sexta-feira, 1 de setembro de 2006

Fotinha pop (é nóis na night)

Resolvi postar uma fotinhaaaa pop aqui no blog. É nóis na Trash 80 dançando até o chão mesmo. A noite inteira fazendo rodinha e gritando chão chão chão e a gente ia baixando e de repente era nego caindo pra um lado de bunda, risadaiada, pernas no meio das pernas (ôlôcô) e etc e tal.
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Fizemos um trenzinho que entrou praticamente todos que estavam no segundo andar da balada, e a gente pulava e batia a mão no teto, uma alegria só.
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Brincamos de eu-nunca no bar onde foi feito o esquenta e saiu cada uma que eu não posso nem pensar em contar. .Rolou coreografia com encenações diversas: "1, 2, 3 un pacito adelante Maria (e todo mundo com cara de amante latino e dando um passo pra dentro da roda) 1, 2, 3 un pacito pra traz (e povo pra fora).
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Teve rodada de pinga, gente tomando absinto, tequila, cervejas, ópera no meio do bar do esquenta: "IO VIVO BENE, MIO AMORE ÉS COMO UM TRENE, COM TODA LA FORZA, QUE O AMORE TIENE E E E E E E" - rsss. Também teve Axel Rose dando uma palhinha e Led Zepelinn cantando algumas ao vivo.
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Rolou parabéns cantado por todas as mesas à cada novo integrante da nossa que chegava.
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Jogamos um colega pra cima como se faz quando se ganha um jogo, e daí o segurança chegou e pediu pra gente parar. Daí rolou o comentário: Mas que saco, ele não deixa a gente fazer quase nada. kakakaka e mais risadaiadas.
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Teve povão acabado de tanto dançar, camiseta grudante, ir no banheiro pra molhar a cara, gentarada no palquinho tendo um dia de glória, paquera das bar-woman pra ganhar doses maiores. Foi bem da hora. Isso foi na sexta passada.
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Na foto da esquerda pra direita:.Ítalo, Juliana, Helton (camisa branca), Luiz Felipe, Mariana, Gustavo (camiseta verde musgo - rsss), Carol e Wagner. Tava o Fernando, mas ele tinha ido no banheiro vomitar nessa hora... rssss... é brincadeira...
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Reparem noszzz olhoszzzz. Tzava todzo mundzo dzi boa vééééééééé. Rsssss
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Dialoguinho do fim:
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- Bom, esse foi um desvio de conduta do meu blog, mas eu garanto que ele não vai se repetir. Tentarei manter o alto nível das postagens. É inadmissível uma decaída dessas senhor Wagner.
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- Que isso mermão, fica ae di boa que eu ixcrevo aqui u q q eu quisé e num tem neguinho ninhum que vai mi impedi, tu ta mintendendo. Sou livre aeeee vééééééé.
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- Ahhh meu Senhor dos céus purificados, rogai por essa pobre alma. Perdoai-vos todos, pois eles não sabem o que fazem no meio da noite perdida.
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- Ihhhh véééé, dá um tempo.
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Poderia continuar esse diálogo, mas não quero nada muito conclusivo nesse post. Ele é meio uma crítica, mas nem a crítica por traz do post será levada a sério, então encerra-se aqui.
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E agora a foto e a sinceridade plena: A noite foi muito legal... rssss
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terça-feira, 29 de agosto de 2006

um ano pela frente (paradigma em graduação)

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CULTURA: substantivo feminino
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desenvolvimento intelectual, saber
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utilização industrial de certos produtos naturais
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estudo, elegância
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esmero
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conjunto dos padrões de comportamento, das crenças, das instituições e de outros valores morais e materiais, característicos de uma sociedade
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civilização
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Consideração:
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“A cultura não nasce por demanda”.
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Então:
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A Cultura pode viver de demanda?
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A demanda pode nascer da Cultura?
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A Cultura é só cultura?
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O que é cultura de qualidade?
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Qual é o nível da Cultura?
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Fazendo Cultura estamos fazendo cultura?
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A cultura precisa da Cultura se a cultura não precisa da cultura?
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A cultura não precisa da cultura?
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A Cultura cultiva como a cultura?
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A Cultura democratiza a cultura?
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E a cultura democratiza a Cultura?
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O que gera a demanda que gera a cultura?
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A cultura da demanda gera a Cultura?
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A cultura demanda Cultura?
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A Cultura gera demanda de cultura? E a cultura, gera?
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A cultura, a Cultura, culturaCultura, cult, cu.................
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- Papo doidim sô. Num tenh curtura prisso não, seu dotô!!! – grunhiu tímido o brasileiro.
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- Ahhh meu caro, esses pensamentos são liiiinndos. E não são difíceis não. Eles são só uma questão metafísica, transcendental, cabalística e pós-modernista nascida do que há de inerente ao espírito e insatisfação da natureza humana. Uma ânsia inebriante por aquilo que é universal, coletivo e solitário ao mesmo tempo!!! – contra-argumentou apaixonadamente o MESMO brasileiro.

sábado, 26 de agosto de 2006

Lei o poema com uma música boa de fundo...

Saudade
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Eu tenho saudade de tudo que não está aqui do meu lado.
Tenho saudade dos meus amigos já idos ou que ainda vão voltar,
Dos meus amores que já foram e de outros que ainda se escondem por aqui,
Das minhas lembranças dos tempos áureos de felicidade,
Da minha infância de inocências boas e tranqüilas.
“Saúde e ignorância são a chave para a felicidade”
E alguém mais vivido que eu já me disse isso uma vez.
Tenho saudade do quintal lá de casa que já foi infinito
Mas que agora mingua entre casas.
Tenho saudade da minha cama que tão longe está,
Do meu piano que se cala por tanto tempo esperando eu chegar
Pra exorcizar as nossas canções mais internas,
Dá dó das multidões de cordas que não cantam por si
E dependem de mim.
Tenho saudade da minha cachorrinha e de toda a sua carência sapeca.
Tenho saudade dos poemas que eu não escrevi
Por achar que não valiam pena.
Tenho saudades dos meus pais,
As coisas mais lindas dessa minha passagem pela terra.
Dos meus avós, uma enormidade de segurança e bondade,
Que Deus os guarde naquela casa que desconfio ser a melhor do mundo.
Que Deus guarde todos os meus primos e tios que se espalham por ae
E que espero eu algum dia poder falar o quanto eu gosto deles.
Que Deus guarde meus sonhos de bondade e tranqüilidade,
Que Deus guarde meu choro calmo que desce agora.
Que Deus também guarde essa saudade intacta
Pra que ela se desfaça em paz maior
Toda vez que eu encontrar os pedaços de mim que pelos caminhos moram.
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Poderia fazer uma lista de nomes, mas não seria justo.
Prefiro a intensidade do não dito,
Às falhas do explícito.

