quarta-feira, 16 de maio de 2012

Amor e Dor




Um filme de câmera na mão, sequências enormes sem cortes, cenas bastante fortes, atuações naturalescas, um realismo cru, mostrando o dia-a-dia de uma paixão que se passa nos meandros de uma Paris que não serve pros turistas mais ortodoxos. Hua é uma estudante chinesa que, após um desentendimento sério com um homem, encontra Mathieu, um jovem operário francês que se encanta e enlouquece imediatamente por ela, a ponto de forçá-la a coisas que ela, no fim, acaba cedendo, numa cena muito intensa e estranha.
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Aos poucos, o relacionamento toma um rumo instável e a violência física e verbal começa a fazer ainda mais parte do cotidiano do casal. Com a desestabilização, a jovem decide voltar para China, mas acaba percebendo a importância do rapaz em sua vida. Nota o quanto ela mudou na convivência com aquele mundo diferente do dela, e se sente perdida, dividida entre um futuro ameno e promissor na China, e uma paixão avassaladora e suburbana por um francês filho de imigrantes.
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Outras muitas relações se entrelaçam nesta trama, onde ninguém é santo, ninguém é fiel, e tudo é mais complicado do que parece, mesmo depois de passados muitos minutos de filmes.
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Os atores estão muito bem. A naturalidade das atuações, a valorização do silêncio, dos diálogos que não se dizem, a câmera próxima dos semblantes, o retrato do ser-humano e aquilo que é primordial, mesclando com algumas não colocações profundas e sub-entendidas, faz desse filme um gole de vida real!!!
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Lindo demais!!!
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FICHA DO FILME
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Título original: Love and Bruises
Diretor: Lou Ye
Elenco: Corinne Yam, Tahar Rahim, Jalil Lespert
Gênero: Drama
Duração: 105 min.
Ano: 2011
Data da Estréia: 04/05/2012
Cor: Colorido
Classificação: Não recomendado para menores de 16 anos
País: China, França


Angeführt! Angeführt!


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De Elisabeth Stiemert e Wilfried Blecher
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Livro da literatura infantil alemã que li no meu intercâmbio.
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Faz 10 anos que eu li e não me lembro muito bem da estória. Sei que se passavam diversas cenas em que a palavra Angeführt era gritada, numa forma de alertar os personagens que estavam em cena.
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Acho que é isso! Não tem muito porque resenhar este livro, mas como eu estabeleci há mais de um ano que todos os livros que eu li depois do início do intercâmbio seriam resenhados, resolvi seguir minha determinação e dizer algumas poucas palavras sobre esta pequena obra.
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Der Kleine Prinz


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O famoso livro de Antoine Saint-Exupéry
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Não acredito que o livro que eu li tenha sido o pequeno príncipe na versão completa. Que eu me lembre, o livro era bem pequeno, menor que o Pequeno Príncipe na versão integral.
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A história é a mesma que tantas pessoas conhecem. O príncipe, sua rosa, as viagens, conhecer outras coisas, e as lições tão lindas que encantam e ensinam tantas pessoas ao redor do mundo a tanto tempo.
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Ainda vou ler esse livro em português, na versão integral! Não sei daqui a quanto tempo, mas com certeza vou fazer isso.
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terça-feira, 15 de maio de 2012

