sexta-feira, 24 de janeiro de 2025
JORNADA AO ORIENTE ANCESTRAL
1º Dia - 01/01/2025 - SÃO PAULO
2° Dia - 02/01/2025 - VIAGEM DE IDA
3º Dia - 03/01/2025 - DELHI
4º Dia - 04/01/2025 - DELHI
Dentro do novo pacote que compramos, fomos visitar mais 4 lugares no dia 4.
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Levantamos cedo e seguimos em direção ao templo Laxmi Narayan, uma construção dedicada ao Deus Vishnu e a sua esposa Laxmi, a deus da riqueza e da boa sorte. A Gláucia gostou especialmente deste templo. É uma arquitetura bastante diferente dos templos hindus tradicionais e gostamos muito da combinação de cores colocadas nas paredes e nas abóbadas.
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Logo na entrada, um senhor com muitos ímãs bonitos se aproximou e não conseguimos nos conter. Eu comprei, de cara, 10 imãs com imagens de diversos deuses. Depois descobrimos que fizemos um bom negócio, afinal, o preço que conseguimos estava abaixo da média do que iríamos encontrar nos dias seguintes.
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Depois fomos para o Gandhi Smriti Museum que foi o local da última morada de Mahatma Gandhi e também o local onde ele foi assassinado exatamente às 17:17 horas do dia 30/01/1948.
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Eu, particularmente, fiquei muito emocionado por estar no espaço que fora habitado por esse grande baluarte da humanidade. Acredito, inclusive, que Gandhi seja, talvez, a maior figura humana do século XX.
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Penso assim por se tratar de um homem revolucionário que se transformou num ícone político, filosófico e religioso! Eu não conheço outra pessoa do século passado que tenha conseguido agregar, em si, tanta potência moral em tantas diferentes áreas do exercício humano.
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Neste museu, também vimos algumas maquetes com diversas das passagens significativas de sua vida, além de alguns objetos que pertenceram a ele como: sua cama, seu icônico óculos de leitura, o local onde repousaram seu corpo após a morte, seu relógio que parou exatamente no momento em que seu corpo caiu no chão atingido por três balas e etc. Um local de imensa significação. Chorei pela beleza de tudo aquilo que ali estava!
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Fomos então para o Templo Lotus. Achamos a arquitetura muito interessante, mas o templo, em sua parte interna, não possuia nada de chamativo. Trata-se de uma flor de lótus muito grande com 27 pétalas. A religião se chama Bahá-I e defende a igualdade entre os sexos, o fim das castas e a pregação das suas crenças a todos os seres humanos. Me pareceu se tratar de uma reação natural a alguns dogmas do Hinduísmo mas, sentimos que estávamos diante de uma religião menor.
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Almoçamos num lugar com vários estrangeiros e a comida estava bastante boa.
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Logo depois do almoço, fomos para o Qutub Minar, a maior torre de pedra da Índia. Uma curiosidade sobre essa torre é que ela foi atingida por um raio e acabou recebendo uma nova divisão, no entanto, os construtores posteriores fizeram questão de manter sua altura original de 73 metros. O Minarete Qutub foi construído no século XII e cada novo imperador mandava somar mais um pouco de altura a ele. É impressionante pensar que uma construção de mais de 800 anos tenha atingido tamanha dimensão e tenha resistido a tantas intempéries naturais e humanas que provavelmente tenham ocorrido naquele espaço.
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Depois voltamos para o hotel e capotamos porque estávamos ainda não adaptados ao fuso horário.
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5º Dia - 05/01/2025 - DELHI
Depois do café da manhã reforçado, saímos para um passeio de dia inteiro à Delhi e enfim, depois de 5 dias, começamos a passar pelos pontos que estavam listados no nosso roteiro original.
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Pela manhã, visitamos a Antiga Delhi, conhecida antigamente como a cidade de Shahjehanabad, com suas muralhas construídas por Shah Jahan.
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Começamos pelo Raj Ghat, local onde Mahatma Gandhi foi cremado em 1948. Nesta construção, existem diversas pedras colocadas em locais específicos. Trata-se de simbólicos presentes trazidos por diversas pessoas de todo o mundo. De maneira geral, tudo que está relacionado a Mahatma Gandhi se torna extremamente comovente e profundo.
