.A fotografia persuade o olhar a um exercício de penetração num universo bidimensional e que por isso seria impossível de ser penetrado em sua terceira possibilidade. Seria, dissemos bem, mas (mesmo assim e talvez somente assim) se nos deixarmos levar pelas curvas, pelas formas, pelas gradações de cores em formas ou talvez de cores em cores simplesmente, e por conseqüência formas, poderemos nós, desvendar o que há por detrás e adiante da primeira curva que se enrijece no primeiro instante além, logo atrás das costas de um espectador privilegiado que já se deixou levar pelas variações do bidimensional e que por isso já se encontra envolvido pelo objeto que se deixou envolver por escolha do agente da passiva. Só não sei quem é o agente quem é o da passiva. Prefiro que a passiva e o agente seja a gente.
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Façamos esforços necessários para sermos envolvidos pelos objetos pan. Os mundos, por mais bidimensionais que sejam, ainda poderão se abrir perante olhos atentos se esses souberem cavoucar a imagem morta, mas facilmente ressuscitável. O cadáver morto em preto e branco do preto no branco ainda pode ou, pelo menos, esperamos que possa pulsar em cores gradativas que habitam o mais íntimo dos fósseis imagéticos. Tudo na vida tem cores, até o que é incolor só pode ser incolor se outras cores por ele traspassarem. O incolor não é a ausência de cor, mas um estado de passividade da matéria-cor presente que aceita ser recolorizada pelas restantes que a circundam.
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A foto preto e branco é uma das manifestações mais ricas em possibilidades de cores do universo imagético simplesmente porque permite a cada olhar ressuscitar livremente as muitas possibilidades degradante-degradê existentes e possíveis dentro da gama cabível à cada um dos campos colorosos do espaço em questão.
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Esse é um exercício pra mim que muitos meses passou sem viver, fui apenas levando o que é facilmente levável se quisermos, mas extremamente difícil se quisermos realmente conduzir.
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Tenho medo que minhas palavras sejam instantâneas e que o arrependimento bata em mim ao fim desse tão pouco, não cultuo a tristeza mas ela se fez presente de uma forma muito vazia. A minha tristeza apesar de triste sempre foi muito cheia de poesia e dores escolhidas além das tantas outras presente apenas por estarem ali, mas essas últimas foram muito carregadas de vazios, tantos vazios que me fizeram parar pelo peso e desespero de tudo que não existe.
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Meu Deus eu não era mais capaz de escrever, eu não era capaz de chorar, eu não era capaz de argumentar comigo e subiam arrepios que prefiro nem escrever sobre, mas eu sei que eram fortes o suficientes para me impedir de sorrir. Eu poderia dizer que tudo isso é invenção da minha cabeça pra fazer um texto mais prolixo e mais bonito e mais impactante para os que lêem essas linhas, mas não é não e eu sei, como eu sei o que foi e ainda é uma pouco bem ruim. Chego me por aqui porque de tristezas todos estamos bem fartos das nossas por menos presentes que elas sejam.
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Desculpem o desvio de caminho na divagação inicial, mas é que eu botei uma música bonita no colorido do preto e branco das praias desertas e foi ela que me levou de um tema ao outro. Foi ela que me levou do medíocre ao pessoal. Boa Noite...
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P.s: pensar nas variações óbvias/ futuras da vida desgasta muito dos corações sonhadores. Que pena!!!
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Façamos esforços necessários para sermos envolvidos pelos objetos pan. Os mundos, por mais bidimensionais que sejam, ainda poderão se abrir perante olhos atentos se esses souberem cavoucar a imagem morta, mas facilmente ressuscitável. O cadáver morto em preto e branco do preto no branco ainda pode ou, pelo menos, esperamos que possa pulsar em cores gradativas que habitam o mais íntimo dos fósseis imagéticos. Tudo na vida tem cores, até o que é incolor só pode ser incolor se outras cores por ele traspassarem. O incolor não é a ausência de cor, mas um estado de passividade da matéria-cor presente que aceita ser recolorizada pelas restantes que a circundam.
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A foto preto e branco é uma das manifestações mais ricas em possibilidades de cores do universo imagético simplesmente porque permite a cada olhar ressuscitar livremente as muitas possibilidades degradante-degradê existentes e possíveis dentro da gama cabível à cada um dos campos colorosos do espaço em questão.
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Esse é um exercício pra mim que muitos meses passou sem viver, fui apenas levando o que é facilmente levável se quisermos, mas extremamente difícil se quisermos realmente conduzir.
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Tenho medo que minhas palavras sejam instantâneas e que o arrependimento bata em mim ao fim desse tão pouco, não cultuo a tristeza mas ela se fez presente de uma forma muito vazia. A minha tristeza apesar de triste sempre foi muito cheia de poesia e dores escolhidas além das tantas outras presente apenas por estarem ali, mas essas últimas foram muito carregadas de vazios, tantos vazios que me fizeram parar pelo peso e desespero de tudo que não existe.
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Meu Deus eu não era mais capaz de escrever, eu não era capaz de chorar, eu não era capaz de argumentar comigo e subiam arrepios que prefiro nem escrever sobre, mas eu sei que eram fortes o suficientes para me impedir de sorrir. Eu poderia dizer que tudo isso é invenção da minha cabeça pra fazer um texto mais prolixo e mais bonito e mais impactante para os que lêem essas linhas, mas não é não e eu sei, como eu sei o que foi e ainda é uma pouco bem ruim. Chego me por aqui porque de tristezas todos estamos bem fartos das nossas por menos presentes que elas sejam.
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Desculpem o desvio de caminho na divagação inicial, mas é que eu botei uma música bonita no colorido do preto e branco das praias desertas e foi ela que me levou de um tema ao outro. Foi ela que me levou do medíocre ao pessoal. Boa Noite...
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P.s: pensar nas variações óbvias/ futuras da vida desgasta muito dos corações sonhadores. Que pena!!!
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As praias desertas (Tom Jobim)
As praias desertas (Tom Jobim)
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As praias desertas continuam
As praias desertas continuam
Esperando por nós dois
A esse encontro eu não devo faltar
O mar que brinca na areia
Está sempre a chamar
Agora eu sei que não posso faltar.
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O vento que venta lá fora
O mato onde não vai ninguém
Tudo me diz: não podes mais fingir.
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Porque tudo na vida há de ser sempre assim
Se eu gosto de você
E você gosta de mim
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4 comentários:
Tá parecendo nome de filme:"Do medíocre ao pessoal".
Até que dava um ótimo roteiro, com direito a super-heróis e poetas.Seria muito bom!
Foi um dos melhores textos que vc escreveu, na minha opiniao, aki nesse blog.
É isso.
Amigo Viajante!
Nesse post vi que está te faltando algo!
Seus escritos continuam ótimos!
Será que não está faltando Cor?
Muito bom seu post,
Concordo com o Sid,hehe
Ele é muuuito amigo meu, quer dizer é o proprio esse que vos fala!
COOL!!!...Realmente fantastico seu Verruckt!!!
uhauhauhauahuahauahuah.,.,.,.,
Muito bom este texto mesmo...
Parece um texto q escrevi ha um mês atrás;.;.;.;.
Eh isso!...Lux sobre todas as coisas, sobre todos sentimentos, sobre tudo e também sobre o nada, vc entendeu...T +++
P.S.; Pretendo escrever no blog novo o mais rapido possivel...
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