sexta-feira, 29 de setembro de 2006

República Federativa do Brasil

O Lula ponderou e fugiu porque achou que perderia menos voto não indo no debate que indo lá. É claro que o atual governante sempre leva desvantagens, já que ele tem o cargo tão almejado e também é o que está mais à mostra, teve tempo para colocar em prática as promessas e por isso também pode ser mais cobrado. Mas mesmo assim, o cara não ir num debate que ele teria tantas coisas a declarar pro Brasil é covardia e desrespeito. Acho que ele ficou com vergonha de repetir o mesmo e esquivante discurso de que não sabia de nada. Se ele sabia eu não sei, mas está errado sabendo ou não. De qualquer maneira o Brasil merece um segundo turno. Votem em quem quiserem, mas por favor, não votem no Lula, pelo menos agora não. Precisamos de mais tempo, nem se for pra votar nele no segundo turno, que também não está tão longe assim, mas pelo menos já vamos ter tido mais tempo para pensar e as conjunturas podem estar mais esclarecidas...
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Logo a baixo, uma piadinha séria e muito boa... Falou
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segunda-feira, 25 de setembro de 2006

Palíndromos meus...

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Palíndromos são frases que lidas de frente pra trás ou de trás pra frente dá na mesma. A explicação do sentido está em baixo.
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(Ivo analisa-me em amora e aroma-me em asila, não vi.)
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É tipo um cara (o ivo) que observa a beleza natural de uma moça que é o eu lírico (Ivo analisa-me em amora), uma coisa singela. e aroma-me em asila, não vi.... o ivo deu presentes e perfumes pra moça que fica deslumbrada e esse presentes acabaram aprisionando sua beleza natural.,.,., e isso faz com que a moça deslumbrada não veja sua transformação e quando vê já foi seduzida pelos presentes de ivo
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E outro:
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(Óculos ara rápido salas e revive “Anima-mundi”. Ué, medo é ode meu? Id numa mina é viver, é salas. Odi pára rã soluço.)
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(Óculos ara rápido salas e revive “Anima-mundi”.) – Isso fala do prazer de voltar a ver e descobrir coisas novas pela visão.
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(Ué, medo é ode meu?) - Isso é o cara perguntando se ele já teve medo por não ver o mundo animado (anima mundi) que é o mundo real, e ele se indigna, por já ter tido medo. Ele não acredita que o medo já foi o ode dele.
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E daí ele pega coragem e diz que o Id (manifestações instintivas do ser humano, quase que o sexo, nessa frase) que fica numa mina (menina) é realmente a melhor forma de viver e a palavra salas significa espaço, moradia, aconchego. (Id numa mina é viver, é salas.)
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E por fim:
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(Odi pára rã soluço.) – O nosso eu lírico agora é um homem e ele se chama Odi, e através dessas mudanças ocorridas e descritas através da frase, como: Novas formas de ver; coragem para enfrentar o medo; e a descoberta de uma boa forma pra se viver (Id numa mina é viver – e tal)... faz com que o nosso personagem Odi não chore mais e não soluce mais também, e daí ele pára a rã soluço, como se o soluçar do nosso querido amigo Odi se assemelhasse ao coaxar de uma rã.
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Nooooossssssaaaa, que doidera!!!!!!!!!!!

domingo, 17 de setembro de 2006

DO CONCURSO QUE NÃO GANHEI - VI

A esperança era algo tão intenso que quando foi embora deixou saudade.
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A apesar de eu não ter ganhado nada no concurso de poesia da minha faculdade, uma coisa (ou talvez uma fruto de outras duas relacionadas) que me deixou feliz foi a minha certeza de que eu não iria ganhar. Tá certo que a esperança só morreu totalmente quando o cara falou que o primeiro lugar era uma menina, mas isso não significa que no fundo minha intuição já me dizia devagarzinho que eu não iria ganhar, e outra coisa, eu vi a proposta do concurso, e era a de integrar a poesia dentro da publicidade e a PUBLICIDADE DENTRO DA POESIA, e os poemas que ganharam eram curtos, muito bonitos com certeza, mas eram coisas rápidas de se ler, coisas ágeis como a publicidade é, mensagens eficientes e de fácil absorção e isso realmente as poesias que eu mandei não tinham. Guardei essas 5 poesias que estão aqui embaixo pra postar depois que o resultado saísse, independente de como ele fosse. E aí estão elas:
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Outra coisa que me deixou melhor, foi que eu cheguei a pensar que eu escrevia só porque eu acreditava que as minhas coisas eram boas e que as pessoas iriam me elogiar pelo que eu escrevi, e logo depois da notícia do concurso, eu estava em casa, meio pra baixo, me achando um merda, e a primeira coisa que eu fiz foi escrever uma poesia no meu caderno. Ou seja, no momento em que eu achei que o que eu escrevia era uma merda, eu só queria escrever pra registrar, isso me mostrou (de novo) que eu escrevo porque eu gosto e grande parte as coisas é pra mim, já que eu não tenho pretensão nenhuma de passar ela para o blog.
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Se alguém tiver paciência, sinta-se a vontade para ler os próximos 5 posts daqui debaixo.
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Falou.

