sexta-feira, 29 de julho de 2011
Austerlitz - W. G. Sebald
terça-feira, 26 de julho de 2011
Clarice, - Benjamin Moser


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Um misto de biografia e análise literária de uma vida, ou melhor, uma biografia construída, primordialmente, em torno da literatura de Clarice Lispector. O fio condutor são os romances, os contos, e o que vivia sua autora nas passagens em que estava escrevendo este ou aquele livro.
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Clarice foi totalmente sofredora, genial, espiritualmente não trabalhada. Uma mediunidade grandiosa que foi fenecendo no vácuo de uma mente inquieta que cavou seu túmulo perpétuo, inescapável, dia-a-dia, na mais imperfeita convicção aflita de estar vivendo.
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Não era tanto vida, mas simplesmente obras!
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Nascida em meio a uma guerra sangrenta, fugida de uma cidade que nunca mais visitou, pais falidos, mãe doente, irmãs loucas, ela mesma se encaminhando para tal fim, Clarice é sempre superlativo que soa belo somente enquanto arte, mas totalmente pesado de ser em si.
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Começou a escrever cedo. Inventava estórias, nomeava os azulejos do banheiro, firulava situações para divertir os outros quando pequena. Isso foi crescendo junto com ela, ou melhor, até mais do que ela. Morreu latente, a maior escritora do modernismo brasileiro, no entanto, carente e infantil...
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Nem mesmo seu psiquiatra a suportou!
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Casou-se, teve um filho que se tornou esquizofrênico, tentou e tentou a vida por anos, oscilando entre raros momentos de euforia, cercados de outros tantos e tantos de escuridão e perdição que, se valeram, não valeram em si, mas simplesmente por aquilo que eles não foram, ou seja, pela ficção que deles surgiu.
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Terá sido Clarice Lispector um erro, ou uma parábola grandiosa do sofrimento que faz transcender o reles humano?
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Não sei e não pago pra ver!
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O autor, Benjamin Moser, é explicitamente judeu. Isso fica claro no quanto ele repetidamente faz questão de falar do anti-semitismo, do sofrimento judaico, do misticismo da religião, e coisas do tipo, soando algumas vezes um pouco apelativo em ligações ou acusações construídas no decorrer dos capítulos.
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Mas é um livro muito bem escrito! Uma linguagem simples, bem colocada, fácil de prosseguir apesar do tamanho e das constantes referências contidas que remetem a bibliografia localizada no fim do livro.
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Eu recomendo a leitura e também bastante calma, porque se envolver no sofrimento de Clarice pode ser um erro bastante torturante ao leitor!
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Ecco
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Vociferamu(n)do
O vácuo da noite vil
O vazio da vontade vã
Vilania descarrada deliberante
Neste vício apartamento solitário
Rolando rasteiro
Por qualquer improvável
Dissolução deste redigente
Esguiamente secretas
As possibilidades de existir
Revezam-se em meu peito
Dilaceram instantaneamente
Segundo a segundo a Passos
Qualquer possível continuidade
Manipulo meus sentires
Como quem malabariza tentativas
Escorrem pelos meus dedos
As oportunidades humanas
Esvaindo-se madrugada a dentro
Como um rio de desvãos
Contínuos resquícios imperativos
Cíclicos de sentir perdição
Esquecimento sertão
Sou criança idosa
Jogando bola com o infinito
Difícil sinastria envolvente
Que pelo prolixo verborrágico crescente
O presente míngua em todo agora
Minhas voltas revoltam silentes
Consciência de desvario convicto
O amanhã é outro dia
O amanhã é socialmente responsável
Mas não este prospectante magma
Que circunda este casulo servil
De proteção lancinante
Que desbasto nas horas voláteis
Aquelas que correm em minhas veias
Encharcam os cantos e o centro
Todos os cômodos sinápticos
Desta imaterial subversão
Exponencial tangente da vida
Margem de tudo
Centro do infinito
A magia do descompromisso
Que detendo a mim
Se lança-me em explosão
Convulsiva paródia resquícia
Vociferada imunda muda
Neste peito cálido de senão
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sexta-feira, 15 de julho de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
terça-feira, 12 de julho de 2011
Meia noite em Paris
Escrito e dirigido por Woody Allen.
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De uma maneira bem humorada e cordial, o filme nos leva a repensar o tão constante sonho de viver em outra época, este passado que sempre está envolto por luzes doiradas!
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Um roteirista da Hollywood atual, bem sucedido, mas que escreve roteiros banais, vai viajar para Paris com sua mulher e lá, suspira o fato de não ter vivido na Paris dos anos 20. Acontece que a magia da cidade, por alguma conjunção cósmica, não necessária de ser explicada, o leva para seu sonho e assim ele se encontra com artistas, como: Pablo Picasso, Salvador Dali, Ernest Hemingway, Cole Porter, Luis Buñuel, Francis Scott Fitzgerald, T. S. Eliot, e outros que não me lembro, além de suas amantes, esposas, festas regadas a vinhos e música de classe, críticos de arte, e toda a atmosfera mágica da Paris dos anos 20.