quinta-feira, 24 de agosto de 2006

terça-feira, 22 de agosto de 2006

TÚNEL DO TEMPO

Achei enfim a letra dessa música que eu ouvia quando eu era pequeno. Já tinha procurado várias vezes na Internet e nada de achar, até que eu vi num site ela inteira. Essa música é uma criação coletiva de 11 músicos beeeemmmmm famosos do Brasil encima de uma letra do Gilberto Gil, e a vendagem desse vinilzinho seria revertido para a criação de centros de atendimento à população do Nordeste. Isso aconteceu em 1985, há 21 anos atrás. Infelizmente o projeto não deu muito certo.
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Eu sempre ouvia essa música lá em casa quando eu era pequeno. Acho que deve fazer mais de 15 anos que eu não a ouço e eu fui ler a letra agora na Internet e a música começou a rolar na minha cabeça como se eu estivesse ouvindo ela de novo, com todas as vozes diferentes que cantaram na gravação, os instrumentos e tal, foi uma viagem no tempo, lá praquele tempo que eu fingia tocar piano nas grades lá da parte de cima de casa, bem pertinho da parte onde hoje em dia mora um piano de verdade. Tô com saudades do meu piano!!! rssss... Enfim, a música. Vale a pena achar uma maneira de ouvi-la.
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CHEGA DE MÁGOA
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(criação coletiva)
Gravadora: CBS/Coomusa (Sony Music)
(No. 81446)
Lançamento: 1985 (Compacto Simples)
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(MILTON)
Nós não vamos nos dispersar
Juntos é tão bom saber
Que passado o tormento
Será nosso esse chão
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Solo de sax:
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(DJAVAN)
Água, dona da vida
Ouve essa prece tão comovida
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(RITA LEE)
Chega
Brinca na fonte
Desce do monte
Vem como amiga
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(CORO)
Te quero água de beber, um copo d’água
Marola mansa da maré
Mulher amada
Te quero orvalho toda manhã
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(GAL)
Terra, olha essa terra
Raça valente, gente sofrida
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(GONZAGUINHA)
Chama,
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(ELBA)
Tem que ter feira,
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(GONZAGUINHA)
Tem que ter festa,
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(GONZAGUINHA E ELBA)
Vamos pra vida
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(CHICO)
Te quero terra pra plantar,
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(CHICO E FAFÁ)
Te quero verde
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(CAETANO)
Te quero casa pra morar,
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(CAETANO E SIMONE)
Te quero rede
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(PAULA TOLLER E ROGER)
Depois da chuva o sol da manhã
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(MARIA BETHÂNIA)
Chega de mágoa,
Chega de tanto penar
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(CORO)
Canto, o nosso canto,
Joga no vento
Uma semente,
Gente!!!
Olha essa gente
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(ELISETE CARDOSO)
Te quero água de beber
Um copo d’água
Marola mansa da maré
Mulher amada
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(GILBERTO GIL)
Te quero terra pra plantar
Te quero verde
Te quero casa pra morar
Te quero rede
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(ELISETE CARDOSO)
Depois da chuva o sol da manhã
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(CORO)
Canto e o nosso canto
Joga no tempo uma semente
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(CORO)
Gente
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(ROBERTO CARLOS)
Quero te ver crescer bonita
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(CORO)
Olha essa gente
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(ERASMO CARLOS)
Quero te ver crescer feliz
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(CORO)
Olha essa gente
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(ROBERTO E ERASMO)
Olha essa terra, olha essa gente
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(CORO)
Olha essa gente
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(ROBERTO CARLOS)
Gente pra ser feliz, feliz
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(CORO COM TIM MAIA)
Te quero água de beber
Um copo d’água
Marola mansa da maré
Mulher amada
Te quero terra pra plantar
Te quero verde
Te quero casa pra morar
Te quero rede
Depois da chuva o sol da manhã
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( FAGNER )
Chega de mágoa
Chega de tanto penar.
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(CORO - 135 VOZES)
Chega de mágoa
Chega de tanto penAAAAAAAAAR.
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AAAAAAAAAAAAAAAAAA
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A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
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sexta-feira, 18 de agosto de 2006

Por você (16/8/2006 - 21:57 - ESPM)

A poesia ficou melhor na parte pessimista que otimista, acho que pode ser por motivos meus, mas também acho que ficou legalzinha.

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Tenha dó e orgulho de se ser
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Tenha dó de você
Por viver na tua prisão cotidiana
Por ser escravo da auto-estima
Por lapidar aparências
Por se medir por julgamentos
Por renegar lágrimas naturais
Por defender as regalias não conquistadas
Por se enganar com grande facilidade
Por dizer só o que os ouvidos sabem ouvir
Por falar mais pra dentro que pra fora
Por olhar só aquilo que não te questiona
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Por outro lado
Tenha orgulho de você
Tenha orgulho por poder sorrir por pouca coisa
Por brincar livre nas horas vagas
Por construir e acreditar em sonhos impossíveis
Por se alegrar no reflexo do sorriso alheio
Por sentir e se permitir sentir as fragilidades
Por vivenciar sentimentos de outros
Por cantar sem saber direito a música
Por fingir num instante que a vida é eternamente plena
Por não se desesperar com a morte
Por aceitar Deus sem muitas perguntas
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Tenha orgulho de você
Por você ser humano

quarta-feira, 16 de agosto de 2006

Frases soltas

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O convencimento de si próprio é a principal chave para qualquer negócio possível de se fazer na vida.
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Toda comunicação é uma forma de convencimento.
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Eu só quero que a minha vida faça sentido, pois tirar proveito das situações é uma conseqüência dos dias de inquietação.
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Não faça nada, apenas seja, e isso sim será o máximo da lei.
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Nenhum pensamento é tão profundo que não possa existir algo mais abaixo dele, assim como nenhuma análise é tão esclarecida que não exista um distanciamento esclarecedor maior que aquele conseguido no momento de maior inspiração e frieza.
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Seja cuidadoso com sua vida.
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A covardia pode se disfarçar de tolerância.
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A maldade pode-se disfarçar de humor.
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A insegurança pode-se disfarçar dela mesma.
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O desespero pode-se disfarçar de conselhos amigos.
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No ping – pong das conclusões e sensações resultantes, você pode se perder ou se achar ainda mais forte.
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Quando se está frágil, o pensamento e o sentimento tendem a ser uma coisa só.
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Há inúmeras formas de manifestação da inteligência e o foco quase nunca somos nós que escolhemos.
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Realidade é uma questão de consideração.
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A sanidade é frágil e existem vários estágios de loucura.
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Por maior controle e liberdade que se possa pensar ter, você será seu eterno escravo, um todo resultante de influências e restrições.
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Tenha dó e orgulho de se ser, e tenha sempre essas duas possibilidades à sua mão.
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Movimentos corporais influenciam muito nos pensamentos e vice – versa.
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O amor fraterno não chega simplesmente no espaço que lhe foi cedido. É necessário busca.
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O amor pode ser somente uma questão de convencimento.
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Permita-se alimentar seu ego. Esquecê-lo também é uma forma de se tornar escravo dele.
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Não duvide, nem creia, apenas esteja de bem.
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Negue suas realidades mais certeiras sempre que necessário.
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Negue também essas frases, por favor!!!

quinta-feira, 10 de agosto de 2006

cavalgadura já aos montes - rssss (coitado!!!)

