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Muitos não sabemos de nossas belezas
E nem deveríamos saber.
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Aliás, por que deverímos saber
Se nenhuma beleza se impõe?!
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A beleza se vale por si!
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A beleza nunca se impõe!
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Nunca!
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A beleza convence pelo brilho sutil!
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Pelo atrativo que não grita
A não ser dentro daqueles
Que sabem ver!
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Pelo atrativo que não grita
A não ser dentro daqueles
Que sabem ver!
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Há que se fazer
A beleza brilhante.
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A beleza mais que um.
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Mais que todos!
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Deve-se lutar por isso!
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Ainda que
Isolada
Renegada
Desajustada
Incompreendida
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É absoluta!
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Ainda assim
Ela será beleza!
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Poucas coisas são absolutas no mundo
Mas
A beleza está total em si!
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A beleza verdadeira
Não exige explicações!
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A beleza verdadeira
Não exige explicações!
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Nunca sejamos medíocres!
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A mediocridade é aquilo
Que brota
Quando nada mais vem a tona.
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Não é erva-daninha
Pois isto é o mal...
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A mediocridade é um mato
Sem razão
Que impede a semeadura.
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Ou melhor,
A mediocridade
É a semeadura do esquecimento!
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A mediocridade é aquilo
Que brota
Quando nada mais vem a tona.
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Não é erva-daninha
Pois isto é o mal...
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A mediocridade é um mato
Sem razão
Que impede a semeadura.
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Ou melhor,
A mediocridade
É a semeadura do esquecimento!
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E de medíocres o mundo está saciado
Encharcado
Denegrido.
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Sintamos falta da beleza!
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Do fundo de nossos corações...
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Sintamos sua ausência!
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Não estamos solitários
Pela beleza mais possível
E mais vivente
E menos clausurada.
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A beleza só se é
Enquanto tentativa vivente
Coletivista.
Coletivista.
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Ninguém suporta a solidão!
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Se estivermos sozinhos
Não poderemos seguir assim!
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