sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Nem cais, nem barco - (Guinga e Aldir Blanc)

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Não é o camafeu exposto na vitrine em loja de penhor
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Mas é o que doeu no peito feito um crime ao homem que o trocou
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É o olhar de um instante fixando o amante em plena traição
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Que há em noivas degoladas no caramanchão
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É o vulto de mulher há muito tempo morta em frente à penteadeira

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É o vazio que a ausência dela ocupa ao ver sua cadeira

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A chuva dessa tarde trouxe Tito Madi e apenas eu ouvia...

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Ah, o amor é estar no inferno ao som da Ave Maria!
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Um comentário:

Anônimo disse...

A-M-E-I as ilustrações!!!!!!!

Ficaram muuuuiiiitttooo boas, coordenadas com as frases!
A que eu mais gostei foi a ilustração da chuva que trouxe Tito Madi.

beijo, Sr. CHANA...