DO CONCURSO QUE NÃO GANHEI - V

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Cicatriz
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A luz reflete nas marcas de minha mão lacrimejada
Mãos trêmulas, eternamente oscilantes
Que hesitam, que apenas se debatem
Como energéticas figuras deformadas
Formadas por milhões de átomos atômicos
Partículas ínfimas, fontes de vida e dú-vida
Que em um simples toque, pode romper em explosões
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Desconfio que a fragilidade dos momentos seja definível pelas mãos
Cada instante é modelável por simples dedos
Por fálicas falhas que em toda sua complexidade
Não são capazes de sequer riscar simples retas
Retas determinantes dos tempos
Caóticos são/somos suas memórias
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Se o tempo é uma linha, a mão que o determina é um instrumento
Se a faca tem o corte, o dedo também fere
Fere como febre aguda, corrosiva como fervura em lágrimas
Água borbulhante que cai sobre os pés
O dedo é lâmina, bisturi
Fatias de um canibalismo suculento
O dedo rasga carnes e almas
Almas desfeitas nos toques das teclas e dedos
Dedilhados infinitos, energéticos
Dedos e palmas nos ritmos
Compassos quaternários compostos
Circulares de 5 por 8, 10 por 1 mim derivado
Mão instrumento de junção, mão divina criação, mão criatura de precisão
É criança livre e solta, brinca, arranha, arranja
Aranha de 5 patas, saltita, transfigura-se, pinta, borda, articula, expressa
Sonha
Ainda que eternamente oscilante
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Quantos cortes existem nesses versos?
Quantos portes de suculência carnívora sou capaz de adentrar?
Quão afiados são os escritos redimidos à vida pelas mãos?
Quantos são meus anseios que se expressam apressados
Por esses toques que se avolumam cada vez mais
Num batuque canibal de horas noturnas?
Um ritual de machucados literários que dançam em volta da fogueira
Vociferando líquidos internos de desejos belos e minguantes
Em mim: guantes, em fim: antes
Indivíduo canhoto afável dos olhos cálidos num calado
Do corte gritante de multidões reprimidas num interior capital
Capitalista de negação, comunista de egoísmo
Todos somos assim
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Instrumento de voz muda
São 10 os seres que falam neste instante de rouquidão vocal
Perplexo demais pra transparecer orgulho ou depressão
Feliz da inveja alheia, ainda que pouco poética
Mais ainda patética, digna de exclusão
A mão é instrumento de exorcização de males de mares de males demais
Maré de azar refletido eu nas mãos lacrimejadas
Mimadas por catarolantes serem em teclado e teclas sonoras
De batuque ou melodia efêmera
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É fêmera fêmea a mão do corte da linha perdida da vida
Quiroalgumacoisa que duvido, mas não nego por temor
Ceticismo tamanho de dar dó, mas ainda assim inteiriço
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A mão lacrimejada lacrimosa e clássica serve de espelho refletor
Ainda que a palma não seja mirada
Apenas apóia-se em pequenino instantes
Desajeitada – hesitante na superfície escaldante
De um teclado de possibilidades
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Seus cortes minam a seiva do arrependimento
Vermelhidão incisiva que se impera perante olhares da dor indignante
Esses seus cortes oh mão
Não sabem de suas maravilhas cicatrizantes do que não sangra realmente
Mas é capaz de encharcar de escracho e descrença redentora
Meu cotidiano de mundos em desavenças
Seus cortes tiram proveito do deleito incestuoso de mins em guerrilha exterminante
Minha família de propriedades sente saudades do bucolismo que aqui cochilava
Entre os leitos lindos de exteriorização regenerativa
Pelos meios de 10 vias públicas ao meu privado
Que privado, privada já, como ainda mais será
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Instrumento metido em tudo que existe por aqui
Cantarola a hesitante voz num coral desafinado, mas satisfatório
O que de mim restou sae por esses restolhos de arrependimento disfarçados de poema
A exatidão tornada inexata se corrompe ainda mais perto do fim
Desafina a harmonia num dissonante catastrófico aos ouvidos singelos
Meu instrumento mão transforma-se em derradeiro não
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A quiro–cientologia humana já não se sabe nem de mais nem de menos
Pois o excesso de linhas-palmatória aberta em exposição analítico–ocular
Traz a ida de meus andores e amores pelas trilhas da/na carne
O tempo escorre pelos vãos numa ida a-inda indo, mas finda de possibilidades
A que resta está aqui nestes versos e em tantos outros
Minhas mãos não se sabem por si, mas se acabam por mim
Nestas câimbras de desespero feroz que debulham teclas num escrever descompassado
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Sem passado, sem memória, nem esperanças
Estas minhas companheiras são fortalezas de conquistas de além mar
Porém aquém, e muito aquém de meus anseios meninos de maravilhas em bondade
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Sem passado, sem memória, nem esperanças
Restamos nós aqui jogados nesta cadeira, calados por horas a fio
De navalha na carne do pulso sustentáculo das aranhas de vida minha-própria–mente exaurida
Exaustão de ardores
Aleijado de andanças
Descrente de mudanças
Sem passado, sem memória, nem esperanças
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Fico - ficamos nós aqui
Vazios famintos de não falar
Empanturrados enjoados de tanto falhar
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DO CONCURSO QUE NÃO GANHEI - IV

