segunda-feira, 30 de janeiro de 2006

Inconstitucionalicimamente

Esse texto fala do que você sentirá (talvez).
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Sub-segmentação compartimentalizada de processos análogos referentes ao retrocedente propulsor de massificações alternativas que dizem respeito diretamente ao que há de mais imprescindível dentro das formulações catalisadoras que centralizam os usuários e personagens periféricos da marginalidade literária.
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Inconstitucionalicimamente alucinados e equivocados, porém soberanamente confiantes e convictos de que nada ou nenhuma das forças ilusórias quiméricas seria avassaladora o suficiente para reanimar as caixas de pandora, depositório indispensável e imprescindível de dilemas e profundas aflitivas felicidades gargalhantes lacrimejantes fumegantes em nicotina pituitária.
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Neologisticamente discriminatório infelizmente extintos pelas forças de expansão das correntes arrastantes que sulcam e sugam o planeta morfológico pois nosso desdém de dendês amacia nossos olhares e repugnam vossos traços magníficos apoiados no simples e primordial fato de ser inteiramente legítimo.
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Agora que já leu, eu digo que ele fala dos textos que a gente não entende nada e por isso julgamos idiota e etc e falamos que merda é essa, assim até eu faço melhor, mas a gente se esquece que no fundo a beleza ou a validade de um texto não está no seu sentido mas na sua legitimidade. Ao mesmo tempo que a legitimidade vai a favor de textos assim, pode ir contra todos os textos do mundo, ou todos os textos de autores que a gente não conhece, daí vai de cada um achar e botar em pauta aquele motivo que o faça melhor na relação homem-texto.
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Mais uma coisa, gostei desse lay-out do blog porque dá pra usar várias cores pro texto, o outro era muito escuro, ahhhh nada a ver.,.,.,


quinta-feira, 26 de janeiro de 2006

Algumas.,.,.,

Cicatrizados
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Criterização,
claustrofobia,
caos,
consentimento,
constrangimento,
cadastrados,
castrados,
contados,
controlados,
coagidos,
concebidos,
correspondidos,
confundidos,
consumados,
constipados,
consecutivos,
cortados,
calcados,
criteriosos,
calmamente
calados.
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PV & PV & PP & VV & VP & VP
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Pratica e vivencia.
Prática e Vivência.
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Prática vivência
Vivencia prática
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Prática vivência
Vivência pratica.
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Vivência prática
Pratica vivência.
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Prática prática
Vivencia vivência,
Vivencia prática,
Pratica práticas,
Pratica, vivencia vivências práticas.
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Vivência pratica,
Prática vivencia,
Vivencia vivência
Pratica prática
Pratica vivência
Vivencia prática
Vivência pratica
Vivência pratica prática vivencia.
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terça-feira, 24 de janeiro de 2006

Print Screen SysRq

Receita de como se fazer umas loucuras gráficas sem usar ou ter noção de Fotoshop:
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Primeiro abra num site “http://www.guiadasemana.com.br/”, por exemplo, arraste o cursor sem querer logo que o site começar a brir de maneira a fazer a imagem se alongar devido à internet que está lenta sei lá por quê. Depois tenha um pensamento loko e grave rapidamente essa imagem alongada com a tecla Print Screen SysRq que faz milagres. Importante: não deixe ela se ajeitar.
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Jogue essa imagem gravada no Powerpoint e ajeite como se fosse uma apresentação de slide deixando sobrar na tela da apresentação só o que você quiser. Inicie a apresentação, aperte Print Screen SysRq de novo e em seguida transfira para o Paint a imagem que foi redimensionada no Powerpoint.
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Agora utilize dos recursos à vontade sem fazer muita questão de acertar ou antever o efeito, mas use do bom senso para equilibrar cores e sei lá mais o que.
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Pronto, agora grave a imagem louca e poste no seu blog com uma receita como esse aqui. Pronto, você já é um editor gráfico, de quinta categoria, masssss é pelo menos um editor gráfico.,.,., rssss.,.,., viu que xik.,.,., falou e façam suas experiências, elas geralmente não costumam desapontar.,.,.,.,.,
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segunda-feira, 23 de janeiro de 2006

