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Nem sempre uma poesia
É um princípio de nada
Há um querer
Uma vontade de dizer
Aquilo que o som é incapaz
Às vezes o silêncio
É a propriedade mais profunda
Um poeta sempre tem
O que dizer
O que escrever
Não basta o momento
Basta o dizer
Basta o silêncio
Mas nem sempre nos silenciamos
Vamos sempre achar o momento
Da comunicação
Com o silêncio
Ou com as palavras
Que nos permitem
Uma coisa única
E dizer sentimentos tão importantes
Ainda não estamos
No tempo do silêncio
Devemos dizer
Se nos achamos válidos
E o que nós pensamos
Sempre será válido
Simplesmente
Porque é nosso
Porque é de cada
E cada tem o peso
Em si
Daquilo que diz
E se somos matéria
Registro seremos!
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Virada cultural 2010
2:51 A.M
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Bar na Rua Bento Freitas, 131, centro de SP.
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Fernando Khattar, Gisele Lamin e Wagner Passos
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Nem sempre uma poesia
É um princípio de nada
Há um querer
Uma vontade de dizer
Aquilo que o som é incapaz
Às vezes o silêncio
É a propriedade mais profunda
Um poeta sempre tem
O que dizer
O que escrever
Não basta o momento
Basta o dizer
Basta o silêncio
Mas nem sempre nos silenciamos
Vamos sempre achar o momento
Da comunicação
Com o silêncio
Ou com as palavras
Que nos permitem
Uma coisa única
E dizer sentimentos tão importantes
Ainda não estamos
No tempo do silêncio
Devemos dizer
Se nos achamos válidos
E o que nós pensamos
Sempre será válido
Simplesmente
Porque é nosso
Porque é de cada
E cada tem o peso
Em si
Daquilo que diz
E se somos matéria
Registro seremos!
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Virada cultural 2010
2:51 A.M
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Bar na Rua Bento Freitas, 131, centro de SP.
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Fernando Khattar, Gisele Lamin e Wagner Passos
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2 comentários:
Segui a sugestão de uma amiga e não me arrependi.
Revelo-me em palavras e também no silêncio. Nesta oscilação profunda sigo me caminhho.
Voltarei e linkarei ambos em breve, muito breve.
"Quem não vê bem uma palavra, não pode ver bem uma alma."
Fernando Pessoa
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