Drive


Como eu li na internet e concordo: Uma obra com muito estilo e muito conteúdo!!!
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Durante o dia um motorista (Ryan Gosling) trabalha como mecânico e dublê de capotagens e perseguições com automóveis em filmes de Hollywood. Já de noite, ele presta serviços a ladrões que o contratam para fugir da polícia após realizarem assaltos. Além disso, ele se mete com a máfia, que pretende o patrocinar como corredor.
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Ele é vizinho de Irene (Carey Mulligan), que é casada e tem um filho com Standard (Oscar Isaac). Sem saber da presença do marido, ele se envolve com Irene e passa a cuidar de seu filho, o que o leva ela, um homem solitário, a sentir o sabor de ter uma família, um filho, e se estabelecer num cotidiano mais comum do que aquele que ele estava vivendo.
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No entanto, Standard volta da cadeia, o que rompe com a rotina que o protagonista estava vivendo, o que não o leva a desrespeitar o verdadeiro marido de Irene. Pelo contrário, percebendo a situação difícil de Standard, já que ele havia saído há pouco tempo da prisão e ainda possuía dívidas, o motorista o convida para realizar um assalto, que seria o último de sua vida, a fim de poder limpar seu nome e recomeçar uma vida nova, livre da perseguição da máfia.
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Só que o golpe dá errado, o que coloca em risco dos dois, além de Irene e seu filho. Assim, ele passa a desconfiar de que foi traído, saindo em busca de vingança.
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Mais uma vez solitário, o protagonista inicia uma sequência de cenas brutais, a la Tarantino, embebidas numa trilha fabulosa, que o leva até os altos escalões da máfia, numa série de assassinatos a fim de proteger uma mãe e uma criança, agora órfã de pai, e que tanto o havia mostrado a importância de um lar e de uma família.
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E assim ele vai até o fim!!!
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Um filme noturno, com cenas intensas, músicas lindíssimas! Um roteiro inteligente, bem amarrado e complexo que nos leva a momentos de relaxamento e outros de extrema tensão e por vezes atenção.
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Agradou-me demais! Talvez um dos melhores que vi este ano!
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Titulo Original: Drive
Gênero: Ação/Drama/Policial
Origem: Estados Unidos
Direção: Nicolas Winding Refn
Roteiro: Hossein Amini (roteiro), James Sallis (livro)
Duração: 100 minutos
Tipo: Longa-metragem
Estreia: 02 de Março de 2012
Estreia em DVD: 09 de Maio de 2012
Distribuidora: Imagem Filmes
Censura: 16 anos
Ano: 2011
Elenco:
Christina Hendricks - Blanche
Ryan Gosling - Motorista
Carey Mulligan - Irene
Ron Perlman - Nino
Bryan Cranston - Shannon
Albert Brooks - Bernie Rose
Oscar Isaac - Guzman
Kaden Leos - Benicio
Jeff Wolfe - Tan Suit
Russ Tamblyn - Doc
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Lili Hixi


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Lili Hixi é um livro infantil, escrito em alemão.
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Fui pesquisas sobre ele na internet, já que não lembro de que se trata, mas ele é tão desconhecido que o primeiro resultado era o meu próprio blog.
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Enfim, li ele no intercâmbio, já havia até me esquecido, mas como fui ler meus diários, vi que ele estava lá listado, daí resolvi acrescentar na lista.
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Pina


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“Pina é um filme para Pina Bausch de Wim Wenders, com o Tanztheater Wuppertal, sobre a obra única da extraordinária coreógrafa alemã que morreu em 2009. É uma viagem sensual e deslumbrante através das coreografias dançadas no palco e em locais da cidade de Wuppertal - cidade que durante 35 anos foi a casa e o centro da criatividade de Pina Bausch.”
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“Além de apresentar um olhar sobre o movimento corporal e a arte da dança, o documentário Pina (exibido também em 3D) de Wim Wenders presta uma homenagem póstuma à coreógrafa e amiga de longa data do cineasta Pina Bausch.
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No início dos anos 1970, Pina assumiu a direção da Tanztheater Wuppertal, companhia de dança que hoje leva seu nome. Aos 68 anos, a coreógrafa alemã faleceu em junho de 2009, pouco depois do início das gravações do documentário.
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Tendo filmado apenas quatro trabalho para o longa - Le Sacre du Printemps, de 1975, Kontakthof, de 1978, Café Muller, de 1978, e Vollmond, de 2006, Wenders resolveu seguir com o projeto após a morte de Pina, intercalando as cenas dos espetáculos com entrevistas e depoimentos dos bailarinos da companhia.”
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Graficamente o filme é lindíssimo!
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A dança abre múltiplas formas de expressão e interpretação, múltiplas possibilidades de combinaçãos. Toda forma de movimento da máquina humana pode ser dança, e este documentário, retratando uma pequena parte da obra desta criadora, nos mostra, bem como simplesmente deixa vislumbrar, este mar de movimentos que nós, no dia-a-dia não nos damos conta e, muitas vezes, nem nos utilizamos para melhor nos fazer entender e expressar.
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É interessante que o filme abriu a possibilidade de levar as danças de Pina a lugares onde elas nunca estiveram. Há danças que são feitas dentro de trens, no meio de cruzamentos, no alto de uma mina a céu aberto.
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O 3D foi uma escolha que valorizou a parte estética do filme que realmente tem um papel bastante importante numa película que se propõe a colocar belíssimos depoimentos muito pontuais, que retratam uma Pina quase messiânica, intercalados com longas danças que se utilizam dos mais diferentes materiais (chuva, pedra, cadeiras, terra, lama), ampliando assim os limites do próprio palco.
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Lindo lindo lindo!!!
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Direção: Wim Wenders
Nome Original: Pina
Duração: 106 minutos
Ano: 2010
País: Alemanha / França / Reino Unido
Classificação: Livre
Gênero: Documentário (3D)
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REALIZAÇÃO: Wim Wenders
INTERPRETAÇÃO: Jorge Puerta, Malou Airaudo, Pina Bausch, Regina Advento, Ruth Amarante e muitos outros.
ARGUMENTO: Wim Wenders
ATOR / ATRIZ: Jorge Puerta, Malou Airaudo, Pina Bausch, Regina Advento, Ruth Amarante e muitos outros.
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Raul – O início, o fim e o meio