quarta-feira, 18 de janeiro de 2006

De cá pra lá

De cá pra lá, essa deve representar uma boa maneira de começar. Ele, o texto que nasce no ato de escrevinhar, irá caminhar de cá pra lá ou simplesmente de lá pra cá ou simplesmente de cá pra lá será uma forma de iniciar a começar essa seqüência de maneiras de falar as maneiras do pontapé inicial dar sem tropeçar ou tropeços sem problemas dar pois milhões de frases soltas hão de possibilitar e soltar sentidos pro ar das cabeças enfeitar ou talvez maus gostos atiçar, o nariz ouriçar pois cheiro da cabeça a queimar de tanto pensar as narinas irão cheirar.
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Talvez o principal objetivo seja rimar, escrever coisas que com ar hão de terminar e bem aos ouvidos hão de sonorizar, pois harmonias de harmonizar hão de formular e revolucionar músicas sem ritmar os acordes que os instrumentos haveriam de precisar tocar para vozes cantar e solfejar dó ré mi fá, sol mi dó lá no lar que algum instrumento por perto pudessem os moradores encontrar se bastante insistissem em procurar ou grande de dimensões o construtor de harmonias fossem e lugar de destaque na sala de estar tivesse que ocupar ou artigo ou móvel de luxo ele tivesse a possibilidade de se transformar.
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Ao de ecoar tais sons de maravilhar, se em altos volumes isso pra todos do mar alguém fosse declamar como se o mundo só aos berros pudesse acordar pra tamanha besteira que algum passível de se descartar da desumana terra estelar de ar tentasse falar dentro da loucura depois de dormitar e vomitar no colchão em pesadelo de amargar. Havemos de imaginar, e se ele resolvesse pestanejar sem possibilidades de escolher voltar, e se ele fosse se ajeitar nos caminhos que facilmente costumamos a descartar, pois muitos não chegam a aceitar como escolha de se validar ou preferência para em conta levar, pois se tortuam em tortuar de torturar capazes de afórmicas morfologias formar e a nós loucurar.
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Vamos os assuntos mudar, uma vez uma professora propôs listar o maior número de palavras que pudéssemos lembrar que com ar iriam terminar, mas que não fossem verbos como seccionar, um verbo que com ar podemos ver que é assim que ele acabou ou vai acabar. Era difícil solução achar para tantas palavras terminadas em ar achar e registrar e terminar de procurar e poder finalizar a ação de listar e em ordem alfabética colocar de forma a organizar todas as palavras que rimassem com possibilitar e passíveis e possíveis fossem de na lista colocar, pois palavras normais eram e não verbos que ações iriam apresentar, estados em mudança iriam indicar, fenômenos da natureza iriam registrar, equívocos de atitudes iriam precipitar ou coisas diversas iriam verbalizar.
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Mas mesmo assim lá fomos nós então começar a pensar e raciocinar para parar de lembrar somente de palavras que em ar iriam terminar, mas que verbos eram e iríamos errar se eles tentássemos registrar. Acabamos que acabamos de terminar de escrivinhar e em lista alfabética colocar e no encerrar dos fatos que tinham feito o desenrolar da “história agora estória das palavras terminadas em ar” sabíamos que iríamos restar: nós, nosso lar, nosso lugar, nosso par, nosso mar, nosso ar e a certeza de que por mais que tentássemos procurar e dicionários escafunchar e miolos botar pra funcionar muitas palavras não iríamos tatear que com ar acabavam de acabar e verbos de ações nunca fosse representar.
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Vou agora meu texto finalizar dizendo um tchau para quem quiser um tchau imaginar, mas não escutar, pois isso seria impossível de se passar, mas provável de se visualizar e um até logo, que irá, com certeza posso falar, acabar logo que um tempo livre despontar e a necessidade de besteiras falar no momento imperar.

