Aqui eu listei um bando de músicas e alguns comentários sobre elas. Cada música tem seu significado, representa uma fase, um momento pequeno ou não. Elas podem ser músicas sem valor, mas foram relevantes a ponto de eu lembrar delas no meio de tantas outras músicas que eu já ouvi na vida. Eu comecei com uma listinha pequena e fui aumentando até que não dava mais pra por em um Post só, então eu dividi em 6. Eles vão ficar uns dias aí até que me dê na telha e eu ponha outros Posts. Só sei que foi muito legal escrever e ir lembrando das fases. O que eu achei mais legal é que eu consegui dividir minha nessas 6 partes de uma maneira que eu conseguisse ver certinho o que cada fase representou pra mim. Tem alguma coisa em comum unindo cada uma delas e foi muito fácil pra mim perceber isso. São tantas emoções. Eu só peço desculpas porque algumas vezes eu botei comentários que pode ser que ninguém entenda, mas o meu objetivo não era contar a minha vida aqui e sim listar músicas que podem parecer nada a ver, mas que para MIM tem um significado. Eu acho que mesmo sendo isso daqui um blog pra todos lerem, eu escrevo em primeiro lugar para mim. Pode ser egoísmo pensar assim, mas é que se eu for levar em conta as possibilidades de interpretação (diferentes da minha) de acordo com a cabeça de cada pessoa que lê os textos, eu escrevo só coisas quadradas, parecendo um manual de instruções pra não haver dúvidas. Acho que nem eu nem quem lê queremos algo assim. Bem vindos ao post que mais deu trabalho pra fazer e desculpe os erros.
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O Viajantes do Infinito nasce, passa um tempo, ele aprende a entender português e:
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“Vem meu ursinho querido
Meu companheirinho
Ursinho Pimpão
Vamos sonhar aventuras voar nas alturas
Da imaginação”.
(Eu tinha um ursinho chamado Pimpão na infância e como quase toda criança, ganhei o vinil do Balão Mágico e cantava as musiquinhas – 4 anos).
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“Meu lanchinho, meu lanchinho
Vou comer, vou comer
Pra ficar fortinho, pra ficar gordinho
E crescer, e crescer”.
(Época do Balão Vermelho – 5 anos – Tia Martinha, Francis, Marlene, Ciléia, Sônia, Regiane e Tio César).
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“Duck Tales, u-hu, tcham tcham ram ram
São os caçadores de aventuras, u-hu, tcham tcham ram ram
Todos eles são grandes figuras, u-hu, tcham tcham ram ram
Por isso a garotada só quer Duck Tales”.
(Essa música é da época que eu via desenhos do SBT na casa da minha Bisavó Zazá. Eu sempre dançava essa música pra ela na hora da abertura e ela morria de rir – 5 anos).
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“Chorando se foi quem um dia só me fez chorar”.
(Lambada diversas e Reveillon em Búzios – eu era o mascote da casa e achava que dançava lambada bem pra caramba só porque o povo gostava de me ver dançando. Mas eles gostavam porque eu tinha 6 anos e não porque eu dançava bem realmente).
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“Tchararâm Tchararâm
tchátchátchátchá tchátchátchátchá tchá
Tchararâm Tchararâm Tchararâm Tchararu
tchátchátchátchá tchátchátchátchá tchá”.
(Música Instrumental chamada Antártida do Vangelis que eu fingia que tocava num Piano de mentira que na verdade é o cercado de madeira da parte de cima da minha casa – 6 anos).
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O Viajantes do Infinito nasce, passa um tempo, ele aprende a entender português e:
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“Vem meu ursinho querido
Meu companheirinho
Ursinho Pimpão
Vamos sonhar aventuras voar nas alturas
Da imaginação”.
(Eu tinha um ursinho chamado Pimpão na infância e como quase toda criança, ganhei o vinil do Balão Mágico e cantava as musiquinhas – 4 anos).
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“Meu lanchinho, meu lanchinho
Vou comer, vou comer
Pra ficar fortinho, pra ficar gordinho
E crescer, e crescer”.
(Época do Balão Vermelho – 5 anos – Tia Martinha, Francis, Marlene, Ciléia, Sônia, Regiane e Tio César).
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“Duck Tales, u-hu, tcham tcham ram ram
São os caçadores de aventuras, u-hu, tcham tcham ram ram
Todos eles são grandes figuras, u-hu, tcham tcham ram ram
Por isso a garotada só quer Duck Tales”.
(Essa música é da época que eu via desenhos do SBT na casa da minha Bisavó Zazá. Eu sempre dançava essa música pra ela na hora da abertura e ela morria de rir – 5 anos).
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“Chorando se foi quem um dia só me fez chorar”.
(Lambada diversas e Reveillon em Búzios – eu era o mascote da casa e achava que dançava lambada bem pra caramba só porque o povo gostava de me ver dançando. Mas eles gostavam porque eu tinha 6 anos e não porque eu dançava bem realmente).
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“Tchararâm Tchararâm
tchátchátchátchá tchátchátchátchá tchá
Tchararâm Tchararâm Tchararâm Tchararu
tchátchátchátchá tchátchátchátchá tchá”.
(Música Instrumental chamada Antártida do Vangelis que eu fingia que tocava num Piano de mentira que na verdade é o cercado de madeira da parte de cima da minha casa – 6 anos).
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Um comentário:
Nossa!...Vc liga se eu repetir algumas coisas q eu te disse no meu ultimo comentario?! uahauhauahauhauahuahaua Quem eh q vai entender!!!Muito legau mesmo com Tchararâm Tchararâm!!! e Blah blah e blah blah! uahuahauahuahauahauhauahauah N.M......Atualizei meu blog... aparece lah... huauahauhauahuahuauahhuaaauuahu
Valeu ateh mais
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