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As mãos são uma espécie de altar próprio, itinerante e indivisível de nós. É nelas que colocamos e retiramos, louvamos e descartamos, elevamos e denegrimos elementos que, em suma, nos fazem ao nos fazermos neles.
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As mãos são uma espécie de altar próprio, itinerante e indivisível de nós. É nelas que colocamos e retiramos, louvamos e descartamos, elevamos e denegrimos elementos que, em suma, nos fazem ao nos fazermos neles.
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