sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Tema do Amanhã



Música composta para o álbum musical "O Impostor Geral" do "Núcleo Sem Querer de Tentativas Teatrais", baseado no texto "O Inspetor Geral" de Nikolai Gogol.

FICHA TÉCNICA DA MÚSICA:

Gravação, Edição, Mixagem e Masterização: César Benzoni. 

Composição: Wagner Passos.

Arranjos: Wagner Passos. 

Pianista: Wagner Passos. 

Cantores: César Benzoni, Juliane Arguello, Priscilla Dieminger e Wagner Passos. 

Gravado no Yodel Studio, São Paulo/SP de Novembro de 2015 a Março de 2016. yodelstudio.com

Sensacional Hospedaria do Vlass



Música composta para o espetáculo e para o álbum musical "O Impostor Geral" do "Núcleo Sem Querer de Tentativas Teatrais", baseado no texto "O Inspetor Geral" de Nikolai Gogol.

FICHA TÉCNICA DA MÚSICA:

Gravação, Edição, Mixagem e Masterização: César Benzoni. 

Composição: Wagner Passos.

Arranjos: César Benzoni e Wagner Passos. 

Músicos: Ananda Yumi, César Benzoni, Vitor Meneguetti e Wagner Passos. 

Cantor: Wagner Passos. 

Gravado no Yodel Studio, São Paulo/SP de Novembro de 2015 a Março de 2016. yodelstudio.com

O futuro que eu quis pra mim



Música composta para o espetáculo e para o álbum musical "O Impostor Geral" do "Núcleo Sem Querer de Tentativas Teatrais", baseado no texto "O Inspetor Geral" de Nikolai Gogol.

FICHA TÉCNICA DA MÚSICA:

Gravação, Edição, Mixagem e Masterização: César Benzoni. 

Composição: Wagner Passos.

Arranjos: César Benzoni e Wagner Passos. 

Músicos: Ananda Yumi e Wagner Passos. 

Cantores: Pipo Belloni e Wagner Passos. 

Gravado no Yodel Studio, São Paulo/SP de Novembro de 2015 a Março de 2016. yodelstudio.com

Eu vim aqui para encontrar



Música composta para o espetáculo e para o álbum musical "O Impostor Geral" do "Núcleo Sem Querer de Tentativas Teatrais", baseado no texto "O Inspetor Geral" de Nikolai Gogol.

FICHA TÉCNICA DA MÚSICA:

Gravação, Edição, Mixagem e Masterização: César Benzoni. 

Composição: Wagner Passos.

Arranjos: César Benzoni e Wagner Passos. 

Músicos: Ananda Yumi, César Benzoni, Pedro Monteiro, Vitor Meneguetti e Wagner Passos. 

Cantores: Ananda Yumi, César Benzoni, Pipo Belloni, Juliana Stuchi, Juliane Arguello, Lais Martins, Marcus Veríssimo, Monique Fraraccio, Priscilla Dieminger e Wagner Passos. 

Gravado no Yodel Studio, São Paulo/SP de Novembro de 2015 a Março de 2016. yodelstudio.com

Fome Gigante



Música composta para o espetáculo e para o álbum musical "O Impostor Geral" do "Núcleo Sem Querer de Tentativas Teatrais", baseado no texto "O Inspetor Geral" de Nikolai Gogol.

FICHA TÉCNICA DA MÚSICA:

Gravação, Edição, Mixagem e Masterização: César Benzoni. 

Composição: Versão de Marcus Veríssimo e Priscilla Dieminger para a música "O Rei do Gatilho" de Moreira da Silva.

Arranjos: César Benzoni e Wagner Passos. 

Músicos: Ananda Yumi, César Benzoni, Pedro Monteiro, Vitor Meneguetti e Wagner Passos. 

Cantores: Ananda Yumi, César Benzoni, Pipo Belloni, Juliana Stuchi, Juliane Arguello, Lais Martins, Marcus Veríssimo, Monique Fraraccio, Priscilla Dieminger e Wagner Passos. 

Gravado no Yodel Studio, São Paulo/SP de Novembro de 2015 a Março de 2016. yodelstudio.com

Receita Vlassal



Música composta para o espetáculo e para o álbum musical "O Impostor Geral" do "Núcleo Sem Querer de Tentativas Teatrais", baseado no texto "O Inspetor Geral" de Nikolai Gogol.

FICHA TÉCNICA DA MÚSICA:

Gravação, Edição, Mixagem e Masterização: César Benzoni. 