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Depois de passarmos muito frio no Raj Ghat, nos dirigimos para o Red Fort, uma enorme fortaleza muçulmana que apenas olhamos do lado de fora.
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Em frente a sua entrada, ao invés de caminharmos por uma rua menos movimentada, resolvemos andar por uma que passava por 3 templos de religiões diferentes: Jainista, Hinduísta e Siquista. Foi uma experiência extremamente impactante, pois estávamos numa região muito pobre da cidade antiga de Delhi. Sentimos ali, um pouco da Índia popular que iria nos chamar bastante a atenção pelos dias que viriam.
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Vimos macacos, ratos comendo oferendas e pessoas extremamente pobres vendendo comida, verduras, legumes e diversos outros tipos de mercadoria. Comemos também um doce muito estranho e gorduroso feito por uns senhores que estavam nas ruas.
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Depois desta passagem, fomos até a Jama Masjid, uma das maiores mesquitas da Ásia. Sua grandeza é impressionante, mas o lugar é mais interessante visto de fora do que de dentro, ou seja, sua fachada é mais impactante do que seu interior. Andando pelo local, o guia nos contou que, devido ao tamanho do espaço e ao fato de não haver microfone nos séculos passados, essa mesquita possuía sacerdotes responsáveis por repetir as pregações centrais a fim de que todos os fieis pudessem ter acesso aos sermões.
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Saindo da mesquita, fomos fazer um passeio de Riquixá (tuc-tuc) por algumas ruas e vielas extremamente estreitas que faziam parte do chamado Mercado Chandni Chowk, um local de comércio com quase 500 anos de tradição e esse se tornou um dos momentos mais intensos da viagem até então. As ruas eram extremamente apertadas com diversos fios de eletricidade emaranhados, pessoas tomando banho nas calçadas, especiarias, roupas para casamento, saris, joias, cachorros em cima de carros, pequenas lojas improvisadas e todo tipo de comércio característico da Índia.
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Após essa imersão na realidade basilar da pirâmide social indiana, fomos visitar o lindo Templo Gurudwara Bangla Sahib da religião Siquista. Lá assistimos ao trecho de um ritual onde estavam sendo cantados alguns mantras. O Siquismo é uma religião monoteísta que surgiu em Punjab, região da Índia, no final do século XV e está entre as religiões com mais adeptos na humanidade.
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Achamos o lugar muito leve, com uma energia muito positiva e ficamos pensando o porquê de termos tido essa impressão em comum mesmo antes de termos conversado sobre ela. Chegamos à conclusão de que os ensinamentos básicos dessa religião eram os responsáveis pela beleza que sentimos no local, principalmente uma de suas regras basilares que diz que se deve oferecer comida e fazer caridade a qualquer pessoa.
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Visitamos a cozinha do espaço e ficamos impressionados com a quantidade de comida, de pessoas se alimentando e de voluntários engajados naquele domingo de manhã. O guia nos disse que os templos siquistas preparam e doam alimentos 24 horas por dia. Enfim, ADORAMOS O LOCAL!
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Após essa passagem, fiquei pensando que a Índia realmente possui uma vocação religiosa a nível mundial. O Oriente e, mais especialmente, as terras localizadas abaixo do Himalaia, são o maior berço religioso da humanidade. Me parece que as sementes religiosas lá plantadas tendem a perpetuar pelos séculos seguintes. É impressionante a quantidade de vertentes espiritualistas que ali se originaram e tiveram sua expansão por diversos lugares do planeta: o Hinduísmo, o Jainismo, o Siquismo, o Budismo, o Bahá-I, além de outros tantos gurus contemporâneos nascidos ali e que foram capazes de espalharem seus conhecimentos por todos os cantos do planeta.
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Depois desta visita, demos uma passada pela região onde ficam os ministérios indianos, o congresso nacional, a casa do presidente e outros tantos prédios enormes relacionados ao governo da Índia. Todas as construções datam da época em que o país era colônia do Império Britânico.
