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No desespero do que é de chão, está o indefinível de si. Um vazio de significâncias no calar-se do incógnito. A abundância do nada que se desfaz em rastro de vestígio vertiginoso. Um traço de lapsos desconexos conjuntivos no amplo sem mais nem menos. O arco de desvarios registrado na areia da praia de nunca mais. A próxima onda já não é mais aquela. Uma onda só se faz uma vez e começa a se desfazer no impulso do emergir volátil. Registra o etéreo no olhar e não mais se presencia. Réstia de ânimos que sulcados aconchegam-se do subterrâneo e, em si, em vão. Vão ao escoado longínquo do que é de água. Não pode mais estar nem ser. Apenas em memória fixa morada sem horas e assim menospreza sua realidade tornando-se vigente ou imperativa noutro plano. Já de início sabia do entorno e, talvez por isso, tão vorazmente se desfizera jogando a longitude incorporada naquele escoar sem voz. O ruído é o que denuncia a chegada, a partida, a estada que nem se sabe se chegou a haver. Jaz lá longe, mas aqui perdura incrustada no rochedo que, não se tendo, não pode moldar. A dúvida de que se existiu é a única permanência junto à possibilidade de ter sonhado. Não é sabido, talvez vivido ou, por fim, realizado. Preferível quedar o anonimato do coletivamente e assim acreditar no arco de espuma que quando perfeito não era, mas, quando desfeito, eu fui.
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No desespero do que é de chão, está o indefinível de si. Um vazio de significâncias no calar-se do incógnito. A abundância do nada que se desfaz em rastro de vestígio vertiginoso. Um traço de lapsos desconexos conjuntivos no amplo sem mais nem menos. O arco de desvarios registrado na areia da praia de nunca mais. A próxima onda já não é mais aquela. Uma onda só se faz uma vez e começa a se desfazer no impulso do emergir volátil. Registra o etéreo no olhar e não mais se presencia. Réstia de ânimos que sulcados aconchegam-se do subterrâneo e, em si, em vão. Vão ao escoado longínquo do que é de água. Não pode mais estar nem ser. Apenas em memória fixa morada sem horas e assim menospreza sua realidade tornando-se vigente ou imperativa noutro plano. Já de início sabia do entorno e, talvez por isso, tão vorazmente se desfizera jogando a longitude incorporada naquele escoar sem voz. O ruído é o que denuncia a chegada, a partida, a estada que nem se sabe se chegou a haver. Jaz lá longe, mas aqui perdura incrustada no rochedo que, não se tendo, não pode moldar. A dúvida de que se existiu é a única permanência junto à possibilidade de ter sonhado. Não é sabido, talvez vivido ou, por fim, realizado. Preferível quedar o anonimato do coletivamente e assim acreditar no arco de espuma que quando perfeito não era, mas, quando desfeito, eu fui.
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Um comentário:
legal vc ter me explicado, vlw.:.]
parece que nós já tínhamos falado sobre isso...
sei lá, tô bem locka!
ah, o ck é só pra ser XXXXX
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