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Nietzsche, um dos maiores filósofos de todos os tempos, no auge de sua carreira, teve um colapso mental quando viu um cavalo sendo açoitado por seu dono.
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Num repente de heroísmo, valentia e generosidade, o filósofo se abraça ao animal a fim de protege-lo. Depois desta passagem, ele cai em completo silencio e, após alguns dias, profere suas últimas palavras, dizendo:
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- "Mãe, eu sou um idiota"!!!
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Neste filme o diretor se propõe a retratar o que teria acontecido com o próprio cavalo após ter sido abraçado por Nietzsche!
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Apoiado neste interessantíssimo argumento, ou mesmo se aproveitando dele, o diretor faz um dos filmes mais chatos e parados que já vi em toda minha vida!
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A narrativa é insuportavelmente parada.
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Chega mesmo a ser um desrespeito com o espectador fazer um filme com esta proposta.
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Entendo a intenção de mostrar a mediocridade sendo soberana na grande maioria dos acontecimentos, bem como na vida dos homens que neste planeta vivem, mas, abusar deste fato simplesmente por ter um ponto de partida extraordinariamente emblemático, me parece uma postura mais medíocre que o próprio cotidiano do trabalhador e de sua filha demonstrado nas quase DUAS HORAS E MEIA de filme.
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Horrível! Estaria de bom tom se fosse um curta metragem...
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As qualidades se resumem aos aspectos técnicos do cenário, fotografia, figurino e locação, mas estes pontos não fazem valer a pena tomar contato com obra tão insuportável!
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Ficha Técnica:
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Gênero: Drama
Direção: Béla Tarr
Roteiro: Béla Tarr, László Krasznahorkai
Elenco: Erika Bók, János Derzsi, Mihály Kormos, Ricsi
Produção: Gábor Téni
Fotografia: Fred Kelemen
Trilha Sonora: Mihály Vig
Duração: 146 min.
Ano: 2011
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