Composição: Marcus Veríssimo e Wagner Passos.

Arranjos: César Benzoni e Wagner Passos. 

Músicos: Ananda Yumi, César Benzoni, Pedro Monteiro, Vitor Meneguetti e Wagner Passos. 

Cantores: Ananda Yumi, César Benzoni, Pipo Belloni, Juliana Stuchi, Juliane Arguello, Lais Martins, Marcus Veríssimo, Monique Fraraccio, Priscilla Dieminger e Wagner Passos. 

Gravado no Yodel Studio, São Paulo/SP de Novembro de 2015 a Março de 2016. yodelstudio.com

Oh Vaidosa!



Música que integra a trilha sonora do álbum musical "O Impostor Geral" do "Núcleo Sem Querer de Tentativas Teatrais", baseado no texto "O Inspetor Geral" de Nikolai Gogol.

FICHA TÉCNICA DA MÚSICA:

Gravação, Edição, Mixagem e Masterização: César Benzoni. 

Composição: Monique Fraraccio.

Músicos: César Benzoni e Wagner Passos.

Arranjos: César Benzoni e Wagner Passos. 

Cantores: César Benzoni, Monique Fraraccio, Priscilla Dieminger e Wagner Passos. 

Gravado no Yodel Studio, São Paulo/SP de Novembro de 2015 a Março de 2016. yodelstudio.com

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

BALANÇO 2017

Literatura:

Entre folhas de outono – Terezinha Maria Henriques Paiva
Obras poéticas – Cláudio Manuel da Costa
Feliz ano velho – Marcelo Rubens Paiva
I Ching (Tradução de Richard Wilhelm)
A Montanha Mágica – Thomas Mann
O Velho e o Mar – Ernest Hemingway
O Pensamento Oriental (Vários autores)
Fausto Tragédia Subjetiva – Fernando Pessoa
Aleister – Revista
O homem que queria salvar o mundo – Samantha Power
A máquina de fazer espanhóis – Valter Hugo Mae
Memórias do Subsolo – Fiódor Dostoiévski
Mente e Cérebro Especial – Revista
Retrato do Artista quando Jovem – James Joyce
Noite de Reis – William Shakespeare2


Filme:

La La Land
Elle
A Criada
Axé – Canto do povo de um lugar
Mooonlight – Sob a luz do luar
Pitanga (Documentário)
Corra!
Z – A cidade Perdida
Kiki – Os Segredos do Desejo
Divinas Divas
Soundtrack
Uma família de Dois
De canção em canção
Cartas da Guerra
Em ritmo de Fuga
O Filme da minha Vida
O estranho que nós amamos
Como nossos pais
Pendular
O Melhor professor da minha vida
Corações Puros
Gabriel e a Montanha
Manifesto
O Outro lado da Esperança
Colo
Com amor, Van Gogh
Extraordinário


Dança:
Balé da Cidade de São Paulo (ADASTRA E RISCO)
Balé da Cidade de São Paulo (ANATOMIA E RISCO)


Teatro:

Fuente Ovejuna
Roque Santero (O Musical)
Os Imortais
Canção dentro do pão
Dilúvio – Gerald Thomas
Marguerite, mon amour


Exposição:

Mostra Diversa: Expressões de Gêneros, Identidades & Orientações
Living Theatre – SESC Consolação
Mostra Solidão – Museu da Diversidade


Música Clássica:

Orquestra Sinfônica Municipal (Gustav Mahler)


Circo:

Amaluna – Cirque du Soleil

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Resquícios da Primavera


Pérolas Serranas


Mergulho Mútuo


Convexa


Claritude


O Seu Olhar em Mim


Jardim Suspenso


Cora Coralinos


Coquetel


Palha-Palhaço


SuperAnil


Sorumbática Senhora


Chão de Estrela


Azulecências Vitae


Flores D`Água


2 A.M

Empunhas tua Luz e teu Sustento!

A Vós


sábado, 18 de novembro de 2017

Descartado!

Acho que entrei num novo ciclo...
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Agora sinto coisas em mim que nem ao menos pensei...
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São simplesmente pulsões que eu as devo entender...
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Elas ainda me revoltam, mas devo me resignar... talvez!
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Ao menos, sentir arrepios de relaxamento me é menos custoso!
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Acho que sou uma qualquer coisa de um degrau subido!
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quarta-feira, 15 de novembro de 2017

CANTAR

Pensem em todas as possibilidades...
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Para mim não nada
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ABSOLUTAMENTE nada
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Mais gostoso do que
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CANTAR
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Pode haver o Piano
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Pode haver o Violão
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Para mim não nada
.
ABSOLUTAMENTE nada
.
Mais gostoso do que
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CANTAR
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Não há nada
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Na vida
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Mais gostoso
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Do que 
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CANTAR
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sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Pela beleza das Palavras e Percepções (De Hoje)


Acho que envelheço
conforme vejo
que minhas ex-alunas
estão se tornando
Mulheres!