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Evangelho segundo Maria Madalena (Paixão ahhh-pagável)
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Plana planície petrolífera posicionada pelas pastagens pestilentas pinicantes e poluídas
possuía pastores piedosos pronunciantes pelas palavras pacíficas
por precisarem pilotar pitorescas pobrezas pessoais.
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Plantações de planos pseudo-platônicos
principiados pelas petições pronunciadas pela parte primeira do poder
prostravam pendências perante pactário.
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Porém proliferam pelos planos planificados perigosos petrechos petulantes picantes
e principalmente pífios.
Pelos plan-altos passam pensamentos pagãos/puros.
Por planilhas pluri-plastificadas praticamente possuídas e protegidas
por pertencer parte para pagãos, parte para Papai piedoso,
pendulavam pedintes pulsantes por prazeres.
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Porém... pois... portanto, Pai poderoso principia paixões paternas
por portar-se puro perante pessoas pequenas.
Pessoas pálidas, porém,
pendiam prostradas por possuírem pedantes pasmaceiras pela perfeição.
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Pecados picados pirados pensados perambulavam profanados por pacíficas pessoas puras.
Pessoas puras porque pecados pairam paralíticos e pequenos perante piedade primordial.
Pecados populares passíveis passionais e paralelos
podem parecer pacatos por prestarem pontos positivos
para preces purificadoras.
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Portanto pecados purificáveis proliferavam praticamente praticados principalmente pelos próprios:
plantadores, pecadores, praticantes, pagãos, pirados, puros, pamonhas,
pescadores, pedintes, putas, padrinhos, padres, pastores, professores,
possuídos, passivos, pifados, pensadores, pagantes, parlamentares, pedestres,
pasmados, pessimistas, princesas, partidários, passageiros, patriotas, patroas,
patrocinadores, patriarcas, pederastas, piedosos, pilotos, pais-de-santo, pomposos
possíveis pensadores, psicopatas, porém povo profundamente pacífico.
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Populações passavam por passagens porretas
porque passaram pensando passivamente
pelas primeiras-penúltimas passagens
e perrengues paranóicos pessoais/públicos.
Parte pescadores puros por profissão pastor,
parte pecadores perdidos
porque parados por pétalas preciosas
e painas pagãs proferidas
pelas palavras polidoras
palestradas pela paz pastoreira,
pensaram pecaminosos por pocilga pamonha:
- Por que palpitamos por pessoas pecadoras/puras/putas?
- Podemos puní-las.
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Porém Pai primogênito
poderosamente pediu pela prostituta
em popular parlamento
promovendo petição
por possíveis palpites protetores pensados.
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Perversos puderam parir piedade
principalmente por partilharem pensamentos paspalhos pedintes.
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Pasmos por possuírem pilhas poluídas passadas pelas pseudo-purificações paroquiais,
passaram a possuir pena pela protegida primeira
por perceberem problemas pessoais de proletariados pífios.
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Protegida a puta,
pronunciou Papai permissão para partir para possíveis palácios
por paragens pertencentes a passagens-paraíso.
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Paraíso por prensarem a própria pureza paradoxal
possuída pelos paradigmas para-normais,
pós-primordiais para pessoas pífias.
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Passou para pátria de pavilhões pavorosamente piedosos,
pastosos e parafínicos.
Plantou passarelas de pandarecos,
passagens para próximas porradas pessoais proferidas pela população passada,
provavelmente presente,
primordialmente passadas por paixão por pessoas,
personagens pagãos.
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Partiu para prisão perpétua
por possuir piedade pomposa,
punidora própria.
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Punição pessoal por praticar pecados
passados por pobre pessoa puta pequena
possivelmente parida
para paralisar perversas paixões
por purezas particulares e protetoras.
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Pensou e passou passageiramente
pelas passagens por possuir perigo.
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Pincelou a própria pintura e partitura partida em paragem.
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Puniu-se pedindo piedade por povos,
pulsando pingentes perversos pinicados por punhos
pregados pilantramente pelos pobres pecadores pensadores.
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Partiu para Pai poderoso
pressionado por possuir paixão proibida:
pela puta,
própria poetiza prolixa por poema prescrito perante.

