Esse texto ficou grande, mas eu não vou dividir ele em 2 ou 3 Posts não. Tenham paciência, vocês têm uma semana pra lê-lo. Até domingo que vem ou mais ou menos isso. O texto tá aqui em baixo:
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Metade de mim acredita em tudo que é possível de se acreditar ou que é acreditado, porque apenas pelo fato de existir alguém acreditando naquilo já basta para energias estarem sendo canalizadas para o elemento ou a coisa que for. Não sabemos quantas coisas pensantes existem nos Universos e nem a capacidade que elas tem de crer ou criar alguma coisa para se crer e se fortalecer, portanto, tudo tem a possibilidade de existir. Somos pequenos Deuses criadores de Universos e realidades diversas que se originam da nossa própria fé. Talvez Deus seja a síntese de todas as coisas possíveis não por ele ser absoluto, mas por ele ser adaptável. Deus respeita as crenças e se adapta às diferentes formas de acreditar e ver a criação, tomando assim formas diversas e se manifestando de acordo com a receptividade e aceitabilidade de cada um de seus filhos.
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Mas metade de mim não acredita em nada. Não acredita em nada por começar não acreditando na minha própria existência e daí em diante todo o meu mundo se torna irreal como eu próprio, o centro dessa medíocre realidade fraudulenta segundo meu campo visual. Aí vem alguém e me diz: “Não, mas eu sinto isso” ou “Eu sinto coisas variadas” ou “Eu sei que é assim porque eu vi” ou “Eu vi uma luz brilhante saindo de sei lá onde” ou etc... Desculpe, mas essa parte de mim não vai acreditar em você, seja você quem for, e esse alguém pode ser eu mesmo. A cabeça do homem é impressionantemente imaginativa e é o centro de toda razão e de toda percepção. Mesmo se estivermos falando de percepções especiais ou extra-sensoriais, não temos garantias, por mais convincentes e intensas que essas sensações sejam, de que elas são verdadeiras e correspondem a coisas especiais e talvez divinas.
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Nós somos seres limitados pela própria imensa quantidade de recursos que temos por sermos apenas humanos. Não dá pra acreditar em tudo porque podemos ser uma coisa separada, fechada e capazes de inventar mundos internos maravilhosos ou não, mas que sejam completamente restritos a nós e não influenciem em nada o todo, negando essa relação de macro e micro, tudo em tudo e etc. Está certo que a gente pode sentir o bater da asa da borboleta japonesa no furacão que se formou nos Estados Unidos como diria aquela teoria que serviu de inspiração para o “Efeito Borboleta”, mas pensa bem numa coisa, a sensação de macros e micros, a sensação em si pode muito bem ser criada por nós dentro da nossa cabeça e da nossa capacidade de nos convencer e de nos enganar, por quê não???
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Usei a palavra Sensação por talvez ser a coisa mais convincente que existe. Ela é muito mais que o contato que você teve com a coisa X, é a interação fruto do contato que já foi estabelecido por meio de qualquer sentido que seja. Quando alguém fala – “oh, eu sinto isso, isso me faz bem”, “eu sinto que fulano é especial”, “eu sinto que a Embocadura é um portal” (vamos ser um pouco mais diretos – mas nem tanto quanto eu gostaria), “eu sinto que Itanhandu é uma cidade sagrada”, “eu vi um duende ali”, “eu entrei dentro de uma caverna que dava pra ver o céu” – ou sei lá mais o que, pode com certeza ser verdade, mas pode também ser tudo uma grande invenção. Não acho que tem gente mentirosa nesse meio (me refiro ao meio de Itanhandu já que em São Paulo esse assunto é menos freqüente ou às vezes inexistente – que pena), acho que cada um acredita muito nas coisas que fala e vê e sente e tal, mas que todos nós podemos estar numa direção completamente oposta ao que é verdade, ah isso eu acho TAMBÉM...
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Digo TAMBÉM porque eu acredito nisso tudo que eu acabei de dizer, mas como disse no começo eu acredito TAMBÉM que tudo pode ser verdade, por sermos nós pequenas fontes vivas do criador e que por isso podemos criar coisas próprias possíveis e passíveis de existir, mas que sejam no fundo desdobramentos de uma coisa só.
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Umas perguntinhas pra complementar o texto que não ficou tão legal:
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Será que nós existimos?
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Será que é bom não negar a existência do próprio Deus?
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Será que não tem gente ficando “atrasado” na vida HUMANA por estar se deixando levar ou por estar se escorando em crenças e possibilidades de ter missões especiais aqui na Terra?
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Será que tem gente que não quer acordar?
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Será que tem gente que voltou a dormir? Talvez eu próprio, ou metade de mim?