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

06/11/2017 - 34 anos

Acho que acredito novamente que o Apocalipse não vá acontecer inesperadamente no alvorecer de um amanhã qualquer!
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E que as lógicas fundacionais de minha vida ainda podem se sustentar, mesmo que eu não as detenha todas sob meu inútil e desesperado controle!
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quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Pré-34

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Talvez esta minha vida seja para realizar, em mim, o ponto da arte em que o meu humano se faça além do bem e do mal!
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Talvez!
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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Migrações Urbanas 2017 (Ode aos meus Passos)

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I
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Nem me sei mais quem tantos somos!
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Se muitos me permeiam
Ou se vários me abandonam?
Se múltiplos me habitam
Ou se diversos me maltratam?
Se vastos me arejam
Ou se dispersos me erram?
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Se olhos me enfeitam
Ou se semblantes me afogam?
Se compassos me elevam
Ou se pensamentos me soterram?
Se verdades me chamam
Ou se mentiras me proclamam?
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II
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Nem me sei mais quem tantos somos!
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No círculo dos dias vindouros
O divino e o humano se digladiam
Fraturando minha imaginação futura
Daquilo que ainda pode vir a me fazer:
“Pequeno Vácuo Vicioso” ou “Macro Solidez Polida”,
Ambos podem se me domar em vida!
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Poeta escasso de lavradura silábica
Faço eu meus errôneos desversos fracos
Pensando mendigar a misericórdia
Das inúmeras grandezas inspiradoras
Que se esvaíram esquecidas de mim
Em dias de alcoólicas migrações urbanas, sem fim!
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III
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Nem me sei mais quem tantos somos!
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Sujo agora meus olhos de grafite e esquecimento
Daqueles momentos de desvairados unguentos
Que me solaparam no véu da realidade
Por tantos e tantos meses à vontade
Em que, pastoreando quimeras,
Eu caminhei sem destino entre feras
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Entre feras do sem destino em mim
Eu testei os limites do não e do sim
Perguntando-me aquilo que não sabia
Pensando assim que ainda mais adiante iria
Se pudesse responder ao enigma inexato
Que em resposta não me demonstrou formato
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IV
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Nem me sei mais quem tantos somos!
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Mas não me importo agora com o sórdido vazio
Que destes tempos restaram em meu ser arredio
  Se a poesia vinga em verve caminhante
Posso eu sentir-me novo, vivo e pensante
Para que outros ares melhores me alimentem
E pernas fortes ainda mais me sustentem
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Tão lindos são os caminhos que ainda me existem
E sem pressa, nem sofrimento dormitando insistem
Feito possibilidades que dormem ao relento
Esperando-me felizes por trazerem alento
Ao desejo que me move a desbravar recantos
Emoldurar muralhas e aquietar quebrantos
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V
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Nem me sei mais quem tantos somos!
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Era mínimo o caminho inconcluso
Que tantas vezes percorri em desuso
Tateando com os pés o que não chegava
Mas que somente enquanto passo bastava
Para que eu preferisse prosseguir adiante
Errando errado errático erradiço errante
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Adiante e sempre mais à frente do nada
Eu me destrinchei numa trilha sem estrada
Entre possibilidades de uma metrópole anônima
Que me encantou numa invisibilidade sinônima
Proporcionando-me a comunal sensação
De ser inteiro, sem culpa e sem perdão
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VI
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Nem me sei mais quem tantos somos!
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Ser inteiro, sem meio termo e sem senão
Era este o meu auto-repetitivo sermão
Que, como um mantra, habitou-me dentro
Trazendo vasta delícia e vil tormento
Neste tanto tempo que alimentei
Pulsando dentro-fora no que me deleitei
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Portal de centelhas de experimentações
Foi assim, serafim silvestre de ser sertões
Que progredi sem margem prisioneira
Desfazendo miragens de uma ilusão primeira
Espantando o medo que me domava a consciência
E expandindo, à força, minha real circunferência
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VII
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Nem me sei mais quem tantos somos!
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Definitivamente não falo agora do que doeu
Mas sim daquilo que na dança renasceu
E feito fome de escarrar atmosfera
Fez-se arado novo que me sobrepusera
Em renovada chama do explorador esquecido
Que em seu umbigo castrado morrera morrido
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Morrera morrido, mas reviveu valente
Feito gesto gestante de gerir mais gente
Que brotou andarilho infinito das montanhas
Habitadas de seres e selvas de pedras tamanhas
Que alguns chamam de Pauliceia Desvairada
Mas prefiro sentir somente como minha sutil morada
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segunda-feira, 23 de outubro de 2017

