segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Análise

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Da maneira como eu escrevia
Eu não escrevo mais.
Eu não sei se é porque me tornei mais burro
Com o passar dos goles
Ou se porque agora eu não acredito em poemas viscerais.
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Meus poemas são contidos
Minha idade se adiantou além do tempo
Meu olhar se cristalizou
Asfixiado.
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Mas entre a arte e a felicidade
Eu fico com a segunda.
Não trocaria minha vida
Pela de Fernando Pessoa.
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Prefiro meu olhar convicto
Que o despreparado frescor
Que traz rimas
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E lágrimas...
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Prefiro o duradouro da vida
Ao gozo absurdo das folhas preenchidas.
Prefiro calar-me sem saber
Que definir-se simplesmente pela beleza vil da definição.
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Aquieto-me meu semblante
Destituo-me de pavores
Calando mínimo os alvoroços
Que se solidificariam em outras épocas.
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II
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Mas...
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Creio que não creio nisso ou naquilo
Creio que ainda poderia caso pudesse
Creio que o apreendido
Dança em minhas mãos conforme minha vontade
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Meu pensar já ultrapassou a barreira da crença
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Meus estados não dependem do entorno
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Se algum dia sonhei com a profundidade
Nunca sequer eu havia imaginado esta que me encontro
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Palavras se tornam pequenas e incompletas
Para coisas das mais belas e horríveis
Que se passam dentro de mim
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Mais eterna ainda se mostrou a busca
Que antes
Achava eu
Um dia ter fim
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Bobagem
Não terá
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Hoje em dia creio na manipulação
Manipulação da felicidade
Da palavra que jorra
Da palavra que cala
Do olhar, do beijo e do amor
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Creio serem diversas coisas,
Antes expressivas,
Hoje somentemente brincáveis
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Brinquedos de vida
Truques interessantes de controle de si
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Divertidos como os deuses do meu sonho me mostraram serem
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Manipula-te pela diversão de sentir,
Aquilo que te era tão caro e pesado,
Hoje pequenino e sorridente
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Assim é...
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Não acredito mais em poemas viscerais
Mas isso não significa que eu não possa fazê-los
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Manipulo-me a sensação de poder
Semente da possibilidade realizante
Manipulo-me que sim
E assim sim, enfim.
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O mundo se resume em duas instâncias:
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A intenção
Que é o cerne regente
E ponto primordial de avaliação
Do homem humano
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E
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A impressão
Que é o cerne regente
E ponto primordial de avaliação
Do mundo pelo homem
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Dentro e fora se intercambiam
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O interno é absoluto em si
Mas a realidade também.
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Nem o que sou se expressa totalmente no espaço
Nem o espaço se coloca inteiramente em mim
Mas há a infinita troca
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E esses movimentos se resumem
Na intenção
E na impressão.
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Elas resumem a análise do mundo-homem.
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III
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Dizem que de boas intenções o inferno está cheio.
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E que bom, né, gente!!!
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Afinal,
Com essas boas intenções
Cada um já começa a escrever o caminho
Para sair das suas peculiares condições.
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IV
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Meus poemas já não são mais os mesmos.
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quarta-feira, 12 de novembro de 2008

O dito pelo dito

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Eu disse:
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A força da fé que não tem provas e fica a mercê do trabalho intenso da razão ou do escape sutil da intuição. Ambos por vezes opostos e, na maioria delas, anulantes. O excesso de raciocínio inebria o ser que se afunda agudo em si mesmo e no universo de si, restando pouco ou quase nada que escape com plenitude para o entorno. Sem escape no entorno, não se capta intuição saudável. Daí o anular do primeiro pelo segundo. De qualquer maneira, a fé que carece de provas ainda tem sua força por ser fé em estado puro e ter somente o em si para se valer no homem. O que há em estado puro tende a uma força extrema. As essências são matrizes de proliferação, mas já contêm em si o total prioritário. Assim também é com a fé que, em natureza misteriosa, torna-se mais forte e absoluta quando desprovida do viés contemporâneo expresso pelos neo-espiritualistas. O viés diluente tenta embasá-la em amalgamadas comprovações que, junto à inovação do realismo-religioso, a destitui do cerne de si. Fé é fé porque não precisa de provas. Se precisasse de provas se chamaria vontade e não fé. A não comprovação institui a pedra fundamental encima da qual o espírito deve labutar dentro das absurdas possibilidades que se abrem devido ao livre-arbítrio. Fé não se comprova, fé se tem, se sente. Só.
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E eu respondo:
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Não, simplesmente não. Não tentes designar o que é e o que não é. Não tens esse direito. A fé e sua não comprovação não instaura a pedra fundamental sobre a qual o espírito deve labutar. A fé é elemento interno e não campo de experimentação do espírito. O espírito que se debate não contem fé. A fé é interna, acompanha e não deve ser abalada posto que não é para ser constantemente posta a prova. A fé é ferramenta interna de auxílio para o bem viver. Use positivamente da maneira que melhor se fizer em ti. Não jogue, não ponha a prova, nem desaprove. Apenas descubra internamente qual o seu estado latente e mantenha-o assim.
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E eu retruco:
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Estás fazendo exatamente o que disseras que não se deve fazer. Não tentes designar. Não se designa, não se determina. Apenas deixe o campo aberto para que cada um instaure ou não sua pedra fundamental, ou simplesmente jogue internamente de maneira a manter a latência responsável pela manifestação da ferramenta fé. Não se preocupe. Nada que disseres estará perto de ser o correto, principalmente quando o indivíduo instaura em si o universo de sua espiritualidade.
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E eu digo:
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Hummm, tá certo. Que assim seja, posto que assim é!!!
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Um lugar chamado NADA

Um lugar chamado NADA

(Gisele Lamin e Wagner Passos)

INTRO: D – Eb7+ (3X) /// D – Eb7+ (Longo)

D7+ A/C#
Ainda é cedo para tanta coisa
Bm Bm/A
Expressões sem fundamentos
G7+ Gm6 D – G – A
Sentidos sem sentimentos


D A/C#
Falsos moralismos e destinos
Bm Bm/A
A caminhada nós mesmos fazemos
G7+ Gm7
O choro nós mesmos choramos
D D/C
A eternidade é aqui.
G7+ Gm7 D – G – A
Eu do seu lado e você aí.


Bm F#m
A falta que um sente, o outro também
Bm F#m
O amor que um tem e o outro sustém
Em A
O jamais dito que cala o som
Em F#m G (2comp) A/G (2comp) – D (4comp)
Que ecoa no vento, na nota e no tom.


D A/C#
A parceria eterna
Bm Bm/A
O vai e vem das estradas
G7+
Os olhares indecisos
Gm7 D – G – A
A falha compensada


D A/C#
O sorriso mais bonito
Bm Bm/A
O elogio mais sincero
F#m
E o eu quero entalado
G
Num nó externo, errado
Em
Na atuação não fingida
F#m
Cheia de cores doloridas
G
Um mar de beijos contidos
Gm7 D
E movidos para “Um lugar chamado NADA”.