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Um documentário fantástico sobre um artista a frente do seu tempo, responsável por grandes clássicos do rock nacional, músicas pioneiras em muitos aspectos.
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Raul era, desde muito pequeno, totalmente ligado ao rock feito fora do Brasil e, talvez por isso, e também por sua liberdade criativa, desbravou fronteiras artísticas e comportamentais que encantam alguns ainda hoje em dia, bem como chocam outros, mesmo depois de 20 anos de sua morte.
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Era uma alma além do Brasil, apesar de ser muito brasileira.
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O documentário se apóia em material inédito colhido a dedo em muitos lugares, bem como depoimentos de pessoas famosas ligadas ao Raul de alguma maneira. Além disso, pessoas que foram próximas que conviveram com ele nos seus diversos estágios também aparecem falando de um lado mais midiático do roqueiro.
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Depoimentos como o de Paulo Coelho, Nelson Motta, Tom Zé, Pedro Bial, Caetano Veloso, suas filhas, suas mulheres, seu irmão e outros da sua família, assim como pessoas desconhecidas que foram influenciadas por suas idéias, estão todos lá, ajudando a moldar a imagem que os espectadores vão criando dessa lenda.
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É apresentada pontualmente uma lista enorme de clássicos do artista, colocados de maneira a reforçar as idéias declaradas.
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O episódio da mosca enchendo o saco do Paulo Coelho é engraçadíssimo!
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Suas loucuras, suas parcerias, o impacto de suas idéias na sociedade daqueles tempos, sua decadência, o problema com as drogas e principalmente com o álcool mostram uma figura muito louca, interessante e talentosa.
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No fim da vida, as gravadoras não queriam mais trabalhar com ele, tamanha a incapacidade que possuía de cumprir com as metas e horários estabelecidos.
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Marcelo Nova foi quem o levantou no fim de sua vida. Convidando o pra acompanhá-lo em um show, este convite informal se transformou numa turnê com mais de 80 apresentações. Este último fôlego dado a sua carreira foi responsável por reapresentar Raul a uma geração mais atual que estava ligada em outros tipos de rocks e muito o desconhecia.
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Dono de uma voz fantástica (adoro a voz dele!), dotada de escracho, e ao mesmo tempo afinação, altos agudos e gritos rasgados, conseguindo também expressividade em baladas mais aquietadas.
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Acho Raul, juntamente com Renato Russo, os dois maiores artistas do rock nacional.
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Me emocionei!
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Direção: Walter Carvalho e Evaldo Mocarzel
Gênero: Documentário
Duração: 100 min.
Distribuidora: Paramount Pictures.
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Shame


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Um filme bem pesado!
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Brandon, um homem bem sucedido, vê sua vida desmoronando, desgastando-se em seu vício por sexo. Tudo piora quando sua irmã depressiva decide passar um tempo com ele no seu apartamento.
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Isso inicia um ciclo de ajuda mútua e ao mesmo tempo desgaste dos dois irmãos doentes, cada um a sua maneira.
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Seu computador do trabalho está cheio de material erótico, suas gavetas estão cheias de revistas de nu, sua vida é vivida por um único objetivo: gozar.
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Seu vício o leva a isolar-se do mundo, já que não possui interesse nenhum em se relacionar com outra pessoa que não seja por intenções sexuais. Isso fica claro numa das cenas.
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Achei um filme não tão bom assim!
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É um filme um pouco pesado demais, onde o conteúdo fica vagando por cima de cenas e mais cenas de decadência, tentativas de se matar, desespero, prostitutas. O conteúdo existe a sua maneira, mas torna-se um pouco repetitivo, voltas e voltas encima de temas parecidos. Mas acredito que isto tenha sido, talvez, uma escolha do roteirista e do diretor.
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Não como elogio, mas, é um filme bastante maduro. Não digo isso tanto pelo teor do que é apresentado (sexo), mas pelo estilo dos círculos humanos colocados em cena.
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Os personagens são socialmente nova-iorquinos bem colocados, que freqüentam círculos onde se encontram com outros nova-iorquinos bem sucedidos e todos se portam de maneira mais ou menos padrão. Isto valoriza o comportamento socialmente maduro de seus personagens, conferindo esta personalidade para boa parte da trama. É um filme de adultos, para adultos, e possui coisas que só adultos irão entender.
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No entanto, opondo-se a esta normalidade aparente, a irmã do personagem principal degrada-se nas noites e nas suas frustrações artísticas, levando-a mesmo a extremos dilacerantes.
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Já o personagem principal entra em ciclos insaciáveis de perversão, chegando mesmo a ter relações com pessoas do mesmo sexo, tamanho o seu desespero por realização carnal, sendo da maneira que for. 
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Enfim, não é um filme estupendo, mas dá conta do recado a que ele se propõe.
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Direção: Steve McQueen
Elenco: Michael Fassbender, Carey Mulligan, James Badge Dale e Nicole Beharie
Nome Original: Shame
Duração: 101 minutos
Ano: 2011
País: Reino Unido
Classificação: 18 anos
Gênero: Drama
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XINGU


