domingo, 28 de agosto de 2005

Metades de mim (devem ser mais de 2)

Esse texto ficou grande, mas eu não vou dividir ele em 2 ou 3 Posts não. Tenham paciência, vocês têm uma semana pra lê-lo. Até domingo que vem ou mais ou menos isso. O texto tá aqui em baixo:
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Metade de mim acredita em tudo que é possível de se acreditar ou que é acreditado, porque apenas pelo fato de existir alguém acreditando naquilo já basta para energias estarem sendo canalizadas para o elemento ou a coisa que for. Não sabemos quantas coisas pensantes existem nos Universos e nem a capacidade que elas tem de crer ou criar alguma coisa para se crer e se fortalecer, portanto, tudo tem a possibilidade de existir. Somos pequenos Deuses criadores de Universos e realidades diversas que se originam da nossa própria fé. Talvez Deus seja a síntese de todas as coisas possíveis não por ele ser absoluto, mas por ele ser adaptável. Deus respeita as crenças e se adapta às diferentes formas de acreditar e ver a criação, tomando assim formas diversas e se manifestando de acordo com a receptividade e aceitabilidade de cada um de seus filhos.
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Mas metade de mim não acredita em nada. Não acredita em nada por começar não acreditando na minha própria existência e daí em diante todo o meu mundo se torna irreal como eu próprio, o centro dessa medíocre realidade fraudulenta segundo meu campo visual. Aí vem alguém e me diz: “Não, mas eu sinto isso” ou “Eu sinto coisas variadas” ou “Eu sei que é assim porque eu vi” ou “Eu vi uma luz brilhante saindo de sei lá onde” ou etc... Desculpe, mas essa parte de mim não vai acreditar em você, seja você quem for, e esse alguém pode ser eu mesmo. A cabeça do homem é impressionantemente imaginativa e é o centro de toda razão e de toda percepção. Mesmo se estivermos falando de percepções especiais ou extra-sensoriais, não temos garantias, por mais convincentes e intensas que essas sensações sejam, de que elas são verdadeiras e correspondem a coisas especiais e talvez divinas.
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Nós somos seres limitados pela própria imensa quantidade de recursos que temos por sermos apenas humanos. Não dá pra acreditar em tudo porque podemos ser uma coisa separada, fechada e capazes de inventar mundos internos maravilhosos ou não, mas que sejam completamente restritos a nós e não influenciem em nada o todo, negando essa relação de macro e micro, tudo em tudo e etc. Está certo que a gente pode sentir o bater da asa da borboleta japonesa no furacão que se formou nos Estados Unidos como diria aquela teoria que serviu de inspiração para o “Efeito Borboleta”, mas pensa bem numa coisa, a sensação de macros e micros, a sensação em si pode muito bem ser criada por nós dentro da nossa cabeça e da nossa capacidade de nos convencer e de nos enganar, por quê não???
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Usei a palavra Sensação por talvez ser a coisa mais convincente que existe. Ela é muito mais que o contato que você teve com a coisa X, é a interação fruto do contato que já foi estabelecido por meio de qualquer sentido que seja. Quando alguém fala – “oh, eu sinto isso, isso me faz bem”, “eu sinto que fulano é especial”, “eu sinto que a Embocadura é um portal” (vamos ser um pouco mais diretos – mas nem tanto quanto eu gostaria), “eu sinto que Itanhandu é uma cidade sagrada”, “eu vi um duende ali”, “eu entrei dentro de uma caverna que dava pra ver o céu” – ou sei lá mais o que, pode com certeza ser verdade, mas pode também ser tudo uma grande invenção. Não acho que tem gente mentirosa nesse meio (me refiro ao meio de Itanhandu já que em São Paulo esse assunto é menos freqüente ou às vezes inexistente – que pena), acho que cada um acredita muito nas coisas que fala e vê e sente e tal, mas que todos nós podemos estar numa direção completamente oposta ao que é verdade, ah isso eu acho TAMBÉM...
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Digo TAMBÉM porque eu acredito nisso tudo que eu acabei de dizer, mas como disse no começo eu acredito TAMBÉM que tudo pode ser verdade, por sermos nós pequenas fontes vivas do criador e que por isso podemos criar coisas próprias possíveis e passíveis de existir, mas que sejam no fundo desdobramentos de uma coisa só.
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Umas perguntinhas pra complementar o texto que não ficou tão legal:
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Será que nós existimos?
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Será que é bom não negar a existência do próprio Deus?
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Será que não tem gente ficando “atrasado” na vida HUMANA por estar se deixando levar ou por estar se escorando em crenças e possibilidades de ter missões especiais aqui na Terra?
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Será que tem gente que não quer acordar?
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Será que tem gente que voltou a dormir? Talvez eu próprio, ou metade de mim?
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Se as crenças são para nos ajudar a viver também a vida terrena, seria egoísmo ou mesquinharia acreditar em Deus só quando necessário? Deus precisa das nossas crenças ou simplesmente do nosso bem estar? Ou Deus não precisa de nada que venha de nós? Se ele tem uma misericórdia enorme e um amor infinito (o que já é questionável), a gente não pode pecar um tanto e depois pedir perdão e ir pro céu que a gente acredita?
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Seria Deus uma criação do homem para amenizar as durezas do caminho (provações ou qualquer outro nome) e assim prevenir a manifestação das franquezas humanas? Seria Deus um atalho para chegar até Deus? Ou melhor, seria Deus um atalho para chegar até ELE próprio?
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Talvez a única certeza que a gente tenha seja em relação à dúvida, ou talvez nem isso.
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Se alguém quiser responder alguma dessas perguntas não me dá resposta romântica não que não é o que eu quero ouvir agora. Eu também acredito nelas, mas não é o que vai sanar a minha dúvida agora. Tem que ser uma que satisfaça o meu lado cético ou chato que não acredita em nada. O que é mais legal é que eu não me sinto perdido acreditando em coisas diferente, nem falso ou oportunista. Eu me sinto apenas sendo eu e é melhor, pelo menos em relação a isso, eu ter certeza e parar de duvidar.
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Vou terminar com um escrito muito legal que me disseram que eu fiz em outra vida e metade de mim acredita, mas a outra não:
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“Sonhos são imperfeições do sono; mesmo assim, é a consciência a imperfeição do acordar.
Sonhos são impurezas na circulação do sangue; mesmo assim, é a consciência uma desordem da vida.
Sonhos não têm proporção, nem bom senso, nem verdade; assim também é a consciência.
Acordado do sonho, a verdade é conhecida; acordado do acordar, a Verdade é - O Desconhecido”.
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Eu não quero acabar com nada, nem ficar botando minhoca na cabeça do povo. Eu acho que o mais importante a se dizer em relação a isso tudo, é que acreditando a pessoa no que for, ela deve dosar bem os sacrifícios e a dimensão que suas crenças tem em relação à vida dela daqui da Terra, assim como a importância que ela dá aos compromissos de sua vida humana.
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VIDA HUMANA = homem trabalhador e que vê Fantástico no Domingo.
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É diferente de...
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VIDA NA TERRA = homem trabalhador que vê Fantástico no Domingo + homem que vai a missa ou que faz ritual na Embocadura ou os dois.
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Ainda bem que mesmo eu sabendo que eu não vou tão cedo ter certeza em relação a alguma coisa, eu não fico com preguiça de caminhar, graças a Deus... Hehehe...

