Bom, já tem uma semana que eu não escrevo nada aqui. Ninguém me cobrou nada, mas eu tava querendo botar coisa nova, então resolvi postar uma poesia que eu fiz pro trabalho de um colega. Agora eu tô assim, faço poesia por encomenda, quem quiser é só pedir. Me fala o tema e como quer que eu faço o resto. Rsssssssssssssssss. Meu Deus, cada uma. Esse texto é sobre um livro que eu esqueci o nome agora, mas que fala desse negócio da ciência estar acabando com a fantasia. Só que no texto eu fui contra a idéia. Não que eu concorde com o que eu escrevi, mas é que eu achei que seria melhor pro trabalho do cara negar toda a idéia do livro, que é meio parte da opinião geral, e apresentar a poesia como sendo uma pessoa que vê na ciência um estímulo pra ir além, ou seja, se a ciência desvenda coisas que me eram um mistério intrigante e que me faziam VIAJAR NO INFINITO, agora com esses mistérios desvendados, eu preciso ir mais além de onde a ciência já foi pra poder criar novas fantasias porque essas fantasias me fazem bem. Eu gostei do resultado.
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O engraçado é que várias e várias vezes eu tô na rua andando, ou sei lá mais em quantas ocasiões isso aconteceu, e eu tenho uma idéia e penso em escrever no blog, mas acabo desistindo ou esquecendo do que eu tinha pensado. Eu fiz outro texto prum outro trabalho de outras colegas que mais depois eu ponho aqui no blog. E fiquem sabendo que eu cobro por página: são 3 reais uma página em Times New Roman 12, 7 duas, 12 três e assim vai. Tem promoção e descontos se pagar à vista. hahahahahaha. Bom, o texto tá aqui embaixo.
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MANIAS DO(E) PENSAR
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Navegando imerso no aquário por cima dos ombros
Vem e vai eu
E vem e vai tudo aquilo que me há.
Me há muitas formas de me haVER
Me VEJO muitas formas de enxERGAR
E ERGO várias formas de estabelecer.
...
Cada tijolo imaterial aqui visto
Foi por mim posto ou imposto
Foi por outros dado ou arrendado
Arre...
Muitos me foram por outros impostos sim,
Na forma de impostos, dívidas ou enganação
Erguido a ferro e fogo em minha construção.
...
Construída as Cidades de Miragens
Erguidas as Manias do(e) Pensar
Turbilham as Cascatas de Ilusão.
...
Ah, as ilusões.
Todas minhas num egoísmo inofensivo.
Todas são.
São alusões a visões de versões,
Que agora repousam em versos pagões.
Sim, pagões
Pois não devem nada a alguma gramática divina.
São minhas as leis de um reino medíocre
Aqui só moram os meus e eus.
...
Eco-co-co-co-co-co-co-co-co-co-co-co-co-co-co-co-co-co-co-co-co-co-co-co-co...
…
Viu,
Posso ouvir suas respostas
Milhares de milhões
Milhares de milhares
Mil ares pra voar
Voar nesse circo
Círculo de trapézios eqüiláteros
De palhaços mudos
De belas bailarinas mancas
E infinitas estrelas presas na lona azul.
...
Tudo isso é o globo da morte dos neurônios
São as teias e mais teias dos axônios.
Se há o mundo da minha ciência
Esse é.
...
Mas o exato constrói desconstruções,
E esse meu mundo também desaba.
Desaba por ilusões em pejorativo,
Desaba por fórmulas sem porém
Ou por poréns sem razão
Sem senão.
Meu mundo se desatomiza sim,
Porém se refaz com razões de amor e ódio
Se refaz em vôo da ave das cinzas.
Ave cinzas
Ave Fênix.
...
Não vejo o fim deste vôo que me leva.
A verdade incontestável só me leva a gerar.
O espaço das possibilidades é multidimensional.
Cada cerca científica delimita 3 ou 4 dimensões da existência
Me restam infinitas outras.
...
Me restam caminhos inimagináveis até o ato do imaginar.
Me resta a crença
Me resta a tolerância
A autopreservação.
Me resta a vontade
A anciã por alegrias novas.
