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Domingo resolvi ir ao cinema e ver uma coisa bem leve. Subi a Consolação, entrei na Paulista e fui olhar pelos cinemas às cegas, já que o site Guia da Semana não estava entrando aqui na internet lenta da minha casa! Aliás, este site entra quando quer, não tem outra explicação. Desconfio que meu computador tenha vontade própria!
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Enfim, fui, olhei, olhei e acabei parando no Espaço Unibanco. Comprei meia-entrada para ver um filme que nunca tinha ouvido falar: Incêndios, do diretor Denis Villeneuve numa produção franco-canadense. Filme em francês geralmente é muito bom, mas o critério desta vez não foi a qualidade que eu esperava da película. Escolhi este pela conveniência. Não queria ficar esperando muito tempo rodando pela rua. Queria algo leve, rápido, que logo começasse, para que logo terminasse e que me valesse o acaso!
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Em vinte minutos seria o início. Enrolei, comprei uma Coca, vi uns CD’s numa loja ali perto, terminei o refrigerante. Às oito e cinqüenta e cinco deixei que a mulher rasgasse meu bilhete. Às oito e cinqüenta e sete sentei na poltrona. Nove horas estava marcado.
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Mas nove e vinte ainda estava passando propagandas de filmes e anunciantes diversos. Ou seja, minha vontade de começar rápido já estava sendo vencida! Depois desta última olhada no relógio, começou o tão desconhecido: Incêndios.
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Olha, se eu estava à procura de um filme leve, esse não serviria nunca! A risada mais gostosa de todos os 130 minutos de película foi dada por um estuprador, mas quando percebi isso, já era tarde demais.
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Primeiro que começa com a morte da mãe de dois gêmeos, um rapaz e uma garota. Ou seja, uma maneira muito branda de começar um filme... A mãe, interpretada pela atriz Lubna Azabal, escreve um testamento contanto que seus filhos tinham um irmão e um pai que ainda estavam vivos. Os dois recebem a incumbência de entregar duas cartas, uma escrita para cada um dos dois personagens que ainda seriam desvelados. Após este primeiro passo, uma terceira carta seria entregue aos dois.
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Caso isto não fosse cumprido, a mãe gostaria de ser enterrada numa vala comum, enrolada num pano simples e de costas para a saída. Se tudo fosse feito, ela, só então, aceitaria ser enterrada normalmente.
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O rapaz, interpretado pelo ator Maxim Gaudette não queria realizar nenhum dos pedidos da mãe, ou seja, nem entregar cartas e nem enterrá-la de costas e etc. Já a filha, interpretada pela atriz Mélissa Désormeaux resolve organizar tudo e parte para a terra natal da mãe, lá no Oriente Médio, atrás de suas raízes suas (sim!).
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O filme é completamente não linear. Cenas do presente e do passado vão se permeando. Estão lá passagens da adolescência da mãe, as coisas horríveis que ela passou. Cenas da procura pelo irmão e pelo pai desconhecidos mostram que o enigma seria de difícil solução, então a filha resolve chamar seu irmão gêmeo para ajudá-la. Eles descobrem que a mãe não é bem quista em sua aldeia natal. Há cenas numa prisão horrível, uma cela ensangüentada, massacre de pessoas inocentes, morte de crianças, começa uma guerra religiosa, há cenas de assassinato, gritos de um estupro, tortura ordinária em piedade, tiros a queima roupa, fogo sobre corpos desprotegidos, loucura de uma mulher que é obrigada a parar de cantar, mas que mantém seu canto como forma de pirraça frente às desmazelas e horrores que lhe batem à cara, desconstrução de muitas almas, a descrença generalizada, mulheres sendo rudimentarizadas, puritanismo dos mais fortes, população desmantelada, intolerância para com o próximo ser-humano, ódio contra uma condição de vida subjugada, pobreza esparramando-se a todos os cantos que se olha, sangue em solo sagrado, fundamentalismo de um conflito sem começo nem fim, violência desmedida, machismo antiquado, caos social e político, coisas e mais coisas e mais coisas e tudo isso vai avolumando e pintando um painel macabro que culmina na frase, dita pelo irmão à sua gêmea:
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- Um mais um são dois, né?! Um mais um não pode ser um!
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Caraaaalho!!!
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O susto que a irmã leva a gente também leva... Esta frase é a primeira confirmação de uma suspeita leve é muitissimamente destestável que vai se germinando com o passar das cenas!
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Vale lembrar que partes do filme recebem nomes específicos, ou seja, subtítulos que contextualizam pedaços da trama.
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No fim, depois de tudo isso, eles conseguem entregar as cartas ao irmão e ao pai e enfim abrem a mensagem escrita para eles...
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Nela há palavras de amor de uma mãe que muito sofreu e que aconselha seus filhos a encerrarem o ciclo do ódio iniciado frente ao amor que ela sentiu por um homem e que fez com que toda sua vida fosse destruída compulsivamente, trazendo desgraça encima de desgraça até levá-la a um patamar de fastio e latência insossa perante o mundo.