________________________________________

INTRO: D – Eb7+ (3X) /// D – Eb7+ (Longo)

D7+ A/C#
Ainda é cedo para tanta coisa
Bm Bm/A
Expressões sem fundamentos
G7+ Gm6 D – G – A
Sentidos sem sentimentos


D A/C#
Falsos moralismos e destinos
Bm Bm/A
A caminhada nós mesmos fazemos
G7+ Gm7
O choro nós mesmos choramos
D D/C
A eternidade é aqui.
G7+ Gm7 D – G – A
Eu do seu lado e você aí.


Bm F#m
A falta que um sente, o outro também
Bm F#m
O amor que um tem e o outro sustém
Em A
O jamais dito que cala o som
Em F#m G (2comp) A/G (2comp) – D (4comp)
Que ecoa no vento, na nota e no tom.


D A/C#
A parceria eterna
Bm Bm/A
O vai e vem das estradas
G7+
Os olhares indecisos

Gm7 D – G – A
A falha compensada


D A/C#
O sorriso mais bonito
Bm Bm/A
O elogio mais sincero
F#m
E o eu quero entalado
G
Num nó externo, errado
Em
Na atuação não fingida
F#m
Cheia de cores doloridas
G
Um mar de beijos contidos
Gm7 D – D/C
E movidos para “Um lugar chamado NADA”.
G Gm7 D – D/C
E movidos para “Um lugar chamado NADA”.
G Gm7 D
E movidos para “Um lugar chamado NADA”.


INTRO: D – Eb7+ (3X) /// D – Eb7+ (Longo)

