sexta-feira, 29 de maio de 2009

Fico só com o que é certo...

Escorpião
Incapaz de viver muito tempo na calma, apaixonado por transformações, é ansioso e exigente. Não lhe falta resistência nem energia e dá tudo de si em situações difíceis. Sente-se diferente dos outros, tem dificuldade em se integrar, ainda mais porque raramente está livre de tensão.
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Lúcido, espírito penetrante, crítico e perspicaz. Percebe nos outros o "defeito da couraça". Determinado, concentrado, confiante. Não se deixa influenciar, manda na sua vida, portanto é responsável pelo que lhe acontece. Pode elevar-se ou decair.
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Não gosta de ser contrariado, nem que indaguem dos seus motivos. Força situações, perspicaz, sutil, ardente, leal. Ajuda-se, se quiser, e aos outros. Vingativo, antagônico, sarcástico, violento. Auto-respeito, não se preocupa com o que os outros pensam, pois tem boa opinião de si. Tem como garantido. Bom julgamento. Também quer segurança emocional. Tudo ou nada. Ar impenetrável, face de jogador de pôquer. Não esquece quem lhe ajuda, nem quem lhe prejudica.
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Pode prejudicar a saúde com atividade derrotista, melancolia, excesso de trabalho ou de qualquer coisa. Poder de recuperação surpreendente. Garganta, nariz e órgãos reprodutores vulneráveis, varizes e hemorragias nasais.
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Seus desafios são constantes, principalmente nas áreas financeiras e sexual. Deve aprender a dar, receber e compartilhar recursos e prazeres. Ambicioso não aparente, espera oportunidade e pega-a imediatamente. Se usar seu grande potencial pode tornar-se pessoa influente.
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Corpo: Vigoroso e magro, de estatura media; porte robusto. Olhar magnético, linguagem envolvente. Ritmo biológico acelerado; energia concentrada na expressão física, inquietação motora. Atrai acidentes e morte brusca. Propensões auto destrutivas com grande poder regenerativo.
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Referência anatômica: genitais.
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Remédio de fundo: calcaria sulfúrica.
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Ervas harmonizantes: ginseng, guaraná, manjericão.
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Incensos: Almíscar, Ópium e Eucalipto.
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Psique: Ação das emoções sobre a base corporal. Inserção rebelde do ego aos contextos convencionais. Reflexos rápidos e audácia provocativa; caráter anti-conformista e criativo. Temperamento vital-motor; humor paradoxal. Pensamento engenhoso, de fluxo intermitente e conteúdo experimental; concentração dispersiva, memória seletiva. Gostos elaborados, hábitos inusitados; moral transformadora. Impulsos primários de rebelião criativa. Tendência à imprudência.
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Afetividade: Sensível, inconstante e erótica. Sensualidade experimental intelectualizada. Paixões ardentes e possessivas; emoções e sentimentos poderosos e imaginativos. Busca do novo e impensado. Amor ciumento, obstinado e rancoroso.
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Manifestação Dinâmica
Energética passivadora ativada por Plutão e Marte.
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Prevalecem a transmutação, a análise e a decomposição, o sentimento da finalidade, a ação passional no meio exterior.
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Está ligado à ousadia, determinação, perspicácia e criatividade, mas também ao autoritarismo, angústia, revolta e sadomasoquismo.
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Sua missão e seu Dom nesta vida
A Tí, Deus deu uma tarefa muito difícil. Terás a habilidade de conhecer a mente dos homens, mas não te concedeu a permissão para falar sobre o que aprenderes.
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Muitas vezes te sentirás ofendido por aquilo que vês, e em tua dor te voltarás contra Deus, esquecendo que não é Ele, mas a perversão da Idéia Divina, o que te faz sofrer.
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Verás tanto e tanto do homem enquanto animal, e lutarás tanto com os instintos em Tí mesmo, que perderás o teu caminho; mas quando finalmente voltares, Deus terá para tí o dom supremo da finalidade.
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Símbolo
Decomposição e fermentação das folhas caídas ao chão; devastação da natureza visível.
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Fermentação plutoniana, preparando a terra para novo plantio.
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Simboliza a morte, a destruição, as transformações ocultas.
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O seu carma nesta vida
É preciso construir para o Mundo e para a Humanidade um degrau, mesmo modesto.
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Não se deve praticar a magia negra, pois a punição será a demência.
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Sintonias Naturais de Escorpião
Cor: vermelho escuro e castanho
Metal: ferro
Pedras: opala, hematita
Perfume: sândalo, patchuli