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O texto desse link está tão completo que eu nem vou acrescentar nada. Além disso estou com um pouco de preguiça porque essa é a última resenha dessa leva.
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Só quero dizer que o ator João Miguel está ótimo! Felipe Camargo também muito bem!
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“Os irmãos Orlando (Felipe Camargo), Cláudio (João Miguel) e Leonardo Villas Bôas (Caio Blat) resolvem trocar o conforto da vida na cidade grande pela aventura de viver nas matas. Para isso, resolvem se alistar no programa de expansão na região do Brasil central, incentivado pelo governo. Com enorme poder de persuasão e afinidade com os habitantes da floresta, os três se tornam referência nas relações com os povos indígenas, vivenciando incríveis experiências, entre elas a eterna conquista do Parque Nacional do Xingu
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Em 1944, Leonardo, Cláudio e Orlando Villas Bôas partiram de Minas Gerais rumo à região central do Brasil na Expedição Roncador-Xingu; organizada pelo Governo, pretendia desbravar terras desconhecidas com o objetivo de gerar mais lucro. Inicialmente em busca de aventura, eles acabam se transformando em parte importante da história nacional; verdadeiros heróis.
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Essa história – desconhecida ou esquecida por muitos brasileiros – ganha as salas de cinema no filme Xingu, dirigido por Cao Hamburger (O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias) e produzido por Fernando Meirelles (diretor de Cidade de Deus e Ensaio Sobre a Cegueira).
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O FILME
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Caio Blat e João Miguel interpretam Leonardo e Cláudio Villas Bôas, respectivamente. Eles são os primeiros a embarcar na expedição. Para os irmãos de 23 e 25 anos, essa era a oportunidade de viver uma grande aventura, chegando a lugares onde ninguém tinha estado antes. Orlando, vivido por Felipe Camargo, chegou logo em seguida.
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Sem saber o que esperar, eles logo estavam na mira de arcos e flechas, cercados por dezenas de índios. Conseguiram uma aproximação pacífica e se inseriram no dia-a-dia das tribos. Com o contato, surgiu o carinho e a vontade (ou dever) de ajudar.
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Aos poucos, se tornam os porta-vozes dos índios. Orlando, o articulador, responsável pelo contato com o poder oficial, negociando com políticos e fazendeiros. Cláudio, o idealista do trio, consciente da contradição existente em suas intenções; ele sabe que são “o antídoto e o veneno”. Já Leonardo, é o intenso, espontâneo, a ponto de acabar causando problemas para o grupo e ter que abandonar o projeto.
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Conscientes da importância da preservação do espaço indígena e do tamanho da devastação que a chegada do homem branco causaria na região, os irmãos Villas Bôas decidem que uma alternativa seria a criação de um espaço demarcado para que as tribos pudessem viver de acordo com sua cultura e, assim, os índios pudessem se acostumar aos poucos com a chegada do homem-branco.
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Dessa forma surgiu, depois de muitas lutas e discussões, o Parque Nacional do Xingu, a primeira reserva indígena de grandes proporções no Brasil.
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A PRODUÇÃO
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A vontade de manter viva a história dos três homens que não desistiram da difícil jornada e acabaram se tornando verdadeiros heróis nacionais surgiu do filho de Orlando, que durante meses consecutivos procurou Fernando Meirelles, pedindo para que o cineasta transformasse a jornada em filme. O escolhido para a missão foi Cao Hamburger.
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Em seu primeiro trabalho baseado em fatos reais, o diretor conta que, sem muitas referências escritas ou documentos sobre a jornada dos irmãos, a pesquisa feita para o filme envolveu muitas lembranças e histórias contadas nas tribos indígenas. Com uma gama de visões sobre um mesmo assunto, Hamburger teve que escolher uma direção para seguir.
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Optou por contar a história do ponto de vista dos índios do Xingu: como foi o primeiro contato com o homem branco, o que isso trouxe para a aldeia; mas sem tirar o foco dos irmãos Villas Bôas.
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De acordo com os relatos do elenco do filme, percebemos que a intensidade vista no filme não é só atuação. Foram dias difíceis, gravando no calor de mais de 40 graus em meio a mata e sujeitos a cobras e onças.”
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Direção: Cao Hamburger
Elenco: João Miguel, Felipe Camargo, Caio Blat, Maiarim Kaiabi, Awakari Tumã Kaiabi, Adana Kambeba, Tapaié Waurá, Totomai Yawalapiti
Nome Original: Xingu
Site Oficial: Visite
Duração: 103 minutos
Ano: 2011
País: Brasil
Classificação: 12 anos
Gêneros: Drama, Nacional, Aventura
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segunda-feira, 14 de maio de 2012