FIM: D7+/9

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Parabenzes de ontem

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No Orkut:
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Edinho (Luís Peres Pacco):
hauahuahaha
o q q é isso?? Tomando o seu rotineiro leitinho pela tarde???
Parabens!!! Te liguei ontem pra te dar parabens mas acabei falando de outras coisas...kkk
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Diego (Paganini):
parabens cara.. td de bom ai pro c
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abraço
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Thiago Gaspar (USP):
"Waaaagnerrr.. Tem um bicho peludo na tua cama!!!"
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Ae rapah!!
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Feliz aniversário!!!
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Abraços!
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Dom AUGUSTO :) (Bragança):
feliz dia, moço!
bons ventos!
té já.
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Luis Felipe (IO):
parabéns wagner.....sujeito engraçadissimo e mto simpático. hahahaha
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☆Simone Benavide (IO):
PARABÉNS !!!!!!!!!!!
MUITA PAZ MUITO AMOR MUITA SAÚDE E MUUUITA DIVERSÃO
BJOKAS
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ஜ♥ૐ Leda (ESPM):
Parabens!!!
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Júlia (Prima):
Primooo !!!
Como a distância não me permite lhe dar um abraço, deixo aqui registrado os meus parabéns! Tenha certeza que lhe desejo muuuitas felicidades, sucesso, realizações e saúde !!!
Beijos pra vc
saudades!!!
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Camila (Prima):
Oi Wagner.... Parabéns!!!
Muitas felicidades, tudo de bom!
Beijos
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Silas (Prima):
Wagner!!!!Parabéns aí pra vc cara!!
Muita saúde, realizações e paz!!!!
Aproveite seu dia e realize seus sonhos!!!
Parabéns e até uma próxima!!!
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Alisson (ZU):
Meus parabéns Wagnão! Muitas felicidades pra ti! Saúde, amor, se.., paz!
Abração!
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Gabriel (Primo):
fala aí primo!!!!
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parabens!!!!!!!!
tudo de bom mesmo!!!!
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muita saude,paz,realizações,musica!!!e o resto agente corre atraz né!rsrsrrs
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abração!!!
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v c aparece!!!!
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Michael (Macu):
Parabéns!!!
Tudo de bom
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Abraço
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Sylvia (ESPM):
Parabéns, Wagner!!!
Felicidades!
Beijos!
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Juliana (Prima):
Oii!!!td bem???
Feliz Aniversário!
que vc tenha sempre mta saúde,paz,amor,suce$$o,felicidades...realizações...
saudades de vc!
tudo de bom SEMPRE!!!
bjão!
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Eric (Primo):
Ei Wá!!! Parabens p/ vc cara!!!! Saúde, sucesso!! tudo de bom!
Abração!
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Gui TOTÓ (Robo Sapiens):
parabéns, wagnão dos teclados!
tudo de melhor pra vc, meu velho!
cola aqui em casa um dia pra testar o piano!
ah, escorpiano é tudo fdp! hahahaha!
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abs!
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Ψ Rodrigo (Sacco):
Oi Wagner. Parabéns. Abração.
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→ P é c k ;) (Primo):
Parabééns Primow
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todos te mandando um abraço
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Vanesca (Prima):
Parabéns prá você... nesta data querida... muitas felicidades... muitos anos de vida!!!
Primoooo... te desejo tudo de melhor!
Beijo!
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Lucio (Baixista):
Parabéns cumpadi. Mta música e alegrias p/ vc.Abração
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Adriana (Objetivo):
oie.. td bem??
parabenssssss!!! seja feliz wagner!...
bjuuu
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3RuNo (Primo):
eae primaum!!
Parabens! XD
abraçaum
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Paula (ESPM):
Aahh mas meus parabéns!!!!!
bjs
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Halan Pscodélico (Busha):
wagner parabéns
tudo de bom pra vc
que Deus te ilumine muito
abrasss
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ThIaGo (Primo):
e aew primo!
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Parabens!
Td de bom!
abraços
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Sidney (Um spam):
CONVITE ESPECIAL PARA VOCÊ
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ESSA SEXTA IMPERDÍVEL no NOTRE DAME
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NOTRE DAME APRESENTA FESTA ESPECIAL COM:
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BANDA USINA AO VIVO !!(BANDA REVELAÇÃO POP/ROCK)
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E AINDA
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Gabriela (Prima):
primooooooooo
parabéns
tudo de melhor pra tiii*****
beijooo grandeeee****
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Brandão (Robo Sapiens):
aí wagner!
parabéns cara.
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abraço!
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Rafael (ESPM):
parabéns!
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LEONARDO (Primo):
Parabens Wa!
tudo de bom.
abraço
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Mariângela (Tia):
Meu sobrinho querido...
25 anos, já? Realmente estou ficando velha... lembro da turminha toda (você, Marina, Juliana, Gabriela, Silas, Júlia) sentadinhos no sofá da sala da casa do Vovô Chichico ... que bagunça boa, né?
Que você tenha um dia lindo, cheinho de abraços, beijos, telefonemas e recados no orkut!!
A gente se cruza qualquer dia desses ...
Um beijão e muitas felicidades!!
Sua tia coruja!!
Mari
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Lud (Pombo):
Vc tá velho!
rsss
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Carol (ESPM-Juquehy):
Parabénsssssssss!!!
Te desejo toda felicidade do mundo! Mta paz, amor, saúde, luz, sucesso!
Bjo grande!
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Biba (Fabiana):
Tem que constar um parabens pelo orkut tbm ne? nrsrs Então.. muitas felicidades, muita viida em todos os seus muitos anos, muita cerveja, festa, gente bonita, muitas ganhacoes de rfestiveis de musica e talz!!! rsrrs bjao e tudo de bom!!!
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Renan (Saule):
Fala figura,
quanto tempo!!!!
Como vc tá?
cara, parabéns pra ti....tudo de bom!!!!
Abração
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*Juju* Juliana (IO):
Parabénssssssssssssssssssss
bjokassssssssss
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Chris (Professora Objetivo):
Feliz aniversário!!
Que vc tenha um ano muito especial, cheio de boas surpresas...
Beijos
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Daniel (Dorrow):
falllla fio!!!!
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fellliz niverr!!!
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João Marcelo (Jããooo):
E ai Wagner,blz?Feliz aniversário,muitas felicidades....abração..
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Marcelo (Tchello):
Herzliche Glueckwuensche zum Geburtstag!!! vem um dia p rio!! abracos!
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Nicole (Itanhandu):
Wagner!!
PArabéns!!Mta luz pra vc!!
bjuam =-**
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Gláucia (Prima):
Wagnitiiiis..
Parabééns (tum tum) parabééns (tum tum) hj é seu dia que dia mais feliiz!!
Tdo de melhor em superlativo pra vc..
=)
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Felicidades sempre..
BeijooO
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Aline (ESPM):
PARABÉÉÉÉÉNSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS
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EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE
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MTAS FELICIDADESSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS
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BEIJOSSSSSSSSSSSSSS
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EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE
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-Willll (São Paulo):
E aí Wagner, blz!!??
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Estou passando para desejar a vc muitas felicidades...
muitos anos de vida...saúde...paz...sucesso...e todo mais
aquele blá...blá...blá...que todo mundo sabe!!!! rssssssss...
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PARABENS!!!
Abraço!!!!!!!
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Carol (ESPM):
wagnão!
feliz aniversário!
beijoca e tudo de bom.
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Consuelo (Carneiro dos Reis):
Hj é seu dia... que dia mais feliz!!!!
Desejo tudo de bom pra vc...
Que todos os seus sonhos se realizem...
e que o Papai do Céu te abençõe, sempre!
Felicidades!!!!!!
Beijos
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♫ ♪ Blau! ♪ (Gláucio):
Falaê!!!
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Feliz retorno solar para você!! Tudo de bom, com muita música, lucidez, sucesso, e outros tantos sinceros blá-blá-blás que não caberiam nesta mensagem! :)
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Abração!!!
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Guilherme (Ordine):
Fala Wagner...
Parabéns... Felicidades... Saúde... Paz... Suce$$o... Tudo de bom sempre...
Abraço!!!
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Elaine (Rangel):
Eita mais um ano de experiência adquirida, né? Parabéns, felicidades, saúde e muitos amores...
Um abraço
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Rafael (Benedito):
felicidades pra vc
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D'Arezzo (Bill):
oi Orkut do Wagner! tudo bom? dá um abraço no seu dono por mim. De feliz aniversário. Manda os meus parabéns. falou
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Diogo (Dorg):
Fala Wagníssimo, Parabéns e Felicidades totais!!! Tudo de bom em tudo pro cê!
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Abraço!!
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Felipe Edoardo (ESPM):
Feliz aniversário! :)
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Taissi (Prima):
Parabens primo!!!!!
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td de mtuuu bom pra vc!!!!
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felicidadesss
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bjoO
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- Marjorie ♀ (São Paulo):
uaioshaiushaishaioshaiosh
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feliz niver gatzzzzz!!!
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Ítalo (IO):
parabens mineirin....
mtas felicidades...
grande abraço
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Luiz(Gueninha) (Ripple):
fala wagninho..!
parabens cara..
e muito som em nossas vidas..
abraço
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Caetano (Lacerda):
Parabéns pra vc seu pianista doido. Continue tocando bem ou eu te quebro os dedos.
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Jonathan (São Paulo):
Quero te desejar
muita paz, saúde, amor
e sucesso em sua vida!!
Toda felicidade do mundo
Parabéns garoto
Abraço bem forte
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Juliana (Lopes):
olá meu querido
parabéns muitas felicidades
muitos anos de vida
bjos de sua amiga
julianaVai ter festa hj??
abraco
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BuddyPoke:
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Consuelo me aplaudiu e disse: EEE.... Mais uma primavera!!!!!!!!
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Depoimento:
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Segredo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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Mensagens no MSN:
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Biba (Fabiana).... USPício total ... diz:
Parabens, muitas felicidade s e muitos anos de vida, muita sorte na prova da usp, muita festa , muita saude, cerveja e dinheiro... tudo de bom.... mesmo.. e agora: bons sonhos ... rs vou mimi.. bjao
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André (Furlan) diz:
parabéns neiras!
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Bruno (Brentzen) diz:
eeie
feliz aniversário!!
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Vanesca (Prima) diz:
Parabéns pra vc... nesta data querida... muitas felicidades... muitos anos de vida!!!!
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sueli (Tia) diz:
parabéns, tudo de bom em dobro pra vc. beijão
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te amo viu , tudo de bom do fundo do meu coração
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tio beto também esta mandando beijos
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Márcio (Maciel) diz:
parabens felicidades e realizacoes para vc!!!!
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Luis Felipe (IO) diz:
parabens wagnerrrrr
grande mineiro
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Edelcio Moreno (São Pailo) diz:
Meus parabéns!
Podemos dizer que é seu ano novo.....
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SPRITE_ZERO (Airtom) diz:
parabéns, wagner!!
Felicidadesss
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Mensagens no cellular
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Tia Enedir
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Wa. Te desejo tudo de bom que uma pessoa pode querer. Te amo muito. Tia Enedir
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Minha mãe
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Oi filho, parabéns pelo seu dia
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Fernando
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Wagner, muitas felicidades, saúde e paz. Do seu pai de santo. Fernando
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Hideraldo
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Parabéns e que nossa convivência seja longa. Abraço, Hideraldo
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Telefonemas (nessa ordem)
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Sérgio Ugeda
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Meu pai
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Meus padrinhos
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Meus avós
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Diogo Bornhausen
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Diego Marmo
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Alícia (prima)
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Meus pais
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Tio Chiquinho e família
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Rafael (Bragança)
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A conversa mais legal foi com meus avós. Eu ri muito do meu avô contando as histórias dele. Meu Deus!!!!!!!!!!!!!! Muito bom ele falando que os santos não agüentam mais ele de tanto que ele reza...
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Enfim, foi um bom dia. Chuvoso, nublado, do jeito que eu gosto. Muita gente legal me desejando coisas bonitas. Gostei demais!!!!!!!!!!!!!!!
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E até o ano que vem quando eu estiver mais perto dos 30 que dos 20!!! Ai ai ai.......
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quinta-feira, 6 de novembro de 2008

0???