segunda-feira, 22 de agosto de 2005

Só eu e só...........

Essa poesia aqui de baixo eu fiz com um amigo meu de faculdade. Era uma aula chata de nem lembro o que e eu escrevi o primeiro verso e empurrei a agenda pra ele e falei pra ele escrever o outro (todo verso impar é meu e par é dele), ele falou que não e tal, mas eu insisti falando que podia sair o que fosse que ia estar bom e enfim ele aceitou. Enquanto a gente tava escrevendo ele deu a idéia de botar no blog e eu falei que tudo bem. A poesia foi acabada numa outra aula e ele cobrou de mim falando que duvidava que eu ia pôr, mas tudo na brincadeira, daí eu disse que iria sim. Tá vendo Edinho, a poesia tá no blog. Vamos ver o que é que o povo vai falar dela, mas o importante (pra mim) é que eu achei ela muito boa e o verso que você encerrou fechou muito bem o nosso escrito. Fechou meio triste, mas fechou com chave de ouro. Falou pra todos:
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Só eu e só
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Hoje eu quero voar
Para onde eu não sei
Talvez o fim do mundo meu
Para encontrar o que desejo
Para encontrar o eterno beijo
Da doce boca que me inspira
A cantar todas as melodias
Das cantorias à escuridão
Dos poemas da multidão
Dos pensamentos da solidão
Que tanto me inebriam
Que tanto me angustiam
Mas que me fazem sorrir de amor
Agindo de maneira surreal
Em todos os meus mundos
E até mesmo fora deles
Dentro de mim e dos meus
Interagindo com os outros
Que também me regem
E que nos enobrecem.
Todos nós somos eu
Sendo eu um nada
Um nada que tudo detêm
Sem poder concretizar o que pensa
Mas amando toda e qualquer diferença
Que nos faz ser único e solitário
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A poesia está sem ponto final porque ainda há possibilidade de continuação como a gente concordou e ela ficou deste tamanho porque a gente tinha estipulado um frente-verso de uma folha da minha agenda pra ser seu tamanho. Ela terminou de ser escrita no dia 18/08/2005 e agora essa cópia dela vai morar aqui no blog. Um abraço pra todos.