terça-feira, 17 de janeiro de 2006

sábado, 14 de janeiro de 2006

Permutação

A Casa dos Espelhos (Reflexos)
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“Na casa dos espelhos minha alma refletida”
Por entre bolhas de rosas murchas
Que ainda ressurgem do próprio espinho
Caído embebido bebendo o sangue barroco da ferida vigente
Que vinga meus atos, compassos, espasmos
Espaços sem mim.
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Na casa dos espelhos minha ciranda vai arrependida
Por entre vidas de vivências santas
Que ainda insistem no próprio caminho
Caído crescido cedendo em sangue barroco do corte crescente
Que vence meus sonhos, suspiros, sentidos
Certeiros em mim.
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Na casa dos espelhos minha lágrima caída
Por entre calhas de palhas secas
Que ainda aquecem o próprio ninho
Caído perdido perdendo o sangue barroco de menino inocente
Que veste meus olhos, ociosos, ordinários
Nocivos em mim.
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Na casa dos espelhos minha força esvaída
Por entre mantas de cascas mortas
Que ainda investem no próprio moinho
Caído carcomido comendo um sangue barroco de engrenagem cedente
Que vasculha meus corpos, cansados, cortados
Caídos em mim.
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“Na casa dos espelhos minha alma refletida”
Por entre vidas de vivências santas
Que ainda aquecem o próprio ninho
Caído carcomido comendo um sangue barroco de engrenagem cedente
Que vinga meus atos, compassos, espasmos
Certeiros em mim.
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Na casa dos espelhos minha ciranda vai arrependida
Por entre calhas de palhas secas
Que ainda investem no próprio moinho
Caído embebido bebendo o sangue barroco da ferida vigente
Que vence meus sonhos, suspiros, sentidos
Nocivos em mim.
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Na casa dos espelhos minha lágrima caída
Por entre mantas de cascas mortas
Que ainda ressurgem do próprio espinho
Caído crescido cedendo em sangue barroco do corte crescente
Que veste meus olhos, ociosos, ordinários
Caídos em mim.
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Na casa dos espelhos minha força esvaída
Por entre bolhas de rosas murchas
Que ainda insistem no próprio caminho
Caído perdido perdendo o sangue barroco de menino inocente
Que vasculha meus corpos, cansados, cortados
Espaços sem mim.
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“Na casa dos espelhos minha ciranda refletida”
Por entre bolhas de vivências santas
Que ainda ressurgem do próprio caminho
Caído o crescido cedendo em sangue barroco da ferida vigente
Que vence meus atos, compassos, espasmos
Certeiros em mim.
.
Na casa dos espelhos minha alma vai arrependida
Por entre vidas de rosas murchas
Que ainda insistem no próprio espinho
Caído embebido bebendo o sangue barroco do corte crescente
Que vinga meus sonhos, suspiros, sentidos
Espaços sem mim.
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Na casa dos espelhos minha força esvaída
Por entre calhas de cascas mortas
Que ainda investem no próprio ninho
Caído carcomido comendo um sangue barroco de engrenagem cedente
Que veste meus corpos, cansados, cortados
Nocivos em mim.