Lista de livros que já li (atualizada)

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Antes do intercâmbio:
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 - Na primeira série, quando eu tinha 7 anos, teve uma festa do livro na Escola Estadual Felipe dos Santos e eu ganhei um livro que era 2 em 1, mas não me lembro o nome dele. Acho que esse foi o primeiro livro que eu li sozinho. Antes disso, eu ainda estava aprendendo a ler.
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 - Na segunda série, quando eu tinha 8 anos, o primeiro livro do ano que faria parte de uma ficha de leitura, se chamava:
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1.       A botija de ouro – Joel Rufino dos Santos (Simples e bonitinho. Contava a história de uma escrava faminta que começou a comer a parede da senzala e achou uma botija que, ao ser esfregada, fazia brotar moedas de ouro. O dono da fazenda, ou o capataz (não me lembro) pega a botija pra ele e esfrega gananciosamente. Isso faz com que as moedas pesem e afundem o homem no solo (acho que juntamente com sua casa), libertando os escravos)
2.       Diário de classe – Bartolomeu Campos Queirós (poesias para crianças)
3.       O filho das estrelas – Wilson Rocha (um menino que viajou numa espaço-nave, ou coisa assim)
4.       Falando pelos cotovelos – Lúcia Pimentel Góes (um menino que fica imaginando coisas, tipo “O fantástico mundo de Bob”.
5.       A Vassoura da Bruxa – Rosana Rios (a vassoura de uma bruxa estraga e ela tem que pedir pra uma fada consertar).
6.       Vinda com a Neve – Odette de Barros Mott (uma história meio oriental de uma menina muito branca e etc).
7.       O dicionário de Serafina – Cristina Porto (Uma menina faz um dicionário com palavras bonitas, tentando achar o significado de diversas delas).
8.       Laurinha vai pro hospital – Jane Curruth (tenho esse livro desde quando eu ainda nem sabia ler)
9.       O dentinho malcriado – Jane Carruth (um esquilinho fica com dor de dente)
10.   Casa de vó – Guiomar de Paiva Brandão (fala de coisas de uma casa de vó, como bolo, o cheirinho da vó e etc).
11.   O monstrinho medonhento – Mário Lago (história de um monstrinho que não sabe ser mau)
12.   A menina da garrafa verde – Doris Beling Quintella (uma menina encontra uma garrafa e dentro dela tem outra menina)
13.   Mikai Kaká – Hildebrando Pontes Neto (uma história indígena).
14.   Dona Vassoura – Guiomar de Paiva Brandão (uma vassoura falando das coisas que tem que passar).
15.   Juca das rosas – Lúcia Miners (um menino da favela que ajuda a mãe a levar e trazer trouxas de roupa).
16.   O pássaro-da-chuva – Monique Bermond (um menino prende um pássaro e daí a aldeia dele passa por uma seca, até que ele solta o animal e volta chover).
17.   O gato de botas
18.   O teatro de sombras de Ofélia – Michael Ende (Lindo livro de uma senhora que adota sombras e ensina teatro a ela. Então eles saem representando grandes comédias e dramas em aldeias e cidades).
19.   O rei bigodeira e sua banheira – Audrey Wood (um rei não quer sair de sua banheira e faz todos do castelo ir lá pra dentro).
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Não sei se todos estes livros foram deste ano, mas, pelo menos são os mais infantis que eu já li. O último livro de 1992, foi:
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20.   O Menino de Olho D'Água - José Paulo Paes e Rubens Matuck (Um livro lindíssimo!! Com ilustrações maravilhosas, comentários do ilustrador e ensinamentos entre um velho e um menino). Um livro ganhador de muitos prêmios. (Foi resenhado por ser muito bonito!)
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No meio desses tiveram alguns que eu não consigo lembrar...
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 - Na Terceira, Quarta e Quinta séries, minha fase CDF, li diveeersos livros, mas também não me lembro de todos. Lembro que lia muito nessa época. Lia 2 vezes cada livro antes da ficha de leitura. Ficava lendo até tarde... Foi uma fase muito rica!!!
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Segue uma lista com alguns livros dessa época:
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21.   Caça ao tesouro, Uma viagem ecológica – Liliana Iacocca e Michele Iacocca
22.   Viajantes do Infinito – Flávia Muniz (Livro que dá nome a esse blog, porque foi o primeiro livro que me marcou e também porque o título era sugestivo para o projeto de blog que eu tinha na época que criei esse “canto em que a hora e a vez do canto se fez). (Foi resenhado porque dá nome a este blog)
23.   A ilha perdida – Não sei quem é o autor (Adorei esse livro! Conta aventuras numa ilha deserta no meio do rio Paraíba)
24.   O mistério do 5 estrelas – Marcos Rey (História de mistério – assassinato talvez - num hotel chique e a investigação feita por um mordomo)
25.   Histórias da Carochinha – Não sei o autor (Coleção de contos. Fiquei com medo do Barba Ruiva!!!)
