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terça-feira, 19 de abril de 2022

Voltando aos Palcos depois de 8 anos!!!

Sou o Pianista 
desta linda montagem 
da Companhia da Revista!

segunda-feira, 15 de novembro de 2021

Palavra – Hideraldo Pinheiro (Escrito em 12/11/2021)

Ganhei de presente, de um Grande Amigo, uma poesia pelos meus 38 anos de vida.
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Esse é um tipo de regalo que não tem preço!!! Guardarei para sempre!!!
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Não é letra solta, nem palavra...
Tampouco oração, texto.
É sim verso e prosa
Cantado nas Minas, tão Gerais
Quanto reluzentes, brilho e pó.
D`ouro, de novo das riquezas
Do passado, presente, do futuro
Não pertencente ao País,
Ao contrário dos teus pais;
Raiz bem fincada do “único”,
Tão liberto, raro no criar,
Que transborda em criação
Canção pronta, solta a dedilhar,
Ora no violão, no piano
Razão crua em prosas sofisticadas
Palavras rebuscadas à mim,
Simples e cifradas a ti.
Canto tua canção na voz
Que não possuo, na letra solta
A tua em versos livres,
Liberto és tu, dono do seu mundo,
Que siga assim, decifrando signos,
Interpretando formas e sons,
Colorindo, na tua vida,
Seus belos e soltos dons.
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terça-feira, 26 de maio de 2020

VERDADE!

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Não
se
tem
outra
escolha
neste
mundo
a
não
ser
entre
a
solidão
e
a
vulgaridade!
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Arthur
Schopenhauer
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Exato e Transcendente

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Os homens inventaram a Música para falarem com os Deuses,
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Inventaram a Dança para se deixarem possuir pelos Deuses
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E o Teatro para brincarem de serem Deuses, dominando os próprios destinos!
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Peter Brook
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P.s: Eu não achei essa frases em sites de falam sobre o Peter Brook mas, segundo a Zizi Possi, na abertura do DVD Per Amore, essa frase é dele. Como não achei mais nenhum nome que estivesse relacionado a ela, mantive a autoria mencionada pela cantora. De qualquer maneira, acho que Brook não se incomodaria em ser o autor de tamanha beleza!
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terça-feira, 5 de maio de 2020

Há 154 anos atrás...

Passados tantos e tantos anos, é impressionante como um relato, supostamente ficcional, continua extremamente atual e REAL!
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"Germes de espécie até então desconhecida introduziam-se no organismo humano. Mas tais corpúsculos eram espíritos dotados de inteligência e vontade. Os indivíduos afetados tornavam-se imediatamente desequilibrados e loucos. Contudo, coisa estranha, nunca os homens se haviam julgado tão sábios e seguros de possuir a verdade. Nunca haviam tido tamanha confiança na infalibilidade de seus juízos, de suas teorias científicas, de seus princípios morais. Aldeias, cidades, povos inteiros eram atingidos pelo mal e perdiam a razão. Estavam todos cheios de angústia e no estado de não se compreenderem uns aos outros. Cada qual julgava-se único na posse da verdade, desolando-se ao considerar os semelhantes. Cada qual batia no peito, torcia as mãos e chorava... Não podiam entender-se sobre as sanções a adotar sobre o bem e o mal, e não sabiam a quem condenar ou absolver. Matavam-se uns aos outros numa espécie de absurdo furor. Reuniam-se e formavam imensos exércitos para marcharem uns contra os outros, porém uma vez começada a campanha, as tropas dividiam-se, rompiam-se as fileiras e os homens trucidavam-se e devoravam-se mutuamente. Nas cidades, tocavam a rebate de manhã à noite. Todos eram chamados às armas, mas por quem? Por quê? Ninguém teria podido dizê-lo e o pânico se propagava. Abandonaram-se os propósitos mais simples, pois cada qual propunha ideias e reformas sobre as quais ninguém se entendia.”
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Epílogo do livro "Crime e Castigo" de Fiódor Dostoiévski
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terça-feira, 30 de julho de 2019

ASTUTO BIBLIÓFILO!!!