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Passando isso, fomos almoçar no restaurante Lazeez Affaire. Pedimos uma entrada super gostosa que misturava massa e algumas verduras. Já o prato principal era uma mistura de arroz, temperos e outros legumes.
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Após o almoço, visitamos o Mausoléu do segundo imperador Mongol chamada de Tumba de Humayun, construída em 1565. O local está bastante degradado, mas a grandeza ainda impressiona. Ao final da visita, rimos muito no momento em que eu tentei conversar pelo telefone com o nosso guia e nós não tínhamos a menor ideia de onde ele estava.
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Depois de passarmos por este complexo de tumbas, nos dirigimos ao famoso Índia Gate. Trata-se de um memorial feito pelo governo britânico em homenagem aos soldados indianos que morreram na 1ª Guerra Mundial.
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Segundo nosso guia, com o fim do grande conflito, as lideranças locais passaram a defender mais liberdade para a colônia. No entanto, em resposta a esse movimento, o governo britânico apenas construiu o monumento em questão como forma de acalmar os ânimos, garantindo assim a manutenção do seu poderio político-econômico sobre o território.
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O local estava cheio de pessoas se divertindo, tirando fotos e inclusive uma família pediu para tirar retrato conosco. Foi um momento super leve onde nos sentimos integrados ao povo da Índia numa tarde de domingo, andando por um monumento central da cidade de Delhi. Depois do Portal da Índia, fomos para o hotel descansar um pouco.
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Após um certo tempo, demos uma rápida volta pelos arredores onde passamos numa pequena venda, uma espécie de minimercado. Eu, particularmente, acho interessante presenciar o comércio local, pois ele pode nos dar dicas sobre a economia do país. Vimos, por exemplo, que neste estabelecimento não existia uma grande variedade de marcas e algumas linhas de produtos nos pareceram meio monopolizadas por algumas corporações.
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Depois de uma certa dúvida sobre o itinerário de volta até o hotel, entramos na recepção, pedimos um chai e subimos em direção ao quarto a fim de nos organizarmos para a viagem do dia seguinte. O dia foi ótimo, bastante produtivo, cheio de momentos interessantes e visitas a lugares legais. Gostei do caos de Delhi!
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6º Dia - 06/01/2025 - DELHI // JAIPUR
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Levantamos às 6:00 da manhã para tomarmos café e logo depois pegamos o carro com destino a Jaipur, a capital do estado do Rajastão.
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No caminho, entramos numa cooperativa de tapetes onde nos mostraram mercadorias feitas com pele de carneiro, algodão e seda. Nos mostraram também o processo de feitura dos nós, o corte da superfície do tapete e também a queima do seu verso para a melhoria da qualidade. Também vimos um processo de pintura de alguns tecidos, mas nada nos interessou para comprarmos.
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Depois desta cooperativa, logo paramos no restaurante para comermos pratos típicos indianos. Ali, vimos um pai e uma criança cantando músicas e fazendo danças típicas do Rajastão. Fiquei emocionado com a simplicidade dos artistas e pela forma gentil como eles nos entregavam sua música, sua dança, sua arte. A comida também estava muito boa.
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Andamos por muitos quilômetros mais e chegamos, enfim, à cidade de Jaipur, a chamada cidade rosa, terra dos marajás, de grandes palácios e fortalezas construídas a mando deles. Logo nos primeiros momentos, passamos em frente ao Albert House Museum, um local de efervescência cultural. Sua fachada nos agradou bastante.
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Depois nos dirigimos para o Patrika Gate, um portal que celebra a diversidade religiosa. Nele, pode-se observar elementos de algumas religiões existentes aqui na Índia como: o Hinduísmo, o Islamismo e etc. Este monumento foi construído por um magnata das comunicações que mora na cidade. Curiosidade: PATRIKA significa periódico, jornal, revista.