quinta-feira, 11 de agosto de 2005

Macabéia.........

Hoje, depois de tanto tempo sem escrever alguma coisa pro blog, resolvi que já estava na hora de produzir algo novo e fresquinho pra por aqui. Os últimos 4 textos foram feitos antes, e o último desses 4 nem era pra entrar no blog. Daí eu tava pensando sobre o que escrever, pensei em falar de uns assuntos bem polêmicos como o que tá no post “Sentido nenhum II” – leiam ele, por favor - mas aí ontem à noite eu acabei de ler “A hora da estrela” da Clarice Lispector e não teve como, eu tinha que falar da Macabéia. Aí vai:
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“Eu vou ter tantas saudades de mim quando eu morrer”.
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Quando eu li essa frase eu parei de ler com um aperto no coração que já me irritava num misto de tudo quanto é sentimento que me passou agora na cabeça pra dizer. Eu deixei o livro de lado e fui passar ela para uma folha que eu tenho no meu caderno onde eu escrevo frases que eu li e que eu achei que valiam a pena entrar nessa folha. No fundo eu acho que eu queria era dar um tempo pra todo aquele mundo da Macabéia que já tava em cada ruguinha das paredes do meu quarto. A Macabéia personagem principal parecia que saltava do livro toda vez que eu pegava ele pra ler mais um pouco, pedindo pra mim, sem pedir nada, que eu olhasse pra ela, que eu sentisse dó dela, mas tudo isso sem pedir nada. Ela era tão inocente por falta de escolha, por falta de poder escolher o que ela queria ser na vida, que parecia que na sua fraqueza infinita ela ia apertando o nosso peito e apertando mais e mais, de um jeito que chegava a sufocar. Eu sabia que ela era só uma personagem, que nada daquilo era real, pelo menos não exatamente daquele jeito, ou não numa realidade que fosse possível dentro aqui desse mundo. Ninguém viveu tudo aquilo e é impossível existir uma pessoa chamada Macabéia em algum lugar da existência que tenha vivido tudo o que a Macabéia do livro viveu, assim eu espero pra ficar mais tranqüilo. Mas que me importava, o que eu queria sem querer nada daquilo, era viver o imenso aperto no coração que me nascia e agigantava a cada palavra daquela mulher que não queria nada da vida porque se achava indigna de ter alguma vontade, ou porque simplesmente não as tinha. Que se achava completa e feliz por poder ouvir “a rádio relógio” e pensar coisas lindas como a saudade que ela teria dela mesma quando morresse. Que se achava feliz apenas porque dizia que tinha vocação para a felicidade. Macabéia é uma anti-heroína heróica que vai tomando conta da cabeça e do coração de uma maneira que machuca demais, mas a gente acaba se assustando com o quão masoquista a gente pode-se tornar por admiração em relação àquilo que não tem nada de admirável. A Macabéia representa o ralo do homem. A merda maior que não se sabe ser uma merda e que isso é tão apaixonante. Mulher de idéias ralas, de cabelos ralos, de unhas pintadas e roídas e pintadas e roídas de novo. Era raiva, mas era dó. Era raiva porque era impossível alguém ser daquele jeito, era raiva de quem tinha permitido que a Macabéia fosse daquele jeito, era raiva da capacidade que ela tinha de não pensar em nada, ou de apenas não pensar e só. Era inveja do fato de alguém ser capaz de não querer ou ter nada e ser feliz ainda por cima. Era raiva das Macabéias que existiam como presença de Deus. É, acho que é isso. A perfeição e a santidade se mostravam na mediocridade daquela mulher. A ignorância profunda fez nascer o equilíbrio de tudo que, ali, era o nada. Não peca quem não sabe o que há de errado nas coisas. Não peca quem não pensa maldade simplesmente por não pensar em nada. Macabéia é substantivo e adjetivo. A Macabéia é real, existem Macabéias por aí pelo mundo, e Macabéia é coisa grande e infinita que se camufla no quase nada que é ser macabéia. Macabéia é ser pífia, ser inconclusa, meio escória e ser, por isso, tudo o que todos deveriam ser. O mundo seria bom se a gente fosse macabéias. Macabéia é admiração pela conquista de não se conquistar nada, Macabéia é um estado de espírito onde o segredo é não haver nem estados e nem segredos, só espíritos. Macabéia é desejar aquilo que aparecer ao alcance das mãos, sorrir porque o sorriso é simples e fácil, ou apenas sorri porque se sorri. Macabéia é acreditar no homem por não pensar no que é um ser-humano. Ser apenas um corpo andante e sorridente e mais nada. Um fantoche biológico, que faz tudo por inércia, que só é assim porque escolheu em algum outro lugar que a simplicidade de apenas ser e mais nada era o caminho pra passar ileso pela vida da carne. Ser macabéia é tão simples que é impossível escrever muito sobre como é um(a) macabéia. Macabéia é um adjetivo que o homem só vai adquirir quando voltarmos a ser um feto, quando a evolução já tiver sido toda percorrida e regredida pelo fato da regressão ser parte da evolução. O homem só será macabéia quando os sentimentos forem alguma meio sem nome ainda, quando nossa memória for apenas do agora, quando formos pontinhos de areia e quando textos como esses existirem apenas porque fazem as pessoas rirem. O homem mostra o tamanho da merda que ele é de acordo com a distância que falta para ele ser bosta nenhuma. É tão complexo ser simples pra realmente ser-mais-humano.
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Ser-humano = Ser-simples
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Ah coitado........

