.
Tenho a impressão de que eu não tenho mais medo das impressões e sensações. Os pensamentos corridos não geram sentimentalizações negativas se suas criações forem expressivamente verdadeiras e libertas. Mesmo aquilo que se cala não gera ruídos se o interno estiver silenciável. Mas um interno gritante só se silencia após intensa e constante devoção, seja o bom objeto qual for. Criações são seres vívidos, estando livres ou presas. Os sentidos sabem se focar na simples superfície do que chega, mas há condições para que isso se faça de maneira correta. Uma delas é a proliferação do interno, mas não é a única já que também a escolha do externo é um exercício que se aprende. A planície do real deve ser constantemente alisada e isso é exercício de escolha. Pensar também é um exercício que se aprende. Levar em consideração ou descartar também. Isso são coisas da disciplinada libertinagem. Pensando bem, acho que, no fundo, descartar não se deve nunca. Deixar de pensar, nunca, deixar de sentir, nunca, deixar de fluir, nunca. São poucas as certezas absolutas, por isso deve-se agarrar as poucas e deixar exponenciar livremente as relativas. Isso é enfeite. Enfeites são dispensáveis, mas podem fazer as coisas mais bonitas e interessantes. A lisura do real é livre, independente e está sempre lá. O que fazemos nesse cenário é um esquema que, por acaso, damos o nome de vida. Faze o que tu queres, mas, por favor, pelo seu bem, não desrespeite a lei. Todo homem está condenado a liberdade, como já disseram, mas há preços a serem pagos dia-a-dia. Cabe a nós tornar isso naquilo que tiver de ser.
.
Tenho a impressão de que eu não tenho mais medo das impressões e sensações. Os pensamentos corridos não geram sentimentalizações negativas se suas criações forem expressivamente verdadeiras e libertas. Mesmo aquilo que se cala não gera ruídos se o interno estiver silenciável. Mas um interno gritante só se silencia após intensa e constante devoção, seja o bom objeto qual for. Criações são seres vívidos, estando livres ou presas. Os sentidos sabem se focar na simples superfície do que chega, mas há condições para que isso se faça de maneira correta. Uma delas é a proliferação do interno, mas não é a única já que também a escolha do externo é um exercício que se aprende. A planície do real deve ser constantemente alisada e isso é exercício de escolha. Pensar também é um exercício que se aprende. Levar em consideração ou descartar também. Isso são coisas da disciplinada libertinagem. Pensando bem, acho que, no fundo, descartar não se deve nunca. Deixar de pensar, nunca, deixar de sentir, nunca, deixar de fluir, nunca. São poucas as certezas absolutas, por isso deve-se agarrar as poucas e deixar exponenciar livremente as relativas. Isso é enfeite. Enfeites são dispensáveis, mas podem fazer as coisas mais bonitas e interessantes. A lisura do real é livre, independente e está sempre lá. O que fazemos nesse cenário é um esquema que, por acaso, damos o nome de vida. Faze o que tu queres, mas, por favor, pelo seu bem, não desrespeite a lei. Todo homem está condenado a liberdade, como já disseram, mas há preços a serem pagos dia-a-dia. Cabe a nós tornar isso naquilo que tiver de ser.
.
Um comentário:
"Tenho a impressão de que eu não tenho mais medo das impressões e sensações. Os pensamentos corridos não geram sentimentalizações negativas se suas criações forem expressivamente verdadeiras e libertas."
XIK! este SE fechou a frase, ein?
gostei msmo.....
começando pelo título eu achei q ia ser um texto nada-a-ver e vi que o título não tem nada-a-ver com o texto msmo...rsss
Algumas partes não entendi mas ta tudo bem,,,,,isto eh natural....rss
beijo;)
Postar um comentário