Plantas: orquídea, acácia
Animais: lobo e águia
Condimento: pimenta, pimentão
Países: Noruega, Síria
Instrumentos musicais: percussão
Apóstolo: Judas Iscariotes
Orixá: Xangô
Personagem: James Bond, de Ian Fleming.
Elemento: água
Regente: Plutão
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Atrações de Escorpião
Capricórnio
Leão
Peixes
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Lema: Eu controlo
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Modo: Sentimento
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O Escorpião
Ele (a) é apaixonado(a). Não apenas a paixão amorosa, mas também a paixão pela política, pelo trabalho, pela amizade, religião, comida, crianças, parentes, roupas, vida, morte e qualquer outra coisa que você possa imaginar. Se você necessita de sutilezas ao invés de excessos emocionais, fuja dele.
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Se você se limitar a olhar para ele (a), pensará que não é nada disso. Ele (a) é tão calmo (a) e estável. Como alguém tão controlado pode ser apaixonado (a), ainda mais desesperadamente. Pois está apenas blefando com sua frieza superficial. Por dentro suas paixões são incandescentes.
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Olhe e tente ver o que se esconde por traz daqueles olhos penetrantes e hipnóticos. É mais do que certo que a impressão que ele lhe causou não foi neutra. Ou fez você pensar que ele é meigo e juvenil ou que é mau e perverso. O escorpião não é uma coisa nem outra, ou melhor, ele é ambas. A verdade é que ele é invencível.
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Por trás de sua fria reserva, há um caldeirão que ferve e borbulha continuamente. Ele confundirá você com seus dois traços de paixão e razão. Ele é mestre nos dois. Ele é governado pela inteligência e pelas emoções. Ele é mais do que inteligente. É profundamente racional, preocupado com os mistérios da existência e chegará bem perto de saber as respostas.
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Sua verdadeira natureza é sensual. Ele gosta de se cercar de luxo e tem tendência a exceder na comida, drogas, bebida e no amor. Com certeza, no amor. O escorpião possui um temperamento explosivo, capaz de provocar uma ferida para toda a vida. Ele não só gosta de vencer, mas tem de vencer. Quando perde, alguma coisa morre em seu interior; no entanto, é comum que ele tenha boa esportividade.
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Como todas as outras emoções, a decepção jamais transparece em suas feições impassíveis e suas reações são rigidamente controladas, inclusive suas intenções amorosas. Ele pode estar fervendo por dentro, mas projetará exteriormente uma calma glacial.
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O escorpião pode ter tanto horror ao pecado quanto um padre, atitude que produz líderes religiosos muito dedicados, ou pode ser levado pela curiosidade a penetrar cada nuança sombria do mistério humano. Às vezes, combinam-se ambas as atitudes, resultando na hipocrisia ou ilusão. Ele tem sua própria lei, e não se preocupa absolutamente com o que os outros possam pensar dele.
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Gosta de ser respeitado como um cidadão bom e sólido, mas se isto interferir com suas idéias ou seus objetivos, ele pouco se importa. Nenhuma de suas decisões é tolhida pela opinião dos amigos, parentes, vizinhos ou inimigos. Desculpe-me dizer, mas nem pela sua.
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Esta auto-repressão e certeza de propósitos pode criar um espírito livre e poderosamente atraente, que nunca se aborrece com o que as pessoas pensam.
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Possui honestidade, coragem e integridade para consigo mesmo.
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É uma verdadeira experiência vê-lo agir sob as nuvens negras da adversidade. Enquanto os outros ficam murmurando e resmungando, ele está no máximo de sua força e de sua coragem. Não se entrega à inveja e a auto-piedade, e acha que a vida não lhe deve nada.
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Quando surgem os verdadeiros problemas, ele os enfrenta de cabeça erguida. Ele brincará e rirá com os filhos, e lhes dará a sensação da liberdade, mas a linha divisória terá sido traçada, e eles sabem que não devem ultrapassá-la.
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FLORAIS DE BACH
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Chicory - Ciclorium intybus
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Quando envolvido em uma causa, se mostra construtivo e abnegado. Será líder pelo exemplo, jamais pedindo para alguém fazer algo que você mesmo não faria.
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Será ilimitado em seus esforços para fazer as coisas direito para os outros. Nesse papel, representará Espártaco - defensor dos fracos e oprimidos. Com muita coragem, transformará seu gosto pela briga numa causa louvável.
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Sua habilidade para sondar as fraquezas dos outros fará de você inexorável inimigo do mal. Protestará contra os vilões e levantar-se-á em leal defesa do inocente.
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Por que gosto tanto?!