Pesquisei cavalgadura aos montes no google pra poder clicar no link e ver se entrava no meu blog no laboratório da faculdade sem deixar vestígios de endereços na memória do computador e qual não foi minha surpresa quando eu vi que o cavalgadura estava indicado em um site que falava de blogs, e do crescimento dos blogs e tal. Que coisa, lá no cantinho entre os exemplos de blogs escolhidos ou detectados pelo site estava este blog aqui, o cavalgadura que já foi viajantes. Acho que eles detectaram porque era esse penúltimo post que falava de blogs e tal e por isso eles resolveram colocar lá, ou talvez não, às vezes colocaram só por colocar, sem critério nenhum. Muito xik – rssss. Segue a imagem para comprovar!!!
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segunda-feira, 7 de agosto de 2006

Vitrines

Os blogs são vozes que gritam mudas, carentes de ouvidos amigos que lhes escutem, são esperanças repercutidas e incontidas que buscam e merecem a liberdade de vagar sem rumo por entre tantos outros pensamentos que nascerão em outras mentes e corações. Os blogs são pífios e quase inválidos não fossem a grandiosidade de suas almas criadoras. Os blogs são pífios porque são estanques e ferramentas passivas que se permitem ferir numa eterna observância pacata e imutável dos diversos dizeres, por vezes prolixos, por vezes sentidos, por outras renegados, que por eles saem sem que deles cheguem a sair realmente, ou que pelo menos alguma certeza forneça, seja ela qual for. Os blogs são incertezas que balançam eletronicamente dentro das possibilidades que restam na dureza que a auto-suficiência da modernidade nos impõe. Os blogs são a morte do contato, são válvulas de escape e cicatrização dos contatos necessários, mas que se tornaram perdidos por ae. Os blogs são pelas horas e horas de conversas que deveriam ter existido, mas que nunca chegaram a ser verbo algum que expressasse uma ação presente no campo das realidades. Blog é existência aleijada, pseudo - sapiência quase sem querer das coisas incompletas. Os blogs habitam absolutamente só o campo das inexistências. Os blogs são a virtualização das inexistências que arranjam meio de fazerem ao menos um relance de possibilidade. Os blogs são pobres coitados, os fotologs são vitrines de arrependimento e exposição de coisas sufocadas que vêem para ver e serem vistas nas alamedas do mundo do código binário. 1 0 1 1 0 1 0 1 0 0 0 1 0 1 1 0 0 0 1 1 0 0 0 0 1 0 1 0 1 0 0 0 1 0 1 0 0 1 0 0 1 0 0. Blogs, blogs blogs, coitado dos blogs, coitados de nós, donos de blogs. Nós e eles mudos, imundos, mundanos, mudados, mutantes num sem voz em gerúndio. Não só nossos blogs, como também nós, somos uma imitação de voz. Ruídos de coisas sem muita esperança de mudança.

sexta-feira, 4 de agosto de 2006

quinta-feira, 3 de agosto de 2006

postagem 151 - mais q 1 boa idéia

Wagner (Bahia)
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Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Wagner é um município brasileiro do Estado da Bahia. Localiza-se a uma latitude 12º17'13" Sul e a uma longitude 41º10'06" Oeste, estando a uma altitude de 460 metros. Sua população estimada em 2004 era de 9 562 habitantes.
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Possui uma área de 417,595 km2.
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História
O município de Wagner surgiu nas margens do rio Utinga devido à criação de um colégio - O Instituto Ponte Nova, em 1906 por missionários presbiterianos oriundos dos Estados Unidos da América.
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O Instituto Ponte Nova foi referência de educação por muitos anos no interior baiano até princípios da década de 1970, quando a missão americana se retirou do local. Antes de Wagner, o local teve outras denominações: Ponte Nova e Itacira. Apesar de ser um município pequeno, Wagner tem a honra de ter entre seus ilustres moradores, professores do mais alto nível que influenciaram todo o Estado da Bahia e até algumas regiões do Brasil.
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Profa. Dalila Costa (in memorian)
Profa. Adalgisa Martins de Oliveira (In Memorian)
Profa. Belamy Macedo
Prof. Raimundo Passos
Prof. Rev. Neemias Alexandre Alves Silva
Profa. Alexandrina Passos Santos
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Prefeitos
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José Benício de Matos
Jonas Dias de Araújo
José Benício de Mattos
Raymundo Passos dos Santos
José Benício de Matos
Jairo Hayne Bastos
Evangivaldo Evangelista Matos
Elicivaldo Nobre da Silva
Lucas Graham de Araújo
Iris Alencar
Evangivaldo Evangelista Matos
Elter Silva Bastos (2005 - 2008)
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Nas eleições de 3 de outubro de 2004, elegeu-se Elter Silva Bastos como prefeito. Com percentual de votação favorável de 67,98% dos votos válidos, derrotando o candidato Evangivaldo Matos, que já havia sido prefeito por dois mandatos.