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Segunda-feira, 5 de Novembro de 2007
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Eu coloquei o número 1 de uma contagem regressiva que acabaria no 0, o dia seguinte, meu aniversário de 24 anos.
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Mas resolvi adiar o 0 por 1 ano. rsss.
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E agora coloco esse 0 com interrogações.
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Ele pode ser o zero, mas não sei ainda.
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Vou levar um dia por vez. Hoje não haverá. Amanhã ainda vou vir a saber.
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Me refiro ao cigarro...
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Aniversariante do dia

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Era uma vez um menino que sonhava consigo mesmo sem, no entanto, ter a noção exata de coisa alguma. Ele era instintos. Chorava, tinha medos, ria, fazia uns desenhos de árvores, montanhas e casas. Coisas do gênero.
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Aos 4 anos de idade esse menino se pensou pela primeira vez. Ele viu que ele era ele. Estava andando no pátio da escolinha e se deu conta de que ele vivia. Um susto pela condição de ser em si. Ali ele se diferenciou irremediavelmente dos demais animais.
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Hoje em dia ele diria isso, mas na época não passou de uma paradinha, um arregalar de olhos, uma observação do local, do entorno e um seguir em frente sem saber ao certo a importância daquele ato.
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Ele disse ter sido esquisito. Ou pelo menos é essa a sensação que ele lembra ter sentido naquele instante.
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Uma parada e:
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- Meu Deus, eu sou eu!!!
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Mas não houve palavras, não ouve talvez nem um pensamento formado realmente, mas foi algo diferente. Ele se sentiu um ser, uma coisa viva e sapiente de si. Até onde a sapiência de um menino de 4 anos alcança.
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E assim se fez, pois naquele momento: era uma vez um menino. Naquela hora sim. Antes talvez não totalmente, mas naquela hora sim. Naquela hora, foi se enfim, um mínimo menino.
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Um menino pra si.
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21 anos se passaram, 25 de vida ele já tem.
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- Que coisa - ele pensa.
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25 anos. Um quarto de século, metade de 50.
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Uma vida, não é minha gente!!!
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Fazer aniversário pela vigésima quinta vez não é a mesma coisa de fazer aniversário pela décima vez, ou de fazer pela décima oitava, ou até mesmo vigésima segunda.
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Óbvio que é bom. Mas é apenas mais um dia da vida, exceto pelo fato das outras pessoas te parabenizarem, darem presentes, ligarem, mandarem scraps no Orkut. De resto, tudo é o bom e velho mesmo de sempre.
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E amanhã tudo ainda será, mais ainda, o mesmo de sempre. Um dia normal que, por acaso, há alguns anos atrás, você estava nascendo.
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Claro que eu não vou levar a sério essas palavras mesmo concordando que elas são sensatas, mas daí, onde ficaria a fantasia?
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Não gosto de fantasia escondida, fantasia amargurada, fantasia negada. Fantasia, quando bem usada, enfeita que é uma beleza. E isso serve pros literalmente também.
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Não quero estragar a fantasia, por isso vou preferir considerar este um dia ímpar, único juntamente com tantos outros quantos forem os que eu viver o 6 de novembro. Seja em qual ano for.
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O seis de novembro. O MEU seis de novembro. O dia que escolhi pra vir ao mundo.
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Por que não sei se acreditam, mas a alma escolhe quando quer sair. A não ser em caso de cesáreas, daí não sei como acontece. Mas como eu fui de parto normal, posso dizer que eu escolhi vir hoje.
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Aliás, eu fui apressadinho. Eu tava pro dia 8, dia 15, não me lembro, daí eu adiantei. Dei uma olhadinha lá no mapa astral e pensei:
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- Hummmm, 6 de novembro me parece um bom dia!!!
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Daí, comecei a rodar na barriga da dona Heleni. Chuta daqui. Chuta dali. Até que no meio da madrugada ela teve que sair correndo.
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- Meu Deus, vamos pro hospital Ademar.
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- Que isso, bem. Espera mais um pouquinho. Joguei 3 partidas de futebol hoje, deixa eu dormir mais um pouco.
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- AAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!
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- Opa, vamo que vamo!!!
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Foi mais ou menos assim que aconteceu.
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Em Itanhandu, há 25 anos atrás.
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Nasci.
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Vou falar umas tosqueiras agora...
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Quando eu vim ao mundo
Um anjo olhou de longe e disse:
- Meu filho, vê se manera dessa vez, viu!!!
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Eu falei
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- Pode deixar, não vai se repetir de novo não. Já esgotei minha cota.
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Mal sabia ele, mal sabia eu mesmo o que viria.
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Tá esgotada nadaa. Já foi que foi, tudo de novo.
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Mas quando eu vim ao mundo
Um anjo olhou de longe e disse:
- Vai, podeis ir. Mas lembre-se do que eu lhe disse.
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Desci e já não me lembrava de mais nada.
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Mas mesmo assim, não vou parar antes.
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Mas quando eu vim ao mundo
Um anjo olhou rente ao meu rosto
E se calou:
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Esse falou coisas.
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O anjo disse coisas de ferro e fogo
Mas eu gostei foi da água que entorta e apaga
Insiste desistindo.
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O anjo falou do deserto e das montanhas
Eu gostei foi do mar
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O anjo falou em olhar o horizonte
Eu gostei foi do chão rente aos olhos
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Ele não estava errado.
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Mas eu também não.
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O que se gosta se gosta gostanto.
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Não me condene pelo simples gosto, mas pelo destrato.
Não me condene pelo apelo, mas pelo sentido do pedir.
Não me condene por mim, me condene por você.
Eu vejo o solo rente e me aquieto
Eu gosto do mar e nado a ferro e fogo.
Incomoda-te de ti...
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Ainda vou colocar mais um post hoje.
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Tô com sono, mas vou esperar chegar a hora do meu nascimento. Sempre tive vontade de fazer isso, mas muitas vezes eu esquecia. Era uma merda.
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Hoje não vou me esquecer...
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- Feliz aniversário, viu Wagner!!!
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- Ahhh, muito obrigado, Wagner...
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Acho que dos dois Wagners do diálogo de cima, eu sou o segundo. Rsssss
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Pelo menos foi assim que eu senti..............
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quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Oração das entidades

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Vós que vêm de longe pra salvar filhos de fé. Vós que aqui trabalham a Umbanda com a fé.
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Saravá, Ogunhê, Saluba, Oke, Kaô, Parrê, Odossiá, Aie ie
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Louvado seja este terreiro. Louvada seja a luz das almas que se encontram e se ajudam na beleza da caridade, da troca. Cerne que instaura o inédito, o bem-vindo, quando vindo do amor, como, em verdade, vem.
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Harmonia, humildade e firmeza neste caminhar que muito além da carne flui, muito além daqui está.
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Assim conduz...
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Aqui eis a “Tenda de Umbanda Caboclo Tupinambá”.
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Aqui eis Crispim dos doces e das travessuras. Sua forma ingênua de amadurecer estes que aqui participam. “Deixai vir a mim as crianças”, já disseram nesta terra de Deus.
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Marabô, Tranca Ruas e Caveira que por caminhos rentes ao humano nos observam com sabedoria. Das 7 encruzilhadas vem Maria, rainha a girar. Sintonia e harmonia, condição presente ao fecharmos nossas giras com Deus e Nossa Senhora.
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Sandorê pemba de Angola!!!
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Aqui viemos, aqui estamos.
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Estamos a saravar no clima do canto, no doce do riso, na harmonia do balanço com os pés firmes no chão. Aqui estamos a saravar em fumaça que nos revelam segredos ao pé do ouvido, quando se pode saber. Aqui estamos a saravar em palavras amigas e dotadas de sentidos que por muitas vezes, e ainda tantas outras, nos escaparão.
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Aqui nos fala nossa querida Bahia que gerou os baianos e seus cocos: Zés, Marias e Joãos.
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O tempo e o vinho. O tempo e o homem. O templo homem.
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Cruzaram oceanos legiões de almas para aqui vir morar. Legiões de pais, mães e filhos plantados no chão brasileiro onde se enraizou a Guiné. Bento e bendito seja este povo de pretos e pretas guias. A vós avós de tantos, somos gratos, somos pequenos frutos desta conga de Marias.
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Dos reinos profundos de Iemanjá, surgem as 7 ondas de João, nos contando histórias de além mar. Este mar que balança em paz por sob as outras tantas 7 Estrelas dos ciganos de outrora. A constelação do Oriente.
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Oriente-se rapaz!!!
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Oriente-se e deixe-se orientar por aquele que não é baiano. Advogado espiritual que Pelintra neste templo, nesta casa, neste Engenho de Zés, Marias e de todos que aqui chegam vindos de longe.
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Vindos de onde?
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Vindos do reino dos caboclos, Sultão primeiro destas matas. Imperadores de um templo invisível: o homem demais.
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Vindos de onde?
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Vindos de África, Angola, Aruanda, Bahia e altares. Vindos dos caminhos, das ruas, dos montes e dos vales. Vindos das estrelas, das cidades, das alturas e dos mares. Vindos da caatinga, das florestas, enfim, do mundo e seus lugares.
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Vindos de onde?!?!
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Vindos de longe. Vindos dos céus!!!
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Vindos, venham bem-vindos, pois “nós que aqui estamos por vós esperamos”.
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Sempre...
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Amém. E que assim seja, como, em verdade, é!!!
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terça-feira, 4 de novembro de 2008

