quarta-feira, 28 de maio de 2008

Pessoas

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Há pessoas que nem conhecemos direito e já deixam saudades quando se vão. Um olhar seguido de um sorriso que passou, meia dúzia de palavras, um assunto em comum. Coisas simples e corriqueiras. Por uns, anos não são suficientes para criar afinidade, já com outros, apenas alguns instantes bastam para nascer um bonito vínculo.
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O que traz o quase total descarte do tempo?!
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Acho que no meu caso é a simplicidade ou coisas boas que certas pessoas deixam transparecer sem ter noção de que estão fazendo. Um misto de simplicidade com sinceridade. Bondade. Talvez até ignorância. A ignorância não é totalmente ruim. Eu gosto da boa ignorância, da ignorância saudável. O mundo é lotado de fatos, conhecimentos, razões e desvarios abomináveis. A boa ignorância permite conservação. A ignorância me faz ignorar o tempo.
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Repito: Há pessoas que nem conhecemos direito e já deixam saudades quando se vão.
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Estive num território desconhecido esse final de semana. Uma cidade inédita. Cláudio. Lá conheci pessoas novas. Havia um grupo animado de Varginha que estava tocando por lá. Também conheci pessoas da própria cidade mesmo. Me impressionou as quantas diferentes propostas de vida que existem nesta vida para esta vida e como, mesmo com essa variedade, muitas vezes nós nos encontramos fechados dentro de padrões que não cremos que somos capazes de mudar. Para mim é muito bom não ignorar esta diversidade de possibilidades, nem que seja para nunca usar nenhuma além da que já uso.
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A liberdade me faz falta. Para me ver nervoso, basta podá-la. Fato...
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Nesta viagem ganhei liberdade, mesmo não tendo mudado nada de significativo em minha vida. Reformei um pouco meus olhos. Redescobri sonhos. Uns poucos, confesso, mas são essenciais.
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Sinto uma paz minimamente duradoura.
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Estou escrevendo apenas porque queria deixar isso registrado. Pensei na primeira frase ainda no desenrolar do momento e não queria que ela não se queda-se aqui. De resto, nem vou além.
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E viva as viagens recheadas de bons seres-humanos. E viva Minas que amo tanto...
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Me orgulho de ser um ótimo consumidor de almas!!! Mas me orgulho principalmente por conseguir novamente consumir sem desespero...
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Que assim seja...

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quinta-feira, 22 de maio de 2008

