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O mal se alimenta do fazer, sei lá se ele se sente profundamente pleno e bem com a condição. O mal não se alimenta do ser. Ele se alimenta do ter, do estar, se alimenta de um processo que é insaciável. Fazer, fazer. Um pseudo-saciar raso e imediato que se completa por pouco tempo pelo excesso abusivo de coisas que se avolumam para instaurar o estardalhaço, realizar a revolta, extravasar a incapacidade, degolar a inveja, a explosão que não permite o silêncio, porque no silêncio a culpa grita, berra, por mais profundo que seja a maldade dentro daquele qualquer. No silêncio, no zero do cada um, mora sempre e sempre a profunda consciência. “A consciência é Deus presente no homem”. Arrisco dizer que ela sempre mora, sempre está em algum canto, por mais profundo que o estado de desconstrução do correto esteja, ainda que apoiado em razões. A razão definitivamente não é o limite, ela é apenas um instrumento, e talvez nem o mais importante deles. O mal não se sedimenta, ele é uma grande reviravolta de poeiras e detritos para ludibriar a luz que ameaça chegar ao fundo do lago individual indivíduo. Assim deve ser... Assim É!!!
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O mal se alimenta do fazer, sei lá se ele se sente profundamente pleno e bem com a condição. O mal não se alimenta do ser. Ele se alimenta do ter, do estar, se alimenta de um processo que é insaciável. Fazer, fazer. Um pseudo-saciar raso e imediato que se completa por pouco tempo pelo excesso abusivo de coisas que se avolumam para instaurar o estardalhaço, realizar a revolta, extravasar a incapacidade, degolar a inveja, a explosão que não permite o silêncio, porque no silêncio a culpa grita, berra, por mais profundo que seja a maldade dentro daquele qualquer. No silêncio, no zero do cada um, mora sempre e sempre a profunda consciência. “A consciência é Deus presente no homem”. Arrisco dizer que ela sempre mora, sempre está em algum canto, por mais profundo que o estado de desconstrução do correto esteja, ainda que apoiado em razões. A razão definitivamente não é o limite, ela é apenas um instrumento, e talvez nem o mais importante deles. O mal não se sedimenta, ele é uma grande reviravolta de poeiras e detritos para ludibriar a luz que ameaça chegar ao fundo do lago individual indivíduo. Assim deve ser... Assim É!!!
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