SYD BARRET SE FOI

Genialidade e Loucura
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Liderando o Pink Floyd, ele foi o mítico criador de quintessências lisérgicas feito “Arnold Lane” e “See Emily Play”, e o principal responsável por um dos álbuns definitivos da psicodelia inglesa, The Piper At The Gates of Down, em 1967 Suas criações primavam tanto por um forte apelo pop como por um alto teor experimental.
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Contudo, nesse mesmo ano Syd Barret começou a apresentar graves distúrbios mentais. As suas experiências químicas acabaram resultando numa das ocorrências mais trágicas do mundo pop, demonstrando que genialidade e insanidade caminham juntas.No auge de seus 20 e poucos anos, Barret cometeu haraquiri artístico e pessoal ao ingerir diariamente doses cavalares de LSD.
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Em questão de apenas três meses sua personalidade se transmutou de criativa e carismática para a de um ser insular, calado e incoerente. Tornaram-se comuns as aparições em que ele, em estado catatônico, ficava tocando um acorde repetidamente em sua guitarra. Em visitas promocionais aos Estados Unidos, Syd se recusou a dublar “See Emily Play” (com o áudio rolando ao fundo) no famoso American Bandstand, enquanto em outro programa manteve uma mudez constrangedora ao ser entrevistado pelo cantor Pat Boone.Incapacitado de gravar o segundo disco do grupo, foi substituído por David Gilmour no início de 1968. Escudado por alguns dos ex-colegas, ele lançou ainda dois LPs solos em 1970, os viscerais The Madcap Laughs e Barret, que resguardavam parte de sua criatividade.
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Mas as histórias e lendas sobre seus delírios se acumularam. Desde prender a namorada por uma semana no quarto até oferecer ácido para seu gato. Uma, mais crível, dá conta que ele começou a pintar o chão de seu apartamento e ficou preso no centro da sala esperando a tinta secar.
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O relato mais estranho descreve-o fazendo uma aparição “mediúnica” no estúdio exatamente quando o Pink Floyd gravava o álbum Wish You Were Here, em 1975. Gordo e com a cabeça e sobrancelhas raspadas, ele saltitava e escovava seus dentes. Perguntado sobre o que achava de “Shine On You Crazy Diamond” (uma canção feita basicamente sobre ele mesmo), Syd respondeu num rompante de lucidez que “soava um pouca velha”.
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Enquanto o Pink Floyd, sob diretriz progressiva, se tornou um dos grupos mais bem-sucedidos na história do rock, seu ex-líder passou a viver recluso na casa de parentes, onde pintava quadros.
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Syd Barret, que possuía diabete, faleceu no dia 07 de julho de causas não-confirmadas, aos 60 anos.
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SÉRGIO BARBO

piadinha válida (pelo menos)

quinta-feira, 27 de julho de 2006

Gilberto Gil

"Eu acho que música é aaaaaaaaaaaaa
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Ela é a..
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Das mais
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Mais
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Menos
MMMMMMMais
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Mais
MMMMMM
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Menos
MMMMMM
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Menos
Menos
MMMMMMMMMMMMMMMM
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Ela permeia
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A
A
A
A
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Todas essas coisas
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Que, que, que
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Eu acho que...............
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KAKAKAKAKAKAKAKAKA
KAKAKAKAKAKAKAKAKA
KAKAKAKAKAKAKAKAKA
KAKAKAKAKAKAKAKAKA

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Ela é a
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A música é a
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AFINAÇÃO DA INTERIORIDADE
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Assinado: Gilberto Gil
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eterno artista e ministro por acaso
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ps: isso não significa que ele seja ruim