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Por que gosto tanto do Clube da Esquina? Não sei. Sei lá se sei. Cogito. Talvez pelos meus tios e meus pais que ouviam, cantavam e cantam as músicas deles, mas acho que não é só por isso. Não gosto só pelas lembranças que me trazem. Apenas lembranças e influências seriam pouco pro tanto que me identifico com a coisa toda. Acho que aí está a palavra: identificação. Gosto do clima das músicas, do que imagino sobre as pessoas que faziam parte, me imagino no meio de tudo e acredito que estaria bem naquele meio. Claro que isso pode ter ligação com lembranças de infância, o eterno retorno e etc, mas acho que vai além. Eles são a tradução de Minas. Fizeram de si a tradução de Minas. Minas além do verbal. Minas universal. O que há de Minas em qualquer lugar, ou melhor, o que há de qualquer lugar em qualquer lugar: o homem universal. As letras têm uma poesia diferente, os arranjos uma sonoridade mágica, as melodias e harmonias são muito únicas. O que é Clube da Esquina soa de cara como Clube da Esquina e só Clube da Esquina soa como Clube da Esquina.
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Acho que o Clube merece bem mais que esse parágrafo daí de cima, mas fica pra uma próxima. Falei tudo isso porque quando estava fuçando na Internet, achei esse blog lá na comunidade do Orkut e um dos posts me chamou atenção.
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O endereço:
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http://pedro-rossi-clube-da-esquina.blogspot.com/
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O post:
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Mistérios de Bituca
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Quem foi ao show do Lô e Bituca, certamente observou a camiseta do Bituca. Ao mesmo tempo que aparecia a imagem de Três Pontas/MG, estava escrito PAZ.
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Ampliando a imagem nota-se mais claramente a palavra PAZ e o desenho das três montanhas de Três Pontas/MG.
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Se virarmos o desenho da camiseta e compararmos com o disco Caçador de Mim, notamos a semelhança.
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"Coisas" que só acontecem com o Bituca.
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Fantástico!!!
E ainda que todo esse gostar seja exagero de mineiro cego, eu não me importo nem um pouco... Pelo menos tenho eu uma coisa pra gostar pra vida toda, pois são sonhos e sonhos não envelhecem.

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domingo, 24 de maio de 2009

Post 565

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Palavra para Pai Guiné
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Vós coloca tua força e tua sabedoria a serviço do próximo
E isso é lindo e é pleno
Vós coloca tuas palavras de acordo com o que podemos ouvir
E isso é sábio
Vós escuta, no silêncio daquele que senta à tua frente, aquilo que se calou
Aquilo que não vingou, que não se fez vida
Que não foi posto a prova no caldeirão da realidade
E por isso, é por bem, que os caminhos sejam retocados
Se resistes, persiste, um dos grandes já disse
Tudo deveria acontecer ao natural
A vida fluiria se não puséssemos amarras
Os aprendizados chegariam no embalo das horas
Pois, no fundo, são simples, quase lógicos
Ou melhor
São lógicos
Mas a lógica nem sempre está às claras para as almas
E, ainda que às claras
Colocar-se em prática, não é pouca coisa
Por isso vós, tendo vivido
Sendo prova viva de que é possível
E estando no retorno ao princípio
Podes dizer, com propriedade
Sobre os caminhos do ir e do vir
Os atalhos e encruzilhadas da relação alma-corpo
Aquele que foi tantas vezes intelectual
Encontrou a maior plenitude na pele de um
Escravo
E isso é uma dica!!!
O que é a plenitude senão a plenitude de todos?
O inferno não são os outros, como outro dos grandes já disse
O inferno é não ter o próximo, não conseguir ser próximo
O homem, quando ilha, naufraga,míngua
“A vida só é boa quando se troca, meu filho”
Foi algo assim que ouvi de vós
São daquelas frases que mudam a vida de uma pessoa
E eu juro que, nunca mais vou esquecer disto
E de tantas outras coisas que ouvi de ti
O bem faz sentido
O bem tem razão
Não é apenas luz
Mas conclusão final
Seja qual for o caminho que se pense
O mal causa injúria
Não se está realmente bem senão no bem
A resposta está em si mesmo
Se tudo isso que vejo aqui neste terreiro não for o certo
Eu, sinceramente
Não consigo encontrar outra possibilidade para nós todos.
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Parabéns e muito obrigado por estar aqui!!! É uma honra.
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Wagner Passos – 1:20 A.M – 20/5/2009
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terça-feira, 19 de maio de 2009

