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Carmen talvez seja a ópera mais famosa que existe!
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Tentei encontrar ingressos, mas essas montagens grandes enchem a casa muito rápido. Mesmo assim, resolvi saltar do ônibus perto do Municipal e ir tentar uma entrada encima da hora... Consegui!
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Uma obra super extensa, super intensa, super intrincada, cheia de conflitos, de temas fortes, uma ópera que retratou uma mulher forte numa época em que as mulheres eram colocadas em segundo plano na sociedade.
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Era o ano de 1875 quando Bizet ousou e estreou, em Paris, esta obra que trazia um nome feminino em seu título. Mas o autor foi ainda além, pois, esta mulher retratada não era realmente uma heroína, mas uma mulher diferente e igual a tantas outras... Tratava-se de uma cigana, forte, dominadora, que tinha todos os homens aos seus pés e que não tinha medo de viver a vida, gozar do amor, dos prazeres do corpo, das noites, das bebidas.
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Nessa montagem, Carmem foi interpretada lindamente pela Mezzo-Soprano Rinat Shalam. O elenco era numeroso. Houve várias cenas onde o cenário se modificava, abria espaços, fechava outros, muitos cantores em cena, passagens de dueto e coro, pessoas encenando cantos nas ruas, nos bares, textos fortes e marcantes, músicas de exaltação...
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Foi uma das melhores óperas que já vi! De longa duração, mas os novos temas que surgiam nos chamavam novamente a acompanhar a trama e novamente nos encaminhava para um novo momento de cantos intensos, duelos e assim por diante.
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Três horas e meia de música, fora os 45 minutos dos dois intervalos, mas valeu demais!
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Há certos clássicos que não me permito deixar de conhecê-los!!!
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Carmem foi um deles!
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Carmen talvez seja a ópera mais famosa que existe!
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Tentei encontrar ingressos, mas essas montagens grandes enchem a casa muito rápido. Mesmo assim, resolvi saltar do ônibus perto do Municipal e ir tentar uma entrada encima da hora... Consegui!
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Uma obra super extensa, super intensa, super intrincada, cheia de conflitos, de temas fortes, uma ópera que retratou uma mulher forte numa época em que as mulheres eram colocadas em segundo plano na sociedade.
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Era o ano de 1875 quando Bizet ousou e estreou, em Paris, esta obra que trazia um nome feminino em seu título. Mas o autor foi ainda além, pois, esta mulher retratada não era realmente uma heroína, mas uma mulher diferente e igual a tantas outras... Tratava-se de uma cigana, forte, dominadora, que tinha todos os homens aos seus pés e que não tinha medo de viver a vida, gozar do amor, dos prazeres do corpo, das noites, das bebidas.
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Nessa montagem, Carmem foi interpretada lindamente pela Mezzo-Soprano Rinat Shalam. O elenco era numeroso. Houve várias cenas onde o cenário se modificava, abria espaços, fechava outros, muitos cantores em cena, passagens de dueto e coro, pessoas encenando cantos nas ruas, nos bares, textos fortes e marcantes, músicas de exaltação...
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Foi uma das melhores óperas que já vi! De longa duração, mas os novos temas que surgiam nos chamavam novamente a acompanhar a trama e novamente nos encaminhava para um novo momento de cantos intensos, duelos e assim por diante.
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Três horas e meia de música, fora os 45 minutos dos dois intervalos, mas valeu demais!
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Há certos clássicos que não me permito deixar de conhecê-los!!!
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Carmem foi um deles!
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