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Depois de algumas fotos no local citado acima, demos uma rápida passada no hotel para deixarmos as nossas malas e então fomos em direção ao Templo Birla para assistir ao ritual religioso chamado Aarti. Este ritual é feito como forma de cuidar dos deuses hindus e, para isso, se oferece comida, água, além de acenderem o fogo para queimar as más energias do mundo. No altar do templo, estavam as imagens do Deus Vishnu e de sua esposa Laxmi.
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O guia nos explicou que as imagens dos deuses hindus são vivas. Os devotos cantam para acordarem suas divindades de devoção, levam refeições e, ao fim do dia, colocam seus deuses para dormir, não sem antes agradecerem pelas conquistas que tiveram.
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Voltando a falar sobre o Aarti, achamos um ritual bastante leve, com os frequentadores batendo palmas, algumas músicas soando nos alto-falantes e os sacerdotes tocando alguns instrumentos de percussão. Um dos sacerdotes jogou água na cabeça dos fieis que estavam no local e depois, vários de nós, passamos pelo benzimento do fogo, além de darmos uma volta em torno do altar em sentido horário. Nós impressionou a fé de alguns frequentadores, bem como o fato de termos visto vários jovens dentro do local.
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Numa das conversas que tivemos, chegamos à conclusão de que a religião é algo muito mais cotidiano e natural para o indiano. Não se trata de algo apartado da vida ou algo que se pratica somente em alguns momentos específicos, como é o caso do Brasil. Na Índia, a religião é parte integrante do dia-a-dia da maioria da população e se mantém, ao longo dos milênios, como o vértice central da cultura nacional. Acreditamos que este seja um elemento de extrema importância para a manutenção da identidade, um espécie de escudo antiocidente que leva, por exemplo, os jovens indianos a usarem menos drogas que os nepaleses.
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Depois desse lindo ritual, tiramos algumas fotos do templo e voltamos ao hotel para descansar.
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7º Dia - 07/01/2025 - JAIPUR
Tomamos um café da manhã no hotel Sarovar Premier e saímos em direção ao Palácio dos Ventos que fica dentro das muralhas da cidade antiga de Jaipur. Logo depois da passagem por este espaço, fomos em direção a Fortaleza de Amber, uma enorme construção que foi morada de um dos marajás que controlou o estado do Rajastão.
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Logo na chegada, na base da rampa que dá acesso ao palácio, ao virarmos numa viela estreita, vimos diversos elefantes. Minha emoção foi enorme e tive que registrar o momento de diversas maneiras. Pegamos, então, carona em um deles para subirmos a longa estrada que leva até o Forte.
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Um fotógrafo muito insistente tirou fotos de nós 2 em cima do animal e depois conseguiu nos encontrar novamente para vendê-las. Após mais de 10 minutos de insistência, acabamos chegando num preço em comum e eu comprei as 10 fotos que estavam dentro do álbum. Não me arrependi. A emoção de andar no meu animal terrestre favorito precisava ser guardada de todas as maneiras.
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O palácio é realmente muito bonito, possuindo diversas paredes incrustadas de pedras preciosas, enfeites feitos com ouro 24 quilates, bem como alguns espaços decorados com espelhos vindos da Bélgica. Estava bastante frio no local e, além disso, ventava muito, mas nos agasalhamos com o que tínhamos.
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Também visitamos um pequeno templo de mármore localizado dentro deste palácio e, no momento em que estávamos descendo, a Gláucia fez, na mão, uma tatuagem de rena super bem desenhada.
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Quando já estávamos novamente na base do palácio, à beira de um lago artificial, vimos um homem que tocava flauta para uma cobra naja. Levamos um susto quando ele levantou a tampa do cesto, mas a coitada estava totalmente zonza dentro daquele lugar e não tinha condições de atacar ninguém.
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Depois deste momento, fomos de carro até as margens de um outro lago artificial onde, dentro dele, se encontra o Palácio das Águas, local em que o marajá do Rajastão ficava nas épocas de calor. O guia nos explicou que,na época, os criados do governante colocavam diversos jacarés nas águas desta lagoa artificial como forma de proteger o rei.
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Continuando o passeio, fomos até o Jantar Mantar, que é o maior observatório de pedra e mármore desenhado do mundo. O observatório tem quase 300 anos de fundação e possui o maior relógio de sol do mundo que pode medir a variação tempo com uma precisão de até 2 segundos.
