Lembro-me que li um texto acadêmico na faculdade que tratava das formas de controle da mente humana, do livre-arbítrio e etc. Neste texto, o autor falava que a forma de controle utilizada em Admirável Mundo Novo era mais eficiente que a presente no livro 1984.
Esta forma superior e mais o meu interesse em conhecer livros de ficção científica levaram-me a pegar esta obra na biblioteca da faculdade.
Que eu me lembre, li rapidamente. Até porque, é uma leitura simples, sem grandes filosofias, sem grandes vocabulários.
Os personagens me pareceram bastante bem construídos. Havia uma distinção de capacidades entre os cidadãos. Isto se dava por meio da genética: os machos alfa, as fêmeas alfa, outros betas e etc.
E realmente era fácil notar o cuidado do autor em soar coerente, ou seja, colocar os alfa com palavras mais bonitas, idéias mais inteligentes. Estes alfas permaneciam isolados, eram reclusos. Já a grande maioria era de outra classe, algo menos preparado.
Bem interessante!
Eram 5 as castas:
Alfa – representada pela cor Cinza
Beta – representada pela cor Amora
Gama – representada pela cor Verde
Delta – representada pela cor Cáqui
Ípsilon – representada pela cor Preto
Os habitantes deste mundo novo admirável, administrado por um Estado Mundial, tinham no empresário Henry Ford uma figura messiânica.
Diziam "Oh Ford" ou "Nosso Ford" fazendo, em inglês, um paralelo entre as palavras Ford e Lord (senhor), usado pra louvar a Deus – Oh Lord!!!
Uma fina ironia de Aldous Housley!
Faz tanto tempo que não me lembro mais direito os detalhes dos acontecidos durante a leitura. Mas recomendo bastante!
Lembra-me um pouco o filme Minority Report. O retrato de um mundo excessivamente moderno, os precogs como uma raça mais avançada. Sei lá!
Este livro não está na lista de livros que eu já li. Eu tinha me esquecido que li ele na faculdade. Quando eu for atualizar a lista, coloco-o no lugar certo.
Acho que logo mais já a atualizo!


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