Inferno astral - I

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Cada um sabe a dor e a delícia de ter livre-arbítrio
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Inferno astral - II

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O amor não esteriliza a realidade porque o homem se sente profundamente alimentado pelo real quando ama.
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p.s: me refiro à moeda brasileira
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Inferno astral - III

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Acredito que em toda percepção de um corpo está embutida uma percepção da alma habitante daquele veículo.
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Inferno astral - V

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A rapidez do mundo moderno pode ser fatal e trazer o desvanecimento da consciência firme. Será necessário um novo projeto de almas mais resignadas e dotadas de sentimentos tranqüilos. Pessoas mais leves já estão a viver sobre a Terra. Homens com ância por ter a consciência do todo e a completa firmeza do orgulho pragmático estão fadados às extinção.
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Inferno astral - IV

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Acreditar que se pode entender é um ótimo passo para começar a entender. Vislumbrar o sentido do que foi dito é um primeiro passo. Vislumbrar por si e procurar no outro a confirmação. A inteligência é antes a sensação. Apesar da sutileza da frase anterior, a inteligência é fraca sem o pragmatismo do pensamento. Inteligência libertina não traz, geralmente, bons resultados.
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Inferno astral - VI

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Os seres humanos estão ficando mais inteligentes, ágeis no raciocínio, porém menos letrados. Sentem e reagem com rapidez, porém muitas vezes não dominam a palavra a ponto de, por elas, expressar tudo que querem. Os vocabulários diminuem, as idéias simplificam, mas a inteligência é crescente. Esse caminho intensifica a comunicação não verbal. Será que estamos caminhando para a telepatia? Palavras são erros.
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Inferno astral - VIII

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A África como berço da principal cultura mundial, mãe da raça e berço da cultura que resiste por ser marginal e, como todo marginal, tem na repressão seu principal estímulo de perpetuação e resistência. A África se dispôs a ser menos por saber estar nela o início e o fim. Tem a nobre função do sacrifício maior. É e orgulha-se de ser base, e como base, sustenta toda a construção da humanidade ainda que não diretamente presente em todas as formas de cultura. A representação do carnal, do primitivo e primeiro. O coração, a pulsação, o que é simples e por isso não se esvai pelos tortuosos caminhos da razão que se inverte por simples dialética. Corpo e manifestação duradoura de energia. Se a humanidade tende ao eterno retorno, o início, e conseqüentemente, o fim, é a África.
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Inferno astral - VII

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Boa parte do desenvolvimento social legítimo da America Latina se deve a não solidez das classes dominantes. E isso se deve ao colonialismo. As classes dominantes na Europa tiveram mais tempo de maturação e organização. Na América Latina o popular teve mais poder, também porque era mais numeroso, havia mais pobres e isso se deve muito à subordinação às metrópoles e também à escravidão.
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Inferno astral - IX

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A intenção é um proto-pensamento. Será o espírito, no fundo bem fundo, naquele fim das contas que contam aqui, escravo da carne? O corpo com seus ritmos e carências é, em primeira instância, o dono da palavra final no plano físico? Não que ele seja intolerante, mas é que nossas margens e limites toleráveis podem estar fisicamente e intrinsecamente atadas a ele. Seus movimentos são absolutos, enquanto que os da alma são relativos enquanto se vive. Talvez absolutos em longo prazo. Um tempo tão longo que muitas vezes nos escapa. Corpo, porto seguro do espírito que necessita de âncora. Arrasta tua âncora pelas ruas e marque teu caminho com as mais profundas escolhas do itinerante fantasma: você.
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Inferno astral - X

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Cada nova palavra posta na folha delimita o mais inédito limite do inexistente no testemunho em criação. Daí a dificuldade mais pontual da escrita: empurrar este limite ruma ao apenas vislumbrado, que por vezes nem assim está, mas que sempre realizará uma resistência.
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segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Árvore dos conteúdos (gramaticalização)

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6.1.3.3.2.3 – Modelo da teoria das motivações:
o público-alvo motivado
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Parte 3 da parte 2 da parte 3 do texto 3 da parte 1 do livro 6 (Hiperpublicidade)
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Acho que essa foi a maior divisão.
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sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Pensar não é tão mau assim...

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“O contexto atual parece figurar-se pela valorização do “fazer”, colocando sempre em oposição imediata com o “pensar sobre o fazer”. Embalados pelo senso comum segundo o qual “criticar é fácil, o difícil é fazer”, somos impelidos a fazer sem parar para pensar, implicando a naturalização de nossa realidade e o distanciamento cada vez maior de uma postura crítica”.
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quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Frase oblíqua

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A tecnologia final é a espiritual.
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segunda-feira, 20 de outubro de 2008

CARALHO!!!!!!!!!!!!!!

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"O ÚNICO DIREITO GARANTIDO É O DIREITO DOS MORTOS GOVERNAREM OS VIVOS".
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Frase retirada de um cartaz que divulgava uma festa na FFLCH - USP
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quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Uma quase poesia

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Um bom bocado de mundo
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O mundo é muito grande e o homem também.
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Mas o mundo é maior.
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Feliz do homem que se contenta com pouco.
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Eu não.
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Mas, pensando bem, um bom bocado de mundo me é muito contentante.
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Fico de boa então...
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domingo, 12 de outubro de 2008

A casa de meu pai tem muitas moradas

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Mas a porta de entrada é meio estreita, viu!!!

