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Sabe o que mais me agoniza agora??? Não é o buraco na camada de ozônio, não são as brigas causadas há dias atrás, as mágoas injuriadas e plantadas no peito de quem eu mais amo na vida, não é a eminência de mudanças descontroladas que se avizinham de mim e de minha vida, não é o fim do mundo, a morte, a felicidade desesperadamente procurada e que está por vir, não são os amores machucados, tantos nessa vida, não é o derretimento das calotas polares. Nada, nada, nada disso me agoniza agora. Não são meus pensamentos que facilmente me sufocam, nem a rouquidão silenciosa das notas que eu não alcanço mais. Repito, nada, nada, nada disso me agoniza agora. Nem sei, sabe?!?! O que mais me agoniza agora são as palavras que estão aqui dentro. Há quanto tempo não escrevo como antigamente. Não sei nem se a qualidade caiu, mas pelo menos há muitos meses que não escrevo com um entusiasmo alucinante como tantas vezes já fiz. Sinto que o fluxo que sai pelos dedos não é mais o mesmo, posso estar enganado, mas acho que não. Isso não é nada confortante. Talvez seja a hora de pensar mais pra escrever, fazer disso uma labuta maior do que o que foi até hoje. Não sei. Vamos ver no que se tornará essa sensação de prisão.
Sabe o que mais me agoniza agora??? Não é o buraco na camada de ozônio, não são as brigas causadas há dias atrás, as mágoas injuriadas e plantadas no peito de quem eu mais amo na vida, não é a eminência de mudanças descontroladas que se avizinham de mim e de minha vida, não é o fim do mundo, a morte, a felicidade desesperadamente procurada e que está por vir, não são os amores machucados, tantos nessa vida, não é o derretimento das calotas polares. Nada, nada, nada disso me agoniza agora. Não são meus pensamentos que facilmente me sufocam, nem a rouquidão silenciosa das notas que eu não alcanço mais. Repito, nada, nada, nada disso me agoniza agora. Nem sei, sabe?!?! O que mais me agoniza agora são as palavras que estão aqui dentro. Há quanto tempo não escrevo como antigamente. Não sei nem se a qualidade caiu, mas pelo menos há muitos meses que não escrevo com um entusiasmo alucinante como tantas vezes já fiz. Sinto que o fluxo que sai pelos dedos não é mais o mesmo, posso estar enganado, mas acho que não. Isso não é nada confortante. Talvez seja a hora de pensar mais pra escrever, fazer disso uma labuta maior do que o que foi até hoje. Não sei. Vamos ver no que se tornará essa sensação de prisão.
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Um comentário:
se esta sensação é de prisão, talvez seja sim a hora de pensar mais(cuidado pra não explodir de tanto pensar! rsss)e não parar nunca de escrever já que vc escreve como Lispector e isso é privilégio de poucos...
acho msmo q a sensação agora cravada tem outro nome...
fico feliz em saber q a felicidade procurada está por vir...queria ter esta certeza tb...
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