quinta-feira, 10 de novembro de 2005

A História e seu Amor.,.,.,.,.,.,.,

Eu gostaria de avisar que as 5 pessoas que eu disse que lêem meu blog foram aquelas 4 que comentaram o post “Evangelho segundo Maria Madalena” mais uma outra colega que sempre comenta sobre meu blog comigo lá na faculdade. Valeu pelo comentário Gláucio, muito bom o que você disse e é isso mesmo que eu penso, vamo troca tudo toda vez. Eu fiz uma historinha pequena pra aula de português e resolvi portar ela aqui, ficou pequenininha, mas eu gostei. Dá até pra escrever mais coisas mais pra frente, mas por enquanto é só isso. Falou pra todos e segue a historinha:
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Era uma vez uma história de amor muito pequena e singela que morava em muitos corações espalhados pelo mundo afora. Essa história, que eram histórias, na verdade se pareciam mais com pequenos graozinhos de nada, quase uma areia branca feita de poeiras sem matéria que podiam transitar e se manifestar por muitas partes onde suas presenças fossem necessárias antes que a necessidade se desse conta da carência ou simplesmente da ausência de qualquer carência sentível.
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Pois então, essa essas histórias andaram perambulando por muitos olhares e sentimentos sublimes por vários anos até que um dia ela própria sentiu uma dor muito grande que nascia no peito. O que era mais estranho nessa dor, é que era uma dor sem explicação, uma dor intensa, dolorida, mas gostosa de se sentir. Era como um aperto no peito, borboletas na barriga, fisgadas múltiplas e tão singelas no seu massacre homeopático que acabaram convencendo nossa história de que ela era uma história masoquista. Seria o amor sadista e os peitos apaixonados masoquistas?
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Não me importa, o que me importa é que nossa história sofria do pior dos bens ou o melhor dos males, nossa história sofria de cólicas no ato da defecação aliviante ou de dores de cabeça intensa no passivo-ato de se entrar em sono profundo. Em resumo, era amor.
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Nossa simpática personagem sem características ou formas que gerem empatia, olhava o tempo e tudo que já se passara entre muitas possíveis moradas de sentimentos e enfim se sentia contagiada por todos os momentos que eram resultantes deles. Olhava os serezinhos de infinitas possibilidades e começava a entender suas próprias origens de história de amor, ou seja, aquilo que levava os sujeitos substantivos milhões a cometerem desvairamentos e montarem suas próprias loucuras bonitas pertencentes a nossa personagem.
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A história de amor sentiu amor. A história de amor amava o amor sujeito controlador de seus enredos. O amor das histórias conquistou nossa personagem. Mas seria o amor capaz de por si só, sem ajuda de corações e mentes desprevenidas, amar nossa história? Não sei, pois temo que o amor não saiba amar...

2 comentários:

Anônimo disse...

"sofria de cólicas no ato da defecação aliviante ou de dores de cabeça intensa no passivo-ato de se entrar em sono profundo. Em resumo, era amor."
Que forma mais inusitada de definir amor! só voce mesmo poderia pensar assim! muito bom!
beijo.
sucesso....!!!!!!!
Gisele

Anônimo disse...

wgner to aqui pra dizer que vou cometar seu blog depois que ler tudo com calma! Por isso naum pense que eu esqueci de comentar!
FAloW