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Também vimos instrumentos de medição relacionados a cada um dos 12 signos do Zodíaco, bem como 2 semicírculos afundados no chão que mostravam qual seria o ascendente de uma criança que estivesse nascendo em Jaipur naquele dia em que estávamos lá. O resultado mostrado pelo instrumento foi o signo de Sagitário. A Gláucia adorou!
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Depois deste local muito interessante, fomos almoçar no Heritage Cuisine e pegamos a comida de um buffet que estava muito gostosa.
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Após o restaurante, fomos até um local de artesanato que estava com os preços mais em conta e, enfim, depois de tantas visitas a lugares extremamente caros, resolvemos adquirir algumas coisas para nós. Compramos algumas figuras de elefantes para colocarmos nas paredes e namoramos outros itens. Achamos lindos os objetos que estavam no local!
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Passadas essas compras, nos dirigimos a uma loja de joias onde a Gláucia comprou uma tornozeleira e alguns aneis de prata.
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Continuando nosso tour pela capital do Rajastão, fomos, enfim, para o Maharaja’s City Palace, local onde o atual marajá tem sua morada. Obviamente não entramos na casa do dito cujo propriamente dita, mas numa parte do palácio que está aberta a visitação do público. Lá dentro, visitamos várias divisões da construção, bem como um museu com armas e outro com vestimentas usadas pelas várias gerações de marajás desta província indiana.
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Após este palácio, fomos caminhar pelo centro da cidade de Jaipur: comemos um chocolate indiano, fizemos algumas compras, conversamos com a população local e sentimos o clima da cidade no entardecer do dia 07/01/2025. Foi um momento muito interessante! Não há nada melhor para sentir um local do que caminhar no chão, no solo de todos, junto com os comuns. Após esta 1 hora pelas ruas de comércio, pegamos o carro e voltamos para o hotel, não sem antes passar na frente do palácio do governo do estado do Rajastão.
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Depois desta andada pelo centro de Jaipur, fomos para o hotel e a Gláucia dormiu. Aproveitei para colocar o diário em dia e, como estava sem sono, dei uma volta pelas redondezas do hotel. Como não achei um bar aberto, acabei voltando, bebendo num espaço anexo a ele e aproveitei para telefonar pro meu amor. Tomei 2 Heinekens, fumei alguns cigarros que arranjei com um garçom muito simpático e depois fui dormir.
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Adoramos a cidade de Jaipur. Ela é um pouco menos caótica e pesada do que Delhi, no entanto, ainda guarda a efervescência, a simplicidade e a deliciosa bagunça características deste encantador país chamado Índia.
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8º Dia - 08/01/2025 - JAIPUR // FATEHPUR SIKRI // AGRA
Acordamos cedo, tomamos café e partimos em direção a Agra. No caminho, visitamos a cidade deserta de Fatehpur-Sikri, construída pelo Imperador Akbar no final do século 16 e abandonada alguns anos depois devido à escassez de água. O palácio é impressionantemente grande, mas as construções não estão em bom estado de conservação, infelizmente.
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Depois da visita a este palácio, fomos ver uma mesquita islâmica de nome Tomb of Hazrat Salim Chishti e nos pareceu que havíamos chegado um pouco depois de algum ritual que acontecera ali. Aproveitamos e entramos dentro do espaço em que se encontra o túmulo do profeta islâmico que convenceu o imperador a mudar a capital de Agra para aquela cidade.
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Conversei um pouco com um músico que estava tocando um instrumento típico dos rituais islâmicos e ele me mostrou um pouco da escala que eles utilizam. O instrumento possui uma organização de notas igual a do piano, mas a progressão de tons e semitons é diferente das que costumamos utilizar na música ocidental.
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Depois desse rápido banho de energia islâmica, fomos até a grande porta de entrada da mesquita e tiramos algumas fotos. Sob nossos pés, a cidade paupérrima, há muito abandonada pelo governante por falta de água, continuava resistindo abaixo do imenso palácio esquecido.