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Realmente a mulher, ao fim da vida, estava um bagaço! Coitada!
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Agora vou falar o segredo do filme de uma maneira cifrada... Se alguém descobrir, me conte. É difícil escrever no limiar do entendível, e pensar no que poderia estar passando na cabeça daquele que lê. Procurei fazer algo que quase mostrasse a resposta.
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O ciclo de ódio só poderia ser totalmente revelado se auto-revelado já que contado seria inacreditável e explosivo. Ainda seguindo esta lógica, o desvelar homeopático era necessário e assim foi feito para que enfim fossem capazes de quebrá-lo exatamente pela busca executada pelos gêmeos atrás do pai e do irmão perdido. Mas isto não bastava... Além de pausadamente relevado, este deveria ser sublimado e isto viria da própria capacidade deles de perdão, perdão necessário para abrandar aquele fundo de trama que, culminando na cena da piscina em que a mãe tem uma visão de uma tatuagem e de um semblante torturante, isto a paralisa e leva-a a ir ainda mais fundo quando ela pensava que seu vazio doloroso não poderia ser quebrado por mais nada. Mas foi, de qualquer maneira, por aquilo que ela lembrava ter sido seu ventre contrito e desgarrado pintado, sendo que dentro dela se fez amor e se fez o querer dos anos vívidos e levados a ferro e fogo e muito ferro recíproco, num oposto cíclico teórico-psicanalítico daquele que, expulsado, seria tão expulsante que, capaz do ato, ainda que sem saber do fato, vociferou horrorosamente o desconserto final da personagem principal.
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Um simbolismo do ventre da água que guarda o silêncio dentro de si para emergir no fogo que circunda os personagens nos muitos “incêndios” da vida.
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A cena final, diante do túmulo da mãe, recebe, enfim, o nome de “Incêndio”, no singular, revelando, portanto, o título da trama, após os muitos subtítulos apresentados ao longo das duas horas e dez minutos de estória. É deixado então que o silêncio da imaginação de cada um construa aquilo que seria os desdobramentos de um fogo interno eterno a ruir uma alma assassina e maléfica acostumada a matar desde pequeno...
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É um filme impressionante! Quando comecei a desvendar a trama, a primeira coisa que me passou na cabeça foi: não é possível que seja isso! Isso seria demais!
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Saí do cinema bem pela beleza da montagem apresentada, apesar de tudo que aqui foi narrado. Não vi o filme leve e rápido que queria, mas talvez tenha sido melhor ver estes tantos incêndios para apagar o incêndio que eu estava dentro de mim depois do final de semana...
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Domingo resolvi ir ao cinema e ver uma coisa bem leve. Subi a Consolação, entrei na Paulista e fui olhar pelos cinemas às cegas, já que o site Guia da Semana não estava entrando aqui na internet lenta da minha casa! Aliás, este site entra quando quer, não tem outra explicação. Desconfio que meu computador tenha vontade própria!
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Enfim, fui, olhei, olhei e acabei parando no Espaço Unibanco. Comprei meia-entrada para ver um filme que nunca tinha ouvido falar: Incêndios, do diretor Denis Villeneuve numa produção franco-canadense. Filme em francês geralmente é muito bom, mas o critério desta vez não foi a qualidade que eu esperava da película. Escolhi este pela conveniência. Não queria ficar esperando muito tempo rodando pela rua. Queria algo leve, rápido, que logo começasse, para que logo terminasse e que me valesse o acaso!
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Em vinte minutos seria o início. Enrolei, comprei uma Coca, vi uns CD’s numa loja ali perto, terminei o refrigerante. Às oito e cinqüenta e cinco deixei que a mulher rasgasse meu bilhete. Às oito e cinqüenta e sete sentei na poltrona. Nove horas estava marcado.
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Mas nove e vinte ainda estava passando propagandas de filmes e anunciantes diversos. Ou seja, minha vontade de começar rápido já estava sendo vencida! Depois desta última olhada no relógio, começou o tão desconhecido: Incêndios.
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Olha, se eu estava à procura de um filme leve, esse não serviria nunca! A risada mais gostosa de todos os 130 minutos de película foi dada por um estuprador, mas quando percebi isso, já era tarde demais.
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Primeiro que começa com a morte da mãe de dois gêmeos, um rapaz e uma garota. Ou seja, uma maneira muito branda de começar um filme... A mãe, interpretada pela atriz Lubna Azabal, escreve um testamento contanto que seus filhos tinham um irmão e um pai que ainda estavam vivos. Os dois recebem a incumbência de entregar duas cartas, uma escrita para cada um dos dois personagens que ainda seriam desvelados. Após este primeiro passo, uma terceira carta seria entregue aos dois.
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Caso isto não fosse cumprido, a mãe gostaria de ser enterrada numa vala comum, enrolada num pano simples e de costas para a saída. Se tudo fosse feito, ela, só então, aceitaria ser enterrada normalmente.