26.   O livro dos porquês – não sei o autor (Era uma tradução de um livro em italiano com perguntas feitas por crianças daquele país e respondidas por 2 jornalistas que selecionavam as mais interessantes e publicavam)
27.   As sete faces da fábula – (Um livro meio chato. Primeiro é contada uma fábula, depois um autor desenvolve uma história que tenha a mesma moral da fábula que ele se baseou. Os autores - Fernanda Portela, Luiz Maria Veiga, Marcia Kupstas, Orlando Bastos, Paulo Sampaio, Ricardo Soares, Wagner Costa / As fábulas - "Os pés do pavão", "O gato e o macaco", "A águia e a coruja", "O lobo velho", "O cão e o lobo", "A raposa e as uvas" e "Os ratos e o sino do gato")
28.   A Turma da Rua Quinze - Marçar Aquino (Investigação feita por uma turma de rua)
29.   Garra de Campeão - Marcos Rey (Histórias de um rapaz que corria de moto e disputava o amor de uma mulher. Tinha um vilão, umas disputas com trapaças)
30.   O Outro Lado da Ilha - José Maviael Monteiro (Pessoas vão para uma ilha que possui um lado desconhecido. Eles querem de qualquer maneira chegar até lá. Estudam o terreno e explodem uma pedra pra abrir um buraco para “o outro lado da ilha”. Depois disso, estranhos acontecimentos os ameaçam)
31.   Pai sem terno e gravata – Cristina Agostinho (acho que o pai do menino perde o emprego e reaprende a viver).
32.   O diário de Marisa – Maria Alice do Nascimento e Silva Leuzinger (descobertas de uma adolescente)
33.   O diário de Marcos Vinícius - Maria Alice do Nascimento e Silva Leuzinger (descobertas de um adolescente)
34.   É proibido miar – Pedro Bandeira (um cachorro que era meio gato)
35.   Contos, mitos e lendas para crianças da América Latina (um livro de contos, mitos e lendas para crianças da América Latina. Afinal, com título tão grande como este, nem é necessário resenha ou comentário).
36.   A reforma da natureza – Monteiro Lobato (algum personagem do sítio do Pica-pau amarelo resolve reformas árvores e animais).
37.   Invasão de pensamento – Alina Perlman (uma menina que pensava demais).
38.   O outro lado da história – Rosana Rios (uma inversão de contos de fadas).
39.   A infância acabou – Renato Tapajós (passagens que levam um garoto a deixar de ser criança).
40.   Sun and Light – Alair Alves de Carvalho (histórias em quadrinhos em inglês).
41.   Em busca do templo perdido – Susannah Leigh (que de enigmas que devem ser decifrados pra poder chegar até o fim da história).
42.   Flicts – Ziraldo (história das cores e de uma que fica meio esquecida).
43.   Tantas histórias tem o tempo – Lino de Albergaria (mitos e fábulas de povos primitivos)
44.   A bomba e o general – Umberto Eco e Eugenio Carmi (livro que fala do átomo que não queria fazer parte da bomba atômica).
45.   Além do rio – Ziraldo (história do rio Amazonas).
46.   Momento mágico – Guiomar de Paiva Brandão (fala de uma flor e de um beija-flor na ventania e insetos e coisas do tipo)
47.   A constituição para crianças – Liliana Iacocca e Michelle Iacocca (fala dos direitos das crianças).
48.   Poemas para brincar – José Paulo Paes (poemas bem humorados).
49.   As viagens de Gulliver – adap: Cláudia Lopes
50.   Uma professora muito maluquinha – Ziraldo (uma professora que fazia seus alunos gostarem de ler)
51.   O menino maluquinho – Ziraldo (clássico)
52.   A Grécia, mitos e lendas – Alain Quesnel, Jean Torton, trad: Ana Maria Machado (mitologia grega)
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Têm muitos outros além desses, mas não consigo lembrar de jeito nenhum.
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 - Depois, na Sexta, Sétima, Oitava, Primeiro, Segundo e Terceiro colegial, eu tive uma fase de ler menos. Eu lembro que eu gostava de ler, mas não tinha disciplina pra isso.
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Os livros dessa fase, são:
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53.   Os noturnos – Flávia Muniz (Tinha uns vampiros e umas cenas sensuais)
54.   O último mamífero do Martinelli – Marcos Rey (É o caso de um cara explorando um hotel abandonado, as coisas que ele acha, o mundo que ele cria. Acredito que seja um refugiado da ditadura militar que, um belo dia, sai e vê as diretas já passando e coisas do tipo)
55.   David Copperfield – Charles Dickens (Biografia de um rapaz que se torna escritor. Talvez seja o alter-ego de Charles Dickens. Lembro que ele sofria demais no início da vida, mas depois se ajeitava. Gostei muito!)
56.   Romeu e Julieta – William Shakespeare (Adaptação: Isabel de Lorenzo) (Me comoveu as declarações de amor)
57.   A maldição do tesouro do faraó – Sérci Bardari (Tinha ligação com Tutancâmon, uma maldição e um museu)
58.   Um rosto no computador – Marcos Rey (Acho que era história de rackers – ou simplesmente um rosto na tela - e um paralítico que o vencia)
59.   O noviço e Juiz de Paz na Roça – Martins pena (Adaptação: Martins Pena) (Livro em forma de peça de teatro)