Não e nunca: O POST MAIS SINCERO DE TODOS OS TEMPOS

sabe o que eu acho mismbnonito dessa musicsaa, e a intruduçao de tão peuqneuna queoresto m e traz se há resto ???? não há resto, não nada, swo há uma [euqnez sem querer sem nada quanso ouço essa muscia não há nada do fundo do meu dcoraçso não vale nzo cabe em nad do ta mahnhao que megornei ao saber quede gtu napersta nada Zé o nível vai e tu te sebtes não é p[roblema meu nem teu so sei que de im não eztqbde bem nem de ti enm de nos há uu inacabado sem precocupacáo não há nada nada nadade nada naoseinti naenem tenho nada de de gti mas acontinuou dsbe qportuq e, por naohavera de vac;er a eona de nest euqe mesxo que cbte m nesmo que resmundeuhem vsei lnem Fo que não vles xsó sei que disse e que epor isso não vale nada a a pena disso naom há;m icios que fazem patyeb e di tei seibem o que fidog mais dre minha poare ao fazpatev dessaasas [alavras naopme gfaz partevde mim nap tenho o quw eubduzser enm eiicomomdizermaas fioda nem quero que qtenhaakgym sentido NE que se ligue um caps lockos nem que yq eze tenha sfisdfgodigi qurvoisss quenm nem sei qes seise sifod digo maas é assim que tns que r que er poi s assim ées o mais sincero se dei si , e sewi senem sei assim fa;co pois sej fi mdi menos de nim masn nasm enjab nazo velnbe nada não vale ua vvisgadavdessadfo na cane comorima de um pouemoam noa cane omcom Irma de uma porma não cabe como rima de ium pouam emajd deevre pteb cae o nive e e eu eue me isnto suk benincil reptegtindoremotni ndperenornopdkperemtomnod njncomomum ds amores masl vibidos e eu oterorde se dekjcqaso retepeti cutucando yebreavbebk b hvja , mlmek,s ,bjavkaaaaan bkjvkjv 3wbjkskb naue mabbelkbluqb ejhbm ake;lna zjsm ebelevm mankvk be, ;ma;nb ,nleb elnjloshhslkjdbvlajksdvkjasd b.kvbd;jvbdskjvbskjdbv;ksjbv kjb;kjbd;kjvb uco dcomo se deiz uma pensantivamene coisaisifca;ncao e sinetumentosatraves dfa si Ca ,asd nem mel vlhoende steqyesiuse dezfarz atravees da pusivajbkopisgbkhlkgvbn ficou ficuouobjbhibdudnad diso sobroummeun belhonviciode cshjnohr, upar de onorezsisipiocio em ciociocio bossos dês sibd os eofndoio paragarb jabver em onenivninoiosionqueum epnan mas nmcoe cnnpanvalebA PENANBA;N E CVALEUUMA UFUAGDAC EDSSA DOR,,..,.,. baop cabr como rima de um poema mas vaoe e vem e meinveneee me eincdena oanravcirmnmn de renote cauiuiu i nuinvel e EME eu memsdinto umnbenmsic,mmknmb retinfdom eo duvepjd como hum ditco rudcqado cum o velnhorntenxto batipo dosaamamate smalammamavdos mdfosmamADORE MALMFIVIVIDPNLKNbisvbgusvb e torteerror de dodeeivsnhvm cutueucando re.emenrfartdndonreledmavaonljhv kjhav r e [Ra não terveiacau edbe que nabejbjb nekubapenm m anmasn a eonakns naoenwibibykm,anbs bw bswxzhan b aonvcabe comoruima de ukm poemam ASIHBGUGDUGCV bkgkxv nmasn ehsba eh mgs xnxbxnca aoranzancor domcom n vuibddekiviuviuvx s aiabixbdivbwicnoikn hjakihbohgsjvqkbxc,BB sxb nbjhvasdjva bkjhavs;k cjvalkshj ljhv ;lihv ,Mn ,khjn mnv,Mn / bljhchdjnm bnj svljb hvs anbs nkjbskdjv csbdk jvbsdk jskjvbk s,jmblodib s dkjsbv bsdk jskj k kj klsjd djhfv bahjd v,smnd sv,ksjdb ,SM bk,js S,JDKB SKDJB ALDSCB ASDN MSCB
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ps: ninguém terá paciencia de ler, e por isso, por mais público que isso seja, ele sempre será SOMENTE meu... Que assim seja. Amém...

