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Evangelho segundo Maria Madalena (Paixão ahhh-pagável)
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Plana planície petrolífera posicionada pelas pastagens pestilentas pinicantes e poluídas
possuía pastores piedosos pronunciantes pelas palavras pacíficas
por precisarem pilotar pitorescas pobrezas pessoais.
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Plantações de planos pseudo-platônicos
principiados pelas petições pronunciadas pela parte primeira do poder
prostravam pendências perante pactário.
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Porém proliferam pelos planos planificados perigosos petrechos petulantes picantes
e principalmente pífios.
Pelos plan-altos passam pensamentos pagãos/puros.
Por planilhas pluri-plastificadas praticamente possuídas e protegidas
por pertencer parte para pagãos, parte para Papai piedoso,
pendulavam pedintes pulsantes por prazeres.
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Porém... pois... portanto, Pai poderoso principia paixões paternas
por portar-se puro perante pessoas pequenas.
Pessoas pálidas, porém,
pendiam prostradas por possuírem pedantes pasmaceiras pela perfeição.
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Pecados picados pirados pensados perambulavam profanados por pacíficas pessoas puras.
Pessoas puras porque pecados pairam paralíticos e pequenos perante piedade primordial.
Pecados populares passíveis passionais e paralelos
podem parecer pacatos por prestarem pontos positivos
para preces purificadoras.
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Portanto pecados purificáveis proliferavam praticamente praticados principalmente pelos próprios:
plantadores, pecadores, praticantes, pagãos, pirados, puros, pamonhas,
pescadores, pedintes, putas, padrinhos, padres, pastores, professores,
possuídos, passivos, pifados, pensadores, pagantes, parlamentares, pedestres,
pasmados, pessimistas, princesas, partidários, passageiros, patriotas, patroas,
patrocinadores, patriarcas, pederastas, piedosos, pilotos, pais-de-santo, pomposos
possíveis pensadores, psicopatas, porém povo profundamente pacífico.
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Populações passavam por passagens porretas
porque passaram pensando passivamente
pelas primeiras-penúltimas passagens
e perrengues paranóicos pessoais/públicos.
Parte pescadores puros por profissão pastor,
parte pecadores perdidos
porque parados por pétalas preciosas
e painas pagãs proferidas
pelas palavras polidoras
palestradas pela paz pastoreira,
pensaram pecaminosos por pocilga pamonha:
- Por que palpitamos por pessoas pecadoras/puras/putas?
- Podemos puní-las.
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Porém Pai primogênito
poderosamente pediu pela prostituta
em popular parlamento
promovendo petição
por possíveis palpites protetores pensados.
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Perversos puderam parir piedade
principalmente por partilharem pensamentos paspalhos pedintes.
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Pasmos por possuírem pilhas poluídas passadas pelas pseudo-purificações paroquiais,
passaram a possuir pena pela protegida primeira
por perceberem problemas pessoais de proletariados pífios.
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Protegida a puta,
pronunciou Papai permissão para partir para possíveis palácios
por paragens pertencentes a passagens-paraíso.
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Paraíso por prensarem a própria pureza paradoxal
possuída pelos paradigmas para-normais,
pós-primordiais para pessoas pífias.
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Passou para pátria de pavilhões pavorosamente piedosos,
pastosos e parafínicos.
Plantou passarelas de pandarecos,
passagens para próximas porradas pessoais proferidas pela população passada,
provavelmente presente,
primordialmente passadas por paixão por pessoas,
personagens pagãos.
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Partiu para prisão perpétua
por possuir piedade pomposa,
punidora própria.
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Punição pessoal por praticar pecados
passados por pobre pessoa puta pequena
possivelmente parida
para paralisar perversas paixões
por purezas particulares e protetoras.
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Pensou e passou passageiramente
pelas passagens por possuir perigo.
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Pincelou a própria pintura e partitura partida em paragem.
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Puniu-se pedindo piedade por povos,
pulsando pingentes perversos pinicados por punhos
pregados pilantramente pelos pobres pecadores pensadores.
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Partiu para Pai poderoso
pressionado por possuir paixão proibida:
pela puta,
própria poetiza prolixa por poema prescrito perante.
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