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Quando terminamos esta visita, o guia nos propôs a ideia de irmos visitar, neste mesmo dia, o magnífico Taj Mahal. O monumento foi feito em mármore branco e inaugurado em 1631 pelo Imperador Mughal Shah Jahan como expressão de seu amor pela sua segunda esposa: Mumtaz Mahal. Taj Mahal é uma das sete maravilhas do mundo moderno e talvez o maior cartão postal da Índia.
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O motivo apresentado pelo guia para esse adiantamento da visita foi que o tempo estava bastante claro e ele estava com receio de que, na manhã seguinte, data prevista no roteiro para vermos o mausoléu, o dia pudesse estar nublado. E então fomos nós, minha querida prima Gláucia, o silencioso motorista anônimo, o elétrico guia Amar e eu para visitar este lendário monumento indiano, uma das construções mais famosas do mundo.
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Para termos mais tempo lá, deixamos o almoço de lado. Passamos pelas filas de vistoria e, de repente, estávamos defronte a esta famosa obra arquitetônica. Sua beleza é impressionante! A harmonia das formas, o impacto do mármore branco, as escrituras islâmicas, a proporção entre os minaretes e a parte central formando uma espécie de diagonal perfeita entre as peças componentes, o imensa cúpula de 60 metros, o tridente de Shiva posicionado acima de tudo, os jardins simétricos, enfim, tudo naquele local era magnífico.
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Num determinado momento, uma família cheia de crianças quis tirar fotos com a Gláucia. Acreditamos que eles pensaram que minha prima era uma pessoa famosa por conta do óculos, do cabelão e das roupas. Foi uma passagem super divertida da viagem.
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Ficamos bastante tempo apreciando a construção e curtindo o entardecer daquele dia tão bonito e, no horário marcado, quando o sol já estava mais baixo, fomos encontrar novamente o nosso guia.
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Visitar o Taj Mahal foi um dos momentos altos da viagem. SENSACIONAL!!!
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Fomos, enfim, para o hotel e, após um rápido descanso no quarto, subimos para o terraço onde havia uma piscina e um restaurante. Tomamos algumas cervejas e depois comemos um prato de massa. Após esta refeição, descemos para o quarto e fomos dormir.
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9º Dia - 09/01/2025 - AGRA
Levantamos cedo e fomos tomar café. O hotel de Agra nos pareceu o melhor de todos até o momento e depois, em conversa com o guia, ele nos confirmou que realmente aquele era o melhor hotel de toda a viagem. O café estava muito bom e possuía mais itens do que os outros 2 lugares que já havíamos ficado.
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Partimos então em direção ao Forte de Agra, com magníficos salões de audiências públicas e privadas, além de outros palácios adjacentes à construção inicial. O local abrigou o terceiro, o quarto e o quinto imperadores do Império Mongol e, cada um, à sua maneira, foi acrescentando novas partes ao conjunto arquitetônico. O local era realmente muito grande e possuía uma entrada sinuosa para evitar a velocidade dos elefantes que atacavam a fortaleza.
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O guia nos disse que o terceiro imperador foi o mais poderoso, o quarto somente bebia e era controlado pela esposa. Já o quinto ficou tão enlouquecido de amor pela própria mulher que se esqueceu de administrar o império, construiu o Taj Mahal e viu seu domínio diminuir, chegando ao ponto de viver alguns anos encarcerados dentro do seu próprio palácio por conta do poder que os outros nobres conseguiram surrupiar.
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Logo depois da visita ao Forte, visitamos a Tumba de Itmad-ud-Daulah. Trata-se de um palácio de mármore pequeno, mas ricamente adornado com pedras preciosas e semipreciosas. A construção era um charme e estava bem menos lotada do que os outros lugares que visitamos em Agra.
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Após este segundo monumento, fomos apreciar a vista do Taj Mahal de Mehtab Bag, o chamado Palácio da Lua, onde o quinto imperador mongol, responsável por sua construção, ficava sentado nas noites de luar apreciando a obra prima dedicada à esposa.