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Na casa dos espelhos minha lágrima caída
Por entre mantas de palhas secas
Que ainda aquecem o próprio moinho
Caído perdido perdendo o sangue barroco de menino inocente
Que vasculha meus olhos, ociosos, ordinários
Caídos em mim.
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“Na casa dos espelhos minha alma arrependida
Por entre vidas de palhas secas
Que ainda investem no próprio ninho
Caído embebido bebendo um sangue barroco de ferida cedente
Que vinga meus sonhos, suspiros, sentidos
Nocivos em mim.
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Na casa dos espelhos minha ciranda vai refletida
Por entre calhas de vivências santas
Que ainda aquecem o próprio moinho
Caído carcomido comendo o sangue barroco da engrenagem vigente
Que vence meus atos, compassos, espasmos
Certeiros em mim.
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Na casa dos espelhos minha força caída
Por entre bolhas de cascas mortas
Que ainda insistem no próprio espinho
Caído crescido cedendo em sangue barroco do menino inocente
Que vasculha meus olhos, ociosos, ordinários
Caídos sem mim.
.
Na casa dos espelhos minha lágrima esvaída
Por entre mantas de rosas murchas
Que ainda ressurgem do próprio caminho
Caído perdido perdendo o sangue barroco de corte crescente
Que veste meus corpos, cansados, cortados
Espaços em mim.
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“Na casa dos espelhos minha força refletida”
Por entre mantas de cascas murchas
Que ainda ressurgem do próprio moinho
Caído embebido comendo o sangue barroco da ferida cedente
Que vinga meus atos, espasmos, cansados
Espaços sem mim.
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Na casa dos espelhos minha alma esvaída
Por entre bolhas de rosas mortas
Que ainda investem no próprio espinho
Caído carcomido bebendo um sangue barroco de engrenagem vigente
Que vasculha meus corpos, compassos, cortados
Caídos em mim.
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Na casa dos espelhos minha lágrima vai arrependida
Por entre vidas de palhas secas
Que ainda insistem no próprio ninho
Caído crescido perdendo o sangue barroco do corte inocente
Que vence meus sonhos, sentidos, ociosos
Certeiros em mim.
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Na casa dos espelhos minha ciranda caída
Por entre calhas de vivências santas
Que ainda aquecem o próprio caminho
Caído perdido cedendo em sangue barroco de menino crescente
Que veste meus olhos, suspiros, ordinários
Nocivos em mim.
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Faça você também sua combinação. É inteiramente grátis e você poderá ter um versinho totalmente novo escolhido exclusivamente por você e pra você. Aproveite, essa promoção é por tempo limitado e os 5 primeiros que fizerem seus versos receberão um certificado que lhes explicará a maior probabilidade que essas pessoas têm de conseguir fazer um verso inédito e até talvez, por que não, uma poesia inédita. Isso não é demais. Ligue: 011 - 1406 e peça o Quite "Cavalgadura Permutation Expecial Oh Happy Day Yeah Yeah When Jesus Washed" e tenha em suas mãos uma ferramenta incrível pra fazer sei lá o que de útil, isso só você poderá descobrir. Não espere, ligue já.

