quarta-feira, 18 de janeiro de 2006

De cá pra lá

De cá pra lá, essa deve representar uma boa maneira de começar. Ele, o texto que nasce no ato de escrevinhar, irá caminhar de cá pra lá ou simplesmente de lá pra cá ou simplesmente de cá pra lá será uma forma de iniciar a começar essa seqüência de maneiras de falar as maneiras do pontapé inicial dar sem tropeçar ou tropeços sem problemas dar pois milhões de frases soltas hão de possibilitar e soltar sentidos pro ar das cabeças enfeitar ou talvez maus gostos atiçar, o nariz ouriçar pois cheiro da cabeça a queimar de tanto pensar as narinas irão cheirar.
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Talvez o principal objetivo seja rimar, escrever coisas que com ar hão de terminar e bem aos ouvidos hão de sonorizar, pois harmonias de harmonizar hão de formular e revolucionar músicas sem ritmar os acordes que os instrumentos haveriam de precisar tocar para vozes cantar e solfejar dó ré mi fá, sol mi dó lá no lar que algum instrumento por perto pudessem os moradores encontrar se bastante insistissem em procurar ou grande de dimensões o construtor de harmonias fossem e lugar de destaque na sala de estar tivesse que ocupar ou artigo ou móvel de luxo ele tivesse a possibilidade de se transformar.
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Ao de ecoar tais sons de maravilhar, se em altos volumes isso pra todos do mar alguém fosse declamar como se o mundo só aos berros pudesse acordar pra tamanha besteira que algum passível de se descartar da desumana terra estelar de ar tentasse falar dentro da loucura depois de dormitar e vomitar no colchão em pesadelo de amargar. Havemos de imaginar, e se ele resolvesse pestanejar sem possibilidades de escolher voltar, e se ele fosse se ajeitar nos caminhos que facilmente costumamos a descartar, pois muitos não chegam a aceitar como escolha de se validar ou preferência para em conta levar, pois se tortuam em tortuar de torturar capazes de afórmicas morfologias formar e a nós loucurar.
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Vamos os assuntos mudar, uma vez uma professora propôs listar o maior número de palavras que pudéssemos lembrar que com ar iriam terminar, mas que não fossem verbos como seccionar, um verbo que com ar podemos ver que é assim que ele acabou ou vai acabar. Era difícil solução achar para tantas palavras terminadas em ar achar e registrar e terminar de procurar e poder finalizar a ação de listar e em ordem alfabética colocar de forma a organizar todas as palavras que rimassem com possibilitar e passíveis e possíveis fossem de na lista colocar, pois palavras normais eram e não verbos que ações iriam apresentar, estados em mudança iriam indicar, fenômenos da natureza iriam registrar, equívocos de atitudes iriam precipitar ou coisas diversas iriam verbalizar.
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Mas mesmo assim lá fomos nós então começar a pensar e raciocinar para parar de lembrar somente de palavras que em ar iriam terminar, mas que verbos eram e iríamos errar se eles tentássemos registrar. Acabamos que acabamos de terminar de escrivinhar e em lista alfabética colocar e no encerrar dos fatos que tinham feito o desenrolar da “história agora estória das palavras terminadas em ar” sabíamos que iríamos restar: nós, nosso lar, nosso lugar, nosso par, nosso mar, nosso ar e a certeza de que por mais que tentássemos procurar e dicionários escafunchar e miolos botar pra funcionar muitas palavras não iríamos tatear que com ar acabavam de acabar e verbos de ações nunca fosse representar.
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Vou agora meu texto finalizar dizendo um tchau para quem quiser um tchau imaginar, mas não escutar, pois isso seria impossível de se passar, mas provável de se visualizar e um até logo, que irá, com certeza posso falar, acabar logo que um tempo livre despontar e a necessidade de besteiras falar no momento imperar.

2 comentários:

Anônimo disse...

Wagner,
Vc que gosta de representar trate-se de se apressar, pois a peça temos logo que finalizar para começar a ensaiar. Sei que vc tem várias idéias a nos dar, por isso mais uma vez trate-se de se apressar para que seus amigos saibam como a peça acabar. Vou me despedindo, mas espero que você venha logo para as idéias nos dar.

Richard

Anônimo disse...

Que texto mais complexo! uma coisa!
beijo. Gisele