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Um desvario de mil palavras

Em cada cadência desvairada dessas palavras, não é o dito que me faz ir além. Não tenho muito o que falar. Como dizem por aí, se não tens o que contar, se cale. Mas pra mim não é bem assim que funciona. Nem a necessidade de dizer coisas, nem a relevância das palavras ditas me fazem continuar por essas linhas. O ato, para mim, se resume no fazer, no simples fazer sem vez, sem revolta, sem altos e baixos. O ato deve ser justificável nele mesmo quando isso não implica outrens que não sejam este daqui. Não necessito sentimentos pra escrever palavras. Vazias, confesso, mas palavras são e bastam agora. Somente palavras. Um monte delas, um monte daquelas que já escrevi um dia, mas que secaram de um tanto, ou ao menos se especificaram um bocado tanto que se resguardaram medrosas dentro de um local mais inatingível que há muitos anos atrás. Caso isso me acontece, isso fato se faz. Fato concreto, sentido. O que sinto posso manipular, manipulo pensamentos, sensações, dizeres, e coisas avulsas, mas alguns fatos são concretos e, mesmo quando afastados com força, retornam teimosos. São danados os fatos afastados. Já disseram palavras sobre isso. Me lembro, mas não sito. Se sito, incito. Insisto, resisto e persisto mais os meus. Uns vários, outros muitos de quando em quando. Ondas diversas. Já passou épocas de desvarios juvenis, mas como fazê-los comportados, se desvarios os são. São como são e, por isso, assim batizados estão. Caso contrário chamariam dogmas, regras, planilhas, pílulas, cabides, acordes fixos, arranjos clássicos, semáforos, doenças, antidepressivos, internet, Orkut, MSN, e-mail, enfim, outros nomes teriam que não o sigma de desvario. Desvarios são para se terem por horas, em horas pontuais, pílulas de desvarios contidos apenas espacialmente. Aquieto-te aqui nesse sem sentido. Aquieta-te aqui, meu caro. Desvarai-vos neste sem sentido neste pedaço medíocre que vos dou. Terás a eternidade de te sentir próprio de si. Tu és dono dos teus dizeres. Eu não sou. De outros amigos sim, mas destes teus não. Estás vivido e condenado a ser o que te imponho. E te imponho a liberdade de possuir teus dizeres. Te crio no ato de criares a ti próprio. Vá. Faça como fores. Seja como fizeres. Queira como podes. Sinta como poucos. Sinta-se sintaxe pura, uma gramática de tempos verbais anômalos. Um desquasímodo de palavrões. És assim porque assim podes ser. Uma fórmula para não se ter fórmulas. Mesmo os disformes pertencem à categoria deles. Mesmo os errados e fugidios são cercados se si. Mesmo nós, temos nossas formas e estamos circunscritos em regras da física, nem que seja da física quântica. Espiritualismo careca de se saber excessivo. Quandos e quantos assim não foram e por isso pior se fizeram. Ao menos no de menos, se sente demais. Uma invenção descaracterística de normalidades. Há preços a serem de complacência. Aliás, é o que mais havemos de haver nesses tantos monumentos de coisificação de desejos. Assim o mundo se define. Uma eterna, mutável e absoluta coisificação de desejos. O mundo é pior que muitos por aí, mas não há nada melhor que coisificar e ajustar realizações. Não é sempre que se está por essas bandas. Já condenaram a coisificação das coisas e nem sabemos por onde começaram a fazê-las, nem o que de pior se chamaram deste entorno, mas, fato é que coisas sempre foram tornáveis, já que a existência é uma eterna permissão de sis. A repressão é apenas um adio, um ódio. Mas logo se fará coisa além e posto em terra posto que em terra deveria já estar. Transforma-te sem realizar!!! Não conseguirá. A mudança mundana impera. O transtorno transfôrmo é no absoluto do verbo de ligação. Trans-forma-ação. Muitas delas nos somos. Diversas. Desvairadas. Já nem sei, sou em demasia, mas pelo menos se vivo, convivo, e estejo. A existência é uma eterna permissão de sis. Morrerás de tanto não ser, se assim se fizer e quiser e puder fazer. O que posso não quero e nem o contrário disso. Haveríamos de detestar, mas, como sentimos e pensamos como aquilo que queremos ou não, não quero e por isso o contrário se faz. Sou negação, pois só assim construo a desconstrução que me faz melhor. Caminha-te para a luz e te fará cego. Caia na escuridão e poderás, pela falta de outras, imaginar as mais belas luzes que te guiarão por onde quiseres. O caminho sempre te será real se o mais profundo de ti assim crer. Assim é o desvario. Um acúmulo de dizeres que, como vejo, quanto mais se acumula, mas volumoso se fará quando assim permiti-se de ser. Coitado dos desvarios e dos seus feitores, não tão bem feitores assim. Mal feitores. Somos condenáveis por quem seja, mas principalmente por nós mesmos. Haveremos de condenados ser, já que não há alternativa melhor para enumerar. A lógica irracional deve ser limiar da cadencia degradativa do racional absurdo para poder ser minimamente novamente caminhável. E esse limiar razão – desrazão, não é feito de pequenos atos e atuações. Linha tênue e inexistente, por mais excludente, apesar do e, que a ordem inebria. Palavras são constelações quando pospostas. Propostas que nascem e acrescentam-se inevitavelmente num desenrolar casado. Se vão, em vão, mas vão por vãos, ainda sim, que cada um de nós nos propomos a abrir. Caso queiramos, caso assim se faça. Só se faz se se faz. Caso contrário não há de se fazer. Há palavras que não pedem permissão, mas nenhuma delas invade sem haver uma mínima porta. Olhos e olhares são como são e por eles, seres diversos em si, temos nós o nosso direito de barrar, prosseguir. Sempre há uma escolha mediana que seja. Uma variação de caminho. Um qualquer módulo. Uma qualquer qualquer. Os desvarios são tardes. Sempre tardes demais. Quase nunca se está dono do tempo. Nem eles, nem nós. Quando descobre-se que as palavras são armas mortais, daí já é tarde demasiada. Nove palavras me restam agora. Escassez de armas. Mil. Basta!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Poesia derradeira