terça-feira, 25 de julho de 2006

Recordes da natureza

A maior cordilheira
Cordilheira dos Andes, na América do Sul, com 8 mil quilômetros.
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A maior ilha
Groenlândia, com 2.175.600 km2.
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A montanha mais alta
Mauna Kea, no Havaí, tem 10.203 metros a partir do fundo do oceano Pacífico. Se for considerado apenas o pedaço que fica acima do nível do mar, a montanha conta com 4.205 metros.
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A principal queda d'água
Angel, na Venezuela, com 979 metros de altura.
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O mais alto lago navegável
Titicaca, no Peru, 3.811 metros acima do nível do mar.
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O lago mais profundo Lago
Baikal, Rússia, com 1.620 metros.
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O maior golfo
Golfo do México, com 1.502.200 km2.
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O maior lago
Mar Cáspio, entre Rússia e Irã, 372.000 km2 e 980 metros de profundidade.
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O maior rio em extensão
Amazonas, com 7.025 quilômetros.
O maior vulcão
Gallatiri, Chile, com 6.060 metros.
O oceano mais profundo
Oceano Pacífico, com uma profundidade média de 4.267 metros.
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O ponto mais alto
Monte Everest, no Himalaia, fronteira entre Nepal e Tibete, 8.850 metros acima do nível do mar.
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O ponto mais baixo
Mar Morto, entre Israel e Jordânia. A superfície da água está 396 metros abaixo do nível do mar.
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O ponto mais chuvoso
Monte Waialeale, no Havaí, com uma média anual de 11.680 mm.
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O ponto mais frio
Estação de Vostok, na Antártida, -89,2ºC (21/07/1983).
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O ponto mais quente
El Azizia, Líbia, 58ºC (13/09/1922).
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O ponto mais seco
Deserto de Atacama, no Chile, sem chuvas do ano de 400 a 1971.
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Algumas curiosidades
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· Você já viu o filme "De volta para o Futuro 2?"
Se você viu, deve se lembrar que no Almanaque dos Recordes dizia que em 1997 o time da Flórida ganharia o campeonato "World Series" em 1997. Na época em que o filme foi feito (nos anos 80), a Flórida nem se quer tinha um time, mas no dia 26 de Outubro de 1997 ela foi a campeã do World Series, exatamente como dizia o Almanaque.
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· Se todos os cachorros quentes consumidos pelos americanos em 1 ano fosse enfileirados, poderia ser feita uma "ponte" que daria duas vezes a distância da Terra até a Lua.
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· O Sol libera mais energia em um segundo do que tudo que a humanidade já consumiu em toda a sua existência.
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· Quando você for ao Mc Donalds, preste atenção na maneira com que os atendentes colocam a comida na sua bandeija: o "M" estará sempre virado para o seu lado.
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· Ratos não vomitam.
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· Napoleão Bonaparte calculou que as pedras usadas para a construção das pirâmides do Egito seriam suficientes para construir um enorme muro ao redor da França.
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· "J" é a única letra que não aparece na tabela periódica.
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· A ovelha Dolly tem esse nome porque ela foi criada a partir de uma célula da glândula mamária da mãe, e em homenagem aos grandes seios de Dolly Parton.
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· A maneira mais fácil de diferenciar um animal carnívoro de um herbívoro é olhando nos seus olhos. Os carnívoros (cachorros, leões) possuem os olhos na parte da frente da cabeça, o que facilita a localização do alimento. Já os herbívoros (aves, coelhos) possuem os olhos do lado da cabeça para perceber a aproximação de um possível predador.
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· Nesse exato momento há mais de 100.000.000 microorganismos se alimentando, se reproduzindo, nadando e depositando detritos na área em volta dos seus lábios.
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· Para algumas pessoas, comer aspargos deixa a urina com cheiro diferente.
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· Você pisca aproximadamente 25 mil vezes por dia.
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· Os CDs foram concebidos para comportar 72 minutos de música porque essa é a duração da Nona Sinfonia de Bethoven.
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· Está provado que o cigarro é a maior fonte de pesquisas e estatísticas.
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· Relâmpagos matam mais do que vulcões, furacões e terremotos.
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· Se você apertar Ctrl+Shift+seta em cima de um texto, o cursor selecionará palavra por palavra.
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· Os chipanzés são os únicos animais capazes de se reconhecer na frente de um espelho.
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· O material mais resistente criado pela natureza é a teia de aranha.
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· O nome HAL, do computador do filme "2001, uma odisséia no espaço" não foi escolhido à toa. Ele é formado pelas letras imediatamente anteriores às que formam a palavra IBM.
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· O forno de microondas surgiu quando um pesquisador que estudava as microondas percebeu que elas haviam derretido o chocolate que estava em seu bolso.
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· Na França é proibida a venda de bonecos que não tenham rostos humanos, como ETs.
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· As moscas domésticas vivem apenas 2 semanas.
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· Astronautas não podem comer feijão antes de suas viagens, pois os gases podem danificar as roupas espaciais.
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· Meninos com nomes estranhos geralmente tem mais problemas mentais que as meninas.
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· Os russos atendem ao telefone dizendo "Estou ouvindo"
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· Até 1967 o uso do LSD era permitido na California.
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· 15% das mulheres americanas mandam flores para si mesmas no dia dos namorados.
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· Antes da Segunda Guerra, a lista telefônica de Nova Yorque tinha 22 Hitlers. Depois dela, não tinha mais nenhum.
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· O nome científico do gorila é "Gorilla, gorilla, gorilla".
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· O livro mais vendido no mundo é a Bíblia.
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· 7% dos americanos acredita que Elvis está vivo. 25% dos americanos acha que Sherlock Holmes existiu. 25% também acreditam em fantasmas, e 10% dizem ter visto um.
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· Graham Bell atendia o telefone dizendo "Ahoy"
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· As mulheres compram mais roupas masculinas que os homens.
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· As mulheres são as maiores compradoras de: cuecas e barbeadores elétricos.
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· A Barbie já vendeu mais carros que a General Motors. Ela é também a boneca mais bem sucedida da história dos brinquedos. Alguns colecionadores possuem até 7000 bonecas.
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· Se as doenças do coração, o câncer e a diabete fossem erradicados, a expectativa de vida do homem seria 99,2 anos.
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· Shigechio Isumi, um pescador japonês viveu 121 anos.
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· 110.000 pessoas vão ter mais de 100 anos em 2004.
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· As palavras cruzadas surgiram em 10 de abril de 1924.
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· Shaquile Oneil usa um par de tênis por partida.
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. Uma mulher chamada Mum-Zi já era avó com 17 anos. Ela teve sua filha com 8 anos e 4 meses, e sua filha também se tornou mãe com 8 anos!
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· A filha de Shakespear era analfabeta.
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· Antes de 1800, os sapatos para os pés direito e esquerdo eram iguais.
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· Americanos consomem 16.000 toneladas de aspirina por ano.
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· Uma pulga fêmea consome por dia 15 vezes o próprio peso em sangue!
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· Há mais de 2400 espécias de pulgas conhecidas.
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· Quando cobras nascem com duas cabeças, as cabeças brigam entre si por comida.
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· Einstein nunca foi um bom aluno, e nem sequer falava direito aos 9 anos. Seus pais achavam que ele era retardado.
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· O Oceano Atlântico é mais salgado que o Pacífico.
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· O elefante é o único animal com quatro joelhos.
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· Um bilhão de segundos equivale a 31,7 anos.
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· O nome original de Luke Skywalker era Luke Starkiller.
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· Willard Scott foi o primeiro Ronald Mc Donald.
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· 16% das mulheres nascem loiras. 33% das mulheres são loiras.
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· A população mundial deve dobrar em 2050.
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· 10.000 produtos químicos são criados por dia.
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· Uma gota de óleo torna 25 litros de água imprópria para o consumo.
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· É possível ver 500.000 crateras na Lua olhando-se da Terra.
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· A cada ano, 98% dos átomos do seu corpo são substituídos.
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· 98% dos japoneses são cremados.
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· Uma asa de mosquito se move 1000 vezes por segundo.
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· Ovelhas não bebem água corrente.
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· Antes da Segunda Guerra os negros não eram aceitos no Exército Americano.
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· Um coelho pode ver atrás de si mesmo sem mexer o pescoço, graças a seus olhos que ficam do lado da cabeça.
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· As únicas pedras da Antártida são fragmentos de meteoritos.
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· O crânio tem 29 ossos.
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· A Microsoft gasta mais atendendo ligações de usuários com problemas que produzindo seus programas.
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· Uma pessoa morre de câncer por hora.
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· Os americanos gastam mais com comida de cachorro que com comida de bebê.
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· Os koalas não bebem água, eles absorvem os líquidos das folhas de eucalipto.
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· Seu cabelo cresce mais rápido à noite, e você perde em média 100 fios por dia.
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· Os astronautas são mais altos no espaço que na Terra, devido à ausência de gravidade.
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· Os olhos de um hamster podem cair se você pendurá-lo de cabeça pra baixo.
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· Rir durante o dia faz com que você durma melhor à noite.
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· O Incrível Hulk era originalmente cinza.
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· A palavra "VIP" significa "Very Important Person"
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· Você sabia que um copo de água quente congela primeiro que um de água fria!

Pros meus tempos da Panair

Conversando No Bar
Elis Regina
Composição: M.Nascimento/F. Brant
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Lá vinha o bonde no sobe-e-desce ladeira.
E o motorneiro parava a orquestra um minuto,
Para me contar casos da campanha da Itália
E do tiro que ele não levou.
Levei um susto imenso nas asas da Panair!
Descobri que as coisas mudam,
E que tudo é pequeno
Nas asas da Panair...
.
E lá vai menino xingando padre e pedra,
E lá vai menino lambendo podre delícia,
E lá vai menino senhor de todo o fruto,
Sem nehhum pecado, sem rancor.
O medo em minha vida nasceu muito depois.
Descobri que minha arma é
O que a memória guarda dos tempos da Panair.
.
Nada de triste existe que não se esqueca,
Alguém insiste e fala ao coracão.
Tudo de triste existe e não se esquece,
Alguém insiste e fere no coracão.
Nada de novo existe neste planeta
Que não se fale aqui na mesa do bar...
.
E aquela briga e aquela fome de bola,
E aquele tango e aquela dama da noite,
E aquela mancha e a fala oculta,
Que no fundo do quintal morreu,
Morria cada dia dos dias que eu vivi.
.
Cerveja que tomo hoje é
Apenas em memória dos tempos da Panair!
.
A primeira Coca-cola foi
Me lembro bem agora, nas asas da Panair!
.
A maior das maravilhas foi
Voando sobre o mundo nas asas da Panair!
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Em volta dessa mesa velhos e moços
Lembrando o que já foi.
Em volta dessa mesa existem outras
Falando tão igual.
Em volta dessas mesas existe a rua
Vivendo seu normal.
Em volta dessa rua, uma cidade
Sonhando seus metais.
Em volta da cidade...
Larararara
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sexta-feira, 21 de julho de 2006

