), mas realmente não acho que tenha sido. Como filho dela, mesmo que achasse, não poderia concordar com isso.
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terça-feira, 9 de dezembro de 2008

E se...

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E se todo ano o ano todo fosse fim de ano?
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sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Escreve, escreve, escreve de novo...

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A noite cai junto com a chuva. As gotas despencam transparentes do céu negro. A essa altura as gotas já estão limpas e o céu mais leve. Tudo está mais leve num início de madrugada chuvosa. Sinto-me assim, desse jeito. Não despenco como gotas, mas pairo esguio por sobre infinitos edifícios minúsculos. Leve. Não há músculo, apenas vontade. Basta querer para flutuar? Acho que não. Os astros não me permitem livre-arbítrio pleno. Não permitem a nenhum de nós. Estamos sob suas órbitas mesmo quando restauramos nossos impactos. Impacto estelar. Construção. Concisão. Não. Concisão não me basta. Quero palavras muitas, todas as possibilidades. Frases de longo alcance. Infinitas deveriam ser as idéias, e assim são. Mas apenas algumas perduram, por alimentadas por muitos. A maioria delas são pequenas complexadas de si. Diminutas. Não que a harmonia não se enriqueça com elas, mas é que elas não são as mais belas. As de sétima aumentada são mais simpáticas. Diminutas são tortas, moribundas. Ficam alegrando seus criadores, mas não são dignas de além-ser. Por isso morrem. Deixam saudade ao que sonhou. Deixam vontade, mais que saudade. Saudade da possibilidade, saudade de sentir efetuando. Gerúndios são preguiçosos. Andando, sendo sentidos pelos N’s. Esses são nasais. Demoram. Irritam. Vibram na cabeça. Entorpecem. Nuvens são gerúndios. Demoram. Entorpecem. São das alturas. E o céu, nesse início de madrugada chuvosa, está repleto delas. Algumas meio avermelhadas, outras de não existir. Passam sem passar. Pelo menos meus olhos não sabem dos seus movimentos. Dormem sobre a cidade dormente. Descansam a vista. Olhar de longe alivia, olhar de perto inibe. O horizonte é condição de paz, nem que seja o horizonte de si, o horizonte intrínseco. Supérfluo diriam alguns, mas eu não digo. Sei do horizonte intrínseco, mas por vezes não posso deflorá-lo. Me resumo ao entorno, ao concêntrico, ao próprio. Despróprio está o próprio somente de si, ou de si num somente. Meu raio de segurança são alguns quilômetros. Qualquer coisa menos que isso me arredia. Sinto presença, faço que não. Teimo que sim, mas sei que não. Aposto que sim, mas peco no não. Pouco pão por muitos anos. Muito menos de mim que agora. Agora flutuo na madrugada leve de chuva transparente. Cai chuva. Pode cair. Não te custará nada, apenas a mudança de condição. De gota a esgoto, não levará mais que alguns instantes. Daí podes ir. Já realizaste tua condição, e agora metamorfoseia-se em outrem que ainda tu. Ainda que outro ainda eu. Ainda que longe, ainda meu. Ainda que próximo, longe demais. Meu raio de segurança máxima é meu coração. Meus olhos para ser mais direto. Chego direto ao coração pelos olhos. Não é tão longo o caminho. Mas sim penoso. Recordação da novidade. Tinha me esquecido do como é a novidade. Novidade era o velho com roupagem inacessível. Limpa teus olhos para verem mais. Limpa tua mente para ver de fato. Limpa teus fatos para estabelecer em si o que resta. O que resto, é resto. O que resta é somente teu e por isso não deves carregar por mais de alguns anos ou por mais de que apenas simples condições criadas pela razão. Extinguindo a razão, destitua-se de si. Melhor, faça isso antes. Preserve a razão, mas não os teus desfatos. Medíocre é a chuva que não cai, medíocre é o homem que não vai. Vaidade, va-idade, ano e mais ano nela. Assim vaidade, o fato apenas de si. Não há vaidade que resista a realidade, ou melhor, não há vaidade na realidade. Realidade é condição minimalista. Recolha-te ao que exato de ti. Está é a condição da realidade. Recolhimento exato. Abra-te se queres, permeia-te de realizações e tua realidade será menos ingrata. Caminha pelo espaço quando este houver, caso contrário, abra-te como puderes. Deixe estar não o deixará expandir. Ou se isso acontecer, corres o risco da vaidade. Vaidade é risco ou pintura renascentista? Vaidade é moldura, isso sim. Acredito em Deus, mas amarro meu burro. Não haveremos de subestimar nossas carências, não é verdade?! Escrevo porque assim expando. Não quero deter todos, nem a mim mesmo. Quero uns pseudópodes ligeiros e outros tantos elaborados. São como conjecturas. Não desfazem, nem que sim. Prefere-se a ignorância da multiplicação mesmo quando a unidade não se firma. De que adianta unidade se nela sou apenas eu?! Eu por mim sou apenas mais um. Por mim não faço nem desfaço. Por multiplicidade sim, por mim, não. Gosto do pedaço sem forma absoluta. Gosto de tentar, refazer, não gostar. Gosto de não gostar. Assim é nesse início, já terminado, de madrugada fina. Logo acima da madrugada está um sol de sempre. Logo mais estará o de sempre, ainda mais, mas a madrugada está como si. Madrugada de Vênus. Umas estrelas não são possíveis. Nem mesmo Vênus saberei onde está. Por sob esta chuva de silêncio entre os céus perfurados por aqueles que dizem apenas arranhar, estarei eu até o fim defendendo o que não se explica. Falando no limiar do ridículo, no paradoxo das possibilidades, a tenuidade do que é para ficar incompreendido. Assim é a mira que a cada palavra está contida. Não há verdade, não há existência sem que eu a faça. Cada uma das palavras é inédita como um filho caçula. Ainda que novamente, é o novo. Filho de vinte, mas ainda sim o mais inédito caçula. A madrugada se estende e eu não me confesso. A madrugada se deita por sobre minhas sobrancelhas numa pesada condição. Pois então assim me vou!!! Boa noite!!!

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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Minha cachorra morreu!!!

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É esquisita sensação de perder uma cachorra. Um ser humano a gente ainda pode mandar recados, rezas, votos de felicidade, mas um cachorro eu não sei o que pensar ou falar. Só sei o que sentir. A nossa comunicação com eles é muito física, ou melhor, imediata, direta. Acredito sim que cachorros sentem a energia da pessoa, entendendo ou simplesmente reagindo a isso, mas não há palavras envolvidas nesse processo. Tudo é muito direto e do instante. Não há comunicação verbal e, sendo assim, como nos comunicar com eles depois de mortos? A comunicação é muito pela presença. Então, como se comunicar quando essa não há? Há algum paralelo entre a forma de troca no plano físico e no plano espiritual? Concebemos a troca entre humanos mesmo depois de mortos, mas, entre humanos e animais, se já disseram, eu desconheço. Uma curiosidade ignorante, talvez... Mas pelo menos uma curiosidade!!!
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LILI

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Post 490

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Quando estamos sozinhos, nossos pensamentos ecoam com mais violência pelo espaço. Todo o entorno está disposto à pessoa e nela está o centro das possibilidades. Uma expectativa de comunhão, de descanso ou anarquia. A gravidade dos sentidos se dirige para aquele ser específico que perambula livrearbitriamente pelos caminhos da ignorância.
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Os inanimados se detêm sem ar, a cada passo, esperando as ações, sem muito poder fazer para alterá-las. Coçam-se inalteráveis, doendo avidamente na tensão que não se alivia por si. A vida que não vive, convive com a tensão eterna de depender do alheio. Esperam imovelmente seus desejos mais internos se realizarem pelo corpo daquele ingênuo deus de espaços diversos.
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Ah, se este espaço falasse o que ele diria?! O que esta sala espera infinitamente de mim? Calados estão todos. Calados estamos todos, sem entender o que se passa nas profundezas de ambos. Alheios próximos, confidências católicas, residências caóticas. Residir o supostamente inanimado, observado por sorrisos e lágrimas que não existem.
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Estão em algum lugar nenhum, mas não se sabe ao certo onde. Estão mas não existem, persistem por não existirem. Resistem intensamente sem vez, esperando na esperança teimosa, por ser a única maneira de seguir adiante. Condenados estão a ter apenas a possibilidade como alimento de vida.
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Estamos desta maneira...
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Eles em nós, e nós no além...
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quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Escreve, escreve, escreve...

