terça-feira, 10 de julho de 2007

Poeminha instantâneo

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Algo.
Sim.
Algo, centrípeto, carnal, conciso,
Certeiro.
Do fraseado que não fala nada, mas diz.
Do parafraseado do que vem.
Todo ano, vem.
Esse ano não seria outrem, senão eu.
Parafraseados avulsos dos que vêm.
Distantes, porém há.
E vêm em prolixo
Mas não me importo.
Com melodia de fundo
Percepções são,
Mas tê-las é gratificante.
Resigno-me no sentido
Distanciado pela consciência
Que se aloja na cavidade superior.
Ela meio que foge.
Não ela realmente,
Mas a percepção dela.
Percepções nos fazem, basta sabermos como...
Se o mundo se mostra a imagem que temos dele,
(Vide arcanos da humanidade madura)
E “Torna-te aquilo que és”,
Serei o que sou,
Na medida do que quero,
No exato do que posso,
No percalço que me impõem.
Assim seja.
Cavalgaremos aos montes
Ainda que mancos dos 7 cascos dourados.
Tão lindos há dois anos atrás.
Ainda pergunto porquê,
Mas já aceito melhor o silêncio de sempre.
Contratos feito por ambos os lados.
Pena nos faltar leitura e memorização das cláusulas.
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akakakaka
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2 comentários:

Anônimo disse...

complexo,sincero e triste.

ahhhhhh sao muitas as clausulas, nem se tivessemos o curso de memorizacao intensiva, nao daria pra sabermos....rssss

bjs

Anônimo disse...

Fazia um tempo q não entrava aqui...
Saudade de vc, das coisas que vc fala e escreve. Adoro!
Bjão
Carol