sábado, 21 de outubro de 2017

Ciclo Catártico

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Eu ia deletar este texto abaixo, mas achei melhor colocá-lo aqui para marcar novamente um pedaço de um período que passei este ano.

É certo que acabei escrevendo-o antes de haver uma reversão real de todo o processo. Também é certo que o pior ainda estava por vir e que Julho não foi absolutamente nada se comparado com Agosto, mas, mesmo assim, não vou me desfazer dele.
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O texto anterior e este se conectam, cobrindo, em linhas gerais, o que perdurou por dois meses (11/07 a 11/09) neste intenso 2017. 
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Já o reli algumas vezes e, na última passada, achei que estava muito mal escrito. No entanto, na leitura que acabei de fazer, tive a impressão de que não é um texto para realmente se descartar.
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Então mantive-o e estou publicando.
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Ele foi escrito em 16 de Agosto de 2017.
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Há quanto tempo eu venho sentindo isso? Não saberia dizer, mas, este isso está, definitivamente, entre as coisas mais difíceis de serem superadas que já se me ocorreram dentro de meu universo pessoal.
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Com o passar dos anos, este blog tornou-se bem menos autobiográfico do que foi em seus primórdios. Optei um pouco por essa linha pois, parecia-me que, o fato de produzir a arte que por aqui se encontra, já era forte o suficiente para me alimentar a ponto de esquecer os fantasmas internos que se encontravam dentro de mim. Ou seja, eu não precisava falar de mim, bastava que eu falasse sobre alguma coisa e que eu tivesse a esperança de que esta coisa ficaria registrada para além de minha sórdida existência.
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No entanto, com o passar dos anos mais recentes, minha produção de textos aqui caiu bastante e acredito que, talvez por isso, o sentido de pequena catarse artística que havia em minhas produções tornou-se menos frequente e outras fronteiras nebulosas foram se tornando mais e mais presentes dentro de mim.
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Mas, como este blog é uma obra aberta, suas fases, invariavelmente, serão retratos tortuosos e sinceros das minhas próprias fases e, neste momento, umas dúzias de frases extremamente pessoais se fazem necessárias de libertação.
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Preciso deixar registrado aqui que as duas últimas semanas de Julho, juntamente com as duas primeiras semanas de Agosto foram um dos períodos mais difíceis de toda minha vida.
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Eu ainda estou num lento processo de recuperação, mas sinto como se tivesse passado pelas piores angústias, pelos piores medos possíveis de serem imaginados por mim mesmo.
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As coisas que senti, os sonhos que sonhei, as figuras que vi, os testes que passei, os pensamentos que tive, os medos que me assaltaram, os vazios que me explodiram, as tristezas que me pisotearam, a auto-estima que me abandonou, os raciocínios cíclicos que me entontearam foram de tamanha intensidade que cheguei mesmo a pensar em desenhar mapas mentais de argumentações para que pudesse segui-los a fim de não precisar repassar por todos os pontos novamente.
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Há uns anos atrás, tive eu um momento muito marcante em minha vida e, desde então, guardei este instante com unhas e dentes, pois senti que ali eu havia chegando ao zênite negativo da minha alma. Ou seja, ali tive certeza de que nunca passaria daquele estado, pois havia chegado ao recôncavo mais nuclear da minha consciência. Além disso, senti que a conclusão chegada e a atitude tomada eram suficientes para resolver todos os meus problemas.
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Mas, sei hoje que, apesar de manter a conclusão tirada no momento anterior, sinto como se eu tivesse tido que enfrentar ainda mais bravamente meus fantasmas, minhas sombras e meus vazios, pois eles solaparam-me ainda mais impiedosamente. Parece que eu me feri ainda mais fervorosamente e assim tive que gritar ainda mais alto e partir em busca de uma conclusão ainda mais robusta, de um merecimento ainda mais profundo.
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Não sei o que será de mim!
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Texto inacabado...