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Pretender, eu ainda pretendo, mas deixar-me levar pelo sonho - isso é cada vez mais distante de mim.
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Não que não acreditasse em sonhos, mas é que sonhar era demasiadamente fácil para pessoas de seu calibre. Sonhar era como pensar. Pensar era como viver. E viver era como sonhar. Raramente se atingia o plano real, esta superfície tão considerável. Sonhar, pensar, viver, e pensar e viver e sonhar e viver e pensar e... Um ciclo sempre acima do equador do que se deve realizar. Eram como rodas gigantes celestes. Em si era assim. Ciclos de si que se alimentavam de esperanças minúsculas. Qualquer nova maneira era luz dos olhos. Como uma criança, ou melhor, um cachorro que a cada permissão de aproximação se transborda de alegria, esquecendo do tapa recentemente ido ao passado.
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E novamente alegria, e novamente alegria, e novamente alegria. Sempre, mas apenas quando não entrava em ciclo de tristeza. Daí tudo se invertia. Tudo conspirava para seu pior. E novamente pior, e mais ainda e de novo e de novo e assim.
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Cada caminho era muito longo para poder voltar. Sempre seguia. Por vezes queria regredir, voltar a condições anteriores, mas não podia.
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Como tudo fazia sentido quando as coisas faziam sentido...
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Não conseguia desmontar, inverter a razão pensada, nem ao menos deixar de pensá-la. Fascista, obsessiva. Compulsória. Só pensava quando pensava. Quando não pensava, não pensava e nem podia procurar pensar. Cada frase era um beco onde era jogada e se encantava com maravilhosas fórmulas de realidade que estavam escritas nas paredes de suas passagens.
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Novidades assim deixavam-na boquiaberta e assim seguia inebriada pelas maravilhas que descobria sem querer. Tinha todas as respostas na ponta da língua, mas sua língua não te pertencia. Era necessário esperar que a resposta viesse ao seu encontro para então poder detê-la. Caso contrário era um silêncio. Ou melhor, um emaranhado geral de vozes sussurradas no limite do audível.
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Se ouvisse teria ouvido, mas como não, então assim estava.
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Todo instante de novidade era novamente alegria. Não se cansava de entregar-se de coração. Era profunda, mas não completamente. Era como uma rã que calada te observa e até transmite intenção respeitável, mas basta um pulo pra desfazer qualquer resquício. As pernas de rã, palavras ditas.
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Ela sentia-se mais bonita quando saia andando sozinha. Não gostava de conversar enquanto caminhava pelas ruas. Passos eram muito difíceis para terem sua atenção desviada com conversar. Ao sozinha, ia adiante sempre determinando para si o que ser e o que não ser. Sim, isso sim. Não, aquilo fica pra uma outra hora. Um exercício absurdo do que deve e o que não deve. Às vezes contava números.
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Um, dois, três, quatro, cinco. Perdidas as contas caia em desespero de alguns instantes, mas se animava toda quando perto de uma vitrine ou de uma banca de jornal. Contava títulos. Traçava paralelos divertidos. Somava títulos, parecia até uma diversão, mas não era.
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Não podia deixar-se espontânea. Espontânea era o pior de si. Evitava liberdade. Contava como meditação. Contar, ocupar, preocupar, divagar, escapar, nuvens, céu, acho que vou andar. A banca está ao longe. Aquela banca acho que tem mais títulos. Aqueles títulos eram legais. Contar.
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Um, dois, três, quatro, cinco. Perdidas as contas caia em desespero de alguns instantes, mas se animava toda quando via um passarinho. Contava piados. Não cogitava a idéia de deixar-se espontânea. Espontaneamente, certa vez, chegou a crer que não existia. Caiu em prantos no banheiro de um shopping porque não havia objeto que lhe afirmasse com plena certeza a sua existência. Forçou a porta, mas mesmo a resistência lhe pareceu premeditada.
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Eu crio resistência. Eu crio. Crio aquilo, crio tudo aquilo que está lá. Mas isso é aqui e aqui é ainda mais meu.
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Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, eu queria, nove, eu queria que, onze, eu queria que alguém não risse de mim se eu, eu queria, quinze... Mas que coisa, eu queria que alguém... Mas não. Não posso crer que não existo. Se penso existo. Isso é certo. Mas aquela banca não existia os títulos e eu existi nos títulos. Aqueles títulos foram meus. Aquele passarinho era. O shopping que estava aberto, mas agora está escuro. Pelo menos eu acho. Mas mesmo o pensamento não me traz garantia de que existo. Esse pensamento, aqueles títulos, o passarinho. Ela não poderia ser apenas reflexos de outros? Eu seria só meandros de...
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Banheiro, banheiro, porta. Porta do banheiro. Não vou chorar, não. Eu vou deixar, eu vou deixar. Tem cinema, tem aquele, o, aquele lá. Contagem até a bilheteria.
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Setenta passos até a bilheteria.
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Um... Quarenta e três. O passarinho me enganou piando.
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Quantos passos até a bilheteria?
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Ela perdia e perdida a conta estava.
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Perdidas as contas caia em desespero de alguns instantes.
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Eu tenho medo. Falou olhando o espelho. Voltou ao banheiro para contar de novo, mas chutou uns oitenta passos. Eu tenho medo de não conseguir. O trabalho não enobrece o homem. Ele apenas ocupa o espaço que seria destinado à reflexão. Mas o homem em si não tem chão. O chão está no não homem. Ou o outro homem que está logo adiante. Um homem solitário não pode manter em linha reta. É como caminhar numa planície sem referência. Andar com olhos fechados. Se outros homens... Setenta e sete passos.
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Um, dois, três, quatro. Aquele passarinho. Aquele passarinho ela não pode ter cantado só porque queria que eu o visse. O homem não enobrece o trabalho e nem o trabalho o homem. Qualquer coisa enobrece o homem que se faz o melhor de si. Qualquer dificuldade enobrece o homem que se enobrece. Caso contrário qualquer trabalho denigre a cenografia criativa do instante livre.
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Começou a sessão de cinema... Um ingresso praquele filme.
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Se outros homens...
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O que foi?
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Ingresso praquele filme ali.
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Se outros homens caminham nesta mesma planície, então posso olhar e ter neles uma referência. Essa é a troca, mas essa troca. Isso, certo. Ali. Essa é a troca, mas aquela sala está fechada já. É outra, aquela outra. É o homem que é... Mas isso é a referência. O trabalho que é a forma mais rentável de construir referência. Posso sentar aqui? Esse filme é quase.
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Dormiu... Descansou...
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Perdeu o filme e acordou com o rapaz da limpeza assombrando seus sonhos. Acabou? Ai... O homem. O filme e é aquele que eu queria ter visto.
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Setenta passos da porta do cinema até a saída do shopping.
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Um, dois, três, quatro, cinco... Quarenta e quatro. Nossa, olha isso. Fechou já. O passarinho ia cantar, mas parou porque eu ia passar. Ele lembra que eu ia pensar e.
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Andou, havia sono. Chegou em casa, arrumou a cama, deitou-se, pensou...
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Eu já vi esse filme semana passada. Eu contei aquela cena e daí quando cantou o passarinho, o título da banca sentia como se ele fosse parte do que era real, mas não adiantou muito refletir naqueles títulos, eles continuaram daquele jeito, mesmo depois de ter havido uma nova coisa. Eles cantam e cara que acorda...
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Dormiu.
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segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Análise