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Se as crenças são para nos ajudar a viver também a vida terrena, seria egoísmo ou mesquinharia acreditar em Deus só quando necessário? Deus precisa das nossas crenças ou simplesmente do nosso bem estar? Ou Deus não precisa de nada que venha de nós? Se ele tem uma misericórdia enorme e um amor infinito (o que já é questionável), a gente não pode pecar um tanto e depois pedir perdão e ir pro céu que a gente acredita?
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Seria Deus uma criação do homem para amenizar as durezas do caminho (provações ou qualquer outro nome) e assim prevenir a manifestação das franquezas humanas? Seria Deus um atalho para chegar até Deus? Ou melhor, seria Deus um atalho para chegar até ELE próprio?
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Talvez a única certeza que a gente tenha seja em relação à dúvida, ou talvez nem isso.
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Se alguém quiser responder alguma dessas perguntas não me dá resposta romântica não que não é o que eu quero ouvir agora. Eu também acredito nelas, mas não é o que vai sanar a minha dúvida agora. Tem que ser uma que satisfaça o meu lado cético ou chato que não acredita em nada. O que é mais legal é que eu não me sinto perdido acreditando em coisas diferente, nem falso ou oportunista. Eu me sinto apenas sendo eu e é melhor, pelo menos em relação a isso, eu ter certeza e parar de duvidar.
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Vou terminar com um escrito muito legal que me disseram que eu fiz em outra vida e metade de mim acredita, mas a outra não:
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Metade de mim acredita em tudo que é possível de se acreditar ou que é acreditado, porque apenas pelo fato de existir alguém acreditando naquilo já basta para energias estarem sendo canalizadas para o elemento ou a coisa que for. Não sabemos quantas coisas pensantes existem nos Universos e nem a capacidade que elas tem de crer ou criar alguma coisa para se crer e se fortalecer, portanto, tudo tem a possibilidade de existir. Somos pequenos Deuses criadores de Universos e realidades diversas que se originam da nossa própria fé. Talvez Deus seja a síntese de todas as coisas possíveis não por ele ser absoluto, mas por ele ser adaptável. Deus respeita as crenças e se adapta às diferentes formas de acreditar e ver a criação, tomando assim formas diversas e se manifestando de acordo com a receptividade e aceitabilidade de cada um de seus filhos.
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Mas metade de mim não acredita em nada. Não acredita em nada por começar não acreditando na minha própria existência e daí em diante todo o meu mundo se torna irreal como eu próprio, o centro dessa medíocre realidade fraudulenta segundo meu campo visual. Aí vem alguém e me diz: “Não, mas eu sinto isso” ou “Eu sinto coisas variadas” ou “Eu sei que é assim porque eu vi” ou “Eu vi uma luz brilhante saindo de sei lá onde” ou etc... Desculpe, mas essa parte de mim não vai acreditar em você, seja você quem for, e esse alguém pode ser eu mesmo. A cabeça do homem é impressionantemente imaginativa e é o centro de toda razão e de toda percepção. Mesmo se estivermos falando de percepções especiais ou extra-sensoriais, não temos garantias, por mais convincentes e intensas que essas sensações sejam, de que elas são verdadeiras e correspondem a coisas especiais e talvez divinas.
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Nós somos seres limitados pela própria imensa quantidade de recursos que temos por sermos apenas humanos. Não dá pra acreditar em tudo porque podemos ser uma coisa separada, fechada e capazes de inventar mundos internos maravilhosos ou não, mas que sejam completamente restritos a nós e não influenciem em nada o todo, negando essa relação de macro e micro, tudo em tudo e etc. Está certo que a gente pode sentir o bater da asa da borboleta japonesa no furacão que se formou nos Estados Unidos como diria aquela teoria que serviu de inspiração para o “Efeito Borboleta”, mas pensa bem numa coisa, a sensação de macros e micros, a sensação em si pode muito bem ser criada por nós dentro da nossa cabeça e da nossa capacidade de nos convencer e de nos enganar, por quê não???
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Usei a palavra Sensação por talvez ser a coisa mais convincente que existe. Ela é muito mais que o contato que você teve com a coisa X, é a interação fruto do contato que já foi estabelecido por meio de qualquer sentido que seja. Quando alguém fala – “oh, eu sinto isso, isso me faz bem”, “eu sinto que fulano é especial”, “eu sinto que a Embocadura é um portal” (vamos ser um pouco mais diretos – mas nem tanto quanto eu gostaria), “eu sinto que Itanhandu é uma cidade sagrada”, “eu vi um duende ali”, “eu entrei dentro de uma caverna que dava pra ver o céu” – ou sei lá mais o que, pode com certeza ser verdade, mas pode também ser tudo uma grande invenção. Não acho que tem gente mentirosa nesse meio (me refiro ao meio de Itanhandu já que em São Paulo esse assunto é menos freqüente ou às vezes inexistente – que pena), acho que cada um acredita muito nas coisas que fala e vê e sente e tal, mas que todos nós podemos estar numa direção completamente oposta ao que é verdade, ah isso eu acho TAMBÉM...