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O rapaz, interpretado pelo ator Maxim Gaudette não queria realizar nenhum dos pedidos da mãe, ou seja, nem entregar cartas e nem enterrá-la de costas e etc. Já a filha, interpretada pela atriz Mélissa Désormeaux resolve organizar tudo e parte para a terra natal da mãe, lá no Oriente Médio, atrás de suas raízes suas (sim!).
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O filme é completamente não linear. Cenas do presente e do passado vão se permeando. Estão lá passagens da adolescência da mãe, as coisas horríveis que ela passou. Cenas da procura pelo irmão e pelo pai desconhecidos mostram que o enigma seria de difícil solução, então a filha resolve chamar seu irmão gêmeo para ajudá-la. Eles descobrem que a mãe não é bem quista em sua aldeia natal. Há cenas numa prisão horrível, uma cela ensangüentada, massacre de pessoas inocentes, morte de crianças, começa uma guerra religiosa, há cenas de assassinato, gritos de um estupro, tortura ordinária em piedade, tiros a queima roupa, fogo sobre corpos desprotegidos, loucura de uma mulher que é obrigada a parar de cantar, mas que mantém seu canto como forma de pirraça frente às desmazelas e horrores que lhe batem à cara, desconstrução de muitas almas, a descrença generalizada, mulheres sendo rudimentarizadas, puritanismo dos mais fortes, população desmantelada, intolerância para com o próximo ser-humano, ódio contra uma condição de vida subjugada, pobreza esparramando-se a todos os cantos que se olha, sangue em solo sagrado, fundamentalismo de um conflito sem começo nem fim, violência desmedida, machismo antiquado, caos social e político, coisas e mais coisas e mais coisas e tudo isso vai avolumando e pintando um painel macabro que culmina na frase, dita pelo irmão à sua gêmea:
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- Um mais um são dois, né?! Um mais um não pode ser um!
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Caraaaalho!!!
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O susto que a irmã leva a gente também leva... Esta frase é a primeira confirmação de uma suspeita leve é muitissimamente destestável que vai se germinando com o passar das cenas!
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Vale lembrar que partes do filme recebem nomes específicos, ou seja, subtítulos que contextualizam pedaços da trama.
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No fim, depois de tudo isso, eles conseguem entregar as cartas ao irmão e ao pai e enfim abrem a mensagem escrita para eles...
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Nela há palavras de amor de uma mãe que muito sofreu e que aconselha seus filhos a encerrarem o ciclo do ódio iniciado frente ao amor que ela sentiu por um homem e que fez com que toda sua vida fosse destruída compulsivamente, trazendo desgraça encima de desgraça até levá-la a um patamar de fastio e latência insossa perante o mundo.
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Realmente a mulher, ao fim da vida, estava um bagaço! Coitada!
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Agora vou falar o segredo do filme de uma maneira cifrada... Se alguém descobrir, me conte. É difícil escrever no limiar do entendível, e pensar no que poderia estar passando na cabeça daquele que lê. Procurei fazer algo que quase mostrasse a resposta.
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O ciclo de ódio só poderia ser totalmente revelado se auto-revelado já que contado seria inacreditável e explosivo. Ainda seguindo esta lógica, o desvelar homeopático era necessário e assim foi feito para que enfim fossem capazes de quebrá-lo exatamente pela busca executada pelos gêmeos atrás do pai e do irmão perdido. Mas isto não bastava... Além de pausadamente relevado, este deveria ser sublimado e isto viria da própria capacidade deles de perdão, perdão necessário para abrandar aquele fundo de trama que, culminando na cena da piscina em que a mãe tem uma visão de uma tatuagem e de um semblante torturante, isto a paralisa e leva-a a ir ainda mais fundo quando ela pensava que seu vazio doloroso não poderia ser quebrado por mais nada. Mas foi, de qualquer maneira, por aquilo que ela lembrava ter sido seu ventre contrito e desgarrado pintado, sendo que dentro dela se fez amor e se fez o querer dos anos vívidos e levados a ferro e fogo e muito ferro recíproco, num oposto cíclico teórico-psicanalítico daquele que, expulsado, seria tão expulsante que, capaz do ato, ainda que sem saber do fato, vociferou horrorosamente o desconserto final da personagem principal.
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Um simbolismo do ventre da água que guarda o silêncio dentro de si para emergir no fogo que circunda os personagens nos muitos “incêndios” da vida.
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A cena final, diante do túmulo da mãe, recebe, enfim, o nome de “Incêndio”, no singular, revelando, portanto, o título da trama, após os muitos subtítulos apresentados ao longo das duas horas e dez minutos de estória. É deixado então que o silêncio da imaginação de cada um construa aquilo que seria os desdobramentos de um fogo interno eterno a ruir uma alma assassina e maléfica acostumada a matar desde pequeno...
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É um filme impressionante! Quando comecei a desvendar a trama, a primeira coisa que me passou na cabeça foi: não é possível que seja isso! Isso seria demais!
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Saí do cinema bem pela beleza da montagem apresentada, apesar de tudo que aqui foi narrado. Não vi o filme leve e rápido que queria, mas talvez tenha sido melhor ver estes tantos incêndios para apagar o incêndio que eu estava dentro de mim depois do final de semana...
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