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Da maneira como eu escrevia
Eu não escrevo mais.
Eu não sei se é porque me tornei mais burro
Com o passar dos goles
Ou se porque agora eu não acredito em poemas viscerais.
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Meus poemas são contidos
Minha idade se adiantou além do tempo
Meu olhar se cristalizou
Asfixiado.
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Mas entre a arte e a felicidade
Eu fico com a segunda.
Não trocaria minha vida
Pela de Fernando Pessoa.
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Prefiro meu olhar convicto
Que o despreparado frescor
Que traz rimas
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E lágrimas...
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Prefiro o duradouro da vida
Ao gozo absurdo das folhas preenchidas.
Prefiro calar-me sem saber
Que definir-se simplesmente pela beleza vil da definição.
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Aquieto-me meu semblante
Destituo-me de pavores
Calando mínimo os alvoroços
Que se solidificariam em outras épocas.
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II
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Mas...
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Creio que não creio nisso ou naquilo
Creio que ainda poderia caso pudesse
Creio que o apreendido
Dança em minhas mãos conforme minha vontade
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Meu pensar já ultrapassou a barreira da crença
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Meus estados não dependem do entorno
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Se algum dia sonhei com a profundidade
Nunca sequer eu havia imaginado esta que me encontro
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Palavras se tornam pequenas e incompletas
Para coisas das mais belas e horríveis
Que se passam dentro de mim
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Mais eterna ainda se mostrou a busca
Que antes
Achava eu
Um dia ter fim
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Bobagem
Não terá
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Hoje em dia creio na manipulação
Manipulação da felicidade
Da palavra que jorra
Da palavra que cala
Do olhar, do beijo e do amor
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Creio serem diversas coisas,
Antes expressivas,
Hoje somentemente brincáveis
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Brinquedos de vida
Truques interessantes de controle de si
.
Divertidos como os deuses do meu sonho me mostraram serem
.
Manipula-te pela diversão de sentir,
Aquilo que te era tão caro e pesado,
Hoje pequenino e sorridente
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Assim é...
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Não acredito mais em poemas viscerais
Mas isso não significa que eu não possa fazê-los
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Manipulo-me a sensação de poder
Semente da possibilidade realizante
Manipulo-me que sim
E assim sim, enfim.
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O mundo se resume em duas instâncias:
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A intenção
Que é o cerne regente
E ponto primordial de avaliação
Do homem humano
.
E
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A impressão
Que é o cerne regente
E ponto primordial de avaliação
Do mundo pelo homem
.
Dentro e fora se intercambiam
.
O interno é absoluto em si
Mas a realidade também.
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Nem o que sou se expressa totalmente no espaço
Nem o espaço se coloca inteiramente em mim
Mas há a infinita troca
.
E esses movimentos se resumem
Na intenção
E na impressão.
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Elas resumem a análise do mundo-homem.
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III
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Dizem que de boas intenções o inferno está cheio.
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E que bom, né, gente!!!
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Afinal,
Com essas boas intenções
Cada um já começa a escrever o caminho
Para sair das suas peculiares condições.
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IV
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Meus poemas já não são mais os mesmos.
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quarta-feira, 12 de novembro de 2008

O dito pelo dito

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Eu disse:
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A força da fé que não tem provas e fica a mercê do trabalho intenso da razão ou do escape sutil da intuição. Ambos por vezes opostos e, na maioria delas, anulantes. O excesso de raciocínio inebria o ser que se afunda agudo em si mesmo e no universo de si, restando pouco ou quase nada que escape com plenitude para o entorno. Sem escape no entorno, não se capta intuição saudável. Daí o anular do primeiro pelo segundo. De qualquer maneira, a fé que carece de provas ainda tem sua força por ser fé em estado puro e ter somente o em si para se valer no homem. O que há em estado puro tende a uma força extrema. As essências são matrizes de proliferação, mas já contêm em si o total prioritário. Assim também é com a fé que, em natureza misteriosa, torna-se mais forte e absoluta quando desprovida do viés contemporâneo expresso pelos neo-espiritualistas. O viés diluente tenta embasá-la em amalgamadas comprovações que, junto à inovação do realismo-religioso, a destitui do cerne de si. Fé é fé porque não precisa de provas. Se precisasse de provas se chamaria vontade e não fé. A não comprovação institui a pedra fundamental encima da qual o espírito deve labutar dentro das absurdas possibilidades que se abrem devido ao livre-arbítrio. Fé não se comprova, fé se tem, se sente. Só.
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E eu respondo:
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Não, simplesmente não. Não tentes designar o que é e o que não é. Não tens esse direito. A fé e sua não comprovação não instaura a pedra fundamental sobre a qual o espírito deve labutar. A fé é elemento interno e não campo de experimentação do espírito. O espírito que se debate não contem fé. A fé é interna, acompanha e não deve ser abalada posto que não é para ser constantemente posta a prova. A fé é ferramenta interna de auxílio para o bem viver. Use positivamente da maneira que melhor se fizer em ti. Não jogue, não ponha a prova, nem desaprove. Apenas descubra internamente qual o seu estado latente e mantenha-o assim.
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E eu retruco:
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Estás fazendo exatamente o que disseras que não se deve fazer. Não tentes designar. Não se designa, não se determina. Apenas deixe o campo aberto para que cada um instaure ou não sua pedra fundamental, ou simplesmente jogue internamente de maneira a manter a latência responsável pela manifestação da ferramenta fé. Não se preocupe. Nada que disseres estará perto de ser o correto, principalmente quando o indivíduo instaura em si o universo de sua espiritualidade.
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E eu digo:
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Hummm, tá certo. Que assim seja, posto que assim é!!!
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Um lugar chamado NADA

Um lugar chamado NADA

(Gisele Lamin e Wagner Passos)

INTRO: D – Eb7+ (3X) /// D – Eb7+ (Longo)

D7+ A/C#
Ainda é cedo para tanta coisa
Bm Bm/A
Expressões sem fundamentos
G7+ Gm6 D – G – A
Sentidos sem sentimentos


D A/C#
Falsos moralismos e destinos
Bm Bm/A
A caminhada nós mesmos fazemos
G7+ Gm7
O choro nós mesmos choramos
D D/C
A eternidade é aqui.
G7+ Gm7 D – G – A
Eu do seu lado e você aí.


Bm F#m
A falta que um sente, o outro também
Bm F#m
O amor que um tem e o outro sustém
Em A
O jamais dito que cala o som
Em F#m G (2comp) A/G (2comp) – D (4comp)
Que ecoa no vento, na nota e no tom.


D A/C#
A parceria eterna
Bm Bm/A
O vai e vem das estradas
G7+
Os olhares indecisos
Gm7 D – G – A
A falha compensada


D A/C#
O sorriso mais bonito
Bm Bm/A
O elogio mais sincero
F#m
E o eu quero entalado
G
Num nó externo, errado
Em
Na atuação não fingida
F#m
Cheia de cores doloridas
G
Um mar de beijos contidos
Gm7 D
E movidos para “Um lugar chamado NADA”.