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A história conta que ele, em sua loucura amorosa, quis construir nesta outra margem do rio, uma réplica do Taj Mahal, mas em mármore negro. A ideia era que este monumento servisse de mausoléu para seus restos mortais, estando o casal separados por apenas um rio de distância.
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Ficamos imaginando se ele tivesse conseguido levar essa empreitada adiante, passando por cima dos súditos que o impediram. Se um palácio branco já é lindíssimo, imagina dois, um branco e outro negro. Seria um feito comparável, talvez, às pirâmides de Guizé.
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Neste tal Palácio da Lua, podemos ver um dromedário todo enfeitado que rendeu umas fotos muito engraçadas. Eu aproveitei para comprar uma caneca com imagens do Taj Mahal e a Gláucia comprou um imã com a mesma temática.
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Depois dessa visita, fomos a uma cooperativa onde trabalhavam, segundo nosso guia, descendentes dos artesãos que fizeram o Taj Mahal. Ficamos impressionados com a beleza das obras que estavam à venda. Acredito que o artesanato em mármore tenha sido o mais impressionante dentre todos os trabalhos manuais que presenciamos na Índia. O que nos incomodava era que, os homens que mexiam nas pedras eram extremamente velhos e pobres, enquanto que os vendedores eram mais jovens, malandros e bem alimentados. Enfim, o que nos foi vendido como uma cooperativa apoiada pelo governo indiano, nos pareceu não passar de mais uma forma de exploração de mão-de-obra barata, quase escrava.
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Por último, passamos numa loja para comprarmos um xale para a Tia Enedir e logo fomos comer no restaurante Pinch of Spice que, por coincidência, era justamente o local que a Gláucia tinha achado interessante na internet. Infelizmente, não acertamos na escolha dos pratos, mas tudo bem.
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Depois do almoço, fomos para o hotel e, após uma conversa, chegamos à conclusão de que não tínhamos outras coisas interessantes para fazermos em Agra, então, resolvemos ir para um espaço de comércio popular para conviver com a população local. Pegamos um tuc-tuc e fomos para o Sadar Bazar, área de vendas relacionada, antigamente, aos ingleses. O motorista do veículo era super gente boa, engraçado e nos disse que poderia nos esperar para nos levar de volta ao hotel, independente de quanto tempo ficássemos por lá.
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Caminhamos por algumas ruas, tentamos encontrar uma cerveja, entramos numa loja para vermos outros xales e passamos numa livraria. Também entramos em outras quebradas e passamos por vielas mais estreitas que ficavam atrás da rua Principal.
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Depois de muito esforço, descobrimos que havia um bar subterrâneo bem próximo do local em que desembarcamos do tuc-tuc. Descemos lá, compramos cerveja e continuamos andando mais um pouco pelas ruas. Achei interessante como ninguém nas redondezas sabia nos informar sobre um lugar para comprarmos cerveja, sendo que existia um buteco bem perto de todas as lojas pelas quais havíamos passado. Se isso fosse no Brasil, duvido que essa informação seria desconhecida por qualquer um dos transeuntes que estivesse na região.
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Após comprarmos a cerveja, passamos para o outro lado, caminhamos por uma região onde havia muito comércio de comida e algumas crianças nos seguiram pedindo dinheiro. É impressionante como os indianos são insistentes ao pedirem esmolas. Uma das meninas chegou a nos seguir por mais de 10 minutos insistindo. No final, não demos nada para ela pois não teríamos condição de dar para todos os que estavam por ali.
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Logo já estava anoitecendo, então voltamos para o motorista e ele nos levou de volta para o hotel, não sem antes passarmos por muitas aventuras no trânsito caótico da Índia.
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Chegando de volta e como nossa energia estava muito grande, resolvemos subir novamente para o terraço do hotel para bebermos mais cerveja. Aproveitei e também pedi um vinho. Questionei os garçons se eles vendiam cigarro solto e, neste momento, um hóspede muito simpático que estava do outro lado do bar, me ofereceu. Pronto, a noite estava completa.
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Depois de muita conversa interessante, fomos para o quarto e pegamos no sono. Este terraço do hotel de Agra nos agradou bastante. Era aconchegante, tinha comida boa, bebida boa e um bom atendimento.