quarta-feira, 3 de agosto de 2005

TODAS AS CORES DO MUNDO (30)

Ai lágrima do peito
Ai lágrima da alma
Lava meus olhos
Limpe meus medos
Deixe reluzir a minha coragem
Eu sei que ela existe.
Todos somos infindos e infinitos
Nas nossas belezas humanas
Erradas por natureza
Lindas por divindade.
Somos lindos
Somos todos amor
Somos do tamanho de Deus
O homem ser-humano reluz.
Eu quero deixar fluir as vontades
Nascer os perigos
Abraçar meus amigos
Espalhar minhas palavras livres
Deixar sentir o mais íntimo dos desejos.
Agora quero chorar.
Quero chorar a alegria de viver,
A humanidade em sua amplidão.
Quero chorar meu coração vivo
Meus olhos úmidos.
Quero chorar a morte e a vida,
A essência.
Quero deixar fluir as cascatas
As palavras em fluxo eterno.
Agora eu só quero
Que o agora se espalhe
Por todas as vidas
De todas as vidas
De todos os seres
DE "TODAS AS CORES DO MUNDO."
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Esse era o texto que eu queria postar quando eu postei o anterior, eu escrevi isso no dia 23/7/2005 em Florianópolis. Eu tinha combinado com uma amiga de escrever uma música junto que se chamaria assim (todas as cores do mundo). A música ainda não veio, mas esse texto tinha que ter esse nome. Eu queria dizer que essas férias, apesar de terem sido bem pequenas, foram muito boas por de mais. Dei umas voltas e umas sossegadas na minha casa e foi tudo muito bom mesmo. Florianópolis é a ilha da magia e eu vi por que. Itanhandu é terra sagrada é a gente sabe por que também. Tudo está muito ligado e as coincidências se fazem tão incessantes que não há ciência que explique, mas há muita fé que desperta (essa frase é pra ser ambígua mesmo). Um grande abraço a todos, parabéns Alexandre por mais um ano iluminando tanta coisa pra gente ver, e eu queria avisar que o Blog vai ficar menorzinho porque eu vou diminuir a página inicial, então não achem que o computador não tá dando conta de abrir ele inteiro, é ele que vai encolher mesmo. Quem quiser ler os textos antigos é só dar uma abaixada com a setinha que eles vão ficar lá mais uns dias. Têm alguns textos que eu postei quando ainda não tinha contado do Blog pra quase ninguém, então algumas pessoas nem sabem que eles existem. Falou. E viva, enfim, o trigésimo Post, rssssssssssss.