________________________________________

INTRO: D – Eb7+ (3X) /// D – Eb7+ (Longo)

D7+ A/C#
Ainda é cedo para tanta coisa
Bm Bm/A
Expressões sem fundamentos
G7+ Gm6 D – G – A
Sentidos sem sentimentos


D A/C#
Falsos moralismos e destinos
Bm Bm/A
A caminhada nós mesmos fazemos
G7+ Gm7
O choro nós mesmos choramos
D D/C
A eternidade é aqui.
G7+ Gm7 D – G – A
Eu do seu lado e você aí.


Bm F#m
A falta que um sente, o outro também
Bm F#m
O amor que um tem e o outro sustém
Em A
O jamais dito que cala o som
Em F#m G (2comp) A/G (2comp) – D (4comp)
Que ecoa no vento, na nota e no tom.


D A/C#
A parceria eterna
Bm Bm/A
O vai e vem das estradas
G7+
Os olhares indecisos

Gm7 D – G – A
A falha compensada


D A/C#
O sorriso mais bonito
Bm Bm/A
O elogio mais sincero
F#m
E o eu quero entalado
G
Num nó externo, errado
Em
Na atuação não fingida
F#m
Cheia de cores doloridas
G
Um mar de beijos contidos
Gm7 D – D/C
E movidos para “Um lugar chamado NADA”.
G Gm7 D – D/C
E movidos para “Um lugar chamado NADA”.
G Gm7 D
E movidos para “Um lugar chamado NADA”.


INTRO: D – Eb7+ (3X) /// D – Eb7+ (Longo)

