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Escrito e dirigido por Woody Allen.
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De uma maneira bem humorada e cordial, o filme nos leva a repensar o tão constante sonho de viver em outra época, este passado que sempre está envolto por luzes doiradas!
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Um roteirista da Hollywood atual, bem sucedido, mas que escreve roteiros banais, vai viajar para Paris com sua mulher e lá, suspira o fato de não ter vivido na Paris dos anos 20. Acontece que a magia da cidade, por alguma conjunção cósmica, não necessária de ser explicada, o leva para seu sonho e assim ele se encontra com artistas, como: Pablo Picasso, Salvador Dali, Ernest Hemingway, Cole Porter, Luis Buñuel, Francis Scott Fitzgerald, T. S. Eliot, e outros que não me lembro, além de suas amantes, esposas, festas regadas a vinhos e música de classe, críticos de arte, e toda a atmosfera mágica da Paris dos anos 20.
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Nessas idas e vindas no tempo, ele se apaixona por uma mulher da época, que, na verdade, não gosta dos anos 20, mas sim da chamada Época de Ouro de Paris, do final do século XIX. Ao caírem nesta época, o natural do século XXI e sua amante do século XX, se deparam com a infelicidade dos naturais dos anos 1890 que, para eles, o ideal seria ter vivido na época do Renascimento.
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Ou seja, uma insatisfação, esta sim, atemporal!
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O personagem principal é muito bem montado! Um sujeito totalmente pacífico, com suas insatisfações quietas e uma vida bastante normal, acomodada e sem grandes escândalos, ou seja, um possível cidadão mediano do mundo, se é que isso é provável! Alguém que gera empatia sem grandes esforços...
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No final, tudo muda e acontecem algumas coisas que eu não vou contar aqui pra não perder a graça.
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Gostei bastante! Bem Woody Allen!
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Escrito e dirigido por Woody Allen.
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De uma maneira bem humorada e cordial, o filme nos leva a repensar o tão constante sonho de viver em outra época, este passado que sempre está envolto por luzes doiradas!
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Um roteirista da Hollywood atual, bem sucedido, mas que escreve roteiros banais, vai viajar para Paris com sua mulher e lá, suspira o fato de não ter vivido na Paris dos anos 20. Acontece que a magia da cidade, por alguma conjunção cósmica, não necessária de ser explicada, o leva para seu sonho e assim ele se encontra com artistas, como: Pablo Picasso, Salvador Dali, Ernest Hemingway, Cole Porter, Luis Buñuel, Francis Scott Fitzgerald, T. S. Eliot, e outros que não me lembro, além de suas amantes, esposas, festas regadas a vinhos e música de classe, críticos de arte, e toda a atmosfera mágica da Paris dos anos 20.
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Nessas idas e vindas no tempo, ele se apaixona por uma mulher da época, que, na verdade, não gosta dos anos 20, mas sim da chamada Época de Ouro de Paris, do final do século XIX. Ao caírem nesta época, o natural do século XXI e sua amante do século XX, se deparam com a infelicidade dos naturais dos anos 1890 que, para eles, o ideal seria ter vivido na época do Renascimento.
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Ou seja, uma insatisfação, esta sim, atemporal!
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O personagem principal é muito bem montado! Um sujeito totalmente pacífico, com suas insatisfações quietas e uma vida bastante normal, acomodada e sem grandes escândalos, ou seja, um possível cidadão mediano do mundo, se é que isso é provável! Alguém que gera empatia sem grandes esforços...
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No final, tudo muda e acontecem algumas coisas que eu não vou contar aqui pra não perder a graça.
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Gostei bastante! Bem Woody Allen!
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Um comentário:
Wagner, esse filme é bom para assistir acompanhado. Já ouvi muitas pessoas dizerem que é bom. Está agebndado para assistir, valeu pela dica!
abraço
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