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DO CONCURSO QUE NÃO GANHEI - III

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contos de escárnio e mal viver de um alguém
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por entre os becos sem vez nem voz, onde só ruídos ruminantes ecoam sós,
nasce e cresce o que há de mais biológico no ser dito humano,
nasce e cresce meus desejos de podridão e picuinha,
nasce e cresce eu em tudo que renego e suplico,
nasce o suplício sadista de te ver em tão pouco
quando tanto poderias ser e ainda sim,
És.
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te invejo pois carregas na essência biológica
o tesouro maior que não conquistastes
nem nunca irá perder, pois está intrínseco
ainda que seco e sufocado,
e mesmo que cotidianamente podado em descuidos,
sempre consegue me transcender.
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não valorizas, por quê?
mas não, por favor, não valorizes,
pois me terás sempre aos teus pés e punhos.
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finja com verdade inteiriça o desvalor do meu implorar
e assim terás o gosto de me ver arrastando gozante,
perdendo em teus rastros a tamanha burguesia desprovida de genes,
dotada de calos, de contas de faz de conta,
de rotinas latejantes por não te ser.
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verás meus cabelos esticados, tingidos, bem tratados.
terás teus sebos engruvinhados, despontados e insistentes,
esvaindo sem direção às inspirações
que nego até o fim de todo toque primeiro,
então,
entrego-me minguante entre suas cracas e cascas-de-banana-banquete
de ratos amigos e caçados na solidão da fome
da corpulência modelada pela dureza dos esconderijos sujos.
a natureza em sua energia demente.
escória podre volumosa que lambuzo de desejos carnívoros,
que abuso,
mas,
recuo-me com medo na segurança longilínea da cobertura rica e carente
que se esconde pedinte e insone,
desesperadamente lamentante de gozo e dor.
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volto.
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volte pra mim, te imploro que aceites meus trocados,
bocados e boquetes inválidos de uma boca vazia, murcha.
teus lábios me preenchem inteiramente com tuas carnes,
me perdem sem volta em sua maciez.
teus membros me adentram num impulso de vômito e pavor.
me agarro nas grades.
te grito que pares pela palma que estancas meus sons,
que me impede de tudo,
que me roças em pelos-se,
que me seguras em pacificando-me,
que me controlas em ativando-te.
um desbaratino ondulatório e repetitivo
dos membros gigantes,
dos rostos sulcados,
da pele escura de lama,
dos olhos vermelhos de insanidade
o entorpecente pacificador
do corpo lustroso, e dinâmico de formas.
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formas meu desespero mais esperado.
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por dias e noites escorro-me de nojo pelo ralo do banheiro.
por dias e noites alucino-me de encontro à tua escassez sólida,
rígida de fome numa consistência noturna
que enxergo de longe
e me trai e atrai ao teu encontro.
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És o que não existe em mim.
És o escuro úmido e sádico do beco que me contem inteiramente
numa dominação sem piedade e sem medidas.
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na escuridão negra sofres e goza sem voz
num mudo de segurança insana.
teus espasmos de não prazer e de raiva me enchem de inveja e orgulho,
me enchem de vazios do término doloroso
que já nem olho mais
por temor da recaída
pela fome de ti em mim.
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não existe nós
pois te sou.
não existe eu
pois não sei se sou.
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viva o descontínuo do mundo,
pois vivo a compra do sonho.
seja sempre todo esse escuro,
todo esse escasso,
todo esse esquivo da sorte,
vizinho da morte,
escravo da beleza,
senhor de mim.
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DO CONCURSO QUE NÃO GANHEI - II