FIM: D7+/9

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Parabenzes de ontem

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No Orkut:
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Edinho (Luís Peres Pacco):
hauahuahaha
o q q é isso?? Tomando o seu rotineiro leitinho pela tarde???
Parabens!!! Te liguei ontem pra te dar parabens mas acabei falando de outras coisas...kkk
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Diego (Paganini):
parabens cara.. td de bom ai pro c
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abraço
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Thiago Gaspar (USP):
"Waaaagnerrr.. Tem um bicho peludo na tua cama!!!"
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Ae rapah!!
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Feliz aniversário!!!
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Abraços!
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Dom AUGUSTO :) (Bragança):
feliz dia, moço!
bons ventos!
té já.
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Luis Felipe (IO):
parabéns wagner.....sujeito engraçadissimo e mto simpático. hahahaha
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☆Simone Benavide (IO):
PARABÉNS !!!!!!!!!!!
MUITA PAZ MUITO AMOR MUITA SAÚDE E MUUUITA DIVERSÃO
BJOKAS
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ஜ♥ૐ Leda (ESPM):
Parabens!!!
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Júlia (Prima):
Primooo !!!
Como a distância não me permite lhe dar um abraço, deixo aqui registrado os meus parabéns! Tenha certeza que lhe desejo muuuitas felicidades, sucesso, realizações e saúde !!!
Beijos pra vc
saudades!!!
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Camila (Prima):
Oi Wagner.... Parabéns!!!
Muitas felicidades, tudo de bom!
Beijos
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Silas (Prima):
Wagner!!!!Parabéns aí pra vc cara!!
Muita saúde, realizações e paz!!!!
Aproveite seu dia e realize seus sonhos!!!
Parabéns e até uma próxima!!!
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Alisson (ZU):
Meus parabéns Wagnão! Muitas felicidades pra ti! Saúde, amor, se.., paz!
Abração!
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Gabriel (Primo):
fala aí primo!!!!
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parabens!!!!!!!!
tudo de bom mesmo!!!!
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muita saude,paz,realizações,musica!!!e o resto agente corre atraz né!rsrsrrs
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abração!!!
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v c aparece!!!!
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Michael (Macu):
Parabéns!!!
Tudo de bom
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Abraço
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Sylvia (ESPM):
Parabéns, Wagner!!!
Felicidades!
Beijos!
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Juliana (Prima):
Oii!!!td bem???
Feliz Aniversário!
que vc tenha sempre mta saúde,paz,amor,suce$$o,felicidades...realizações...
saudades de vc!
tudo de bom SEMPRE!!!
bjão!
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Eric (Primo):
Ei Wá!!! Parabens p/ vc cara!!!! Saúde, sucesso!! tudo de bom!
Abração!
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Gui TOTÓ (Robo Sapiens):
parabéns, wagnão dos teclados!
tudo de melhor pra vc, meu velho!
cola aqui em casa um dia pra testar o piano!
ah, escorpiano é tudo fdp! hahahaha!
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abs!
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Ψ Rodrigo (Sacco):
Oi Wagner. Parabéns. Abração.
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→ P é c k ;) (Primo):
Parabééns Primow
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todos te mandando um abraço
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Vanesca (Prima):
Parabéns prá você... nesta data querida... muitas felicidades... muitos anos de vida!!!
Primoooo... te desejo tudo de melhor!
Beijo!
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Lucio (Baixista):
Parabéns cumpadi. Mta música e alegrias p/ vc.Abração
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Adriana (Objetivo):
oie.. td bem??
parabenssssss!!! seja feliz wagner!...
bjuuu
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3RuNo (Primo):
eae primaum!!
Parabens! XD
abraçaum
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Paula (ESPM):
Aahh mas meus parabéns!!!!!
bjs
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Halan Pscodélico (Busha):
wagner parabéns
tudo de bom pra vc
que Deus te ilumine muito
abrasss
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ThIaGo (Primo):
e aew primo!
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Parabens!
Td de bom!
abraços
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Sidney (Um spam):
CONVITE ESPECIAL PARA VOCÊ
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ESSA SEXTA IMPERDÍVEL no NOTRE DAME
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NOTRE DAME APRESENTA FESTA ESPECIAL COM:
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BANDA USINA AO VIVO !!(BANDA REVELAÇÃO POP/ROCK)
.
E AINDA
PISTA DE DANÇA COM OS MELHORES DJS DE SÃO PAULO !!!
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.
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.
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.
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.
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.
Promoção: ICE EVENTOScdtrnziuwb
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Gabriela (Prima):
primooooooooo
parabéns
tudo de melhor pra tiii*****
beijooo grandeeee****
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Brandão (Robo Sapiens):
aí wagner!
parabéns cara.
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abraço!
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Rafael (ESPM):
parabéns!
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LEONARDO (Primo):
Parabens Wa!
tudo de bom.
abraço
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Mariângela (Tia):
Meu sobrinho querido...
25 anos, já? Realmente estou ficando velha... lembro da turminha toda (você, Marina, Juliana, Gabriela, Silas, Júlia) sentadinhos no sofá da sala da casa do Vovô Chichico ... que bagunça boa, né?
Que você tenha um dia lindo, cheinho de abraços, beijos, telefonemas e recados no orkut!!
A gente se cruza qualquer dia desses ...
Um beijão e muitas felicidades!!
Sua tia coruja!!
Mari
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Lud (Pombo):
Vc tá velho!
rsss
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Carol (ESPM-Juquehy):
Parabénsssssssss!!!
Te desejo toda felicidade do mundo! Mta paz, amor, saúde, luz, sucesso!
Bjo grande!
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Biba (Fabiana):
Tem que constar um parabens pelo orkut tbm ne? nrsrs Então.. muitas felicidades, muita viida em todos os seus muitos anos, muita cerveja, festa, gente bonita, muitas ganhacoes de rfestiveis de musica e talz!!! rsrrs bjao e tudo de bom!!!
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Renan (Saule):
Fala figura,
quanto tempo!!!!
Como vc tá?
cara, parabéns pra ti....tudo de bom!!!!
Abração
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*Juju* Juliana (IO):
Parabénssssssssssssssssssss
bjokassssssssss
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Chris (Professora Objetivo):
Feliz aniversário!!
Que vc tenha um ano muito especial, cheio de boas surpresas...
Beijos
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Daniel (Dorrow):
falllla fio!!!!
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fellliz niverr!!!
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João Marcelo (Jããooo):
E ai Wagner,blz?Feliz aniversário,muitas felicidades....abração..
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Marcelo (Tchello):
Herzliche Glueckwuensche zum Geburtstag!!! vem um dia p rio!! abracos!
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Nicole (Itanhandu):
Wagner!!
PArabéns!!Mta luz pra vc!!
bjuam =-**
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Gláucia (Prima):
Wagnitiiiis..
Parabééns (tum tum) parabééns (tum tum) hj é seu dia que dia mais feliiz!!
Tdo de melhor em superlativo pra vc..
=)
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Felicidades sempre..
BeijooO
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Aline (ESPM):
PARABÉÉÉÉÉNSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS
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EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE
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MTAS FELICIDADESSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS
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BEIJOSSSSSSSSSSSSSS
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EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE
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-Willll (São Paulo):
E aí Wagner, blz!!??
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Estou passando para desejar a vc muitas felicidades...
muitos anos de vida...saúde...paz...sucesso...e todo mais
aquele blá...blá...blá...que todo mundo sabe!!!! rssssssss...
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PARABENS!!!
Abraço!!!!!!!
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Carol (ESPM):
wagnão!
feliz aniversário!
beijoca e tudo de bom.
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Consuelo (Carneiro dos Reis):
Hj é seu dia... que dia mais feliz!!!!
Desejo tudo de bom pra vc...
Que todos os seus sonhos se realizem...
e que o Papai do Céu te abençõe, sempre!
Felicidades!!!!!!
Beijos
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♫ ♪ Blau! ♪ (Gláucio):
Falaê!!!
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Feliz retorno solar para você!! Tudo de bom, com muita música, lucidez, sucesso, e outros tantos sinceros blá-blá-blás que não caberiam nesta mensagem! :)
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Abração!!!
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Guilherme (Ordine):
Fala Wagner...
Parabéns... Felicidades... Saúde... Paz... Suce$$o... Tudo de bom sempre...
Abraço!!!
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Elaine (Rangel):
Eita mais um ano de experiência adquirida, né? Parabéns, felicidades, saúde e muitos amores...
Um abraço
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Rafael (Benedito):
felicidades pra vc
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D'Arezzo (Bill):
oi Orkut do Wagner! tudo bom? dá um abraço no seu dono por mim. De feliz aniversário. Manda os meus parabéns. falou
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Diogo (Dorg):
Fala Wagníssimo, Parabéns e Felicidades totais!!! Tudo de bom em tudo pro cê!
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Abraço!!
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Felipe Edoardo (ESPM):
Feliz aniversário! :)
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Taissi (Prima):
Parabens primo!!!!!
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td de mtuuu bom pra vc!!!!
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felicidadesss
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bjoO
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- Marjorie ♀ (São Paulo):
uaioshaiushaishaioshaiosh
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feliz niver gatzzzzz!!!
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Ítalo (IO):
parabens mineirin....
mtas felicidades...
grande abraço
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Luiz(Gueninha) (Ripple):
fala wagninho..!
parabens cara..
e muito som em nossas vidas..
abraço
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Caetano (Lacerda):
Parabéns pra vc seu pianista doido. Continue tocando bem ou eu te quebro os dedos.
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Jonathan (São Paulo):
Quero te desejar
muita paz, saúde, amor
e sucesso em sua vida!!
Toda felicidade do mundo
Parabéns garoto
Abraço bem forte
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Juliana (Lopes):
olá meu querido
parabéns muitas felicidades
muitos anos de vida
bjos de sua amiga
julianaVai ter festa hj??
abraco
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BuddyPoke:
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Consuelo me aplaudiu e disse: EEE.... Mais uma primavera!!!!!!!!
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Depoimento:
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Segredo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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Mensagens no MSN:
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Biba (Fabiana).... USPício total ... diz:
Parabens, muitas felicidade s e muitos anos de vida, muita sorte na prova da usp, muita festa , muita saude, cerveja e dinheiro... tudo de bom.... mesmo.. e agora: bons sonhos ... rs vou mimi.. bjao
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André (Furlan) diz:
parabéns neiras!
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Bruno (Brentzen) diz:
eeie
feliz aniversário!!
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Vanesca (Prima) diz:
Parabéns pra vc... nesta data querida... muitas felicidades... muitos anos de vida!!!!
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sueli (Tia) diz:
parabéns, tudo de bom em dobro pra vc. beijão
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te amo viu , tudo de bom do fundo do meu coração
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tio beto também esta mandando beijos
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Márcio (Maciel) diz:
parabens felicidades e realizacoes para vc!!!!
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Luis Felipe (IO) diz:
parabens wagnerrrrr
grande mineiro
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Edelcio Moreno (São Pailo) diz:
Meus parabéns!
Podemos dizer que é seu ano novo.....
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SPRITE_ZERO (Airtom) diz:
parabéns, wagner!!
Felicidadesss
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Mensagens no cellular
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Tia Enedir
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Wa. Te desejo tudo de bom que uma pessoa pode querer. Te amo muito. Tia Enedir
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Minha mãe
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Oi filho, parabéns pelo seu dia
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Fernando
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Wagner, muitas felicidades, saúde e paz. Do seu pai de santo. Fernando
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Hideraldo
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Parabéns e que nossa convivência seja longa. Abraço, Hideraldo
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Telefonemas (nessa ordem)
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Sérgio Ugeda
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Meu pai
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Meus padrinhos
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Meus avós
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Diogo Bornhausen
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Diego Marmo
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Alícia (prima)
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Meus pais
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Tio Chiquinho e família
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Rafael (Bragança)
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A conversa mais legal foi com meus avós. Eu ri muito do meu avô contando as histórias dele. Meu Deus!!!!!!!!!!!!!! Muito bom ele falando que os santos não agüentam mais ele de tanto que ele reza...
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Enfim, foi um bom dia. Chuvoso, nublado, do jeito que eu gosto. Muita gente legal me desejando coisas bonitas. Gostei demais!!!!!!!!!!!!!!!
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E até o ano que vem quando eu estiver mais perto dos 30 que dos 20!!! Ai ai ai.......
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quinta-feira, 6 de novembro de 2008

0???

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Segunda-feira, 5 de Novembro de 2007
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Eu coloquei o número 1 de uma contagem regressiva que acabaria no 0, o dia seguinte, meu aniversário de 24 anos.
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Mas resolvi adiar o 0 por 1 ano. rsss.
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E agora coloco esse 0 com interrogações.
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Ele pode ser o zero, mas não sei ainda.
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Vou levar um dia por vez. Hoje não haverá. Amanhã ainda vou vir a saber.
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Me refiro ao cigarro...
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Aniversariante do dia

