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Qual o algoritmo do ser humano?
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Qual fórmula seria suficiente para resumir a alma?
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Quantos cálculos poderiam determinar exatamente a razão do homem?
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Qual o algoritmo da filosofia?
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O algoritmo da inovação?
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Qual o mapeamento da existência?
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O organograma das tentativas, vitórias e fracassos que definiriam um ser humano?
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Mas, acima de tudo isso, qual o algoritmo do sentir?
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Seria possível um algoritmo que reduzisse o sentir a uma fórmula de uma complexidade suprema?!
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Uma exponenciação do jogo de xadrez que configuraria o existir, fazendo um computador levantar todos os traçados da vida de um ser, ou de todos os seres-humanos simplesmente pela aplicação de mapas de possibilidades e fórmulas, algoritmos, uma macro-planilha que beirasse o infinito e fosse capaz de deter registrados todos os homens vindos e por vir?!
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Mesmo as modificações das eras astrológicas também poderiam ser representadas por fórmulas calculáveis por meio da oposição de elementos numéricos que representariam determinadas macro-diretrizes? A adição de novos elementos seria vinculada ao relógio, e a algum calendário de longuíssima data, pré-determinada por colocações astrológicas traduzidas numericamente, baseadas no posicionamento dos astros em suas
órbitas de variações previsíveis?
órbitas de variações previsíveis?
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Seria possível?!
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Um retrato fidedigno do tempo e dos movimentos possíveis na Terra, determinados por cálculos, por fórmulas que conseguiriam articular perfeitamente todas as variáveis e forças que nos envolvem, realizando virtualmente um mapa da criação divina até onde suspeitamos que ela exista?
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E mais, poderia este algoritmo da existência, incluir em si mesmo, o momento de sua própria criação e as modificações que ele mesmo traria para o conhecimento dos seres?
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Loucura!!!
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Loucura!!!
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