Acalanto

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(De: Edu Lobo e Paulo César Pinheiro)
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Dorme que eu vou te embalar
No meu colo quente
Como a lua embala o mar
E a maré embala a gente
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Dorme que eu vou te levar
Pela noite quieta
Como a chama do luar
Vela o sono dos poetas
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Dorme que eu vou te ninar
No teu canto de criança
Como sempre ouvi meu pai cantar
Um acalanto de esperança

quinta-feira, 20 de julho de 2006

Cores

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Na rosa o sol da cor de rosa do céu amarelo do mundo azul no mar vermelho da gota cristal do rio verde da montanha anil dos montes escuros nas terras marrons do húmus preto das plantas alvas dos caules pratas das folhas abóboras das rosas douradas.
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quarta-feira, 19 de julho de 2006

Ciranda pequenina - rssss

- Vamos novamente escrever alguma coisa criançada?
- Vamos!!!
- Então, quem gostaria de começar os rabiscos dessa vez? Da ultima vez quem tomou a decisão foi o Betinho Viana. Né Betinho?
- É verdade professora, eu fui mesmo o primeiro da última vez, mas era só porque meus pais tinham me dito que eu deveria ser sempre o primeiro e que assim desse jeito que era a melhor maneira de se destacar e daí eu poderia ficar rico e mais uma vez viajar lá pro interior pra ver o meu amorzinho que mora numa fazenda do capitão Deodoro Soslaio Mendonça e tudo iria poder ser bonitinho como já foi daquela vez que eu visitei meus avós na fazenda e aquela garota me olhou de um jeito que parece até que eu iria poder fazer coisas incríveis para conquistar por alguns instantes aqueles lábios vorazes e carnudos que lambiam meus calcanhares umedecendo as rachaduras desgastadas que restaram como marcas e combates de outros tempos em que eu era jovem e ainda podia respirar com facilidade e o cigarro não me impedia de corres, as bebidas de pensar e eu ainda era feliz demais, e eu ainda podia pensar com clareza e eu ainda tinha palavras pra gastar e eu ainda era muito bonitão e fortão e eu ainda era jovem e eu ainda era (cof – cof) e eu. Ahhhhhh, meu deus do céu, minha virgem santíssima, será o benedito das cruzes bentas, ohhhh, que dor no peito meu deus. AAAAAAAAAAA....
- Bentinho??? – falou a professora.
- Bentinho??? – gritaram as crianças.
- Ahhhhhh, o Bentinho morreu – esgoelou a multidão.
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Moral da história: A moral não pertence à história.
Moral da estória: Essa estória dá a liberdade pra você inventar sua moral.

segunda-feira, 17 de julho de 2006

cupido miope

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(composição: Cláudio Lins)
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Eu vi quando você me viu
Seus olhos pousaram nos meus
Num arrepio sutil.
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Eu vi... pois é, eu reparei
Você me tirou pra dançar
Sem nunca sair do lugar
Sem botar os pés no chão
Sem música pra acompanhar.
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Foi só por um segundo
Todo o tempo do mundo
E o mundo todo se perdeu.
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Eu vi quando você me viu
Seus olhos buscaram nos meus
O mesmo pecado febril
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Eu vi... pois é, eu reparei
Você me tirou todo o ar
Pra que eu pudesse respirar
Eu sei que ninguém percebeu
Foi só você e eu.
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Foi só por um segundo
Todo o tempo do mundo
E o mundo todo se perdeu
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Foi só por um segundo
Todo o tempo do mundo
E o mundo todo se perdeu
Ficou só você eu eu
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Quando você me viu...
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sexta-feira, 14 de julho de 2006

resquício do início da CASA

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Onde moro eu enfim?
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Onde poderei eu morar
um aconchego sem resquício,
Sem terço de quinto andar
do vazio precipício,
Sem começo de todo sonho mudo
vociferado interno em comício,
Sem o término que cada punho que se soca
emana em corte de cilício,
Ou sem tristeza torta
vinda do penar altivo do edifício?
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Onde moro eu enfim?
Uma gruta num lugar?
Um quarto sem lar?
Ou um quarto de tempo sem espaço nenhum?
Um átomo de horas sem vértices de algum?
Retas e traços desléxicos de mim?
Curvas de regaços convexos por mim?
Onde moro eu enfim?
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Ainda tenho que continuar esse escrito. Tem mais umas coisas aqui no meu computador, mas prefiro acabar tudo antes de postar de vez. Bom final de semana pra todos e essa foi a terceira postagem de hoje, e eu só coloquei ela pra postar uma coisa minha, enfim.,.,. rsssss
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galeria pessoal (uma galera - rssss)







nordeste independente

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Composição: Bráulio Tavares/Ivanildo Vilanova
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Já que existe no sul esse conceito
Que o nordeste é ruim, seco e ingrato
Já que existe a separação de fato
É preciso torná-la de direito
Quando um dia qualquer isso for feito
Todos dois vão lucrar imensamente
Começando uma vida diferente
Da que a gente até hoje tem vivido
Imagine o Brasil ser dividido
E o nordeste ficar independente..
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Dividido a partir de Salvador
O nordeste seria outro país
Vigoroso, leal, rico e feliz
Sem dever a ninguém no exterior
Jangadeiro seria senador
O cassado de roça era suplente
Cantador de viola o presidente
E o vaqueiro era o líder do partido
Imagine o Brasil ser dividido
E o nordeste ficar independente..
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Em Recife o distrito industrial
O idioma ia ser nordestinense
A bandeira de renda cearense
“Asa Branca” era o hino nacional
O folheto era o símbolo oficial
A moeda, o tostão de antigamente
Conselheiro seria o inconfidente
Lampião, o herói inesquecido
Imagine o Brasil ser dividido
E o nordeste ficar independente..
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O Brasil ia te de importar
Do nordeste algodão, cana, caju
Carnaúba, laranja, babaçu
Abacaxi e o sal de cozinhar
O arroz, o agave do luar
A cebola, o petróleo, o aguardente
O nordeste é auto-suficiente
O seu lucro seria garantido
Imagine o Brasil ser dividido
E o nordeste ficar independente.