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Era uma vez um menino que sonhava consigo mesmo sem, no entanto, ter a noção exata de coisa alguma. Ele era instintos. Chorava, tinha medos, ria, fazia uns desenhos de árvores, montanhas e casas. Coisas do gênero.
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Aos 4 anos de idade esse menino se pensou pela primeira vez. Ele viu que ele era ele. Estava andando no pátio da escolinha e se deu conta de que ele vivia. Um susto pela condição de ser em si. Ali ele se diferenciou irremediavelmente dos demais animais.
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Hoje em dia ele diria isso, mas na época não passou de uma paradinha, um arregalar de olhos, uma observação do local, do entorno e um seguir em frente sem saber ao certo a importância daquele ato.
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Ele disse ter sido esquisito. Ou pelo menos é essa a sensação que ele lembra ter sentido naquele instante.
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Uma parada e:
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- Meu Deus, eu sou eu!!!
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Mas não houve palavras, não ouve talvez nem um pensamento formado realmente, mas foi algo diferente. Ele se sentiu um ser, uma coisa viva e sapiente de si. Até onde a sapiência de um menino de 4 anos alcança.
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E assim se fez, pois naquele momento: era uma vez um menino. Naquela hora sim. Antes talvez não totalmente, mas naquela hora sim. Naquela hora, foi se enfim, um mínimo menino.
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Um menino pra si.
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21 anos se passaram, 25 de vida ele já tem.
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- Que coisa - ele pensa.
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25 anos. Um quarto de século, metade de 50.
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Uma vida, não é minha gente!!!
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Fazer aniversário pela vigésima quinta vez não é a mesma coisa de fazer aniversário pela décima vez, ou de fazer pela décima oitava, ou até mesmo vigésima segunda.
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Óbvio que é bom. Mas é apenas mais um dia da vida, exceto pelo fato das outras pessoas te parabenizarem, darem presentes, ligarem, mandarem scraps no Orkut. De resto, tudo é o bom e velho mesmo de sempre.
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E amanhã tudo ainda será, mais ainda, o mesmo de sempre. Um dia normal que, por acaso, há alguns anos atrás, você estava nascendo.
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Claro que eu não vou levar a sério essas palavras mesmo concordando que elas são sensatas, mas daí, onde ficaria a fantasia?
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Não gosto de fantasia escondida, fantasia amargurada, fantasia negada. Fantasia, quando bem usada, enfeita que é uma beleza. E isso serve pros literalmente também.
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Não quero estragar a fantasia, por isso vou preferir considerar este um dia ímpar, único juntamente com tantos outros quantos forem os que eu viver o 6 de novembro. Seja em qual ano for.
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O seis de novembro. O MEU seis de novembro. O dia que escolhi pra vir ao mundo.
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Por que não sei se acreditam, mas a alma escolhe quando quer sair. A não ser em caso de cesáreas, daí não sei como acontece. Mas como eu fui de parto normal, posso dizer que eu escolhi vir hoje.
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Aliás, eu fui apressadinho. Eu tava pro dia 8, dia 15, não me lembro, daí eu adiantei. Dei uma olhadinha lá no mapa astral e pensei:
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- Hummmm, 6 de novembro me parece um bom dia!!!
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Daí, comecei a rodar na barriga da dona Heleni. Chuta daqui. Chuta dali. Até que no meio da madrugada ela teve que sair correndo.
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- Meu Deus, vamos pro hospital Ademar.
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- Que isso, bem. Espera mais um pouquinho. Joguei 3 partidas de futebol hoje, deixa eu dormir mais um pouco.
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- AAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!
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- Opa, vamo que vamo!!!
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Foi mais ou menos assim que aconteceu.
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Em Itanhandu, há 25 anos atrás.
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Nasci.
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Vou falar umas tosqueiras agora...
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Quando eu vim ao mundo
Um anjo olhou de longe e disse:
- Meu filho, vê se manera dessa vez, viu!!!
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Eu falei
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- Pode deixar, não vai se repetir de novo não. Já esgotei minha cota.
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Mal sabia ele, mal sabia eu mesmo o que viria.
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Tá esgotada nadaa. Já foi que foi, tudo de novo.
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Mas quando eu vim ao mundo
Um anjo olhou de longe e disse:
- Vai, podeis ir. Mas lembre-se do que eu lhe disse.
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Desci e já não me lembrava de mais nada.
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Mas mesmo assim, não vou parar antes.
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Mas quando eu vim ao mundo
Um anjo olhou rente ao meu rosto
E se calou:
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Esse falou coisas.
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O anjo disse coisas de ferro e fogo
Mas eu gostei foi da água que entorta e apaga
Insiste desistindo.
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O anjo falou do deserto e das montanhas
Eu gostei foi do mar
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O anjo falou em olhar o horizonte
Eu gostei foi do chão rente aos olhos
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Ele não estava errado.
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Mas eu também não.
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O que se gosta se gosta gostanto.
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Não me condene pelo simples gosto, mas pelo destrato.
Não me condene pelo apelo, mas pelo sentido do pedir.
Não me condene por mim, me condene por você.
Eu vejo o solo rente e me aquieto
Eu gosto do mar e nado a ferro e fogo.
Incomoda-te de ti...
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Ainda vou colocar mais um post hoje.
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Tô com sono, mas vou esperar chegar a hora do meu nascimento. Sempre tive vontade de fazer isso, mas muitas vezes eu esquecia. Era uma merda.
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Hoje não vou me esquecer...
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- Feliz aniversário, viu Wagner!!!
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- Ahhh, muito obrigado, Wagner...
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Acho que dos dois Wagners do diálogo de cima, eu sou o segundo. Rsssss
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Pelo menos foi assim que eu senti..............
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quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Oração das entidades

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Vós que vêm de longe pra salvar filhos de fé. Vós que aqui trabalham a Umbanda com a fé.
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Saravá, Ogunhê, Saluba, Oke, Kaô, Parrê, Odossiá, Aie ie
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Louvado seja este terreiro. Louvada seja a luz das almas que se encontram e se ajudam na beleza da caridade, da troca. Cerne que instaura o inédito, o bem-vindo, quando vindo do amor, como, em verdade, vem.
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Harmonia, humildade e firmeza neste caminhar que muito além da carne flui, muito além daqui está.
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Assim conduz...
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Aqui eis a “Tenda de Umbanda Caboclo Tupinambá”.
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Aqui eis Crispim dos doces e das travessuras. Sua forma ingênua de amadurecer estes que aqui participam. “Deixai vir a mim as crianças”, já disseram nesta terra de Deus.
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Marabô, Tranca Ruas e Caveira que por caminhos rentes ao humano nos observam com sabedoria. Das 7 encruzilhadas vem Maria, rainha a girar. Sintonia e harmonia, condição presente ao fecharmos nossas giras com Deus e Nossa Senhora.
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Sandorê pemba de Angola!!!
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Aqui viemos, aqui estamos.
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Estamos a saravar no clima do canto, no doce do riso, na harmonia do balanço com os pés firmes no chão. Aqui estamos a saravar em fumaça que nos revelam segredos ao pé do ouvido, quando se pode saber. Aqui estamos a saravar em palavras amigas e dotadas de sentidos que por muitas vezes, e ainda tantas outras, nos escaparão.
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Aqui nos fala nossa querida Bahia que gerou os baianos e seus cocos: Zés, Marias e Joãos.
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O tempo e o vinho. O tempo e o homem. O templo homem.
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Cruzaram oceanos legiões de almas para aqui vir morar. Legiões de pais, mães e filhos plantados no chão brasileiro onde se enraizou a Guiné. Bento e bendito seja este povo de pretos e pretas guias. A vós avós de tantos, somos gratos, somos pequenos frutos desta conga de Marias.
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Dos reinos profundos de Iemanjá, surgem as 7 ondas de João, nos contando histórias de além mar. Este mar que balança em paz por sob as outras tantas 7 Estrelas dos ciganos de outrora. A constelação do Oriente.
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Oriente-se rapaz!!!
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Oriente-se e deixe-se orientar por aquele que não é baiano. Advogado espiritual que Pelintra neste templo, nesta casa, neste Engenho de Zés, Marias e de todos que aqui chegam vindos de longe.
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Vindos de onde?
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Vindos do reino dos caboclos, Sultão primeiro destas matas. Imperadores de um templo invisível: o homem demais.
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Vindos de onde?
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Vindos de África, Angola, Aruanda, Bahia e altares. Vindos dos caminhos, das ruas, dos montes e dos vales. Vindos das estrelas, das cidades, das alturas e dos mares. Vindos da caatinga, das florestas, enfim, do mundo e seus lugares.
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Vindos de onde?!?!
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Vindos de longe. Vindos dos céus!!!
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Vindos, venham bem-vindos, pois “nós que aqui estamos por vós esperamos”.
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Sempre...
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Amém. E que assim seja, como, em verdade, é!!!
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terça-feira, 4 de novembro de 2008

