terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Bewegung

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Assim como fizeram da imposição das mãos uma renovação do trabalho da energia; seria, pela ampliação deste mesmo princípio, o movimento de todo o corpo, pela sintonia do coração e do sentir, a realização do ato mais cotidiano e simples de uma magia que brota do homem contemporâneo!?
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Mas não seriam todas estas coisas já existentes antes mesmo de dizerem sobre elas?
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O ser, em si, sempre foi responsável pela sua realização divina!
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Mas seria possível dizer que é esta significância contínua de todos os atos e movimentos que faria, do ritual de viver, uma constante possibilidade de rearranjo energético? 
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O corpo, dotado de uma quantidade energética imensa, por ser matéria, poderia facilitar e servir de instrumento para a aprendizagem de um controle das intenções, facilitando à alma este exercício que ela, após o desencarne, deverá realizar de maneira mais centrada e precisa em outro plano. Pelo corpo, geramos nossa ritualística cotidiana, dotada de significados e intenções mínimas e momentâneas que vão se nos guiando pela vida. Cada gesto é uma intensificação de uma vontade, que também pode existir em níveis mais sutis, como os pensamentos internos, mas que se potencializam pelos gestos e pela fala.
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A vida como um estágio de profissionalização de um ser dentro do super amplo exercício de existir! Seja pela imposição das mãos ou outros tantos gestos, como o abraçar, o dizer, o correr, o respirar, o gritar, e uma série múltipla de possibilidades pelas quais exercemos nossas magias, assim podemos nos fazer e, sabendo disso, podemos melhor exercer nossas incumbência e vontades!
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