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Há morte e vida sem ferida?

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Na casa dos espelhos
Reflexos contínuos das possibilidades do meu ser
Que se permite ser o não sendo de tantos
Em tantos outros mundos dos poucos
Numa mudança desvairada e liberta
Das cópias claras do descontínuo poeta.
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Na casa dos reflexos
Convexos me monumentam por piedade
Por saberem-se frágeis e dependentes da forma
Que passiva se transforma
Em cada re-forma e arranjo novo
Que se possibilita sem controle.
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Na casa destes seres
A multidão grita o mudo do então choque
Que se eterniza nas paredes laminadas
Responsáveis pela displicência da aura
Que na aurora ou noturna
Onipresencia-se.
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Na casa das tantas próprias
Um repetitivo de gestos se estende
Em tudo que a mim transcende
Tomando-se de vontades próprias
Que se-me-desapropriam de mim
Numa correnteza de inovações.
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Na casa minha em meus
Vãos de invalidade se aglomeram no relento
Iniciados do momento que não me sustento
E despenco em desespero sem esperança
Em forma de sono num feto afetado
Demolido pelos cantos num passar de dias.
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Na casa-eu os olhares se encaram
Nos tantos outros ares que me afagam
Em tantos outros cômodos que acomodo
Os tantos outros elementos do que há de vir
Deste eterno oposto indeciso que redijo-me
Vendo as cópias aos montes
De sorrisos que se re-flexionam
Numa ciranda humana de bondades
Que sei serem verdadeiras
No ato em extinção primeira
Pois o mundo interno meu
Já se basta de em vão almejar.
Mas teimoso um reflexo longínquo
Guardou o sorriso ultimato
E me matando como só eu em outro me mato
Impôs o retorno reflexivo
Num ondular de alegramento
Pelos corredores infinitos
Num amansar de tristezas
Que se aproximou incisivo
Me fazendo sorrir,
Me fazendo rendido e redimido
Perdido e rodeado de imagens vivas
Vivendo-se em cada novo mundo
Que se expandia
Dos outros lados das películas
Onde não me permitido ir.
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Sou reflexo eu enfim dessas carcaças
Que se sentem e se sabem libertadas
Que querem e estão dispostas a pedir
Que choram e encharcam o assoalho da morada
Que se movem e ventam em refrescagem.
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Sou carcaça eu enfim destes meus iguais que tanto em tudo por mim se fazem num pânico desvairado de coincidências num suspirar prolongado em reticências que se esvoaça pelos planos verticais de uma eterna redundância gerundiando um contínuo som anasalável ondulando pendulando ricocheteando em cantos e melodramas constipados adoecendo-se constantemente em ênes numa infinidade de mantras sentimentais que estando no crescente das latências terminam acabando se tornando abundâncias em petulâncias estridentes nas reentrâncias acabando inconcluindo em intolerância da paciência que em demência em estância se fazendo explodindo indo indo vindo e findo sublimando engrandecendo consumindo apodrecendo desfazendo acabando refazendo anasalando acorrentando implorando enlouquecendo avolumando não podendo se rendendo sangrando cortando chupando esfomeando esvaziando discutindo gritando berrando chorando morrendo...