Inferno astral - I

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Cada um sabe a dor e a delícia de ter livre-arbítrio
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Inferno astral - II

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O amor não esteriliza a realidade porque o homem se sente profundamente alimentado pelo real quando ama.
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p.s: me refiro à moeda brasileira
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Inferno astral - III

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Acredito que em toda percepção de um corpo está embutida uma percepção da alma habitante daquele veículo.
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Inferno astral - V

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A rapidez do mundo moderno pode ser fatal e trazer o desvanecimento da consciência firme. Será necessário um novo projeto de almas mais resignadas e dotadas de sentimentos tranqüilos. Pessoas mais leves já estão a viver sobre a Terra. Homens com ância por ter a consciência do todo e a completa firmeza do orgulho pragmático estão fadados às extinção.
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Inferno astral - IV

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Acreditar que se pode entender é um ótimo passo para começar a entender. Vislumbrar o sentido do que foi dito é um primeiro passo. Vislumbrar por si e procurar no outro a confirmação. A inteligência é antes a sensação. Apesar da sutileza da frase anterior, a inteligência é fraca sem o pragmatismo do pensamento. Inteligência libertina não traz, geralmente, bons resultados.
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Inferno astral - VI

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Os seres humanos estão ficando mais inteligentes, ágeis no raciocínio, porém menos letrados. Sentem e reagem com rapidez, porém muitas vezes não dominam a palavra a ponto de, por elas, expressar tudo que querem. Os vocabulários diminuem, as idéias simplificam, mas a inteligência é crescente. Esse caminho intensifica a comunicação não verbal. Será que estamos caminhando para a telepatia? Palavras são erros.
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Inferno astral - VIII

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A África como berço da principal cultura mundial, mãe da raça e berço da cultura que resiste por ser marginal e, como todo marginal, tem na repressão seu principal estímulo de perpetuação e resistência. A África se dispôs a ser menos por saber estar nela o início e o fim. Tem a nobre função do sacrifício maior. É e orgulha-se de ser base, e como base, sustenta toda a construção da humanidade ainda que não diretamente presente em todas as formas de cultura. A representação do carnal, do primitivo e primeiro. O coração, a pulsação, o que é simples e por isso não se esvai pelos tortuosos caminhos da razão que se inverte por simples dialética. Corpo e manifestação duradoura de energia. Se a humanidade tende ao eterno retorno, o início, e conseqüentemente, o fim, é a África.
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Inferno astral - VII

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Boa parte do desenvolvimento social legítimo da America Latina se deve a não solidez das classes dominantes. E isso se deve ao colonialismo. As classes dominantes na Europa tiveram mais tempo de maturação e organização. Na América Latina o popular teve mais poder, também porque era mais numeroso, havia mais pobres e isso se deve muito à subordinação às metrópoles e também à escravidão.
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Inferno astral - IX

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A intenção é um proto-pensamento. Será o espírito, no fundo bem fundo, naquele fim das contas que contam aqui, escravo da carne? O corpo com seus ritmos e carências é, em primeira instância, o dono da palavra final no plano físico? Não que ele seja intolerante, mas é que nossas margens e limites toleráveis podem estar fisicamente e intrinsecamente atadas a ele. Seus movimentos são absolutos, enquanto que os da alma são relativos enquanto se vive. Talvez absolutos em longo prazo. Um tempo tão longo que muitas vezes nos escapa. Corpo, porto seguro do espírito que necessita de âncora. Arrasta tua âncora pelas ruas e marque teu caminho com as mais profundas escolhas do itinerante fantasma: você.
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Inferno astral - X

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Cada nova palavra posta na folha delimita o mais inédito limite do inexistente no testemunho em criação. Daí a dificuldade mais pontual da escrita: empurrar este limite ruma ao apenas vislumbrado, que por vezes nem assim está, mas que sempre realizará uma resistência.
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segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Árvore dos conteúdos (gramaticalização)

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6.1.3.3.2.3 – Modelo da teoria das motivações:
o público-alvo motivado
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Parte 3 da parte 2 da parte 3 do texto 3 da parte 1 do livro 6 (Hiperpublicidade)
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Acho que essa foi a maior divisão.
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sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Pensar não é tão mau assim...

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“O contexto atual parece figurar-se pela valorização do “fazer”, colocando sempre em oposição imediata com o “pensar sobre o fazer”. Embalados pelo senso comum segundo o qual “criticar é fácil, o difícil é fazer”, somos impelidos a fazer sem parar para pensar, implicando a naturalização de nossa realidade e o distanciamento cada vez maior de uma postura crítica”.
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quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Frase oblíqua

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A tecnologia final é a espiritual.
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segunda-feira, 20 de outubro de 2008

CARALHO!!!!!!!!!!!!!!

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"O ÚNICO DIREITO GARANTIDO É O DIREITO DOS MORTOS GOVERNAREM OS VIVOS".
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Frase retirada de um cartaz que divulgava uma festa na FFLCH - USP
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quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Uma quase poesia

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Um bom bocado de mundo
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O mundo é muito grande e o homem também.
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Mas o mundo é maior.
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Feliz do homem que se contenta com pouco.
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Eu não.
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Mas, pensando bem, um bom bocado de mundo me é muito contentante.
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Fico de boa então...
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domingo, 12 de outubro de 2008

A casa de meu pai tem muitas moradas

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Mas a porta de entrada é meio estreita, viu!!!

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quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Post 464

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Jésus Martin-Barbero perguntou no Dos Meios às Mediações:
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- Por acaso a aura expulsa da obra de arte se refugiou obstinadamente na profissão?
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E eu respondo:
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- Olha, eu acho que sim, viu!!! Mas, fazer o que né?!?!
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segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Do fundo que esteja

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O que passa no fundo da cabeça é que é arisco. Não o pensamento quase oral, desses que palavras se encadeiam organizadamente na boca imaginária. Esses são simples de se controlar e definir o silêncio do horário. O pensamento do fundo que vem em blocos inteiros de sentido, às vezes sem palavras correspondentes, esses sim, são os mais fecundos e arredios. Esses dão nós, dão de comer a fantasmas e indeterminações. Esses eu os tenho como aos outros. Sempre. Desde o inaugurado momento do desquite do sono, até o mais derradeiro bailar da razão. Milhares de muitos, tempos e mais tempos de muitos. Os do fundo são os piores. Me raspam a nuca no repente. E são absolutos no instante. Me condenam a flutuar nas imagens, pessoas, fatos, imaginações. Sentidos contrários que desbotam a visão, me põem em cercanias de monstros e iluminações inéditas. Um desordem (sim, um) de rombos do cotidiano. Aspirações malignas, arrebatamentos bruscos de bondade ou o de pior de dentro. Coisas e mais coisas inescrevíveis, inexitantes. Fatais. Vigilância profunda os dominaria, eu sei. E consigo. Vigilância profunda ergue um edifício rígido na nuca, um ouriçado de constância. Ele ocupa o espaço da intuição errônea, induzida por natureza primeira, errata por mim. Me bastaria vigilância inteira? Humm. Mas nem sei se ainda falta querer profundamente. Não sei se me falta ou me sobra e, se sobra, deixe transbordar. Tão profundamente o querer deveria quanto o próprio estalo do silencioso profundo vívido. Daí sim colocaria modos meditáveis. Mas o profundo é vívido. E como vívido. Se profundo vívido, raso seria? Edifício de vigilância. Erguer e destruir o quê, se a desconstrução da construção secular já está encerrada? Erguer a desconstrução já finalizada, construir o repetimento do ainda mais antigo? Não sei se posto-me a prova. Deixe que esteja estando enquanto estiver sendo este benfazejo implícito, pois expoente. Assim penso, mesmo que agora despensando.
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segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Impressões