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Nessas idas e vindas no tempo, ele se apaixona por uma mulher da época, que, na verdade, não gosta dos anos 20, mas sim da chamada Época de Ouro de Paris, do final do século XIX. Ao caírem nesta época, o natural do século XXI e sua amante do século XX, se deparam com a infelicidade dos naturais dos anos 1890 que, para eles, o ideal seria ter vivido na época do Renascimento.
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Ou seja, uma insatisfação, esta sim, atemporal!
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O personagem principal é muito bem montado! Um sujeito totalmente pacífico, com suas insatisfações quietas e uma vida bastante normal, acomodada e sem grandes escândalos, ou seja, um possível cidadão mediano do mundo, se é que isso é provável! Alguém que gera empatia sem grandes esforços...
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No final, tudo muda e acontecem algumas coisas que eu não vou contar aqui pra não perder a graça.
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Gostei bastante! Bem Woody Allen!
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Memórias de um sargento de milícias – Manuel Antônio de Almeida
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Li este livro há um mês, já que na época de colégio, nem cheguei a tocá-lo.
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Ágil, bem escrito, com pitadas de humor, um romance sobre um total anti-herói. Alias, provavelmente, o primeiro anti-herói da Literatura Brasileira. Será mesmo?!
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A linguagem, embora pareça um pouco rebuscada é, na verdade, popularesca. Há gírias, diálogos convencionais, tramites e fofocas cotidianas. O rebuscado, ao olhar contemporâneo, dá-se pelas palavras que não usamos mais com tanta freqüência. Além disso, o rebuscado também é usado para gerar comicidade, ironia, algo burlesco e, porque não, um deboche das regras.
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É interessante como Manuel Antônio de Almeida constrói o personagem desde sua infância. Os moldes do garoto, que se tornaria um sargento de milícias, são mostrados quase didaticamente. É quase um manual de como se criar um vagabundo divertido e, um tanto quanto, inofensivo.
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Muito gostoso de ler! Um livro escrito na metade do século XIX, mas que se encaixaria perfeitamente numa época 100 anos mais nova, ou, menos velha!
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X-MEN: PRIMEIRA CLASSE
Sem dúvida, o melhor filme dos X-men, dentre os 4 que já vi. Na verdade, só não vi o filme do Wolverine. Se bem que, pra ser melhor do que este, os roteiristas teriam que fazer milagres, já que o impacto visual do poder deste mutante é reduzido.
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Eu adoro o Magneto, desde pequeno. E nesse filme ele é, se fosse para apontar um, o protagonista. Está mostrando bastante do que ele é capaz.
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Mas viagens a parte...
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É um filme super bem montado, com pitadas sutis de humor, que ajudam na empatia com o público. Os efeitos especiais não estão em demasia, o que soaria apelativo. É, sem dúvida, o filme com mais carga de ficção visual, mas, tudo é bem costurado com passagens de caráter humano.
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Os personagens mutantes mostram bastante seus dramas pessoais, como a dificuldade de ser diferente, ou mesmo a alegria de poder compartilhar as diferenças quando estão em grupos onde há uma certa similaridade. Os diálogos são muito inteligentes, alguns bem tocantes, como quando o professor Xavier propõe o limiar entre a raiva e o amor como ponto que potencializaria o poder do seu, até então amigo: Magneto.
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Fora isso, a velha disputa entre mutantes e X-men’s está presente em suas origens, mostrando como tudo começou.
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Gostei demais!!!
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Julho trazes pra mim II
segunda-feira, 11 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Filosofia experimental: Livre Arbítrio versus Causa e Efeito
Endereço:
Filosofia experimental: Livre Arbítrio versus Causa e Efeito
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Liberdade versus determinismo
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Por um lado, parece que tudo o que acontece tem algum tipo de explicação causal; por outro, quando tomamos decisões, parece-nos que temos o livre arbítrio que nos permitiria tomar decisões diferentes e trilhar outros caminhos.
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A maioria das pessoas parece concordar com o império do livre-arbítrio.
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Contudo, embora muitos, nas mais diversas culturas, rejeitem o que é conhecido como determinismo, todos continuam encarando conflitos sobre o papel da responsabilidade pessoal em situações que exigem julgamentos morais.
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Filosofia experimental
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O professor Shaun Nichols, da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, é um dentre um número crescente de pesquisadores que estão tentando encarar esse dilema filosófico através da aplicação de métodos experimentais usados pelos psicólogos do desenvolvimento e por outros cientistas sociais.
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Suas últimas conclusões ("A Filosofia Experimental e o Problema do Livre Arbítrio") foram publicadas na edição desta semana da revista Science.
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Até recentemente, essas questões foram dissecadas usando "reflexão cuidadosa e sustentada, aguçada por um diálogo com colegas filósofos," disse Nichols.