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10º Dia - 10/01/2025 - AGRA // JHANSI // ORCHHA // KHAJURAHO
11º Dia - 11/01/2025 - KHAJURAHO
12º Dia - 12/01/2025 - KHAJURAHO // VARANASI
13º Dia - 13/01/2025 - VARANASI // DELHI
14º Dia - 14/01/2025 - DELHI // KATHMANDU
15º Dia - 15/01/2025 - KATHMANDU
16º Dia - 16/01/2025 - VOO AO EVEREST // KATHMANDU
17º Dia - 17/01/2025 - KATHMANDU
18º Dia - 18/01/2025 - VIAGEM DE VOLTA
19º Dia - 19/01/2025 - SÃO PAULO
Por volta das 3 da manhã, estávamos chegando ao aeroporto de Guarulhos juntamente com pessoas dos mais diversos lugares do mundo. Ficamos bastante apreensivos, pois somente nós 2 havíamos vindo do Nepal para São Paulo passando por Istambul. Todos os outros brasileiros estavam vindo de outros lugares mais próximos situados no Oriente Médio, como Dubai, ou seja, a chance de nossas bagagens terem sido extraviadas era muito grande.
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Quando elas demoraram para aparecer, a tensão aumentou mas, enfim, após uns 15 minutos, as duas deram o ar da graça na curva longínqua da esteira. Ufa! Logo pegamos nossas malas que, por sorte, estavam sem danos e partimos para fora do aeroporto. Tomamos um Uber, fomos para casa e, assim, se encerrava a grande jornada de 19 dias pela Índia e pelo Nepal.
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Essa viagem nasceu de uma ideia antiga, de mais de 10 anos atrás e, foi no segundo semestre de 2024 que eu resolvi tentar realizá-la. Passei noites pesquisando, teimando contra os meus medos e levando a proposta adiante apesar das minhas dúvidas. Depois de definidas algumas diretrizes, no dia 26 de setembro de 2024, conversei com minha querida prima / irmã para irmos juntos e, na somatória de nossas forças, conseguimos fazer vingar esta linda jornada.
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OBRIGADO DEUS POR MAIS ESTE SONHO REALIZADO!!!
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domingo, 29 de dezembro de 2024
Lista Geral - 2024
Literatura
O Caminho dos Essênios – Vol.1 - Daniel Maurois e Anne Givaudan
Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil – Leandro Narloch
Aurora Boreal: uma descoberta além das cores – Renata Aguilar
Não há tempo a perder – Amyr Klink e Isa Pessoa
Guia politicamente incorreto da história do mundo – Leandro Narloch
Guia politicamente incorreto da Filosofia – Ensaio de ironia – Luiz Felipe Pondé
A Casa dos Espíritos – Isabel Allende
Marinheira de Açude – Michelli Provensi
O Caminho dos Essênios – Vol.2 – As Revelações da Terra de Kal - Daniel Maurois e Anne Givaudan
Retratos de Crianças do Êxodos – Sebastião Salgado
Pedagogia do Oprimido – Paulo Freire
Filmes
Dogman
Pobres Criaturas
Anatomia de uma queda
Dias Perfeitos
Zona de Interesse
Todos nós desconhecidos
Vidas Passadas
Love lies bleeding – O amor sangra
O Sabor da Vida
Divertida Mente 2
Pequenas Cartas Obscenas
A Substância
Ainda estou aqui
Dança
Bioglomerata – Balé da Cidade de São Paulo
Pensamento Cintilante – Balé da Cidade de São Paulo
Teatro
Fantasmagoria IV
Nossos Ossos
O Rei Leão
Vestido de Noiva
Exposição
Equilíbrio Instável
Batume
Pajuba: A hora e a vez do close
Artes Dissidentes: o céu que brilha no chão
Show
Toninho Horta e Wagner Tiso (Instrumental SESC Brasil)
Jazz Instrumental (Fôrno)
Annick Lebois (All of Jazz)
Alceu Valença
Música Clássica
Coral do Clube Atlético Paulistano
