Quando
Derramar
Me
Por
Inteiro
Estarei
Gota
a
Gotamente
Repleto de mim

terça-feira, 13 de maio de 2008

Fatos reais

Hoje sonhei que entrava numa jangada e partia para o mar. Nessa jangada estavam pessoas conhecidas na vida real. Sei o nome de algumas que já foram meus companheiros em diversas loucuras pela vida. Começamos a beber por farra e ficamos muito bêbados. Quando eu já estava inconsciente de bebida, o barco foi atropelado por uma lancha motorizada, rachou no meio e todos caímos no mar. Me lembro que naufraguei por horas e horas num mar escuro e perdido de todos que estavam comigo naquele barco. Tive diversos lapsos de consciência. Só a recobrei um pouco melhor quando estava numa outra festa em outro barco. Bebi novamente e perdi a consciência. Recobrei novamente quando estava flutuando no meu do mar, daí descobri que havia naufragado de novo. Isso aconteceu mais uma vez. Foram 3 naufrágios. Era um desvario completo. Eu rodava diversas vezes em torno do meu próprio eixo, não sabia o que fazer, nem queria fazer nada de concreto. Não queria recobrar a consciência definitiva pois tinha medo do sentiria. Estava tudo escuro e eu nem sabia para que direção estava a terra, por isso não podia nadar. Não via o dia há dias, pois sempre estava inconsciente durante as horas claras. Não me lembrava de ser resgatado. Apenas estava em festas, depois no meio do mar. Fiquei assim, nesse delírio por muito tempo. Quando estava louco dentro da água e no meio do mar, sentia medo, angustia e outros sentimentos que não me afetavam muito porque estava muito bêbado para pensar profundamente e senti-los como os deveria sentir. Era um misto de alívio e culpa por estar bêbado. A bebida era uma proteção. Foi quando uma pessoa que estava por lá (eu sei quem é, mas não vou dizer o nome), mas fora d’água, gritou meu nome. Eu olhei para uma direção, de repente fez-se dia e vi que eu estava perto de uma praia. As ondas estavam fortes, eram enormes, mas, por estar meio inconseqüente, fui nadando com força para ela e aproveitei o impulso de uma onda para me jogar na areia. No que cheguei na praia não estava mais bêbado. O esforço de nadar tinha me deixado sóbrio. Senti a areia e gostei. Era uma areia grossa e que podia ter me machucado com a queda de cima da onda, mas não machucou. No canto da praia havia uma tenda que se parecia com a de uma Rave futurista, só que estava escrito em letras bem grandes que lá havia internet. Fui na direção contrária por instinto. A praia era um misto da praia maior de Trindade com a praia Tartaruguinha de Búzios onde eu costumava mergulhar quando pequeno. Logo fui voluntariamente recobrando a consciência, saindo do sonho e acordando. Fiquei meio sonolento por alguns instantes sobre a cama até que ouvi um estrondo no banheiro de casa. Pensei que poderia ser o vizinho ligando o chuveiro, afinal já era 6 da manhã de hoje (ontem) e ele poderia estar tomando banho. Mas também pensei que poderia ser o encanamento que estava arrebentando e que logo a água inundaria minha casa. Esses pensamentos duraram uns 10 segundos e logo levantei com pressa. No que estava chegando no banheiro a água já estava saindo pelo corredor. Abri a porta, a água saia com muita força já que moro no quarto andar de um prédio com 13 pavimentos. Fechei o registro, mas nesse pouco tempo a água que havia saído era suficiente para inundar a kit net inteira. E inundou. Retirei do chão o pedal do meu teclado e coloquei o modem da internet sobre um prato. O resto poderia ter contato com a água. Voltei pra cama, ia limpar aquilo mais tarde e fiquei pensando em como o sonho estava ligado com aquilo que tinha acabado de me ocorrer. Sonhei que estava naufragando sem direção, estava constantemente bêbado. Uma voz conhecida me acordou, nadei com força para uma praia que me era familiar e querida. O esforço me tornou sóbrio. Chegando na praia me acordei na vida real porque quis, logo o cano de casa estourou, mas, como havia me acordado, pude conter a inundação e impedir que a água jorrasse sem parar e acabasse com a minha kit net. Olhei para o quarto e ele estava com uma fina lâmina d’água que poderia ter muitos centímetros a mais não fosse meu esforço, em sonho, para recobrar a terra firme, os pés no chão e a consciência em ambos os planos. Deixei de ser náufrago no mundo do inconsciente, sai do sonho quando estava em terra e isso me fez salvar minha casa, o meu castelo, de uma inundação. Parei de naufragar em sonhos e assim pude me salvar de um naufrágio na vida real. Intrigante, não?! Muito significativo o sonho e as pessoas envolvidas. Isso Freud explicaria e eu também. Mas, o como e o porquê de eu ter recobrado a consciência para evitar a tragédia na vida real ele não é capaz de explicar. Já eu, tenho minhas teorias...