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"Quase tudo o que as pessoas têm feito é trabalhar com estes problemas de forma conceitual. Você pensa por meio de problemas; você pensa sobre as implicações de algumas teses. E um monte de trabalhos excelentes foi feito sobre complexas questões filosóficas usando essas técnicas ao longo dos últimos 2.000 anos".
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Mas Nichols está trazendo para a filosofia experimental outra ferramenta que pode proporcionar novas fontes de informação e ajudar a resolver alguns destes problemas.
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Livre arbítrio e determinismo
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O debate sobre o livre-arbítrio e o determinismo é um problema desse tipo.
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O princípio central do determinismo é que tudo o que acontece é o resultado de algo que o fez acontecer, e esse algo foi provocado por um algo anterior e assim por uma cadeia infinita que remonta ao início dos tempos.
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O conflito surge quando as pessoas se deparam com a necessidade de fazer uma escolha ou tomar uma decisão que resulta em tomar caminhos diferentes, todos eles caminhos igualmente possíveis.
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"O dilema é como conciliamos a forma como normalmente pensamos sobre a explicação causal com a intuição de que temos de que nossas decisões não são apenas o produto destas cadeias causais inevitáveis," disse Nichols.
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Parece que algo tem que ser abandonado, seja o nosso gosto pelo livre arbítrio, seja a ideia de que cada evento é completamente causado por eventos anteriores."
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Livre-arbítrio entre as crianças
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O filósofo decidiu então testar a noção do livre-arbítrio em crianças.
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Quando perguntadas se uma bola que estava rolando em uma rampa rumo a uma caixa poderia ter um destino diferente, quase universalmente as crianças responderam "não".
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Mas quando perguntadas se um adulto que aproximou sua mão da caixa poderia fazer outra coisa que não fosse enfiar a mão na caixa, a resposta foi uniformemente "sim".
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Os resultados são óbvios e nada mais fazem do que reproduzir o dilema, mas podem indicar que estes conceitos se formam muito precocemente.
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Livre-arbítrio entre os adultos
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Já os adultos mostraram os resultados conflitantes que se verifica sobre a questão desde o surgimento da filosofia.
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Dado um universo determinista, onde cada decisão é o resultado de decisões passadas, as pessoas geralmente responderam que ninguém poderia ser considerado moralmente responsável por suas ações em tal universo.
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Mas quando apresentadas com um cenário em que um homem nesse universo teórico cometeu um ato criminoso hediondo, a maioria dos participantes concordaram que o homem tinha inteira responsabilidade moral por suas ações.
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Pergunta mal feita
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Uma possível explicação para estas respostas que o filósofo chama de "conflitantes" é que, quando as pessoas estão calmas e serenas, o determinismo parece excluir o livre-arbítrio e a responsabilidade moral.
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Já os casos que são mais emocionalmente carregados e "mais próximos de casa" suscitam respostas diferentes.
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"Quando você apresenta às pessoas uma transgressão carregada emocionalmente, e se você pergunta se a pessoa é moralmente responsável, então a esmagadora maioria diz que a pessoa é responsável, mesmo que sua ação tenha sido o resultado determinístico de outra coisa," diz o pesquisador.
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Aceitas ou não essas hipóteses, o experimento não resolve a questão se o nosso universo é um universo determinístico ou um universo guiado pelo livre-arbítrio - a forma como a questão é posta dita o resultado do experimento.
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Filosofia de laboratório
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A filosofia experimental, contudo, segundo Nichols, pode ajudar a compreender porque as pessoas são levadas em direções diferentes em uma série de problemas do dia-a-dia.
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"Esse movimento tem menos de 10 anos e hoje já existem centenas de publicações sobre a filosofia experimental. Nesta revisão eu foquei o livre-arbítrio, mas há uma grande quantidade de trabalhos sobre outros temas, incluindo o julgamento moral, o raciocínio causal, e como as pessoas pensam sobre a consciência," diz ele
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domingo, 3 de julho de 2011
Julho trazes pra mim!
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Uma intensificação da força da vontade é uma das qualidades mais marcantes do período que vai de 12/06 (Hoje) até 21/07, por ocasião da passagem do planeta...
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Entre os dias 24/06 (Hoje) e 10/07, o planeta Mercúrio estará alcançando o topo do seu mapa pessoal, Wagner. Este pode ser um momento particularmente interessante para você...
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De 26/06 (Hoje) e 16/07, Wagner, o planeta Vênus estará passando pela sua nona casa astrológica, o que sugere que este é um momento particularmente bom para todas as questões que envolvem espiritualidade...
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Nos próximos dias que vão de 29/06 (Hoje) até 06/07, o planeta Mercúrio estará se aspectando harmoniosamente com a Lua do seu mapa de nascimento, Wagner. Esta tende a ser uma fase bastante propícia para...
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Entre os dias 01/07 (Hoje) e 03/07, Wagner, você estará vivendo uma fase positiva para a expansão...
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Entre 03/07 (Hoje) e 06/07, Wagner, você viverá uma fase excepcionalmente boa no que diz respeito a...
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