para em silêncio poder descansar.
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Na ex-casa dos espelhos
A carnificina ainda sangra em carnes fedidas
Mas quando bem vindas não fedem as feridas
Pois o massacre destes tantos heróis suicidas
De volta trouxe as minhas tantas outras vidas
Que banhadas nas loucuras, encontravam-se todas perdidas.
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Na ex-casa dos reflexos
A visão derradeira desta nebulosa miragem
Que mirabolante se multiplicou em real viagem
Que agora derradeira-se em senil aterrissagem
Num aéreo porto santo de dourada carruagem
Que já galopa a segurança da pacífica estalagem.
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Na ex-casa daqueles seres
Meus fantasmas se arrependem da morte
E berram a raiva da arrogante sorte
Que condena-se humilhada ao suicídio do corte
Pois a força enganada desvelou-se em nada forte
E a cópia rejeitada extingui-se num sem porte.
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Na ex-casa das tantas in-próprias
Um vazio se engrandece
E faminto ao porão desce
Pra pedir ao diabo em prece
Que o fim dele se aprece
Para que espaço em fim tivesse.
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Na ex-casa dele em seus
Se é que ela existiu,
O chão em pó ruiu,
O telhado já caiu,
Ninguém viu
Mas o louco apenas dormiu.
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(- Boa noite-se longamente, por favor!)

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DO CONCURSO QUE NÃO GANHEI

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Casa
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I
Onde moro eu enfim?
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Onde poderei eu morar um aconchego sem resquício?
Sem terço de quinto andar do vazio precipício?
Sem começo de todo sonho mudo vociferado interno em comício?
Sem término que cada punho que se soca emana em corte de cilício?
Ou sem tristeza torta vinda do penar altivo do edifício?
Onde posso eu morar enfim?
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Uma gruta num lugar?
Uma sala de espera, consultório-compulsório, doutorada em me des-esperar?
Um quarto sem lar?
Ou um quarto de tempo sem espaço nenhum?
Um átomo de horas sem vértices de algum?
Retas e traços desléxicos de mim?
Curvas de côncavos regaços convexos por mim?
Onde moro eu enfim?
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Não sei ainda dos lugares que me detêm
Nem mesmo dos momentos que de dentro vêm,
Tantos são os grotões de minhas vielas
Que em velas se iluminam em parafinas escorridas
Espalhadas apagadas ex-paralelas,
Mas que ainda enfeitam as cerâmicas frágeis,
Embalando de luz-lembrança o leito de cetim
Onde durmo pensando nas cascas d`alma
Que se encasulam e repousam em mim.
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II
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Lá há
Panelas de alumínio feito espelhos refletores,
Lustrosos de feijão e seus sabores,
Sazon de temperos de amores,
Sazonalidades de cortes e cores,
Vermelho-sangue-vivo-pomarolas,
Amarelo-doença-crença-virgem-que-me-enrolo-enrola,
Verde-vivo-vasto-vício-de-olho,
Florestas de ervas, tempero de molho
Num molho cosido cosendo o restolho
Que me resta das ervas loucas de uma infância não-fui-pimpolho.
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De molho cerzido o terno triste resiste em remendo,
Cortinas aladas dançam a música do fraco ao fortíssimo crescendo,
Frangalhos de colchas sábias retalhadas adotam-se de sereno,
Camisas dormitam no tanque alvejado do me redimo vivendo,
Sapatos dançam livres pela trilha que abri ainda pequeno
Entre altares que repartem espaços com memórias eternas do sendo.
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Lavrada lavanda lapida lavando os lençóis das bênçãos alvejantes
Que re-esfregam e secam refrescantes nos ventos zunidos cantantes
Que por entre frestas de madeira velha sapientizam corredores
Num mantra azulado de sóis e clamores
Que por nós lamentam-se sadista de dores
Num prazer fantasma clarividente em pavores.
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Cada canto sem espaço ecoa em coro meu coral primário
Num harmônico de vozes criadas por um companheiro ausente e solidário.
O misticismo do nunca conversa fiada com xale-escapulário,
E as horas arrastam-se temerosas em silêncio solitário
Por saberem da fraqueza das mobílias e armário
Que resistem não sei como aos avanços dos templários.
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III
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Peço perdão aos companheiros enrustidos neste lar,
Mas preciso dizer das maravilhas deste mim no sem lugar.
Um espaço feito estantes escaldantes de figuras
Que errantes embelezam os meus erros de auguras
Que habito em multidão intensa de poemas transbordantes,
Pois a lua vem sorrir misteriosa na janela exorbitante.
As florestas se estendem pelas salas das lembranças,
As escadas se suspendem pelas buscas das andanças
Minha infância é menina e dorme quieta sob o sol,
As janelas bailam soltas pelos ventos de arrebol
E se batem de alegria na folia destes dias
Que se expandem em cantorias cintilando harmonias.
Os meus sonhos brincam leves pelo ar em raro efeito
Num enfeite feito nuvem que se deita em peito leito.
Tantas artes se eternizam neste lar que habito eu,
Tantos olhos choram soltos por um tombo que doeu.
Os moleques criam asas na esperança de um sonho,
As bonecas saem livres pra dançar o som que ponho,
As estrelas me visitam na cadência do piano
E me falam da beleza que existe em outro plano,
Os meus dias são eternos neste tempo que habito,
Minha pressa foi-se embora, pois fundiu-se no sem grito,
Meus fantasmas foram loucos habitar outras paragens,
Os meus medos moram longe num lugar que é só miragem.
Minha dúvida finda certa na resposta dita assim:
Sei que moro entre morros nos cercados dos sem fim,
Sei que hoje moro manso nesta casa feita em mim.
Sei que agora posso dizer onde moro eu enfim.
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sexta-feira, 1 de setembro de 2006

