Vejo tua imagem refletida num misto de azuis anis febris sutis sutileza de impacto instantaniedade corriqueiro de se saber inóspito lugar de seu coração. Força cativa transparente complexa reflexa reversa transversal de tempos e espaços aquáticos que mais parecem o paraíso de veludo de nuvem. Roxa são as florestas e as flores folhagens miragens milhares de corredores vegetarianos labirintites de troncos ocos de morte vivos de cortes palmeiras paineiras videiras e paredes de paredes de clorofila fibrila rígida de seivas brutas e elaboradas. Complexos cordões que vão e vem em andanças de sangue verde e azul anil febril sutil de sutileza espalhafatosamente gigantesca. E tua imagem? Tua é reflexão de dentro que salta fora que estoura os laminados espelhos amplexos pelo transpassar de olhares piedoso e inexpressivos cabaleante crânio pênsil pêndulo casulo santo múltiplo de divindades repelentes e atrativas de simultaneidade. Lua lua e lua que é difusa exclusa exclusão da definição proibida aos pecadores que a deriva vão levando as vidas boiando em mares de sal grosso pra poderem lavar suas chagas compactas coliforme-fecalmente consumidoras de sangue advindo de outrem. Impressionante são seus desejos de além mar aquém sonhos. Semblante é pintura viva, vitrinismo humano-teatral facial. As tuas são tantas poucas várias vírgulas e pontuações de sentimentos interruptos que turbilham nossos mundos de profundezas rasas de compaixão fartas de gratidão vazias de amor. Não entendemos teus corpos não dizemos suas vontades não decoramos teu celular nem teus cômodos. Sobrevivemos sem tuas preces corremos sem tuas estradas cantamos sem tua permissão. Renovamos nossos desejos persistimos nos caminhos galgamos tuas rugas. Desenhamos nossos atalhos domamos tuas feras machucamos nossas mãos. Tapamos nossas luzes cercamos nossas vontades partimos sem perdão. Partimos sem volta e sem absorver nossos líquidos sem beber de tuas fontes sem colher as plantas podres sem olhar pros teus olhos. Sem você. Fica fica mais. Ficou. Esvaiu-se aqui e fica-ficamos lá. Espoeirou num átomo em extinção numa absoluta. Apenas numa absoluta pequena e inexistível. Tanta grandiosidade de azuis anis febris sutis pra quê? Por que éramos assim, tão indizíveis? Tanto exageros e forçosamente errados? Éramos a morte, eras as eras. Agora misturas com o fundo sucumbi aos erros pilotas os abismos enfrentas o feto morres de dor. Executa o desespero. Tanto a ser. Nada de fato.
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.Vejo tua imagem refletida num misto de azuis anis febris sutis sutileza de impacto instantaniedade corriqueiro de se saber inóspito lugar de seu coração. Força cativa transparente complexa reflexa reversa transversal de tempos e espaços aquáticos que mais parecem o paraíso de veludo de nuvem. Roxa são as florestas e as flores folhagens miragens milhares de corredores vegetarianos labirintites de troncos ocos de morte vivos de cortes palmeiras paineiras videiras e paredes de paredes de clorofila fibrila rígida de seivas brutas e elaboradas. Complexos cordões que vão e vem em andanças de sangue verde e azul anil febril sutil de sutileza espalhafatosamente gigantesca. E tua imagem? Tua é reflexão de dentro que salta fora que estoura os laminados espelhos amplexos pelo transpassar de olhares piedoso e inexpressivos cabaleante crânio pênsil pêndulo casulo santo múltiplo de divindades repelentes e atrativas de simultaneidade. Lua lua e lua que é difusa exclusa exclusão da definição proibida aos pecadores que a deriva vão levando as vidas boiando em mares de sal grosso pra poderem lavar suas chagas compactas coliforme-fecalmente consumidoras de sangue advindo de outrem. Impressionante são seus desejos de além mar aquém sonhos. Semblante é pintura viva, vitrinismo humano-teatral facial. As tuas são tantas poucas várias vírgulas e pontuações de sentimentos interruptos que turbilham nossos mundos de profundezas rasas de compaixão fartas de gratidão vazias de amor. Não entendemos teus corpos não dizemos suas vontades não decoramos teu celular nem teus cômodos. Sobrevivemos sem tuas preces corremos sem tuas estradas cantamos sem tua permissão. Renovamos nossos desejos persistimos nos caminhos galgamos tuas rugas. Desenhamos nossos atalhos domamos tuas feras machucamos nossas mãos. Tapamos nossas luzes cercamos nossas vontades partimos sem perdão. Partimos sem volta e sem absorver nossos líquidos sem beber de tuas fontes sem colher as plantas podres sem olhar pros teus olhos. Sem você. Fica fica mais. Ficou. Esvaiu-se aqui e fica-ficamos lá. Espoeirou num átomo em extinção numa absoluta. Apenas numa absoluta pequena e inexistível. Tanta grandiosidade de azuis anis febris sutis pra quê? Por que éramos assim, tão indizíveis? Tanto exageros e forçosamente errados? Éramos a morte, eras as eras. Agora misturas com o fundo sucumbi aos erros pilotas os abismos enfrentas o feto morres de dor. Executa o desespero. Tanto a ser. Nada de fato.
3 comentários:
Executa o desespero. Tanto a ser. Nada de fato.
Sabe, eu tenho com quem pelo menos me iludir. Sério! Pensar que estamos bem me faz bem. Permita-me sonhar!
”Eu queria te deixar, mas vou continuar, pra castigar meu pobre coração”( Marisa Monte )
espalhafatosamente gigantesca é a loucura desse texto...
é pensar q tanto viajei que quase nem percebi que lia seu reflexo após ler a sua imagem real.
ler texto de um músico deixa a duvida, preza-se mais pelo ritmo ou pelo sentido?
nao necessita de resposta
um abraço
pro homem mais lindo e mais tudo(MQTT) que eu ja conheci: um beijo!
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