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quinta-feira, 12 de janeiro de 2006

segunda-feira, 9 de janeiro de 2006

Que Beleza!!!

Olha só que beleza, consegui linkar vários blogs e fotologs de colegas, amigos, conhecidos ou desconhecidos que mandam bem pelo menos. Depois, se alguém que tiver Blogspot quiser uma forcinha pra colocar links avisa ae. Linguagem HTML bróder coisa deôtro planiêta mermão.,.,. Divirtam-se com os Links, tem muita muita muita coisa boa neles. Conforme eu achar que devo colocar outros ou simplesmente achar outros blogs e talvez sites eu ponho aí na lista. Falou pra todos e muitos sorrisos lindos e luminosos pra refrescar o calor ou esquentar o friozinho.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2006

Tchák - Tchák.,.,.,., rsssss

Só no “ALT – TAB” né Davi... rssssss. Tava lembrando dos botes no “ALT – TAB” que eu tava conversando com o Dorg e o Davi no fim de semana. Tchak-Tchák, daí passa o chefe, e Tchák-Tchák, muda da tela dos sites pro Word ou Excel... kakaka, muito engraçado essa nossa vida. E Tchák-Tchák pra todas as coisas...
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Agora vou fazer um Tchák-Tchák e vou transformar esse texto de cima em uma poesia moderna só pra encher o saco e falar mal de poesia MUITO modernosa... Tem que tomar cuidado pro poema não perder a poesia...
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Lá vai o meu poema sem poesia:
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Tchák - Tchák.,.,.,., rsssss
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Só no
“ALT – TAB”
né Davi...
rssssss.
Tava lembrando
dos botes
no “ALT – TAB”
que eu tava conversando
com
o Dorg
e
o Davi
no
fim de semana.
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Tchak-Tchák,
daí passa o chefe,
e Tchák-Tchák,
muda da tela dos sites
pro Word
ou Excel
...
kakaka
,
muito engraçado
essa nossa vida.
E
Tchák-Tchák
pra todas as coisas
...
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Viu que poesia moderna, Tchák-Tchák pros poemas sem poesia, e Tchák-Tchák pra mim se eu fizer um algum dia e achar que ficou bom. Se eu gostar, Tchák-Tchák pros que não gostaram também. Falou...
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P.S: No fundo tá tudo na mesma, mas valeu a tentativa e o tempo ocioso que se auto-ocupou-se de seu próprio ego de si mesmo propriamente dito e sido em si sendo nada além ou mais que suas próprias e possessivas possessões prioritárias para primeira pessoas do singular: ELE, O TEMPO.,.,.,
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TCHÁK-TCHÁK PRO TEMPO TAMBÉM...
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terça-feira, 3 de janeiro de 2006

Vai dizer que é mentira!!!!!!