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"como todo escritor, media as virtudes alheias pelo poder de realização e pedia que os outros o avaliassem pelo que ele entrevia ou projetava."
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Ficções, Jorge Luis Borges
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sábado, 26 de maio de 2018

O livro da vez: Verdade Tropical do Caetano Veloso

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"Um dia Dedé me trouxe uma revista Manchete com as primeiras fotografias da Terra tiradas de fora da atmosfera. Eram as primeiras fotos em que se via o globo inteiro - o que provocava forte emoção, pois confirmava o que só tínhamos chegado a saber por dedução e só víamos em representações abstratas - e eu considerava a ironia de minha situação: preso numa cela mínima, admirava as imagens do planeta inteiro, visto do amplo espaço."
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"Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?!"
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P.s: Essa música tem um dos refrões mais lindos que já ouvi! E hoje, enfim, chegou o momento que eu aguardava: aquele em que o autor faria referência a situação cantada no início deste tema que se fez presente em minha mente, diversas vezes, nesses últimos meses.
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domingo, 25 de fevereiro de 2018

quinta-feira, 23 de março de 2017

Milton Nascimento - PORTAL DA COR


Este
homem
explode
simplicidade!!!

Quando
ele
morrer,
eu
ficarei
um
pouco
órfão!!!


segunda-feira, 27 de julho de 2015

A PAIXÃO SEGUNDO C.L.

 
"Escuta sem susto e sem sofrimento: o neutro do Deus é tão grande e vital que eu, não aguentando a célula do Deus, eu a tinha humanizado. Sei que é horrivelmente perigoso descobrir agora que o Deus tem a força do impessoal - porque sei, oh eu sei! que é como se isso significasse a destruição do pedido."
 
A PAIXÃO SEGUNDO G.H. - Clarice Lispector 
 

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

sábado, 7 de setembro de 2013

Ano de 2000 e poucos


“O pensamento ocidental está estilhaçado. Até 1960 tivemos grandes filósofos. Hoje é a época dos grandes cientistas. E a ciência, ou as ciências, não pensa o que devemos ser.” 

José Arthur Giannotti, numa belíssima entrevista para a Revista E do SESC.



terça-feira, 12 de março de 2013

Inspirus Outrem


Mandei para amigos os dois textos de Fevereiro deste ano, para ver o que eles achavam.

O texto do cigarro, especialmente, inspirou um dos que receberam, e o fez produzir sua própria continuação.

Segue abaixo:

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Sim, aquela vontade de diminuir nosso tempo aqui. Largar esta capa pesada chamada viver, que, por vezes, tanto nos pesa. Fica sendo uma quantidade tola de anos a fio, sem querer, como um fardo imposto.

Queremos nos permitir encurtar existências tão tolas quanto longas.

Pra que?

Por que?

Que o tabaco e o álcool levem-me, leve, cansado desta trilha tola, de tanto e sim e não e nãos...

Terra querida, rica, me trague o quanto antes. Liberte meu espírito, e alimente-se desta carne cansada. Trago na boca o sabor do tabaco, tanto quanto trago no peito minhas dores, amores que se foram.

Dores infinitas.

“O Deus dos desgraçados que não me escuta”...

Dê-me o direito de renunciar, no trago do meu cigarro e leve, me leve, feito um doce trago de Gudang.

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Hideraldo Pinheiro de Souza



terça-feira, 21 de agosto de 2012

Pra eu parar de me doer...


Documentário sobre o Clube da Esquina

"Sobre Amigos e Canções"

Lindo demais, como tudo que vem do Clube!!!





quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Você



"Eu amava, como amava, um pescador que se encanta mais com a rede que com o mar..."



terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Do livro: Orgulho e Preconceito



"O melhor e o mais sábio dos homens, e mesmo a mais sábia e a melhor das ações pode ser ridicularizada por quem faz da ironia o seu único fim na vida."



sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

On the Road (Dois trechos)


"A única coisa pela qual ansiamos em nossos dias de vida, e que nos faz gemer e suspirar e nos submetermos a todos os tipos de náuseas singelas, é a lembrança de uma alegria perdida que provavelmente foi experimentada no útero e que somente poderá ser reproduzida (apesar de odiarmos admitir isso) na morte. Mas quem quer morrer? No desenrolar dos acontecimentos eu continuava pensando naquilo no fundo da minha mente."


sexta-feira, 7 de outubro de 2011

William Shakespeare

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“Os deuses, justos, tornam nossos vícios
Instrumentos de nossa tortura;”
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Rei Lear – Ato V – Cena: III
Tradução: Bárbara Heliodora
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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

ITANHANDU - Autora: Benita Carneiro


Moro numa cidade colorida,
Bem no meio das montanhas escondida.
Ela é cheia de encantos, toda poesia.
É tão linda a minha terra, uma alegria!

Cheia de frutos, fértil, apetecida.
Das alterosas é muito querida.
Viver aqui, meu Deus, quem não queria?
Ter sempre paz, amor e sabedoria.

Passaram por ela homens elevados,
Intelectuais famosos, admirados
Por toda parte hoje, em nosso país.

Por tudo, eu penso que nasci com sorte.
Não vou trocá-la nem depois da morte,
Pois longe dela sinto-me infeliz.