terça-feira, 16 de dezembro de 2008

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I
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Durkheim (Objeto → Sujeito)
Para ele o mundo existe independente da gente percebê-lo.
Para observar o mundo como ele é, é necessário abandonar as pré-noções.
Durkheim diz que a sociedade é um corpo vivo. E pega emprestado o modelo da biologia, que diz que: se cada parte fizer seu papel, o todo será saudável.
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Weber (Sujeito → Objeto)
As coisas existem a partir do momento em que elas são pensadas. Porque para ele a realidade não faz sentido sozinha. A história possui infinitos pontos espalhados. Para estudar é necessário recortar um pedaço e estudá-lo, porque só ver o todo não é possível por ser muito complexo. Para ele não é possível se desfazer das pré-noções. Nós atribuímos, através de estudos de fragmentos, um sentido para tudo. Os valores é que vão nos deter, minar o que é importante a ser estudado nos objetos.
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Marx (Sujeito ↔ Objeto)
Para ele o mundo existe, não tem um sentido próprio, mas um sentido potencial, o mundo caminha por um caminho, mas podemos mudá-lo. Para Marx a existência determina a consciência. Totalidade existe, está partida em pólos opostos que se equilibram num desequilíbrio constante.
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Para Weber, não tem totalidade, mas sim fragmentos.
Para Durkheim tem totalidades e é equilibrado.
Para Marx tem e está em desequilíbrio.
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Os 3 se apóiam em paradigmas, que são verdades aceitas como tal devido a uma convenção na comunidade científica. Um ponto onde os questionamentos se estacionaram para poder criar uma ciência a partir daquela convenção.
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II
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A classe média é uma conseqüência da luta de classes. O desdobramento do Marxismo. As lutas entre proletariado e burguesia criou ferramentas de equalização social que levou à classe média.
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