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quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Post 464

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Jésus Martin-Barbero perguntou no Dos Meios às Mediações:
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- Por acaso a aura expulsa da obra de arte se refugiou obstinadamente na profissão?
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E eu respondo:
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- Olha, eu acho que sim, viu!!! Mas, fazer o que né?!?!
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segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Do fundo que esteja

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O que passa no fundo da cabeça é que é arisco. Não o pensamento quase oral, desses que palavras se encadeiam organizadamente na boca imaginária. Esses são simples de se controlar e definir o silêncio do horário. O pensamento do fundo que vem em blocos inteiros de sentido, às vezes sem palavras correspondentes, esses sim, são os mais fecundos e arredios. Esses dão nós, dão de comer a fantasmas e indeterminações. Esses eu os tenho como aos outros. Sempre. Desde o inaugurado momento do desquite do sono, até o mais derradeiro bailar da razão. Milhares de muitos, tempos e mais tempos de muitos. Os do fundo são os piores. Me raspam a nuca no repente. E são absolutos no instante. Me condenam a flutuar nas imagens, pessoas, fatos, imaginações. Sentidos contrários que desbotam a visão, me põem em cercanias de monstros e iluminações inéditas. Um desordem (sim, um) de rombos do cotidiano. Aspirações malignas, arrebatamentos bruscos de bondade ou o de pior de dentro. Coisas e mais coisas inescrevíveis, inexitantes. Fatais. Vigilância profunda os dominaria, eu sei. E consigo. Vigilância profunda ergue um edifício rígido na nuca, um ouriçado de constância. Ele ocupa o espaço da intuição errônea, induzida por natureza primeira, errata por mim. Me bastaria vigilância inteira? Humm. Mas nem sei se ainda falta querer profundamente. Não sei se me falta ou me sobra e, se sobra, deixe transbordar. Tão profundamente o querer deveria quanto o próprio estalo do silencioso profundo vívido. Daí sim colocaria modos meditáveis. Mas o profundo é vívido. E como vívido. Se profundo vívido, raso seria? Edifício de vigilância. Erguer e destruir o quê, se a desconstrução da construção secular já está encerrada? Erguer a desconstrução já finalizada, construir o repetimento do ainda mais antigo? Não sei se posto-me a prova. Deixe que esteja estando enquanto estiver sendo este benfazejo implícito, pois expoente. Assim penso, mesmo que agora despensando.
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segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Impressões

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Ele pensava-se menos tímido quando usava roupas pretas. Como uma pessoa que, numa manhã de inverno, sente mais aconchego sob as cobertas por ouvir o barulho do chuveiro elétrico num banheiro próximo. O ruído transmite o calor da água, como o preto a segurança da noite.
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domingo, 28 de setembro de 2008

Vidas passadas não movem moinhos

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..
...
Eis o olho
....................................
..........................................
Eis a nova tempestade
...
..
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L
Á
G
R
I
M
A
S
SS
SSS
SSSS
SSSSS
SSSSSS
SSSSSSS
SSSSSSSS
SSSSSSSSS
SSSSSSSSSS
SSSSSSSSSSS
SSSSSSSSSSSS
SSSSSSSSSSSSS
SSSSSSSSSSSSSS
SSSSSSSSSSSSSSS
SSSSSSSSSSSSSSSS
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ÁGUAS NOVAS
MOVEM MOINHOS
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quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Considerações

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1
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O sacrifício é antes uma forma de auto-glorificação, auto-valoração de si para si. O que basta se de menos por saber-se a mais. O sacrifício em si não traz resignação e satisfação. É a contrapartida da premiação da consciência que faz isso. É errado desprover o sacrifício divinizado de uma instância ligeiramente maquiavélica. O alvo do arqueiro é ele mesmo e, nesse caso, pode ser literalmente ele mesmo.
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- Ohh, que flecha dolorida. Mas vejam vocês como sou forte por agüentá-la em minha carne.
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2
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A humildade não é se considerar pouco, mas se considerar corretamente. Arrogância é uma forma de ignorância, de consideração errada de si. Ser humilde com poucos feitos é mais difícil que com muitos. A glória pessoal facilita a simulação profunda da humildade. Quanto maior a glória, mais fácil a simulação. Mas como enganar-se profundamente é uma forma de tornar efetiva a transformação pessoal:
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- Ave minhas glórias. Com o peso de suas luzes, eu me curvo humildemente já que os holofotes da fama ofuscam minha visão.
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p.s: vale a provocação

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

(Milton + Ouro Preto) = Eu fui!!!

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Saí de São Paulo na sexta às 23:30, rumo à Itanhandu, rumo à Ouro Preto, rumo ao domingo, rumo à praça Tiradentes, rumo à Milton Nascimento.
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Assim foi que aconteceu.
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Valeu a pena ficar em pé em frente ao palco das 14:30 às 22:30 de um domingo lindo.
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Levantamos de manhã, ajeitamos as coisas no quarto e descemos pra cidade. Rodamos muito tempo pelas ruas daquela cidade linda.
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Almoçamos e fomos pra praça Tiradentes.
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Lá tocou a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais acompanhando alguns cantores muito bons.
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Depois disso, os instrumentos foram trocados, entrou em cena a banda e, por fim, Milton Nascimento.
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Cantou algumas conhecidas e depois chamou dois jazzistas dos Estados Unidos: Ron Carter no baixo e Wayne Shorter no sax soprano. Improvisaram lindamente. A praça lotadíssima até onde os olhos iam. Uma festança só. A cidade estava em festa. Mui alegria, gente cantando, clima um pouco friozinho.
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Teve Caxangá, Nos bailes da vida, Ponta de areia, Canção da América (tinha achado o vídeo, mas perdi)
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Encontros e Despedidas (acho que dá pra ver minha cabeça – rssss)
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http://www.youtube.com/watch?v=Vc8Z-VtIhtU
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Ana Maria, Milagre dos Peixes,
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http://www.youtube.com/watch?v=jHRsArO9IpY&feature=related
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Lilia
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http://www.youtube.com/watch?v=BlQHJb_fI7o
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Canção do sal
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http://www.youtube.com/watch?v=_dtML-SfDQw&NR=1
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Vera Cruz e mais outras que eu não conhecia.
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Depois de alguns minutos de instrumental, o Milton chegou devagar no microfone e disse para cantarmos um vocalize que ele iria improvisar com a voz. Só ele, o violão e nós. Depois a banda entrou aos poucos. E assim foi.
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A lua girou, girou
Traçou no céu um compasso
A lua girou, girou
Traçou no céu um compasso
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Eu bem queria fazer um travesseiro dos seus braços
Eu bem queria fazer...
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Travesseiro dos meus braços
Só não faz se quiser
Um travesseiro dos meus braços
Só não faz se não quiser...
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Sustenta palavra de homem
Que eu mantenho a de mulher
Sustenta a palavra de homem...
Que eu mantenho a de mulher
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A lua girou, girou
Traçou no céu um compasso
A lua girou, girou
Traçou no céu um compasso
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Eu bem queria fazer um travesseiro dos seus braços
Eu bem queria fazer...
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A praça inteira fazendo o vocalize dessa música, e ele improvisando e cantando: “GIROUUUUU”.
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Olha ae o começo:
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http://www.youtube.com/watch?v=NXnTMRNiLiY
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Olha ae o finalzinho:
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http://www.youtube.com/watch?v=Z_bLOUPKYy0&feature=related
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E realmente girouuuuuuu.
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A gente cantava muito alto. Ele largou o violão e ficou só na voz.
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Os músicos da banda olhando aquilo (eu vi a cara deles - rssss), o povo cantando com força e o Milton cantando: GIROUUUUU!!!
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Foi lindo demais!!! O momento mais intenso do show pra mim.
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Acho que esse vocalize é um mantra. rssss
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Depois disso a banda agradeceu e terminaram a apresentação enquanto as pessoas começaram a cantar o vocalize de Maria Maria que desde tarde a gente estava cantando pra pedir o começo do show. Então a banda voltou e tocaram Maria Maria. Daí foi pouco pro povo sair pulando. rsss
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Vejam esse vídeo do meio da música. Ele dá uma noção do que aconteceu lá.
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http://www.youtube.com/watch?v=q1enUam1f4U
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Minha mãe pediu tanto um beijo pra ele durante o show que conseguiu no fim. Ele mandou um beijo pra ela, enfim. Rsss
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Depois de terminado, fomos comer e dormir.
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Como o Milton disse, aquela noite iria ficar marcada na vida deles e nós sabíamos que iria ficar nas nossas. Também disse que ele gostou muito de poder retribuir a Ouro Preto as coisas que ela já tinha lhe dado e que estávamos todos nós, palco e platéia, em casa, porque era tudo de Minas, “é tudo nosso”.
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AAAAAAAAHHHHHHHHH, coisa poka...
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Já que estou colocando vários vídeos, vou colocar o vídeo de promoção do festival. Ele foi em homenagem ao Milton.
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http://www.youtube.com/watch?v=IB6PzPS-LFM&feature=related
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E por último só pra mostrar mais uma música bonita. Rsss
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Cais
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http://www.youtube.com/watch?v=4TlvMFdyUXI&feature=related
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Milton Nascimento + Ouro Preto = Eu fui!!!
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Depois de mais de 8 anos esperando essa união, eu consegui ir ver. Quando eu ainda estava em Itanhandu, ouvi dizer que ele iria fazer o show Tambores de Minas lá, mas acabei não indo. Desde essa vez que eu e minha mãe comentamos que quando tivesse show dele em Ouro Preto nós iríamos, e assim se fez.
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Por último, uma foto pra provar... rsss
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Foi foda!!! E quero mais... rsss
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sexta-feira, 12 de setembro de 2008