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Ele pensava-se menos tímido quando usava roupas pretas. Como uma pessoa que, numa manhã de inverno, sente mais aconchego sob as cobertas por ouvir o barulho do chuveiro elétrico num banheiro próximo. O ruído transmite o calor da água, como o preto a segurança da noite.
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domingo, 28 de setembro de 2008

Vidas passadas não movem moinhos

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Eis o olho
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..........................................
Eis a nova tempestade
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L
Á
G
R
I
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A
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SS
SSS
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SSSSS
SSSSSS
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SSSSSSSSS
SSSSSSSSSS
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SSSSSSSSSSSS
SSSSSSSSSSSSS
SSSSSSSSSSSSSS
SSSSSSSSSSSSSSS
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ÁGUAS NOVAS
MOVEM MOINHOS
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quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Considerações

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1
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O sacrifício é antes uma forma de auto-glorificação, auto-valoração de si para si. O que basta se de menos por saber-se a mais. O sacrifício em si não traz resignação e satisfação. É a contrapartida da premiação da consciência que faz isso. É errado desprover o sacrifício divinizado de uma instância ligeiramente maquiavélica. O alvo do arqueiro é ele mesmo e, nesse caso, pode ser literalmente ele mesmo.
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- Ohh, que flecha dolorida. Mas vejam vocês como sou forte por agüentá-la em minha carne.
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2
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A humildade não é se considerar pouco, mas se considerar corretamente. Arrogância é uma forma de ignorância, de consideração errada de si. Ser humilde com poucos feitos é mais difícil que com muitos. A glória pessoal facilita a simulação profunda da humildade. Quanto maior a glória, mais fácil a simulação. Mas como enganar-se profundamente é uma forma de tornar efetiva a transformação pessoal:
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- Ave minhas glórias. Com o peso de suas luzes, eu me curvo humildemente já que os holofotes da fama ofuscam minha visão.
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p.s: vale a provocação

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

(Milton + Ouro Preto) = Eu fui!!!

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Saí de São Paulo na sexta às 23:30, rumo à Itanhandu, rumo à Ouro Preto, rumo ao domingo, rumo à praça Tiradentes, rumo à Milton Nascimento.
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Assim foi que aconteceu.
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Valeu a pena ficar em pé em frente ao palco das 14:30 às 22:30 de um domingo lindo.
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Levantamos de manhã, ajeitamos as coisas no quarto e descemos pra cidade. Rodamos muito tempo pelas ruas daquela cidade linda.
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Almoçamos e fomos pra praça Tiradentes.
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Lá tocou a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais acompanhando alguns cantores muito bons.
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Depois disso, os instrumentos foram trocados, entrou em cena a banda e, por fim, Milton Nascimento.
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Cantou algumas conhecidas e depois chamou dois jazzistas dos Estados Unidos: Ron Carter no baixo e Wayne Shorter no sax soprano. Improvisaram lindamente. A praça lotadíssima até onde os olhos iam. Uma festança só. A cidade estava em festa. Mui alegria, gente cantando, clima um pouco friozinho.
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Teve Caxangá, Nos bailes da vida, Ponta de areia, Canção da América (tinha achado o vídeo, mas perdi)
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Encontros e Despedidas (acho que dá pra ver minha cabeça – rssss)
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http://www.youtube.com/watch?v=Vc8Z-VtIhtU
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Ana Maria, Milagre dos Peixes,
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http://www.youtube.com/watch?v=jHRsArO9IpY&feature=related
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Lilia
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http://www.youtube.com/watch?v=BlQHJb_fI7o
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Canção do sal
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http://www.youtube.com/watch?v=_dtML-SfDQw&NR=1
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Vera Cruz e mais outras que eu não conhecia.
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Depois de alguns minutos de instrumental, o Milton chegou devagar no microfone e disse para cantarmos um vocalize que ele iria improvisar com a voz. Só ele, o violão e nós. Depois a banda entrou aos poucos. E assim foi.
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A lua girou, girou
Traçou no céu um compasso
A lua girou, girou
Traçou no céu um compasso
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Eu bem queria fazer um travesseiro dos seus braços
Eu bem queria fazer...
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Travesseiro dos meus braços
Só não faz se quiser
Um travesseiro dos meus braços
Só não faz se não quiser...
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Sustenta palavra de homem
Que eu mantenho a de mulher
Sustenta a palavra de homem...
Que eu mantenho a de mulher
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A lua girou, girou
Traçou no céu um compasso
A lua girou, girou
Traçou no céu um compasso
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Eu bem queria fazer um travesseiro dos seus braços
Eu bem queria fazer...
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A praça inteira fazendo o vocalize dessa música, e ele improvisando e cantando: “GIROUUUUU”.
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Olha ae o começo:
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http://www.youtube.com/watch?v=NXnTMRNiLiY
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Olha ae o finalzinho:
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http://www.youtube.com/watch?v=Z_bLOUPKYy0&feature=related
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E realmente girouuuuuuu.
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A gente cantava muito alto. Ele largou o violão e ficou só na voz.
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Os músicos da banda olhando aquilo (eu vi a cara deles - rssss), o povo cantando com força e o Milton cantando: GIROUUUUU!!!
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Foi lindo demais!!! O momento mais intenso do show pra mim.
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Acho que esse vocalize é um mantra. rssss
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Depois disso a banda agradeceu e terminaram a apresentação enquanto as pessoas começaram a cantar o vocalize de Maria Maria que desde tarde a gente estava cantando pra pedir o começo do show. Então a banda voltou e tocaram Maria Maria. Daí foi pouco pro povo sair pulando. rsss
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Vejam esse vídeo do meio da música. Ele dá uma noção do que aconteceu lá.
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http://www.youtube.com/watch?v=q1enUam1f4U
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Minha mãe pediu tanto um beijo pra ele durante o show que conseguiu no fim. Ele mandou um beijo pra ela, enfim. Rsss
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Depois de terminado, fomos comer e dormir.
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Como o Milton disse, aquela noite iria ficar marcada na vida deles e nós sabíamos que iria ficar nas nossas. Também disse que ele gostou muito de poder retribuir a Ouro Preto as coisas que ela já tinha lhe dado e que estávamos todos nós, palco e platéia, em casa, porque era tudo de Minas, “é tudo nosso”.
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AAAAAAAAHHHHHHHHH, coisa poka...
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Já que estou colocando vários vídeos, vou colocar o vídeo de promoção do festival. Ele foi em homenagem ao Milton.
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http://www.youtube.com/watch?v=IB6PzPS-LFM&feature=related
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E por último só pra mostrar mais uma música bonita. Rsss
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Cais
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http://www.youtube.com/watch?v=4TlvMFdyUXI&feature=related
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Milton Nascimento + Ouro Preto = Eu fui!!!
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Depois de mais de 8 anos esperando essa união, eu consegui ir ver. Quando eu ainda estava em Itanhandu, ouvi dizer que ele iria fazer o show Tambores de Minas lá, mas acabei não indo. Desde essa vez que eu e minha mãe comentamos que quando tivesse show dele em Ouro Preto nós iríamos, e assim se fez.
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Por último, uma foto pra provar... rsss
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Foi foda!!! E quero mais... rsss
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sexta-feira, 12 de setembro de 2008