Tem um negócio aí embaixo que eu já li antes é claro, fala do meu Signo, e eu resolvi botar aqui praquelas pessoas que me conhecem e que não acreditam em Signos e Astros poderem comparar e ver como as coincidências são excessivas de mais para serem realmente e somente coincidências. Também botei para me redimir de meus estigmas de escorpiano, mas que se a gente pensar mais a fundo, na verdade é apenas mais um reforço de como um escorpiano pensa: Ele prefere apontar seus próprios defeitos, a ver um outro fazendo isso antes dele.
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Então, no fundo é apenas mais uma daquelas lá tantas de nóis todos. Acho que o signo é uma maneira muito válida de generalizar e também muito útil quando não se quer admitir seus erros ou apenas se quer que estes sejam mais bem aceitos pelos outros apenas pelo fato de que eles não fazem parte só de você, mas de todo um conjunto de pessoas como você. E outra coisa, é mais fácil botar a culpa nos astros que nada irão retrucar, a pensar que suas falhas são frutos de seus pensamentos e sentimentos untados com manteiga e que fazem todos nós de escravos... Livre arbítrio... Acho que eu já vi Papai do Céu falando coisas nesse sentido, mas a impressão que ele se esqueceu de que controlar cabecinhas e corações doidinhos não é coisa pra nós não. Eu acho que às vezes eu consigo não pensar em algumas coisas que eu não quero. Se eu não quiser pensar em Batatas por exemplo, eu consigo mais ou menos, uma hora escapa, mas agora, não pensar nas lembranças dos últimos finais de semana é muito difícil, é por isso que os pensamentos e os conseqüentes sentimentos são escorregadios e mais espertos que a gente. A gente somos inútil.,.,.,.,
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Ahhhh, e mais uma coisa, o nome do Blog mudou para Cavalgadura aos Montes porque lembra, de longe muito longe é claro, o original Viajantes do Infinito. (Cavalgadura – Viajantes, viagem, cavalgada, exploração, carruagem, sei lá) e (aos Montes – do Infinito, dos céus, às montanha, aos vale, e etc). Então “Cavalgadura aos Montes” é uma variação DOIDERA, como um comentador misterioso disse, de “Viajantes do Infinito”. Além disso é + engraçado, eu escrevi de supetão porque eu achei que não tinha sentido sério nenhum, é menos presunçoso que Viajantes do Infinito, e “aos Montes” tem duplo sentido porque pode significar que se fazem Cavalgaduras aos locais dos Montes ou que se fazem muitas Cavalgaduras. De qualquer maneira é inusitado e eu gostei disso. Qualquer dia ele muda de novo e vamos ver no que é que dá. Outra coisa, gostei desse formato porque é mais claro apesar de que ainda acho o outro mais bonito.
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E mais uma coisa pra voltar nos assuntos de lá de cima: Será que a gente só é errado quando a gente pensa naquilo de errado que a gente está fazendo?
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Que me importa isso, já conversei mais ou menos sobre isso com um colega e mesmo que eu mude meus pensamentos, o dos outros não mudam juntos, então de que vale pensar ASSIM se tantas outras pessoas vêem ASSADO. É melhor acreditar que tá tudo CRU...
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Agora as confissões secretas de um animal peçonhento. RSSSSSS.
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OHHHH, COITADO.,.,.,., KKKKKKKKKKKKKKK
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ESCORPIÃO
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Palavra que define você: Intensidade.
Seu verbo preferido: Eu crio.
Sua característica física principal: Olhar profundo e misterioso, cabelo escuro e possivelmente um defeito nos pés.
Você representa: O ocultista do zodíaco.
O que mais gosta de fazer: Analisar o comportamento humano.
O que menos suporta: A traição e a mentira.
O dinheiro, você obtém: Ampliando seu horizonte e filosofia.
O dinheiro significa para você: Um meio para desfrutar.
Sua mente: É de compreensão rápida, fácil e profunda.
Sua família: É para dedicar-se e protegê-la.
Seu lar está carregado de: Coisas fascinantes e diferentes.
Sua imaginação se caracteriza por: Ser idealista e sonhadora.
Seus companheiros de trabalho dizem: Que você é muito impulsivo.
Seu trabalho perfeito: Medicina, investigação, atuação e as ciências ocultas.
Atividade que beneficia você: Aprender a administrar sua energia psíquica.
Como repõe suas energias: Isolando-se, refletindo e esquecendo os ressentimentos.
Em sociedade e nos negócios caracteriza-se por: Ser perseverante e justo.
No amor: Procura uma união espiritual.
O casamento: É estável e duradouro.
Seu maior defeito: Ser obsessivo.
Sua maior virtude: Ser leal.
Seu sonho secreto: Poder ajudar a humanidade a evoluir.
Arma secreta para seduzir: É irresistível e misterioso.
Sua sexualidade: Está cheia de profundidade e arte.
O que você ostenta: Ser claro e direto.
O que faz falta em você: Confiança nos demais.
Sua filosofia: Buscar o oculto e o profundo.
Deus significa: O princípio.
As viagens: Mudanças e aprendizagem.
Como define o sucesso: Poder e brilho.
Como chefe é: Leal e arrogante.
Os amigos significam: Não é qualquer um que pode ser seu amigo.
Medo oculto: A traição de alguém amado.
O que não deixa você avançar: O desejo de vingança.
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E aí,
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Vai dizer que é mentira!!!
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E Muito Obrigado para aqueles que chegaram até aqui.
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segunda-feira, 2 de janeiro de 2006

Desacostumes, Rapazzzzz...