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Dom Casmurro

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Depois de Clarice Lispector, Machado de Assis fica fácil.
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É isso mesmo!!!
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Enquanto Clarice lota páginas de frases magníficas e complexas, Machado se coloca aqui e lá, vez ou outra, com frases de beleza relativa. Mas, falar mal de Machado sem embasar é perigoso demais e, comparar dois como esses, é desnecessário. Também não posso deixar de dizer que já li mais Clarice que Machado, tenho preferência por ela e isso influencia minha opinião. Posso dizer no máximo que escrevem de maneira diferente.
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Mas...
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Ela é melhor.
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Pronto, falei...
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Precisava falar.
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Dom Casmurro é interessante e leve. Ler dez páginas de “A maçã no escuro” é um sacrifício maravilhoso. Ler 20 de Dom casmurro é legal, faz o tempo passar tranqüilo, mas não encanta como a leitura do outro livro.
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Bom, mas esse post não é pra comparar. Já deixei claro que ela escreve melhor que ele e como não se deve simplesmente falar mal de Machado, vou falar mal, mas com argumentos. A razão também tem seu poder.
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Dom Casmurro possui alguns aspectos que vão além do livro. A estória faz um paralelo com o Rio de Janeiro daquela época. Escobar e Capitu representam os emergentes, Bentinho a velha aristocracia. A “História dos subúrbios”, que poderia ser considerado o título oculto do livro, se realiza em Dom Casmurro com alegorias, já que faltaram fatos e documentos, como diz o próprio Bento, escritor de sua própria trama.
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Isso aumenta um pouco a graça da obra, mas ainda assim não é muito. Adoro essas simbologias, mas, esta que li agora a pouco na internet, não bastou pra obra crescer até o ponto que eu esperava que ela estaria quando terminasse de ler, como aconteceu há alguns minutos.
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O ponto tido como o principal da trama, não é bem trabalhado. Minha expectativa era que a dúvida em Bentinho iria ser negada a aprovada por diversos capítulos e acontecimentos, o que enriqueceria a trama e daria uma beleza maior à leitura. A medição das palavras para a sustentação do enigma, coisa que Guimarães Rosa faz com maestria em torno de Diadorim em Grande Sertão: Veredas, não acontece aqui em Dom Casmurro.
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Machado de Assis simplesmente divide o livro em duas partes, o que facilita o desenrolar das palavras.
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Na primeira e longa parte, ele constrói uma Capitu bela, singela, viva e reta. Uma boa mulher.
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Na segunda, de repente, ele se mete a falar mal dela. Estava protegido pela desculpa de não ser ele mesmo o escritor, mas um personagem criado por ele. Esse distanciamento criou o conforto da parcialidade, um elemento que pode mostrar a covardia e o comodismo do escritor. Vixi!!!
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Dentro desse conforto de não ser ele mesmo o dono das idéias, ou seja, ele não respondia como Machado de Assis, o bruxo do Cosme Velho se esquivou da responsabilidade levar seus leitores a concordarem com ele. Não era a capacidade de análise dele mesmo que estava em jogo, mas sim a de Bentinho. Isso é um elemento simplificador. Não era a inteligência e a astúcia de Machado de Assis que estava sendo posta a prova naquelas páginas. Não era e não foi.
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Ou quase?!?!
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Eu tinha a expectativas de encontrar na obra diversas passagens que me deixassem em dúvida. Um mistério constante que iria me angustiar. Eu queria me angustiar. Queria passagens que confirmassem, outras que negassem.
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Capitu tinha tudo para ser adequada a essas possíveis cenas. Era por vezes meiga, sincera, sempre trabalhadora e boa dona de casa. Era mais esperta que Bentinho e poderia muito bem se sair coerentemente de diversas situações. Mas isso não ocorreu. As situações foram pouquíssimas e as crises não descritas.
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Machado constrói por tantas páginas uma boa pessoa e personagem (são coisas diferentes) e depois simplesmente descamba em falar mal dela, tendo como centro a simples e inegável semelhança entre Ezequiel e Escobar.
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Pô Machado, esperei mais de você!!! Foi um recurso fraco...
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Cheguei logo à conclusão de que Capitu traiu Bentinho. Ferreira Gular também acha isso. rssss
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Bento não estava tão mal do juízo a ponto de construir tão forte e falsa impressão em relação ao filho. Ele era parecido com Escobar, sim. Capitu mesmo disse isso. E Bento, apesar de casmurro, tinha sua sanidade e seu olhar para as coisas.
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No início, esperei por diversas páginas o início da confusão que chegou bem tarde e bem simplória. Achava que Capitu não iria trair Bentinho, pela sua personalidade, mas no final aceitei o fato de que ela traiu sim.
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Fazer eu mudar de idéia foi uma coisa interessante, mas o problema é que a DÚVIDA, esta dúvida que dura mais de 100 anos no Brasil, não existiu na própria obra em si e, mesmo que persista em outras pessoas, ela não foi bem construída.
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O centro da dúvida não faz jus ao seu tamanho e repercussão.
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A obra não trabalha NA dúvida ou COM a dúvida do personagem.
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O livro não está recheado de fatos oblíquos e dissimulados, como esperei.
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O autor trabalha com a simples construção e desconstrução de um personagem apoiado na desculpa de que o livro era uma visão parcial. Tudo bem, que seja parcial, mas mesmo este parcial poderia se banhar de mais dúvidas, mais questionamentos. Este encanto não existe.
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Retirando esse fator da dúvida, que não ouve ou que está no máximo bem mal construída, qual a beleza literária de Dom Casmurro?
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Aí, que pecado perguntar isso!!!
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Mas é verdade. Dom Casmurro hoje em dia não causaria rebuliço. A história fez o livro porque a estória não tem nada de mais. Era a época certa para lançá-lo talvez. Hoje em dia não seria a metade do que foi e é.
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Guimarães Rosa é eterno, sendo lançado quando foi, hoje ou daqui há 100 anos. Aposto. Sua beleza está além do tempo. Clarice Lispector também. Eles são eternos. Isso é literatura de primeira grandeza. Dom Casmurro, na minha opinião, não é. E ainda consideraram ele, juntamente com Grande Sertão, os maiores romances da literatura brasileira. Saiu na Folha Ilustrada de uns meses atrás.
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O tempo e os críticos fizeram o livro. Que ele tem valor pra literatura brasileira, ninguém discute, mas que ele pode ser bem frustrante, isso também é verdade.
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Talvez Machado de Assis não tivesse dúvidas sobre a traição e talvez nem pensou nela como o grande motor do livro, pelo menos assim parece ao ler. Mas, um certeza eu tenho: ele não tinha a mínima idéia de como iriam especular em torno desse fato.
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Queriam fazer barulho e agora o barulho já está muito bem feito. Não se silencia mais.
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Em resumo...
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Adoro escrever um parágrafo pra resumir... rsss
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Em resumo, a dúvida é pequena e, principalmente, mal construída. A trama não é tão elaborada assim. Capitu morreu na praia por ser desperdiçada enquanto personagem. Bento é chifrudo, mas não louco, por isso podemos crer nas suas fortes impressões. E eu, apesar de criticar Machado de Assis, não sei se conseguiria escrever a estória como imaginei que ela seria antes de lê-la.
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Aquela beleza que só a literatura é capaz de criar e curtir, não houve nesta obra.
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Frustrou...
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quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Post 456 - I'll take you there