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Digo TAMBÉM porque eu acredito nisso tudo que eu acabei de dizer, mas como disse no começo eu acredito TAMBÉM que tudo pode ser verdade, por sermos nós pequenas fontes vivas do criador e que por isso podemos criar coisas próprias possíveis e passíveis de existir, mas que sejam no fundo desdobramentos de uma coisa só.
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Umas perguntinhas pra complementar o texto que não ficou tão legal:
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Será que nós existimos?
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Será que é bom não negar a existência do próprio Deus?
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Será que não tem gente ficando “atrasado” na vida HUMANA por estar se deixando levar ou por estar se escorando em crenças e possibilidades de ter missões especiais aqui na Terra?
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Será que tem gente que não quer acordar?
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Será que tem gente que voltou a dormir? Talvez eu próprio, ou metade de mim?
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Se as crenças são para nos ajudar a viver também a vida terrena, seria egoísmo ou mesquinharia acreditar em Deus só quando necessário? Deus precisa das nossas crenças ou simplesmente do nosso bem estar? Ou Deus não precisa de nada que venha de nós? Se ele tem uma misericórdia enorme e um amor infinito (o que já é questionável), a gente não pode pecar um tanto e depois pedir perdão e ir pro céu que a gente acredita?
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Seria Deus uma criação do homem para amenizar as durezas do caminho (provações ou qualquer outro nome) e assim prevenir a manifestação das franquezas humanas? Seria Deus um atalho para chegar até Deus? Ou melhor, seria Deus um atalho para chegar até ELE próprio?
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Talvez a única certeza que a gente tenha seja em relação à dúvida, ou talvez nem isso.
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Se alguém quiser responder alguma dessas perguntas não me dá resposta romântica não que não é o que eu quero ouvir agora. Eu também acredito nelas, mas não é o que vai sanar a minha dúvida agora. Tem que ser uma que satisfaça o meu lado cético ou chato que não acredita em nada. O que é mais legal é que eu não me sinto perdido acreditando em coisas diferente, nem falso ou oportunista. Eu me sinto apenas sendo eu e é melhor, pelo menos em relação a isso, eu ter certeza e parar de duvidar.
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Vou terminar com um escrito muito legal que me disseram que eu fiz em outra vida e metade de mim acredita, mas a outra não:
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“Sonhos são imperfeições do sono; mesmo assim, é a consciência a imperfeição do acordar.
Sonhos são impurezas na circulação do sangue; mesmo assim, é a consciência uma desordem da vida.
Sonhos não têm proporção, nem bom senso, nem verdade; assim também é a consciência.
Acordado do sonho, a verdade é conhecida; acordado do acordar, a Verdade é - O Desconhecido”.
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Eu não quero acabar com nada, nem ficar botando minhoca na cabeça do povo. Eu acho que o mais importante a se dizer em relação a isso tudo, é que acreditando a pessoa no que for, ela deve dosar bem os sacrifícios e a dimensão que suas crenças tem em relação à vida dela daqui da Terra, assim como a importância que ela dá aos compromissos de sua vida humana.
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VIDA HUMANA = homem trabalhador e que vê Fantástico no Domingo.
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É diferente de...
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VIDA NA TERRA = homem trabalhador que vê Fantástico no Domingo + homem que vai a missa ou que faz ritual na Embocadura ou os dois.
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Ainda bem que mesmo eu sabendo que eu não vou tão cedo ter certeza em relação a alguma coisa, eu não fico com preguiça de caminhar, graças a Deus... Hehehe...
Sonhos são impurezas na circulação do sangue; mesmo assim, é a consciência uma desordem da vida.
Sonhos não têm proporção, nem bom senso, nem verdade; assim também é a consciência.
Acordado do sonho, a verdade é conhecida; acordado do acordar, a Verdade é - O Desconhecido”.
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Eu não quero acabar com nada, nem ficar botando minhoca na cabeça do povo. Eu acho que o mais importante a se dizer em relação a isso tudo, é que acreditando a pessoa no que for, ela deve dosar bem os sacrifícios e a dimensão que suas crenças tem em relação à vida dela daqui da Terra, assim como a importância que ela dá aos compromissos de sua vida humana.
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VIDA HUMANA = homem trabalhador e que vê Fantástico no Domingo.
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É diferente de...
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VIDA NA TERRA = homem trabalhador que vê Fantástico no Domingo + homem que vai a missa ou que faz ritual na Embocadura ou os dois.
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Ainda bem que mesmo eu sabendo que eu não vou tão cedo ter certeza em relação a alguma coisa, eu não fico com preguiça de caminhar, graças a Deus... Hehehe...