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O vácuo da noite vil
O vazio da vontade vã
Vilania descarrada deliberante
Neste vício apartamento solitário
Rolando rasteiro
Por qualquer improvável
Dissolução deste redigente
Esguiamente secretas
As possibilidades de existir
Revezam-se em meu peito
Dilaceram instantaneamente
Segundo a segundo a Passos
Qualquer possível continuidade
Manipulo meus sentires
Como quem malabariza tentativas
Escorrem pelos meus dedos
As oportunidades humanas
Esvaindo-se madrugada a dentro
Como um rio de desvãos
Contínuos resquícios imperativos
Cíclicos de sentir perdição
Esquecimento sertão
Sou criança idosa
Jogando bola com o infinito
Difícil sinastria envolvente
Que pelo prolixo verborrágico crescente
O presente míngua em todo agora
Minhas voltas revoltam silentes
Consciência de desvario convicto
O amanhã é outro dia
O amanhã é socialmente responsável
Mas não este prospectante magma
Que circunda este casulo servil
De proteção lancinante
Que desbasto nas horas voláteis
Aquelas que correm em minhas veias
Encharcam os cantos e o centro
Todos os cômodos sinápticos
Desta imaterial subversão
Exponencial tangente da vida
Margem de tudo
Centro do infinito
A magia do descompromisso
Que detendo a mim
Se lança-me em explosão
Convulsiva paródia resquícia
Vociferada imunda muda
Neste peito cálido de senão
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O vácuo da noite vil
O vazio da vontade vã
Vilania descarrada deliberante
Neste vício apartamento solitário
Rolando rasteiro
Por qualquer improvável
Dissolução deste redigente
Esguiamente secretas
As possibilidades de existir
Revezam-se em meu peito
Dilaceram instantaneamente
Segundo a segundo a Passos
Qualquer possível continuidade
Manipulo meus sentires
Como quem malabariza tentativas
Escorrem pelos meus dedos
As oportunidades humanas
Esvaindo-se madrugada a dentro
Como um rio de desvãos
Contínuos resquícios imperativos
Cíclicos de sentir perdição
Esquecimento sertão
Sou criança idosa
Jogando bola com o infinito
Difícil sinastria envolvente
Que pelo prolixo verborrágico crescente
O presente míngua em todo agora
Minhas voltas revoltam silentes
Consciência de desvario convicto
O amanhã é outro dia
O amanhã é socialmente responsável
Mas não este prospectante magma
Que circunda este casulo servil
De proteção lancinante
Que desbasto nas horas voláteis
Aquelas que correm em minhas veias
Encharcam os cantos e o centro
Todos os cômodos sinápticos
Desta imaterial subversão
Exponencial tangente da vida
Margem de tudo
Centro do infinito
A magia do descompromisso
Que detendo a mim
Se lança-me em explosão
Convulsiva paródia resquícia
Vociferada imunda muda
Neste peito cálido de senão
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2 comentários:
enrolou a língua igual as do Guimarães Rosa.
ostra feliz não faz pérola.
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