Um menino DEUS, UM DEUS menino
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Quando se é criança, tudo é tão incrível e todo canto de mundo é o mundo inteiro.
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Quando se é criança, tudo parece tão grande e Deus tem o tamanho do infinito.
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Mas quando crescemos, conforme aumentamos de envergadura, todas as coisas diminuem e mesmo o Criador perde seu caráter inacabável.
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Ganha, também ele, contornos e molduras.
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Quando crescemos, mesmo Deus, fonte criadora e mantenedora de todas as coisas possíveis, perde a magia de suas indefinições.
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Deus ganha margens, recebe limites e então paramos um pouco de sonhar, por reconhecermos, em nós mesmos, a não infinitude que nos trazia a leveza e a vastidão que encantava a vida, banhando-a com as águas do sem-fim!
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Quando se é criança, tudo é tão incrível e todo canto de mundo é o mundo inteiro.
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Quando se é criança, tudo parece tão grande e Deus tem o tamanho do infinito.
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Mas quando crescemos, conforme aumentamos de envergadura, todas as coisas diminuem e mesmo o Criador perde seu caráter inacabável.
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Ganha, também ele, contornos e molduras.
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Quando crescemos, mesmo Deus, fonte criadora e mantenedora de todas as coisas possíveis, perde a magia de suas indefinições.
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Deus ganha margens, recebe limites e então paramos um pouco de sonhar, por reconhecermos, em nós mesmos, a não infinitude que nos trazia a leveza e a vastidão que encantava a vida, banhando-a com as águas do sem-fim!
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