domingo, 11 de maio de 2008

Poucas palavras...

Prefiro pensar no fim como definitivo
Pois assim me faço chorar mais uma vez
Um choro bom, sem delírios
Um choro certo, pois é necessário e saudável.
Não escrevo mais como antigamente
Talvez porque os sentimentos não perdurem o suficiente,
A razão toma conta da escrita e de tudo ao meu redor.
Ou quase tudo...
Digo quase, pois minhas memórias mais profundas são inatingíveis.
Elas ficam somente com elas mesmas
E não permito que sejam analisadas pelos meus olhos atuais.
Assim deve ser
Pois assim fomos
Estávamos inteiros
Livres
Imperfeitos, mas lindos...
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Todos nós!!!

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Do fim daquela noite...


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Há de se fazer com a vida o melhor com o que ela fez de nós.

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Sempre!!!

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Coisas que passam

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O próprio acirramento do capitalismo será responsável pelo enfraquecimento da mais-valia.
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quarta-feira, 7 de maio de 2008

Conclusões das horas de conversa

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Cativar e se deixar cativar por alguém compatível com voce é a maior prova de que se tem uma mínima saúde social/ mental...
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Somos profundos e essa profundidade traz a renovação e o interesse contínuos...
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sábado, 3 de maio de 2008

Jogo das placas

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Eu sei lá quando comecei a brincar com esse negócio, só sei que hoje em dia acabei inventando um monte de regras pra esse jogo e, resolvi passá-las pro papel, já que já estavam bem fixadas na minha cabeça há muito tempo.
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O esquema é o seguinte, quando se está no trânsito, repara-se nas placas dos carros e vai fazendo combinações de acordo com a soma dos números que estão nas placas vistas.
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A principal regra é a do número sete. Ele é o principal número a ser formado. Quando forma um sete, ele fica do lado esquerdo, quando formam dois, eles ficam no primeiro e terceiro lugar contando da esquerda pra direita. As unidades que não entram ficam colocadas nos dois outros lugares. Números maiores ficam na esquerda. Essa regra é geral e quebra a regra que diz que o sete deve ficar na esquerda. Após a formação de um oito, a regra de intercalar some, ou seja, deve-se formar 9988 ao invés de 9898.
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Tem mais regras como a de dar prioridade pros números ímpares menores que sete no caso da soma total ser oito, por exemplo. O cinco fica na segunda casa e o três na terceira por conta dessa regra.
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Outra regra é aquela que diz que formar setes é mais importante que achar setes prontos nas placas e, quanto mais variedade de números, melhor, por isso a placa mais valiosa é a 9865 que não contem setes, tem a soma para formar quatro deles, não repete nenhuma unidade e os números já estão posicionados em ordem decrescente da esquerda pra direita. Ou seja, perfeita pra jogar o jogo!!! rsssss