60.   Cyrano de Bergerac – Edmond Rostand (Rubem Braga) (Um esgrimista francês que era feio, narigudo, mais era o melhor de todos com a espada. O fim do livro é ele velho e acabado, mas ainda bom lutador e respeitado por todos)
61.   Sexualidade, um bate papo com o psicólogo – Ênio Brito Pinto (Livro em forma de conversa, muito gostoso de ler)
62.   Sonho de uma noite de verão – William Shakespeare (Adaptação: Ana Maria Machado) (Uma fantasia total numa floresta e seres imaginários)
63.   O grande mentecapto – Fernando Sabino (Viagens de um doido por terras brasileiras. Lembro-me de uma cena muito linda que se passa em Congonhas do Campo, junto aos profetas de Aleijadinho, onde o Mentecapto tem visões e coisas do tipo, tudo muito bem escrito)
64.   Para gostar de ler I – Crônicas de autores famosos
65.   Para gostar de ler II – Crônicas de autores famosos
66.   Para gostar de ler V – Crônicas de autores famosos
67.   Brás, Bexiga e Barra Funda – Alcântara Machado (histórias paulistanas).
68.   Auto da barca do Inferno – Gil Vicente (embate entre anjos e demônios).
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Não me lembro de muitos outros livros dessa fase. E também não vou colocar livros de escola nessa lista.
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No terceiro ano, lembro que li e escandiei, junto com um amigo, TODOS os poemas do livro:
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69.   Espumas Flutuantes – Castro Alves (Lindíssimo! Um super poeta que tivemos. Versos metrificados, rimas bem feitas, vocabulário vasto. Adorei!)
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No intercâmbio (2002): (A partir desse ponto, todos os livro foram resenhados, exceto os três em Alemão que li no intercâmbio. Tinha esquecido deles, mas quando fui ler meu diário, percebi que precisava acrescentar. Foi fazer a resenha deles logo mais).
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Voltei a ter disciplina pra ler, por isso essa fase está colocada como uma zona de separação. Procurei comprar uns livros, pegar com conhecidos e etc. Foi ótimo!!!
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Os livros principais dessa fase, são:
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70.   Conto da ilha desconhecida – José Saramago
71.   O banqueiro anarquista – Fernando Pessoa
72.   Baía dos Tigres – Pedro Rosa Mendes
73.   Death Poets Society – N. H. Kleinbaum (O único livro em inglês que li inteiro)
74.   Diário Noturno – Gabriel, o pensador
75.   Der kleine Prinz
76.   Lili Hixi
77.   Angefuhrt! Angefuhrt!
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Tem outros menores que eu não lembro, uns livros pequenos em alemão, coisas do tipo.
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Depois do intercâmbio:
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78.   Cem anos de solidão – Gabriel Garcia Marquez (tem um texto falando coisas vagas)
79.   Ensaio sobre a cegueira – José Saramago (só tem uma poesia sobre ele)
80.   Admirável Mundo Novo – Aldous Huxley
81.   Fausto I - Goethe
82.   Amar, verbo intransitivo – Mario de Andrade
83.   Terras do sem fim – Jorge Amado
84.   Intermitências da morte – José Saramago
85.   Evangelho segundo Jesus Cristo – José Saramago
86.   Primeiras estórias – João Guimarães Rosa
87.   A grande arte – Rubem Fonseca
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Talvez existam outros livros, mas eu não me lembro. Se estiver faltando, será um, no máximo dois...
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Continuação:
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Acho que o primeiro livro resenhado desse blog é:
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88.   A hora a estrela – Clarice Lispector. O título dessa resenha, na verdade, é: Macabéia...
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Antes dele, escrevi coisas baseadas em livros, mas nada que pudesse ser chamado de “Resenha ou quase”.
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Outros já resenhados:
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89.   Grande Sertão: Veredas – João Guimarães Rosa (primeira vez que eu procurei ir fundo numa resenha)
90.   Perto do coração selvagem – Clarice Lispector (na minha opinião, é uma das melhores resenhas desse blog)
91.   Manuelzão e Miguilim – João Guimarães Rosa
92.   Vidas secas e Angústia – Graciliano Ramos (Estão juntas)
93.   A maçã no escuro – Clarice Lispector
94.   Dom Casmurro – Machado de Assis
95.   Livro com os contos: “A cartomante”, “Uns braços”, “Conto de escola”, “O alienista”, “O espelho”, “Um homem célebre” e “A causa secreta” – Machado de Assis (Há uma resenha comparando ele com Guimarães Rosa, falando um pouco de Primeiras estórias)
96.   Heloísa – Benita Carneiro
97.   Pipas e Porões – Dilza Pino Nilo
98.   O processo – Franz Kafka
99.   A viagem do elefante – José Saramago