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Aaaaah, haaa
I know a place
Ain't nobody cryin'
Ain't nobody worried
Ain't no smilin' faces
Mmm-mmm, no, no
Lyin' to the races
Help me, come on, come on
Somebody, help me, now
(I'll take you there)
Help me, y'all
(I'll take you there)
Help me now
(I'll take you there)
Oh, mmm-mmm (I'll take you there)
Oh, oh, mercy
(I'll take you there)
Oh, let me take you there
(I'll take you there)
.
Oh-oh-hoooo, let me take you there
(I'll take you there)
.
Play it Mary, play your
Play your piano now
All right
Aaaaaah, do it, do it
Come on now
Play on it, play on it
Big Daddy, now
Daddy, Daddy, Daddy
Play your, ummmmm
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Ooh, Lord
All right now
Baby, little lady, easy now
Help me now
Come on, little lady
All right
Dum-dum-dum-dum
Doin' sockin' soul
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Aaaaaaah, oooh, aaaaah
I know a place, y'all
(I'll take you there)
Ain't nobody cryin' there
(I'll take you there)
Ain't nobody worried, y'all
(I'll take you there)
No smilin' faces
(I'll take you there)
Uh-uh
(Lyin' to the races)
(I'll take you there)
Oh, oh, no
Oh
(I'll take you there)
Oh, oh,
(I'll take you there)
Mercy now
(I'll take you there)
I'm callin' callin' callin' for mercy
(I'll take you there)
Mercy, mercy
(I'll take you there)
You gotta, gotta, gotta let me
Let me take you, take you
Take you over there

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HOW???

terça-feira, 9 de setembro de 2008

A ilha a centenas de milhas daqui

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Há músicas que têm gosto de noite, sabor de madrugada, som de escuro, aconchego de silêncio. Há músicas que tocam sem fazer barulho, que desenrolam sem se perceber, que não se importam em passar longe dos ouvidos. Há músicas que saem dormindo no ar e logo se desmancham no chão. Limpam o quarto e o momento. Não chegam à consciência, mas acariciam a alma. Nos fazem chorar pensando que choramos por nós. Mas deixe que seja assim. Vêm sutis, sem impactos, percorrem o vazio como o mais tímido dos acordes e se esquecem de nos lembrar de sua beleza. Isso não faz falta, pois sabemos, quase sem querer, que elas se fazem do todo e do máximo e, como todo máximo, é intocável da carne, para melhor ser.
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A ilha (Djavan)
Intérprete: Chico Buarque
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Um facho de luz
Que a tudo seduz por aqui
Estrela cadente reluzentemente
Sem fim
E um cheiro de amor
Empestado no ar a me entorpecer
Quisera viesse do mar e não de você
Um raio que inunda de brilho
Uma noite perdida
Um estado de coisas tão puras
Que movem uma vida
E um verde profundo no olhar
A me endoidecer
Quisera estivesse no mar e não em você
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Porque seu coração é uma ilha
A centenas de milhas daqui
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Cinismo

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O cinismo também pode ser usado como uma ferramenta desesperada de auto-correção.
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quinta-feira, 4 de setembro de 2008

A maçã no escuro I (desta leva)

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“: via-se a fome na sua cara mas ele, numa capacidade de crueldade feliz, sorria. Não ter carinho por si mesmo era o começo de uma crueldade para com tudo.”
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A maçã no escuro II

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“Cabelos que cresciam sempre tão depressa tornavam-na tão pensativa.”
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A maçã no escuro III

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“... e eles se amaram como casados se amam quando perderam um filho.”
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A maçã no escuro IV

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“... e eles se amaram como casados se amam quando perderam um filho.”
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Clarice Lispector
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A maçã no escuro
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Senti ele em mim e concordei por compaixão e desejo
Seguimos loucos, dotados de dor e desespero
Como se aquele ato nos fizesse novamente aquele dia
Como se aquilo nos trouxesse de volta o que foi
Como se pudéssemos estancar a morte que ainda esvaia
E resguardar o que restasse daquele ah-rebento
Dentro de mim
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Nos amamos em fuga, num escape de nós
Nos amamos por medo da calma e do silêncio
Procurando a menor distância
Aquela que possibilitasse a extinção eterna
Da solidão humana
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Haveríamos de nunca mais estar só
Haveríamos de sucumbir às multidões
E nunca mais deparar com o que nos persegue
Até mesmo em sonho
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Tragamos pelo corpo o prazer que degola a consciência
Gozamos por raiva do mundo
Invejávamos o consentimento
E por isso provocamos a inveja das almas
Que não poderiam sentir, como nós, este nosso sufrágio mútuo
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Rebentamos o ridículo e definhamos convictos
Satisfeitos da vingança
De poder sorrir ao menos
Quando o mundo nos obrigou a chorar
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Posto isso, nossas lágrimas rolaram unas
Naquele tempo que resistiu o olhar
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terça-feira, 2 de setembro de 2008

Assura/Macara

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O amor é a razão mais sublime.
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