O Processo – Franz Kafka

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Livro que, segundo algumas listas que correm por aí, está entre as 100 obras essenciais da literatura mundial. Durante todo o percurso, ficava em mim uma sensação de estranheza, o que não é estranho, afinal, estamos falando de Kafka, né!!!
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Costuma-se dizer que os livros deste autor geram incômodo. Seus personagens se vêem envolvidos por forças que escapam ao seu controle, são vítimas de um sistema maior. O absurdo se apresenta em meio a uma realidade banal ou, o que é pior: o absurdo é visto como uma realidade banal. Essas considerações se confirmaram quando li.
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Só um detalhe, o que é colocado aqui é o absurdo e não o fantástico, como no caso de 100 anos de solidão. O resultado é bem diferente.
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Acredito que uma boa maneira de definir um livro seja descrevendo a relação que ele criou ou vai criar com seus leitores e a impressão que resta ao final do processo que, neste caso, é “O Processo”. Para isso, tomo como base a relação que eu criei e a impressão restada em mim. Essa impressão, acredito, é construída a partir da sensação gerada ao ler, do quanto essa sensação se manteve, ou melhor, do quanto o autor foi capaz de manter essa sensação, e também da suposição de que era a intenção dele que a relação obra-leitor assim acontecesse.
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Isso, no fundo, é domínio de técnica. Criação e condução de idéia. Isso é emissor – mensagem - receptor, o solo básico da comunicação.
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O quanto essa idéia ou técnica continuará a encantar ou, pelo menos, a envolver e a ter relevância através dos anos, vai depender da sua força e também de outros fatores que escapam ao controle do criador. Eu acho!!!
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Achei importante explicar o que levo em consideração ao escrever uma resenha, afinal, já existe pelo menos meia dúzia delas postadas neste blog.
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Posto essa consideração geral, fiquei pensando em como explicar a sensação que o livro me trouxe e manteve no seguir das páginas, qual a engrenagem literária por trás das palavras. A linha que o autor se propôs era tênue e a intenção muito clara. Ótimo!!! E foi lendo o posfácio do tradutor Modesto Carone intitulado “Um dos maiores romances do século” que achei a descrição:
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...“Diante de tudo isso, a postura racional do leitor, em princípio estimulada pelo teor quase naturalista do texto, é incessantemente agredida por deslocamentos, sem que a coesão interna do romance dê margem a dúvidas sobre sua integridade enquanto expressão do pensamento organizado. Se a pretensão de Kafka era fazer o leitor se sentir “mareado em terra firme” (as palavras são suas), então ele consegui o que queria escrevendo O Processo.”
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Encontrar essa frase facilitou bastante.
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Para isso, há um tribunal num simples quarto de um complexo habitacional, um boquete gratuito, homens sendo espancados num cômodo de um banco, pessoas interligadas sem um porquê e, o pior, uma acusação que todo o livro correr em volta dela sem que ela mesma seja explicada. Tudo não aparecendo nunca ou aparecendo de repente, mas preenchido por enxertos de realidade jurídica que o autor conhecia tão bem, afinal, trabalhou com isso.
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Juntando o absurdo ao detalhadamente real num caldeirão de descrições em tom banal, tem-se uma ironia não presente, mas latente.
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Eis uma poção!!!
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Kafka morreu num manicômio. Era realmente louco e acho que aí residia sua genialidade dolorida. E realmente devia doer.
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“Tudo que não é literatura me aborrece.” - disse.
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Agora vamos à Viagem do Elefante. Novamente Saramago. Quando acabar, escrevo alguma coisa aqui.
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p.s: O personagem principal foi chamado de K...
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$-$-$ & #_#_#_#_#_#_#_#_#_#_#

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O dinheiro te dá uma (estreita) liberdade rasa.
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O conhecimento te dá uma (ampla) prisão profunda.
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Pipas e porões – Dilza Pinho Nilo

