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Um garoto, pretendendo fugir do lugar onde vive para poder se casar com sua namorada, comete um crime dos piores: rouba droga de policiais.
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Por investigação, chegam até o material que se encontra na caixa d´água da casa de sua namorada e os Homens da Lei fazem aquilo que já era esperado...
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Então se inicia uma série de cenas muito violentas que retratam um pouco da realidade presente em alguns rincões do interior mexicano.
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Heli escancara uma realidade sem piedade, nua, estampada nas telas sem meios termos, sem poupar o espectador, transbordando a baixeza dos que não se questionam com mais profundidade, dos que não querer bem, dos que testam os poderes instituídos de maneira escura, deturpada.
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Subversão sem moral verdadeira, tentando transtornar a errada moral instituída sem a construção de outra com maior valia, sem doutrina humana, sem colocação correta, pretendendo somente o próprio berro, sem, no entanto, tentar escutar o berro daqueles que berram como ecos de seus berros.
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Pessoas sem escrúpulos que impõem suas vontades, negando as liberdades dos que os circundam, de perto ou de longe, estreitando ainda mais os caminhos que poderiam ser de muitos, que poderiam abarcar mais passos, os diversos progressos dos que querem poder tentar e que, em certa instância, tentam, em paralelo, sair das mesmas periferias e chegar ao centro instituído à custa de tantos.
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A violência em sua forma mais cruel, a violência em todas as suas formas, contra crianças, contra jovens inocentes, contra jovens não inocentes, mas carregados de motivos que, ainda que errados, os balizaram por um bem não individual, a crueldade espalhada sem fronteiras e mesmo a auto-crueldade cometida contra bandidos e policiais.
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A ausência de lei, a falta de escrúpulos, de consideração, a negação de vínculos afetivos, o contraste do interior silencioso, dos lugares de pouca gente, frente ao muito que a pouca gente daquele lugar é capaz de fazer de errado, lugares lotados, incrustados encrustando as pessoas daquilo que elas mesmas são capazes de fazer quando não se fazer realmente.
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FICHA TÉCNICA
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Gênero: Drama
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Direção: Amat Escalante
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Roteiro: Amat Escalante, Ayhan Ergürsel, Gabriel Reyes, Zümrüt Çavusoglu
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Elenco: Agustín Salazar Hernández, Andrea Vergara, Armando Espitia, Felix Alberto Pegueros Herrera, Gabriel Reyes, Jaime Osvaldo Chía Palacios, Juan Eduardo Palacios, Juan Pablo Nieves Dominguez, Kenny Johnston, Laura Saldaña Quintero, Linda González, Ramón Álvarez, Reina Torres
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Produção: Amat Escalante, Carlos Reygadas, Nicolás Celis
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Fotografia: Lorenzo Hagerman
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Montador: Natalia Lopez
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Um garoto, pretendendo fugir do lugar onde vive para poder se casar com sua namorada, comete um crime dos piores: rouba droga de policiais.
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Por investigação, chegam até o material que se encontra na caixa d´água da casa de sua namorada e os Homens da Lei fazem aquilo que já era esperado...
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Então se inicia uma série de cenas muito violentas que retratam um pouco da realidade presente em alguns rincões do interior mexicano.
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Heli escancara uma realidade sem piedade, nua, estampada nas telas sem meios termos, sem poupar o espectador, transbordando a baixeza dos que não se questionam com mais profundidade, dos que não querer bem, dos que testam os poderes instituídos de maneira escura, deturpada.
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Subversão sem moral verdadeira, tentando transtornar a errada moral instituída sem a construção de outra com maior valia, sem doutrina humana, sem colocação correta, pretendendo somente o próprio berro, sem, no entanto, tentar escutar o berro daqueles que berram como ecos de seus berros.
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Pessoas sem escrúpulos que impõem suas vontades, negando as liberdades dos que os circundam, de perto ou de longe, estreitando ainda mais os caminhos que poderiam ser de muitos, que poderiam abarcar mais passos, os diversos progressos dos que querem poder tentar e que, em certa instância, tentam, em paralelo, sair das mesmas periferias e chegar ao centro instituído à custa de tantos.
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A violência em sua forma mais cruel, a violência em todas as suas formas, contra crianças, contra jovens inocentes, contra jovens não inocentes, mas carregados de motivos que, ainda que errados, os balizaram por um bem não individual, a crueldade espalhada sem fronteiras e mesmo a auto-crueldade cometida contra bandidos e policiais.
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A ausência de lei, a falta de escrúpulos, de consideração, a negação de vínculos afetivos, o contraste do interior silencioso, dos lugares de pouca gente, frente ao muito que a pouca gente daquele lugar é capaz de fazer de errado, lugares lotados, incrustados encrustando as pessoas daquilo que elas mesmas são capazes de fazer quando não se fazer realmente.
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FICHA TÉCNICA
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Gênero: Drama
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Direção: Amat Escalante
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Roteiro: Amat Escalante, Ayhan Ergürsel, Gabriel Reyes, Zümrüt Çavusoglu
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Elenco: Agustín Salazar Hernández, Andrea Vergara, Armando Espitia, Felix Alberto Pegueros Herrera, Gabriel Reyes, Jaime Osvaldo Chía Palacios, Juan Eduardo Palacios, Juan Pablo Nieves Dominguez, Kenny Johnston, Laura Saldaña Quintero, Linda González, Ramón Álvarez, Reina Torres
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Produção: Amat Escalante, Carlos Reygadas, Nicolás Celis
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Fotografia: Lorenzo Hagerman
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Montador: Natalia Lopez
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