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A lista abaixo ilustra, caso a caso, todas as somas possíveis com os números das placas. No caso de duas combinações, elas estão colocadas em ordem de importância, ou seja, a que está antes do OU é mais importante, vale mais pontos e deve ser priorizada.
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Progressões decrescentes e crescentes são bem vindas, nessa ordem e, as letras, quanto mais iguais ou contendo alguma palavra como "ano", "nos", "viu", "uno", "fox", "tap" (rsss) melhor.
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O que mais me empolgou nesse jogo foi que sempre dava certo e as regras foram sendo formadas de maneira muito natural, eu nunca tive que parar pra pensar como organizar uma placa, a organização simplesmente era possível e satisfatória de alguma maneira.
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Ei-la...
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0- 0000
1- 0001
2- 0011
3- 0111
4- 0031 ou 1111
5- 0500
6- 0123 ou 0501
7- 7000
8- 0531 ou 7001
9- 7011
10- 7030 ou 7111
11- 7031
12- 7500
13- 7501
14- 7070
15- 7170
16- 7531 ou 7171
17- 7271
18- 7272
19- 7372
20- 7373
21- 7770
22- 7771
23- 7772
24- 7773
25- 7774
26- 7775
27- 7776
28- 7777 (Melhor placa para formar essa combinação é: 9865)
29- 8777
30- 9876 ou 8877 (o sete já está superado, por isso vale mais o decrescente)
31- 8887
32- 8888
33- 9888
34- 9988
35- 9998
36- 9999
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Curiosidade sobre as placas:
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As placas não são distribuídas conforme vai necessitando. Há uma regra já estipulada. Ela está ilustrada abaixo:
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Paraná - AAA 0001 a BEZ 9999
São Paulo - BFA 0001 a GKI 9999
Minas Gerais - GKJ 0001 a HOK 9999
Maranhão - HOL 0001 a HQE 9999
Mato Grosso do Sul - HQF 0001 a HTW 9999
Ceará - HTX 0001 a HZA 9999
Sergipe - HZB 0001 a IAP 9999
Rio Grande do Sul - IAQ 0001 a JDO 9999
Distrito Federal - JDP 0001 a JKR 9999
Bahia - JKS 0001 a JSZ 9999
Pará - JTA 0001 a JWE 9999
Amazonas - JWF 0001 a JXY 9999
Mato Grosso - JXZ 0001 a KAU 9999
Goiás - KAV 0001 a KFC 9999 - NFC 0001 a NGZ 9999
Pernambuco - KFD 0001 a KME 9999
Rio de Janeiro - KMF 0001 a LVE 9999
Piauí - LVF 0001 a LWQ 9999
Santa Catarina - LWR 0001 a MMM 9999
Paraíba - MMN 0001 a MOW 9999
Espírito Santo - MOX 0001 a MTZ 9999
Tocantins - MVL 0001 a MXG 9999
Alagoas - MUA 0001 a MVK 9999
Rio Grande do Norte - MXH 0001 a MZM 9999
Acre - MZN 0001 a NAG 9999
Roraima - NAH 0001 a NBA 9999
Rondônia - NBB 0001 a NEH 9999
Amapá - NEI 0001 a NFB 9999
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Casos reais:
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Estas placas aqui embaixo, se aplicássemos as regras do jogo, a primeira ficaria 7501 e a segunda ficaria 0531 ou 7001. Essa segunda é muito boa já que repete letras, não repete números e ainda está naturalmente em progressão crescente.

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Enfim, um jogo bem loko, mas que serve bem para passar o tempo.
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