Ai, ai, ai meu Deus do céu que sono. Hoje é dia 2 de janeiro de 2006, são quase uma hora da tarde e eu tô aqui sentado de boa, sem nada pra fazer numa sala branca, meio fria. Mas não faz diferença o ar-condicionado, não faz diferença o desodorante, eu suo e eu sôo como o Silvério Siqueira da Silva, aquele sem sentido sino ciumento da Sinagoga Shamalayana de São Paulo. É né, eu fiquei sabendo que o Sino Silvério tinha ciúmes da Sacristia Santa e Cínica porque ela ficava dando em cima do Altar Antunes. O Sino como trabalhava várias vezes por dia, aliás de 15 em quinze minutos ele era requisitado para a cantoria sonora de Dédalus o Deus do pontual badalo. Que coisa não.,.,., Então, enquanto a senhorita Sacristia ficava lá se envolvendo com o Altar Antunes, o Sino só de butuca espiava os 2, mas não falava nada a não ser quando terminava o dia e começava outro que ele despencava numa falação de blem blem blem + 21 vezes isso que aí sim podia se notar sua raiva. Tadinho do sininho, tão prestativo com todos e a senhorita Sacristia fazia o favor de abraçar o Altar Antunes justo nas horas em que ele estava olhando. Altar Antunes era muito próximo de Sr. JHS. É verdade. Dizem que só o altar é digno de abrigar esse senhor dos senhores. Já disse um tal de Tomé que não precisava nada disso, mas Bento 16 Pio 12 Vezes e calou a boca do amigo de JHS e tudo ficou no mesmo. Aliás Bento 16 Pio 12 Vezes não quis que Mercury Daniel Axé girasse a Pomba-Gira-Tória nos jardins do palácio de Versales capital da fé preciosa de pedras preciosas porque temia uma ruborização em massa dos cardeais e pontífices. Imagina Mercury Daniel Axé rodando em demonstração de fé e energia batucável e os trapézios quadrados de manto luxuoso se reclinando para frente para inibir manifestações de natureza humana em homens que buscam deus com letra minúscula na elevação energética enérgica intolerante consigo mesmo selbst. Ia ser um desastre para os que não se manifestassem.
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- Pára ohhhh...
- Camisinha neles, Hallelluia.
- Não, imagina meus caros... Só a procriação nos interessa, não é Bento 16 Pio 12 Vezes???
- Bentinho, BENTINHO, que horror, que coisa feia meu caro.
- O problema não é meu, é dele – e aponta. Do sino. Ele é o responsável por isso.
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E novamente sobrou pro sino, coitado. Sino Silvério era o responsável pelo pecado mental de Bento Piou 122 Vezes de Amor. Sino só sabia soar, não discutia portanto calou seguindo o exemplo de Tomé. Apenas sentia ciúmes de Sacristia senhorita, evitava pensar no Altar Antunes e sem querer levantava Bento 16 Pio 12 Vezes à meia noite quando emanava seus gritos de raiva pelos labirintos da fé cristã. Levantava o Bento e também sentimentos profanos neste homem tão divino.
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- Hallelluia...
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Levantava, já pensou nisso???.,.,., Êita minha nossa. Meia noite e Pio 122 Vezes de Amor descia as escadas, silenciava o Sino com as mãos e ressonava Corrimento Corrimão à baixo até o Bordel Vaticano que fica às margens do Rio Tiêta Tetas Augusta, pra não falar coisa mais digna de queimar na fogueira do Sr. Campo de Concentração Praça do Apocalipse. Acho que o Sino ficou perturbado, mas mesmo assim olhará eternamente os flertes de Sacristia amor da vida com o Altar Antunes e levará a culpa pelo enriquecimento do Bordel Vaticano. Primeiro porque leva o Papa até lá e todo seu dinheiro o acompanha, e segundo porque anuncia a missa do galo e rebanha os fiéis em duchas e seus Dízimos para a Santa Ceia escorrem ralo à baixo buscando trazer a absolvição que Adão e Eva não conseguiram evitar. Quanta culpa, né!!!!!?????
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Agora eu já almocei, voltei praquela sala, lá fora está chovendo como diz a música muy belita que a gente conhece e já são quase 3 da tarde. Esse texto foi só mais pra exercitar um pouquinho a escrita de besteiras que querem dizer algumas muitas coisas sem dizer nada de fato. Eu já consegui escrever textos assim que ficaram melhores do que esse, por isso ele se chama “Desacostumes”. Tô desacostumado. Já fazia um tempinho que eu não escrevia, não por não querer escrever, mas por não achar coisa que valha a pena ser escrita. Muita coisa que eu quero escrever, passa 2 minutos eu já acho que aquilo tá errado e que é melhor deixar de lado e não passar nada pro papel, e nesse vai e vem o Blog pára e eu entro em desacostumes. Falou.