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Há pensamentos que não descem para a boca imaginária. Eles nascem um pouco acima da nuca e sobem sutis e rápidos para o topo detrás da cabeça, não sendo traduzidos inteiramente pelos vocábulos. Sobem diretamente para a parte de nós responsável pela leitura de idéias inteiras, blocos completos e fechados que quase parecem adivinhações. E assim encontramos algumas belas chaves. Mas essas chaves são corriqueiras, não se marcam por muito tempo na memória. Se vão tão rapidamente quanto chegam. Existem e imediatamente depois não existem mais dentro de nós. Não se analisa no instante, apenas se entende. A análise pode vir depois, caso se capture a idéia na memória ou no papel. Só então se pode observar com cuidado aquela quase-intuição. Assim é...
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Há pensamentos que não descem para a boca imaginária. Eles nascem um pouco acima da nuca e sobem sutis e rápidos para o topo detrás da cabeça, não sendo traduzidos inteiramente pelos vocábulos. Sobem diretamente para a parte de nós responsável pela leitura de idéias inteiras, blocos completos e fechados que quase parecem adivinhações. E assim encontramos algumas belas chaves. Mas essas chaves são corriqueiras, não se marcam por muito tempo na memória. Se vão tão rapidamente quanto chegam. Existem e imediatamente depois não existem mais dentro de nós. Não se analisa no instante, apenas se entende. A análise pode vir depois, caso se capture a idéia na memória ou no papel. Só então se pode observar com cuidado aquela quase-intuição. Assim é...
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