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Provavelmente o sétimo livro de Dilza Pinho Nilo. Antes deste vieram:
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* Longa Margarida (1965)
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* O Vento Virou a Esquina (1972)
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* Jeito de Amar (1976)
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* Convivências (1981)
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* Anjo-Homem (1984)
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E
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* Pássaro de Pedra (1983)
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Pelo que sei pelo que li de comentários, a autora mantém neste o mesmo ritmo dos outros, levando o leitor por caminhos de prosa poética, poesia proseada, crônicas que soam ao pé do ouvido, como casos de se ocorrer no interior. Frases de beleza simples, idéias calmas e, mesmo os questionamentos e dúvidas doloridos, sempre se mostram amalgamados pelo aroma do bolo de fubá e do campo, o clima familiar, o café-com-leite, o pão, a manteiga, o queijo. Um presunto!
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Sim, dúvidas são dúvidas como dúvidas são para qualquer um que as detêm detidos, mas aqui estão embaladas pela troca familiar de uma TV que já estava velha, ou pelo piano que viajou de longe para soar melodias bonitas ou pelo sabiá que canta na janela da manhã.
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- O sabiá foi-se embora sem se despedir!
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- Acontece, infelizmente, acontece! O que se há de fazer?!
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- Uma crônica sobre isso!
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Também há outros contos que contam sobre as traquinagens dos netos, a outra descoberta da adolescência de alguém próximo ou a adolescência outra da própria autora que se foi distante.
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Coisas comoventes do século passado. É necessário dizer.
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Mas seria injustiça não deixar também registrado aqui que, apesar de não ser um livro marcante, possui sim passagens das mais bonitas que já li em toda minha vida. Passagens de uma inspiração absurda sem nunca deixar a simplicidade ou, ainda que essa seja deixada de lado para se falar coisas complexas, as palavras soam simples, pois simples são. Não há um rebuscamento gratuito.
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São as mesmas idéias que chegaram numa profundidade complexas, mas são expressas por um vocabulário tranqüilo. Assustam pela verdade e o impacto do inesperado, mexem com o leitor, eu, mas nunca soam ilegítimas, excessivas. São armadilhas das boas e eu caí uma dúzia de vezes durante a leitura das 45 crônicas entremeadas por algumas poesias que se distribuem pelas mais ou menos 140 páginas do livro.
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Dilza, com certeza, foi uma mulher e tanto. Uma senhora do interior, mãe de família, professora primária (talvez), de inquietude quieta que a levou num caminhar admirável.
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Parabéns Dilza Pinho Nilo! Em teu tempo, teu domínio sobre tua palavra foi impecável!
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e, FIM

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Humildade é aconchego e,
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FIM
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terça-feira, 5 de maio de 2009

