Há exatos 8 anos atrás, às 9:45 da noite de 18 de Março de 2005, este blog recebia seu primeiro texto: o “Início do Fim.”
Lembro-me exatamente do momento, do quarto na Vila Mariana, do computador antigo, e de como pensei bastante antes de criá-lo. Lembro-me de como tentei elaborar motivos que me parecessem profundos e que pudessem se perpetuar pelo tempo, sem que me fizessem arrepender de certas tentativas. Lembro-me também de como procurei encontrar simbologias que serviriam, por muitos e muitos anos, como balizadoras deste espaço contido.
Acredito que eu tenha achado os motivos e as simbologias necessárias e suficientes, afinal, 8 anos depois, eu ainda estou aqui!
Escolhi “Viajantes do Infinito” primeiro pelo próprio significado das palavras nele contidas, e segundo, mas nunca menos importante, porque assim, eu rendi homenagens ao primeiro livro que me marcou na vida.
Viajantes do Infinito foi o primeiro livro que me trouxe emoções novas, emoções que eu não conhecia no dia-a-dia, o primeiro que me mexeu por dentro, que me mostrou um medo fictício que não fazia parte dos meus muitos medos verdadeiros.
Mas ao mesmo tempo também me trouxe prazer em ler. Lia toda noite um pouco. A casa escura, todos dormindo, o silêncio da rua de Itanhandu, aquela estória de fantasmas, garotos adentrando dimensões paralelas, planos diferentes, extra-terrestres, e a amizade que os fortalecia e que proporcionou o resgate de um deles.
E hoje, 18 de Março de 2013, 1.131 postagens depois, este canto, que foi denominado de Infinito, ainda que seu dono tenha mudado bastante suas concepções sobre o Senhor Inconcebível, completa seu oitavo ciclo, justamente o número que representa a palavra contida no seu título inicial: o INFINITO.
Confesso que ando escrevendo muito pouco para os padrões de anos atrás. Ando mais cauteloso, ou talvez mais medroso ao me expressar. Encurtam-se as experimentações, aprofundam-se os traços.
Mas, ainda assim, o blog não pára!!!
Meu compromisso de mantê-lo está selado comigo, e pretendo cumpri-lo pro resto da vida.
Este blog já é e continuará sendo como uma espécie de diário, não de uma vida cronologicamente determinada, mas de uma mente que admira o exercício do pensar.
E, por vezes, sente vontade de registrá-lo.
Isso será feito, para SEMPRE, enquanto eu viver!!!
Lembro-me exatamente do momento, do quarto na Vila Mariana, do computador antigo, e de como pensei bastante antes de criá-lo. Lembro-me de como tentei elaborar motivos que me parecessem profundos e que pudessem se perpetuar pelo tempo, sem que me fizessem arrepender de certas tentativas. Lembro-me também de como procurei encontrar simbologias que serviriam, por muitos e muitos anos, como balizadoras deste espaço contido.
Acredito que eu tenha achado os motivos e as simbologias necessárias e suficientes, afinal, 8 anos depois, eu ainda estou aqui!
Escolhi “Viajantes do Infinito” primeiro pelo próprio significado das palavras nele contidas, e segundo, mas nunca menos importante, porque assim, eu rendi homenagens ao primeiro livro que me marcou na vida.
Viajantes do Infinito foi o primeiro livro que me trouxe emoções novas, emoções que eu não conhecia no dia-a-dia, o primeiro que me mexeu por dentro, que me mostrou um medo fictício que não fazia parte dos meus muitos medos verdadeiros.
Mas ao mesmo tempo também me trouxe prazer em ler. Lia toda noite um pouco. A casa escura, todos dormindo, o silêncio da rua de Itanhandu, aquela estória de fantasmas, garotos adentrando dimensões paralelas, planos diferentes, extra-terrestres, e a amizade que os fortalecia e que proporcionou o resgate de um deles.
E hoje, 18 de Março de 2013, 1.131 postagens depois, este canto, que foi denominado de Infinito, ainda que seu dono tenha mudado bastante suas concepções sobre o Senhor Inconcebível, completa seu oitavo ciclo, justamente o número que representa a palavra contida no seu título inicial: o INFINITO.
Confesso que ando escrevendo muito pouco para os padrões de anos atrás. Ando mais cauteloso, ou talvez mais medroso ao me expressar. Encurtam-se as experimentações, aprofundam-se os traços.
Mas, ainda assim, o blog não pára!!!
Meu compromisso de mantê-lo está selado comigo, e pretendo cumpri-lo pro resto da vida.
Este blog já é e continuará sendo como uma espécie de diário, não de uma vida cronologicamente determinada, mas de uma mente que admira o exercício do pensar.
E, por vezes, sente vontade de registrá-lo.
Isso será feito, para SEMPRE, enquanto eu viver!!!


Um comentário:
Nossa, e o tanto que durou seu blog hein Wagner!
Não posto nada no meu desde dezembro de 2009, passarei mais vezes para checar seu blog..
Postar um comentário