segunda-feira, 10 de julho de 2006

post feito há dias

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vigésimoprimeirofestivaldemúsicadeitanhandu

saidesãopauloefuicorrendopraitanhandupraversechagavanahoradofestivalmasocarrofurouopneu
enadafeito,corremosecorremospranãochegarnahoraefoi.dequalquermaneiraovigésimoprimeitofes
tivaldemúsicadeitanhanduaconteceunessefimdesemanamesmocomoscontratemposefaltadenível
dasmúsicastamvezporissotenhasidoumdospioresqueeujáparticipei.nãotevenenhumamúsicaextre
mamentebonita,todasestavammaisoumenos,nenhumaerabonitamesmodaquelasquetodoanoteme
quemarcamcomoAmúsicadofestival.todoanoteveeessenão.dequalquermaneirafoilegalvoltarpraita
nhanduelevaralgunscolegasprafazerbagunçaemúsicasnaminhacidade.acasatavacheiadeprimoseco
legaseagregados,depoisaindarolouumabaladanadaaverpertodacerâmica,falasério.finaldesemanab
omecorridocomosempre,tãocorridoquenemdeuespaçopraescrevercomespaçosmastábomdemais,
passamosprafinaltocamosnafinalumfriodanadotivemosesperançasnahoradapremiaçãomasnadafei
to,tábomtambém,nadafeitomastudonovodenovo,novamenteetodoanofoieseráassim.volteiprasãop
auloechegandonoserviçoescrevisemespaçosarotinaqueserefazacadaanonosfestivais,aindaquenãor
estenenhumarotinaouparalelo,fazemosquestãodeacharporqueébomacharqueaindarestaumresqu
íciodemilagre.
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Tudo Novo de Novo
Paulinho Moska
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Vamos começar
Colocando um ponto final
Pelo menos já é um sinal
De que tudo na vida tem fim.
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Vamos acordar
Hoje tem um sol diferente no céu
Gargalhando no seu carrossel
Gritando nada é tão triste assim.
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É tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos
Tudo novo de novo
Vamos mergulhar do alto onde subimos.
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Vamos celebrar
Nossa própria maneira de ser
Essa luz que acabou de nascer
Quando aquela de trás apagou.
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E vamos terminar
Inventando uma nova canção
Nem que seja uma outra versão
Pra tentar entender que acabou.
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Mas é tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos
Tudo novo de novo
Vamos mergulhar do alto onde subimos.
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Feliz 2006/2007 pra todos!!!

quinta-feira, 6 de julho de 2006

escrever é um exercício (para os punhos e dedos - rsss)

Como diz o título, escrever é um exercício e pelo jeito eu estou mal de preparo pra fazer (escrever) esse em específico. Eu comecei a escrever ele no dia 28 de março de 2006 e desde então ele ficou aqui no meu desktop do computador do serviço esperando ser acabado, mas nada de eu conseguir acabar. Escrevi mais algumas coisinhas poucas, e várias vezes que eu pensava em escrever mais um pouquinho eu ficava com preguiça e tal, até que hoje eu resolvi postar do jeito que estava. Não está completo, mas tudo bem. Ele já encheu o saco aqui no canto superior direito da minha área de trabalho. Vai embora meu filho, vai passear pela internet até chegar aos olhos de outras pessoas por aí. Boa Noite e Boa sorte, como diz o filme.
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O texto:
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Escrever é um exercício como outro qualquer dessa vida. Experimentar o olhar, com - parar e se-de–parar-se (reciprocamente) em coisas inéditas até para você mesmo em si próprio até o momento da captação instintiva, é algo que vem com os posts no Blog, com a labuta antiga e vital que se desenrola nas voltas do relógio da cozinha noturna e fria na madrugada dos insones. Vem e quando se vê já está lá boiando num mar de frases.
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É implanejável e extremante em sua origem sincera, intrínseco aos mirabolantes senhores voláteis dos neurônios, os pensamentos, aconchegante e revitalizador, mas acima de tudo: imperdoável e imperdoante.
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É isso mesmo: imperdoável e imperdoante.
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A labuta da escrita uma vez estabelecida não poupa aflições para se manifestar à força, parto fórceps – poético - intolerante. Rói unhas revira noites e afasta o aconchego do cansaço completo cumprido comprido na horizontal derradeira. (imperdoante)
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Então, já era a derradeira horizontal.
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Levanta da cama arruma o lápis pega o caderno abre suas folhas respira o passado concentra no invisível e despenca dizeres prolixos que se emolduram pelas folhas pautadas como cachoeiras de degraus tolerantes. Pronto.
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A FOLHA ACEITA TUDO e nós, quase sempre (é quase nunca na verdade). Quase sempre é quase nunca, enfim.
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Também é imperdoável a labuta das palavras.
(Labuta parece aqueles nomes da biologia: o pteridófito da família das Labutas...)
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Também (virgula) é imperdoável a labuta das palavras.
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Imperdoável porque as palavras são prolixas por natureza, essenciais em pensamentos e por isso escorregadias. Há muito mais de si em escritos que em atos.
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Os atos são tridimensionais, têm começo meio e fim, ou melhor, impulsão, controle e reação (ponto final no fim do momento), são pensados, ou demoráveis e por isso, por vezes e mais, vezes pode-se conter atos, reprimir atos, barrar patos, matar ratos e pintar retratos internos na discreta ânsia vulnerável de tudo aquilo que gera movimento. Isso é o ato.
.
Já o escrito nasce pequeno por maior que seja, e a partir do momento do parto (contrário do fico), ele multiplica-se virtuosamente como vírus adaptável que regenera do vício da morte que alimenta de desespero a vida encurralada. E ele vai indo e fondo fundo pelas cabeças, olhos e corações que vêem entrelinhas inexistentes de vulgaridade sublime de um biológico ser. Coitado.
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(Já a escrita é eterna. Como se chama?
Mas nunca infinita, desde que não dure).

terça-feira, 4 de julho de 2006

caderno novo

comprei um caderno novo pra escrever coisas. aquele que eu tinha comprado no começo da faculdade acabou. qualquer dia eu vou fazer um levantamento do que tem escrito nele pra saber o que eu andei escrevendo nesses 3 anos. o caderno já foi pra muitos lugares comigo. esse novo que eu comprei também tem capa dura (porque ele precisa ser resistente), 200 páginas, uma capa muito bonita, já gostei dele. qualquer dia vou inaugurar com alguma doidera. e o blog vai que vai que vai que é uma coisa. e mais uma coisa ainda, entrem no PORTAL CAPES que tá nos meus favoritos com o nome de Portal de Periódicos, lá dá pra ver revistas de várias épocas e de vários lugares do mundo. vale a pena.