Esboços

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Já estava me incomodando meu blog estar desde 15 de abril sem coisas novas. Ando meio sem vontade de escrever, mas, como tinha esboços registrados num Word do meu desktop, resolvi mexer neles pra colocar aqui e assim acabar com o incômodo. São todos de pelo menos duas semanas atrás. Também, depois do dia 16 que eu vi uma palestra sobre neurociência e quase entrei em surto (mas não pelo que me foi dito na palestra) acabei esgotando um pouco minha cota de pensamento. De “Código Internacional das Possibilidades Humanas” até antes de “Atchim” tudo veio do dia 16 de abril. Eu até pensei que meu blog iria bater um recorde de posts se eu continuasse daquele jeito, mas depois veio só o "Atchim" por causa de uma gripe e junto com ela o último dos esboços deste post (21 de abril), daí parei desde então. Nem uma frasezinha anotada no celular, nem no caderno, nem na escrivaninha, nada. Até tive umas vontades, mas nada muito sério. Seguem os esboços...
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Inverno de soslaio
O inverno deu no espaço seu esboço
Pintou de sem cor minha visão
E deixou ficar o frio intacto
Estando latente sem muita validez.
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O ar cheira a montanha
Cheira a julho
Cheira a coisas que gosto.
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Mas o aqui é diferente.
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Aqui está em aquarela cinzenta
Moldurada de concreto
Habitada de nós apertados.
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Aqui está árvore que cai sem terra
Balança de vento que canta
E não pode ter a si mesmo no fim da vida.
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Há mais sentido no estar
Quando o frio envolve.
Um tempero intimista
Que comodista
Concordo em receber.
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O calor me é doloroso,
O frio me deixa em mim
No que me é natural
Aquilo que é dentro.
O som ecoa mais leve
E as batidas são mais silenciosas.
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Tudo dói menos quando não há sol
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Mas
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A plenitude costuma habitar a luz...
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Código Internacional das Possibilidades Humanas
Lei número 112345 - Parágrafo 976543 - Artigo 234567 – Versículo 48765 – Quebrada a esquerda
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Caso consigas te envolver do processo de te perder milimetricamente a rédea como acontece a um quase clínico de se aplicar uma injeção por experiência cínica de controle. Tudo como deixado em comparação, pois ainda que sim, seria menos, já que anterior referência é substância atemporal o que em decorrência de cinismo não ocorre à conseguinte póstuma deste redigido. Ser-te, se fores capacitado de ti em ti, pois, então, de tua vontade, se sentires de si mínimo, ser-te-á a ti.
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A arrogância desvalida toda glória e inibe todo perdão. Não há justificativa para ela.
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A caridade é tão boa, pois, o que fica contida do fato é a bondade fixada na memória, já o ato se vai a outro e, estando em outro, não pode ser quebrado pela razão do ser que a executou. A caridade se torna uma poupança segura de paz. A caridade é segura porque não fica no homem que a executa. Doação é entrega e permanece dentro em forma de memória marcada e fixada impressão de que se fez o próximo sentir melhor. E sendo o próximo, não pertence mais ao executante e não poderá ser desvirtuado pelo pensamento do homem que a trouxe retirando-a do infinito mundo das possibilidades. A troca é ainda mais segura que os nossos sentimentos mais seguros porque estes ainda podem ser modificados pelo calor dos momentos, mas a memória do bem que foi feito não, aí mora a segurança da doação. Um remédio contra a loucura. Um cais chamado: O OUTRO. Os outros são inferno ou paraíso, cabe a nós aprender a conquistar o resultado.
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Será que o pensamento chega num nível em que ele entra numa espécie de mediunidade racional? Um nível onde conexões se encadeiam numa velocidade absurda a ponto de trazerem, disfarçadas em si, idéias novas que a pessoa acredita ter sido ela a autora, mas que, no fundo, não foi? Não estou falando aqui de intuições inexplicáveis, estou falando de um processo passível de verbalização e explicação cética, ainda que estando além.
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Teoria por conspiração
O jeito da pessoa pode ser estudado pela relação crânio-queixo, a princípio. Isso já pode dar uma boa idéia do ser. Mas essa analise da alma e do jeito tendo o corpo como base pode ir bem além. Pessoas muito cabeçudas com queixos estreitos têm tendência à razão e são pouco corporais. Tendem ao racional, podem ter facilidade de lidar com idéias abstratas e a consciência de coisas sutis. Por outro lado tendem baixa consciência corporal e podem se desvairar caso haja soma de outros fatores. O fluxo energético mente-corpo é estreito e não é intenso. Obviamente que pode este fluxo pode ser trabalhado com esportes, dança e coisas que façam o centro de consciência da pessoa baixar, mas isso não é uma tendência natural daquela alma. É necessário dizer que não são regras. Nenhuma característica física determina características da alma, mas é capaz de condicionar e mostrar tendências.
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- É loucura isso? – Alguém pode perguntar
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E eu respondo:
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- Não... Cogitar com satisfação não faz mal a ninguém!!!
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O que será isso que é anterior a tudo que posso?
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Estamos na fase da solidão profunda, mas também da ignorância e da falta de privacidade. Seres nos olham sem que possamos notá-los e nossa integração não consegue ultrapassar as fronteiras físicas naturais. Ossos do ofício humano.
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Atchim
Quando estou doente fico ligeiramente sábio. Fico constante, calmo, penso bem, penso leve, penso fundo, controlo minhas intenções, essas traiçoeiras que antecedem os pensamentos indigestos. Olho com um certo carinho pros outros, todos os outros, converso sem problemas, com estranhos, com conhecidos. Tenho algo apaziguado aqui dentro. Talvez esse algo não seja nada de mais. Talvez possa ser chamado simplesmente de febre, desânimo, catarro, coisas do tipo. Mas como não sou do tipo que gosta de tomar remédios, fico e deixo-me estando nesse estado de latência, vendo o que acontece. Gosto desta calma.
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Depois de experimentar todas as possibilidades de perversão que a minha criatividade me esboçar e minha firmeza me conceder, entregar-me-ei eu, enfim, ao amor. Mas não há pressa.
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Não há?!
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