.
Delinear fronteiras de considerações é necessário. Dizer pra si até onde se pode ir e pensar é básico. Não há fronteiras simplesmente porque o mínimo, o normal, o aceitável, o excessivo e o infinito são frutos do mesmo processo. O mesmo andar que te leva até a porta do seu quarto é capaz de te levar à beira do abismo e se lançar ao fundo pode ser uma escolha. Cada passo é uma escolha, o mergulho também. O problema é que quando estamos à beira dos ares, nossas visões já estão danificadas e então nos lançamos sem perceber o fim que nos espera estatelado no fundo.
.
Delinear fronteiras de considerações é necessário. Dizer pra si até onde se pode ir e pensar é básico. Não há fronteiras simplesmente porque o mínimo, o normal, o aceitável, o excessivo e o infinito são frutos do mesmo processo. O mesmo andar que te leva até a porta do seu quarto é capaz de te levar à beira do abismo e se lançar ao fundo pode ser uma escolha. Cada passo é uma escolha, o mergulho também. O problema é que quando estamos à beira dos ares, nossas visões já estão danificadas e então nos lançamos sem perceber o fim que nos espera estatelado no fundo.
.
Um comentário:
fronteiras de considerações - tae, algo que não havia pensado(xiii,,,,tenho muito o que pensar ainda....rss)
se lançar ao fundo ou ir até a porta do seu quarto são escolhas.
a vida é feita de escolhas: boas ou ruins.
O pior é qdo se sabe que o fim é se estatelar no fundo do abismo e msmo assim optamos em prosseguir....
Postar um comentário