sábado, 1 de julho de 2006

all cool lego - (álcool/ego)

O ego interfere no álcool e no dia seguinte a recíproca é verdadeira.
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p.s: pecinhas de lego são legais mas se desmancham fácil.
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p.s2: que se foda!!! ... e haja ego pra dizer isso.

quinta-feira, 29 de junho de 2006

Sinceramente falando

E novamente as sutilezas. Quanto maiores as conclusões que a gente tira, mais ainda conseguimos ver o quanto as coisas menores e sutis fazem sentido e são, na verdade, as mais importantes. Existem coisas que são tão sutis que elas só são capazes de existir se dermos a permissão, como a fé, por exemplo. Mas apesar de ter chegado a essa quase conclusão, me sinto cada vez mais longe de dar passagem para essas sutilezas. O meio empresarial é muito maçante. Tem pessoas incríveis, outras que se acham as mais expertas, outras malandras, outras coitadas, é muita gente de muitas maneiras, pessoas de fingimento, pessoas de lerdeza, todas de alguma maneira precisam de seus egos,e de uma maneira ou de outra acabam alimentando eles. A diferença é que uns alimentam mesmo e que se foda, já outras acham mil maneiras pra se esquivar e manter as carapuças bem lustrosas, tudo por debaixo dos panos. Mas o ego é assunto pra uma ninhada de posts - rssss. Então, pra me adaptar à esse meio, eu podo algumas crenças, manipulo alguns pensamentos, preguiças naturais, energias de dimensões, coisas bem legítimas, que me faziam bem, me faziam escrever mais, ver mais alegrias e romantismo nas coisas, gostar de verdade do choro e do riso. Apesar da empresa que eu estou, ser um bom lugar, cheio de pessoas variáveis como eu já disse, me falta alguma coisa, uma inquietação aqui dentro, umas vontades de tentar mais, e arriscar de verdade, aquela coisa boa que a gente sente quando está viajando e vê que saiu da rota, e tudo pode ser inevitável, mas você não se importa porque o que vier você traça. E claro que esse pensamento é errado pois, se o que vier for um ladrão no meio da escuridão com uma arma carregada, você não traça muito bem, mas ainda assim é muito válido aquela sensação de não se conter, de não caber dentro de si, de olhar pra cima e balançar a cabeça pros lados, coisas desse tipo. Faz tempo que eu ando pensando e sentindo falta disso, mas pra se ter uma noção, nem um texto falando sobre isso eu tinha vontade de escrever porque eu já pensava em algumas coisas que me fazia desistir, como: ahhh, por que você vai escrever um texto falando dessas coisas, se em alguns dias você pode já estar pensando diferente hein, seu merda?... Ou... Pára com essas coisas passageiras, esse texto vai acabar esquecido no meio de alguma pasta do seu computador, desencana de escrever essas merdas, vai tentar achar coisas mais produtivas e pró-ativas pra fazer? Era quase como se eu pensasse que um texto desses não valia a pena porque não estava alinhado com as metas da minha vida. Fala sério não é? É verdade, mas acontece que coisas desse tipo ainda ficam me rodando a cabeça, e apesar de eu chegar a algumas conclusões que eu nunca tinha pensado que um dia eu chegaria a chegar (estou pensando que tá uma beleza – rssss), essas conclusões não me inebriam, eu não me envolvo com muitas coisas que eu me envolvia, interagia. Hoje em dia nada me apetece. Uma merda viu... Mas ainda assim faço questão de não deixar morrer as sutilezas pequeninas, e faço força pra pelo menos deixar em paz meus romantismos, minhas fés, e divagações, eu até tenho coisas desse tipo, mas raramente alguma delas me faz pirar e falar: putamerda, que coisa legal, como eu gosto disso, coisas assim. É uma pena viu. Vou escrever uma poesia pra finalizar esse escrito.
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I
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Não condizem entre si as minhas várias realidades.
Divergem os tantos sonhos,
Os lacrimosos já estão longe, mesmo que eminentes
Os risonhos distam, ainda que resgatantes.
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Não acreditei no tamanho que a variedade poderia chegar.
Não acreditava nas distâncias que eu poderia chegar.
Não acreditava e muito mais não acredito em tantas outras coisas.
Não acredito e muito menos permito.
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Tudo parece ter tanta unidade, mas ainda sim,
As coisas se soltam desconexas em demasia
Perdidas em conclusões milhares
Que se avolumam num canto sem memória.
Nascem e logo se esquecem
Sem que nunca tenham durado o suficiente
Pra se saberem existentes.
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II
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Essas luzes brancas que percorrem todo o teto
Espalham a seriedade por entre cômodos
Departamentos de distâncias de mim,
São essas as mesmas luzes que me seguram acordados
Numa sonolência estranha.
.Cavalgadura aos montes já passadas
Galopes rasantes tentadas
Mediocridades reprovadas.
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Sobram
Cavalos mancos do cavaleiro dos moinhos de vento
Que teima em
“Acreditar na existência dourada do sol
Mesmo que em plena boca
Nos bata o açoite contínuo da noite”.
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Ainda
Tentamos na insistência demente dos covardes
Reagimos na racionalidade inconclusa dos bêbados
Pluralizamos na quantidade extinta dos abortados
Choramos ainda que nunca mais.
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O céus se vestem de inverno
O frio cai em termômetros que almejam a exatidão
A multidão tenta olhar nos olhos, mas há desavenças teimosas.
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O metrô percorre desesperado aqueles túneis conhecidos
Manhã a manhã enterro me voluntariamente num sarcófago coletivo
Divertido e iluminado
Refrescante,
Um embrião ainda protegido na terra mãe.
Sarcófago sarcofo sucofo sufoco sem foco.
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São
Corredores de almas ligeiras
Catraca e novamente as ruas molhadas de choroso chorume
Cruza ruas, credo cruzes!
Não credo, mas cruzes.
Cruzamentos de possibilidades esquecidas
Renegadas na intolerância
Vinda d`um lugar que tanto a prezava
Pesava pesou desprezou minhas camadas.
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III
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E novamente as sutilezas...
O que fazer com tantas?
E mesmo tantas, ainda poucas.
Por vezes, inoportunas
Por tantas outras, inóspitas.
Sutilezas amigáveis
Levezas do ar
Que não afirmam nem negam nada,
Mas chegam sempre ainda que nunca
De maneiras terciárias
Primeiridade de semiótica
Eu sei lá no fundo.
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IV
Uma poesia construída em terrenos movediços
Formam se em versos de detritos
Cabisbaixos de caprichos
Lixo.
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