O céu, os salmos e os santos do sei lá sem sentido.
Me resta o que há depois da esquina
Me resta o que há depois de manhã
Me resta eu e o insuportável mim.
Me resta a cura e o desafio.
Me resta o próprio muro
Bio – químico – físico – matemático – científico – intrigântico – mistérico – Etc – e – tal.
Me resta muito enfim
Me resta muito até chegar meu fim.
...
Em fim, só me resta...
...
Hajam ciências sim
Hajam comprovações sim,
Mas haja acima de tudo, aquilo que não há.
Haja a magia e a vontade de negar
Haja a magia da negação
Da natação no aquário cranial.
...
Só aqui é possível ecoar vozes nas águas
Será só aqui?!
...
O interessante é pensar que a cabeça é fechada
Pra poder se abrir melhor-lhor-lhor-lhor-lhor-lhor-lhor-lhor-lhor-lhor-lhor...
...
Vem e vai eu
E vem e vai tudo aquilo que me há.
Me há muitas formas de me haVER
Me VEJO muitas formas de enxERGAR
E ERGO várias formas de estabelecer.
...
Cada tijolo imaterial aqui visto
Foi por mim posto ou imposto
Foi por outros dado ou arrendado
Arre...
Muitos me foram por outros impostos sim,
Na forma de impostos, dívidas ou enganação
Erguido a ferro e fogo em minha construção.
...
Construída as Cidades de Miragens
Erguidas as Manias do(e) Pensar
Turbilham as Cascatas de Ilusão.
...
Ah, as ilusões.
Todas minhas num egoísmo inofensivo.
Todas são.
São alusões a visões de versões,
Que agora repousam em versos pagões.
Sim, pagões
Pois não devem nada a alguma gramática divina.
São minhas as leis de um reino medíocre
Aqui só moram os meus e eus.
...
Eco-co-co-co-co-co-co-co-co-co-co-co-co-co-co-co-co-co-co-co-co-co-co-co-co...
…
Viu,
Posso ouvir suas respostas
Milhares de milhões
Milhares de milhares
Mil ares pra voar
Voar nesse circo
Círculo de trapézios eqüiláteros
De palhaços mudos
De belas bailarinas mancas
E infinitas estrelas presas na lona azul.
...
Tudo isso é o globo da morte dos neurônios
São as teias e mais teias dos axônios.
Se há o mundo da minha ciência
Esse é.
...
Mas o exato constrói desconstruções,
E esse meu mundo também desaba.
Desaba por ilusões em pejorativo,
Desaba por fórmulas sem porém
Ou por poréns sem razão
Sem senão.
Meu mundo se desatomiza sim,
Porém se refaz com razões de amor e ódio
Se refaz em vôo da ave das cinzas.
Ave cinzas
Ave Fênix.
...
Não vejo o fim deste vôo que me leva.
A verdade incontestável só me leva a gerar.
O espaço das possibilidades é multidimensional.
Cada cerca científica delimita 3 ou 4 dimensões da existência
Me restam infinitas outras.
...
Me restam caminhos inimagináveis até o ato do imaginar.
Me resta a crença
Me resta a tolerância
A autopreservação.
Me resta a vontade
A anciã por alegrias novas.
O céu, os salmos e os santos do sei lá sem sentido.
Me resta o que há depois da esquina
Me resta o que há depois de manhã
Me resta eu e o insuportável mim.
Me resta a cura e o desafio.
Me resta o próprio muro
Bio – químico – físico – matemático – científico – intrigântico – mistérico – Etc – e – tal.
Me resta muito enfim
Me resta muito até chegar meu fim.
...
Em fim, só me resta...
...
Hajam ciências sim
Hajam comprovações sim,
Mas haja acima de tudo, aquilo que não há.
Haja a magia e a vontade de negar
Haja a magia da negação
Da natação no aquário cranial.
...
Só aqui é possível ecoar vozes nas águas
Será só aqui?!
...
O interessante é pensar que a cabeça é fechada
Pra poder se abrir melhor-lhor-lhor-lhor-lhor-lhor-lhor-lhor-lhor-lhor-lhor...
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Assinado: a ignorância, irmã gêmea da sapiência.