100.  O filho Eterno – Cristóvão Tezza
101.  Sagarana – João Guimarães Rosa
102.  Dom Quixote – Miguel de Cervantes Saavedra
103.  A metamorfose – Franz Kafka
104.  Mensagem – Fernando Pessoa
105.  Memorial do Convento – José Saramago
106.  Bendições – Max de Figueiredo Portes
107.  Madame Bovary – Gustave Flauber
108.  A Fábrica – Danilo Ferraz
109.  O assassinato e outras histórias – Anton Tchekhov
110.  O coração das trevas – Joseph Conrad
111.  Caim – José Saramago
112.  Contos de amor, de loucura e de morte – Horacio Quiroga
113.  Cândido ou O Otimismo – Voltaire
114.  Os sofrimentos do jovem Werther – J. W. Goethe
115.  Outra volta no parafuso – Henry James
116.  Alto Risco – Maurício Tibúrcio
117.  Do fundo do poço se vê a lua – Joca Reiners Terron
118.  Manifesto do Partido Comunista – Marx e Engels
119.  Livro: Quatro contos
120.  Para gostar de ler – Vol. 9
121.  Doutor Fausto – Thomas Mann
122.  O Mago (Biografia de Paulo Coelho) – Fernando Morais
123.  Pornopopéia – Reinaldo Moraes
124.  Oito contos de amor – Lygia Fagundes Telles
125.  Clarice, - Benjamin Moser
126.  Memórias de um sargento de milícias – Manuel Antônio de Almeida
127.  O Morro Dos Ventos Uivantes - Emily Brontë
128.  Rei Lear – William Shakespeare
129.  Macbeth – William Shakespeare
130.  Grandes Esperanças – Charles Dickens
131.  Triste fim de Policarpo Quaresma – Lima Barreto
132.  Austerlitz – W. G. Sebald
133.  O homem que queria ser rei e outras histórias – Rudyard Kipling
134.  Antologia Poética – Cecília Meireles
135.  On the road – Jack Kerouac
136.  Haikais – Benita Carneiro
137.  Marcas de um tempo real – Benita Carneiro
138.  Nasce uma flor daqui - Benita Carneiro
139.  Fernando Pessoa – Uma quase autobiografia – José Paulo Cavalcanti Filho