Fotinha pop (é nóis na night)

Resolvi postar uma fotinhaaaa pop aqui no blog. É nóis na Trash 80 dançando até o chão mesmo. A noite inteira fazendo rodinha e gritando chão chão chão e a gente ia baixando e de repente era nego caindo pra um lado de bunda, risadaiada, pernas no meio das pernas (ôlôcô) e etc e tal.
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Fizemos um trenzinho que entrou praticamente todos que estavam no segundo andar da balada, e a gente pulava e batia a mão no teto, uma alegria só.
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Brincamos de eu-nunca no bar onde foi feito o esquenta e saiu cada uma que eu não posso nem pensar em contar. .Rolou coreografia com encenações diversas: "1, 2, 3 un pacito adelante Maria (e todo mundo com cara de amante latino e dando um passo pra dentro da roda) 1, 2, 3 un pacito pra traz (e povo pra fora).
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Teve rodada de pinga, gente tomando absinto, tequila, cervejas, ópera no meio do bar do esquenta: "IO VIVO BENE, MIO AMORE ÉS COMO UM TRENE, COM TODA LA FORZA, QUE O AMORE TIENE E E E E E E" - rsss. Também teve Axel Rose dando uma palhinha e Led Zepelinn cantando algumas ao vivo.
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Rolou parabéns cantado por todas as mesas à cada novo integrante da nossa que chegava.
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Jogamos um colega pra cima como se faz quando se ganha um jogo, e daí o segurança chegou e pediu pra gente parar. Daí rolou o comentário: Mas que saco, ele não deixa a gente fazer quase nada. kakakaka e mais risadaiadas.
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Teve povão acabado de tanto dançar, camiseta grudante, ir no banheiro pra molhar a cara, gentarada no palquinho tendo um dia de glória, paquera das bar-woman pra ganhar doses maiores. Foi bem da hora. Isso foi na sexta passada.
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Na foto da esquerda pra direita:.Ítalo, Juliana, Helton (camisa branca), Luiz Felipe, Mariana, Gustavo (camiseta verde musgo - rsss), Carol e Wagner. Tava o Fernando, mas ele tinha ido no banheiro vomitar nessa hora... rssss... é brincadeira...
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Reparem noszzz olhoszzzz. Tzava todzo mundzo dzi boa vééééééééé. Rsssss
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Dialoguinho do fim:
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- Bom, esse foi um desvio de conduta do meu blog, mas eu garanto que ele não vai se repetir. Tentarei manter o alto nível das postagens. É inadmissível uma decaída dessas senhor Wagner.
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- Que isso mermão, fica ae di boa que eu ixcrevo aqui u q q eu quisé e num tem neguinho ninhum que vai mi impedi, tu ta mintendendo. Sou livre aeeee vééééééé.
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- Ahhh meu Senhor dos céus purificados, rogai por essa pobre alma. Perdoai-vos todos, pois eles não sabem o que fazem no meio da noite perdida.
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- Ihhhh véééé, dá um tempo.
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Poderia continuar esse diálogo, mas não quero nada muito conclusivo nesse post. Ele é meio uma crítica, mas nem a crítica por traz do post será levada a sério, então encerra-se aqui.
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E agora a foto e a sinceridade plena: A noite foi muito legal... rssss
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