Quantas coisas bonitas morrem no pensamento?
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Quantas gratidões minguam na alma, às vezes, não por covardia, mas por não haver como dizer?
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Quantas palavras se apagam da memória imediata por não poderem conviver com a dureza do dia-a-dia?
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Como quantas pessoas gostariam de dizer de seus sentimentos bonitos para outras, mas não encontram momentos para se expressar?
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Não que não sintam, nem que não tenham coragem, mas, simplesmente, os momentos da vida não nos permitem falar, pois devemos manter nossas durezas respeitáveis na convivência social e, assim, não nos permitimos ser mais humanos.
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Haveria um fluxo daquilo que não é dito, porém, sentido entre essas pessoas?
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Ou tudo que se é, está apenas no fisicalizável, no audível, no dizível, na colocação da voz?
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Eu acredito que existam trocas mais etéreas!
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No entanto, qual é a clareza dessa troca? Quantas pessoas dominam o reconhecimento dos pequenos sinais intercambiáveis entre as pessoas?
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O que não se diz, pode ser sentido? Acho que sim! Mas o quanto isto é claro?
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E o quanto do que pensamos estar trocando não é apenas uma ilusão de conclusão solitária que se pensa ser real?
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E, ainda além disso, penso, às vezes, se o que não nos dizemos pela palavra, mas por outros meios mais sutis, poderá, algum dia, saciar a alma que queria ter se declarado?
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Quantas gratidões minguam na alma, às vezes, não por covardia, mas por não haver como dizer?
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Quantas palavras se apagam da memória imediata por não poderem conviver com a dureza do dia-a-dia?
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Como quantas pessoas gostariam de dizer de seus sentimentos bonitos para outras, mas não encontram momentos para se expressar?
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Não que não sintam, nem que não tenham coragem, mas, simplesmente, os momentos da vida não nos permitem falar, pois devemos manter nossas durezas respeitáveis na convivência social e, assim, não nos permitimos ser mais humanos.
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Haveria um fluxo daquilo que não é dito, porém, sentido entre essas pessoas?
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Ou tudo que se é, está apenas no fisicalizável, no audível, no dizível, na colocação da voz?
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Eu acredito que existam trocas mais etéreas!
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No entanto, qual é a clareza dessa troca? Quantas pessoas dominam o reconhecimento dos pequenos sinais intercambiáveis entre as pessoas?
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O que não se diz, pode ser sentido? Acho que sim! Mas o quanto isto é claro?
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E o quanto do que pensamos estar trocando não é apenas uma ilusão de conclusão solitária que se pensa ser real?
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E, ainda além disso, penso, às vezes, se o que não nos dizemos pela palavra, mas por outros meios mais sutis, poderá, algum dia, saciar a alma que queria ter se declarado?
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Como se chama a sensação que resta quando pensamos ter transmitido um sentimento, mas não sabemos bem ao certo se a pessoa capitou o que deixamos subentendido?
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Inominável Dúvida!
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