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Eu era o santo do negado pai
Era o candelabro que iluminava por querer
Eu era o montante do verso menino
Que descascava a desinocência com sermões límpidos
Ludibriados e proclamantes de multidões
Sermões por ser mãos com ir-mãos
E indo sim pelos pés, descalços sem ruído
Céus e terras numa pilastra pilantrável
Andante desmoronável, mas imensa e plena
Dos solstícios e dos equinócios das estações
Fluxo do oblíquo complexo
Obtusângulo giratório compulsório
Infinito perplexo na carne instância
Morada vibrante, modulante casulo
Cláusulo libertário itinerante
Que de tudo se fez nada
Num remoendo de ossos doridos
Estrutura corrosível (osteoporose astral)
Poros de hóstia, hóstia porosa
Teia de fé
Ódio natural
Viral do medo bélico
Em paz se estado em condições
Nação do cíclico
Intenso enrustido
Levemente viajante
Faça-se teia dos coágulos descontínuos
Consangüíneo perplexo
Permeável muralha
Desconstrução contemporânea
Simbiose de opostos
Germe repetitivo
Cansativo.
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Um comentário:
"Intenso enrustido
Levemente viajante
Simbiose de opostos"
TUDO!!!
bejo...
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